Comitê de Gerenciamento Bacia Hidrográfica do 

Rio Tubarão e Complexo Lagunar

Luciano Henning

Luciano Henning

A diretoria do Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Canoinhas e Afluentes Catarinenses do Rio Negro realizou, no dia 23 de junho, uma reunião de alinhamento com a equipe do Programa SC Águas (UDESC), entidade executiva responsável pelo apoio técnico e administrativo ao colegiado. O encontro ocorreu por videoconferência e teve como objetivo discutir prioridades, definir encaminhamentos e planejar as próximas ações do Comitê para os próximos meses.

Participaram da reunião o presidente do Comitê, Willian Godoy Ferreira de Souza, representante da 9ª Região do Conselho Regional de Biologia (CRBio-09), e o vice-presidente Maicon André Vieira da Silva, representante da Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (CASAN), além da equipe técnica da Entidade Executiva. O coordenador local do Programa Profágua (UDESC), Prof. Dr. João Marcos Bosi Mendonça de Moura, também esteve presente e aproveitou a ocasião para recepcionar oficialmente a nova diretoria. Em sua manifestação, destacou a importância do trabalho desenvolvido pelos Comitês de Bacia para a gestão dos recursos hídricos em Santa Catarina e reafirmou o compromisso do Programa SC Águas em oferecer suporte técnico, institucional e operacional ao Comitê Canoinhas ao longo do mandato 2026-2028.

Durante a reunião, foram discutidos a reavaliação das Câmaras Técnicas existentes, incluindo sua reativação, extinção ou criação de novos grupos de trabalho para atender às demandas da bacia. Também foi informado que o presidente buscará junto à Prefeitura de Canoinhas a definição de um endereço oficial para o Comitê, reforçando o interesse na permanência da sede no município.Foi aprovada ainda a realização, em julho, de um Workshop sobre Criação e Atuação de Comitês Interestaduais, com o objetivo de fortalecer a integração entre os Comitês Canoinhas e Timbó.Por fim, foram debatidas alterações no Plano de Atividades de 2026, com a substituição de uma capacitação pelo tema Eventos Climáticos Extremos e a adequação da atividade sobre Plano de Recursos Hídricos para abordar Mata Ciliar e Áreas de Preservação Permanente (APPs), em alinhamento ao projeto Rede Mata Ciliar.

 

Assessoria de Comunicação dos Comitês de Bacia da Vertente Interior de SC

Jaqueline Cruz

E-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

 

A presidente do Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Timbó e Bacias Contíguas, Jamile Iara Sekula, participou, entre os dias 15 e 18 de junho de 2026, em Curitiba (PR), do 3º Encontro Estadual de Comitês de Bacias Hidrográficas do Paraná (ECOBPR). A participação ocorreu a convite da organização do evento, o Instituto Água e Terra (IAT), que reuniu representantes de comitês de bacias de todo o estado para promover a integração, o fortalecimento institucional e a troca de experiências voltadas à gestão dos recursos hídricos.

Com o tema "Comitês em evolução: conexões que impulsionam a gestão das águas do Paraná", o encontro proporcionou um espaço de diálogo e capacitação sobre os principais desafios e perspectivas da governança das águas. A programação contou com palestras, oficinas e atividades interativas, abordando temas estratégicos para o aperfeiçoamento da gestão participativa dos recursos hídricos.

Também representaram o Estado de Santa Catarina no evento os Técnicos da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE), Luciano Augusto Henning e Tiago Zanatta, além do presidente do Comitê Canoinhas e Afluentes do Rio Negro, Willian Godoy Ferreira de Souza.

Entre os temas debatidos estiveram o papel e as atribuições dos representantes dos comitês de bacias, a gestão das águas subterrâneas, a mediação de conflitos pelo uso da água, estratégias de conservação dos recursos hídricos, além das discussões sobre a criação do Comitê Interestadual da Bacia do Rio Iguaçu. A proposta busca ampliar a cooperação entre os estados de Santa Catarina e Paraná, fortalecendo a gestão integrada de uma das mais importantes bacias hidrográficas da região Sul.

A programação também contemplou assuntos de grande relevância para o cenário atual, como mudanças climáticas, inteligência aplicada à meteorologia, monitoramento hidrológico e a integração da drenagem urbana à gestão dos recursos hídricos.

Para a presidente Jamile, a participação no encontro representa uma oportunidade de fortalecer o intercâmbio de conhecimentos e ampliar a atuação institucional do Comitê Timbó:

"Participar deste importante encontro foi uma grande honra e uma oportunidade de reafirmar o compromisso do Comitê Timbó com a gestão participativa e sustentável das águas. A cooperação entre os estados é essencial para construirmos soluções integradas que garantam a conservação dos recursos hídricos e a segurança hídrica para as futuras gerações", destacou.

Eventos como o ECOBPR se destacam como importantes espaços de articulação entre poder público, usuários de recursos hídricos, entidades da sociedade civil e instituições de ensino e pesquisa, promovendo o fortalecimento dos Comitês de Bacias Hidrográficas e incentivando a construção de políticas públicas cada vez mais eficientes e integradas.

O Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Canoinhas e Afluentes Catarinenses do Rio Negro esteve representado no 3º Encontro Estadual de Comitês de Bacias do Paraná (ECOBPR), realizado entre os dias 15 e 18 de junho de 2026, em Curitiba (PR). O presidente do Comitê, Willian Godoy Ferreira de Souza, participou do evento a convite de Danielle Tortato, gerente de Gestão de Bacias Hidrográficas do Instituto Água e Terra (IAT) do Paraná.

O encontro reuniu representantes de Comitês de Bacia Hidrográfica, órgãos gestores, universidades, especialistas e instituições ligadas à gestão dos recursos hídricos, promovendo debates sobre governança das águas, instrumentos de gestão, resolução de conflitos pelo uso da água, águas subterrâneas, soluções baseadas na natureza e fortalecimento da participação social nos Comitês de Bacia. Também participaram do evento os servidores da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE), Luciano Augusto Henning e Tiago Zanatta, além da presidente do Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Timbó e Bacias Contíguas, Jamile Iara Sekula, fortalecendo a integração entre instituições e comitês envolvidos na gestão dos recursos hídricos de Santa Catarina e Paraná.

A participação do Comitê Canoinhas teve como um dos principais objetivos fortalecer o diálogo entre Santa Catarina e Paraná em torno da criação do Comitê Interestadual da Bacia do Rio Iguaçu. A iniciativa busca ampliar a integração entre os estados e consolidar mecanismos de gestão compartilhada para uma das mais importantes bacias hidrográficas do Sul do Brasil.

Segundo Willian Godoy Ferreira de Souza, a aproximação entre os Comitês e os órgãos gestores representa um passo importante para avançar na construção desse processo. “Faço parte do Comitê há cerca de 10 anos e estamos à disposição para que isso seja efetivado, tendo em vista que a criação do Comitê fortalece ainda mais as políticas públicas e faz com que a gente consiga ampliar a compreensão da nossa comunidade sobre a importância de preservar os nossos mananciais e os nossos afluentes”, destacou.

O presidente também ressaltou a importância da parceria entre as instituições que vêm conduzindo as discussões sobre o tema. “Junto com o Comitê Canoinhas, a Secretaria de Estado do Meio Ambiente, os representantes do Comitê Timbó e os demais parceiros envolvidos, é uma satisfação participar desse processo. A gente se sente abraçado nesse trabalho que estamos iniciando e acredita que ele poderá trazer resultados muito positivos para a gestão dos recursos hídricos da região”, afirmou.

Para o Comitê Canoinhas, a participação no ECOBPR representa uma oportunidade de troca de experiências com outros estados, fortalecimento institucional e construção de parcerias voltadas à gestão integrada das águas. Além disso, o encontro contribui para ampliar o diálogo sobre desafios comuns enfrentados pelas bacias hidrográficas e sobre estratégias capazes de garantir a proteção dos recursos hídricos para as atuais e futuras gerações.

A presença do Comitê no evento reforça seu compromisso com a cooperação interinstitucional e com o fortalecimento das políticas públicas voltadas à conservação da água, elemento essencial para o desenvolvimento sustentável da região.

 

Assessoria de Comunicação dos Comitês de Bacia da Vertente Interior de SC

Jaqueline Cruz

E-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

O Parque Central de Caçador foi palco, no último sábado (6), de uma grande mobilização ecológica durante a 5ª edição da Ação RBVerde. O evento reuniu empresas, entidades, universidades e o poder público em um esforço conjunto para promover a conscientização ambiental e incentivar práticas sustentáveis junto à população.

O evento contou com a participação deAline Paviani,representando o CRBio, organização-membro do Comitê Timbó, que esteve presente na ação realizando a entrega das mudas de espécies nativas e orientando a população sobre a importância da preservação dos recursos naturais e da vegetação nativa para a qualidade da água e o equilíbrio ambiental.

A mobilização reforçou a mensagem de que cuidar do meio ambiente é um compromisso coletivo e um investimento no futuro.

- Entrevistas na Rádio ampliam alcance da ação

A programação ganhou ainda mais visibilidade na véspera do evento, na sexta-feira (5), Dia Mundial do Meio Ambiente, com a participação dos Parceiros da iniciativa na programação da Rádio Caçanjurê, contribuindo para divulgar as atividades e mobilizar a comunidade. Em entrevista, Aline Paviani e representantes do Núcleo de Meio Ambiente da ACICapresentaram os objetivos da ação e a importância da participação da comunidade nas atividades propostas, destacando que a união entre empresas, entidades, meios de comunicação e o poder público é fundamental para fortalecer a conscientização ecológica e promover mudanças de comportamento. A divulgação na rádio contribuiu para ampliar o alcance do evento, convidando a população caçadorense a participar ativamente das ações e a adotar práticas mais sustentáveis no dia a dia.

A 5ª edição da Ação RBVerde evidenciou a força da colaboração entre instituições e comunidade, consolidando-se como uma importante iniciativa de educação ambiental em Caçador. A participação do Comitê Timbó reforça o compromisso regional com a preservação dos recursos hídricos e ambientais.

Em alusão ao Dia Mundial do Meio Ambiente, foi celebrado no dia 02 de junho, na Praça do Contestado, em Porto União, uma importante ação voltada à conscientização ambiental e ao incentivo de práticas sustentáveis. O evento reuniu a comunidade em torno de atividades educativas e ambientais, reforçando o compromisso com a preservação dos recursos naturais.

Entre os destaques da programação esteve a parceria entre o Comitê Timbó, a Assessoria de Meio Ambiente de Porto União, e a Polícia Militar Ambiental por meio do Programa Protetor Ambiental, que promoveram, além da entrega de mudas, materiais informativos com orientações sobre práticas sustentáveis, cuidados com o meio ambiente e a importância da conservação dos recursos naturais. Segundo a engenheira ambiental Adriana Weber, representante da Prefeitura Municipal de Porto União, organização-membro do Comitê Timbó, a ação caracterizada como uma “Blitz Ecológica”, aproxima a população de temas essenciais para a sustentabilidade e estimula atitudes conscientes no dia a dia.

Outro ponto importante foi o incentivo ao descarte correto de resíduos, com a coleta de eletroeletrônicos, pilhas e baterias, que busca alertar a população sobre os riscos do descarte inadequado desses materiais e apresentar alternativas ambientalmente adequadas.

A ação fortalece o trabalho conjunto entre poder público, entidades ambientais e a comunidade evidenciando a importância de iniciativas integradas, como a atuação do Comitê Timbó, da Prefeitura de Porto União e da Polícia Militar Ambiental, para consolidar uma cultura de responsabilidade ambiental.

Eventos como este reafirmam que a união entre diferentes setores da sociedade é fundamental para a construção de um futuro mais sustentável, mostrando que ações simples, quando realizadas de forma coletiva, podem gerar impactos significativos para o meio ambiente e para as próximas gerações.

No dia 29 de maio, o município de Canoinhas sediou o “Seminário Estadual Gestão Integrada de Resíduos Sólidos: Boas Práticas para Municípios de Santa Catarina”, reunindo gestores públicos, especialistas e representantes da sociedade civil em torno de um tema cada vez mais urgente: a destinação adequada dos resíduos e a construção de políticas públicas sustentáveis. Entre os participantes, destacou-se a presença do representante da Epagri no Comitê Timbó, Eduardo Neves Vieira, que reforça a importância do olhar integrado entre saneamento, gestão de resíduos e proteção dos recursos hídricos.

Realizado no auditório do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), o evento foi promovido pela Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), em parceria com a Escola do Legislativo. A iniciativa faz parte de uma série de encontros regionais, já realizados em cidades como Lages, Itajaí e Joinville, com o objetivo de capacitar municípios e fortalecer a governança ambiental.

Durante a programação, especialistas abordaram instrumentos de gestão previstos na Política Nacional de Resíduos Sólidos, além de apresentar boas práticas já adotadas em municípios catarinenses. O conceito de gestão integrada foi enfatizado como essencial, envolvendo desde a redução na geração de resíduos até a destinação final ambientalmente adequada, passando por etapas como segregação, coleta e tratamento.

O seminário buscou também orientar gestores sobre a importância de contratos bem estruturados e transparentes na área de limpeza urbana, tema enfatizado pelo deputado Marquito, proponente do evento e um dos palestrantes. Segundo ele, a qualificação da gestão pública é fundamental para evitar irregularidades e garantir eficiência no uso dos recursos.

Outro ponto de destaque foi a defesa de soluções sustentáveis, como a compostagem, a coleta seletiva e o fortalecimento das cooperativas de catadores. Essas ações, além de reduzir o volume de resíduos encaminhados aos aterros, contribuem para a geração de renda e inclusão social. Os resíduos orgânicos, que representam cerca de metade do material descartado, foram apontados como um desafio e, ao mesmo tempo, uma oportunidade para redução de custos e reaproveitamento.

A presença do Comitê Timbó foi de grande importância por evidenciar a conexão direta entre a gestão de resíduos sólidos e a qualidade das águas. Representantes destacaram que o descarte inadequado de resíduos pode comprometer rios, nascentes e aquíferos, afetando tanto o abastecimento público quanto a biodiversidade. A participação no seminário fortalece a atuação regional e amplia o alinhamento com políticas públicas voltadas à sustentabilidade. A troca de experiências e o acesso a informações técnicas contribuem para o desenvolvimento de estratégias mais eficientes, capazes de conciliar crescimento urbano, responsabilidade ambiental e preservação dos recursos naturais

Caçador recebeu no dia 28 de maio mais uma etapa do Workshop da Transição Energética Justa de Santa Catarina, reunindo especialistas, representantes do setor florestal, da indústria e do poder público para debater soluções sustentáveis para o futuro energético do estado. Com o tema central “Silvicultura Sustentável e Geração de Energia por Biomassa”, o encontro destacou o potencial da região no aproveitamento de recursos florestais para a geração de energia limpa.

A programação abordou temas estratégicos como cadeia florestal e bioenergia, aproveitamento energético de resíduos, segurança energética, descarbonização industrial e novas oportunidades econômicas regionais. Além disso, o evento promoveu um espaço aberto para debate, permitindo contribuições da sociedade e fortalecendo a construção coletiva do Plano de Transição Energética Justa de Santa Catarina.

O evento foi promovido pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Economia Verde (Semae), em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV). O estudo em desenvolvimento já alcança cerca de 50% de execução e tem a proposta de se tornar referência nacional na formulação de políticas públicas voltadas à sustentabilidade, inclusão social e desenvolvimento regional.

Durante o encontro, o Secretário da Semae, Guilherme Dallacosta, destacou a importância da participação regional na construção do plano, e a Diretora de Clima, Energia e Transição Energética, Mariane Murakami, reforçou o compromisso com uma transição estruturada e inclusiva.

Um dos destaques da noite foi a participação de Tatiana Bendlin, que apresentou o painel “Caminhos para a Transição Energética: O Modelo Tedesco”. Em sua exposição, ela abordou o conceito “Da floresta à energia”, detalhando a engenharia por trás de um ecossistema industrial 100% sustentável. A apresentação evidenciou como a integração entre manejo florestal, aproveitamento de resíduos e geração de energia pode criar um modelo eficiente, economicamente viável e alinhado às metas de sustentabilidade. Tatiana Bendlin, é representante da empresa Cia Bom Sucesso de Eletricidade, do Grupo Primo Tedesco, organização-membro do Comitê Timbó.

Outra organização-membro do Comitê foi o Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA) de Caçador, representado por Fernando Straoarava Raia, que acompanhou as discussões e contribuiu para o diálogo sobre a sustentabilidade ambiental na região. A participação do órgão reforça a importância da articulação entre governo, setor produtivo e instituições ambientais na construção de políticas públicas que conciliem desenvolvimento econômico e preservação dos recursos naturais.

Entre as demais apresentações, os painéis contaram ainda com a participação de Rafael Barreto Nicolazzi (SCGÁS), Mauro Murara (Associação Catarinense de Empresas Florestais) e Rita Cassia (Celulose Guararapes), que contribuíram com diferentes perspectivas sobre o uso sustentável dos recursos florestais.

Representantes do Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Canoinhas e Afluentes Catarinenses do Rio Negro participaram do Seminário Estadual Gestão Integrada de Resíduos Sólidos, realizado na região do Planalto Norte Catarinense. A atividade reuniu autoridades, especialistas, gestores públicos, representantes de instituições ambientais, estudantes e profissionais de diferentes áreas para debater desafios, soluções e perspectivas relacionadas à gestão ambiental e ao desenvolvimento sustentável.

Representando o Comitê, estiveram presentes o presidente recém-eleito, Willian Godoy Ferreira de Souza, a secretária executiva Mônica Andrea Mendes e demais membros do colegiado, reforçando o compromisso da entidade com temas que impactam diretamente a qualidade ambiental e a conservação dos recursos hídricos da bacia.

Durante sua participação, Willian destacou a importância da integração entre desenvolvimento econômico e responsabilidade ambiental, ressaltando que a gestão adequada dos resíduos sólidos é um dos pilares para a proteção dos recursos naturais e da qualidade de vida das futuras gerações.

Em sua fala, o presidente, enfatizou que a região tem avançado significativamente na superação de antigos passivos ambientais, especialmente relacionados à disposição inadequada de resíduos, resultado do trabalho conjunto entre órgãos ambientais, Ministério Público, instituições públicas e empresas comprometidas com a sustentabilidade. Segundo ele, a conscientização ambiental tem ganhado cada vez mais espaço na sociedade, contribuindo para a construção de soluções mais eficazes e duradouras.

Willian também destacou a relevância da formação de novos profissionais comprometidos com a sustentabilidade. Para ele, eventos como esse fortalecem o conhecimento técnico, estimulam o debate qualificado e incentivam a adoção de práticas responsáveis na gestão dos recursos naturais.

“Precisamos desenvolver nossa região, gerar oportunidades e promover o crescimento econômico, mas sem perder de vista a preservação ambiental. A proteção dos recursos hídricos, a gestão adequada dos resíduos e o uso sustentável dos recursos naturais são fundamentais para garantir qualidade de vida às atuais e futuras gerações”, ressaltou.

A participação do Comitê canoinhas e Afluentes do Rio Negro,  no evento reforça sua atuação como espaço de diálogo, articulação institucional e promoção de ações voltadas à gestão integrada dos recursos hídricos, reconhecendo que temas como saneamento, resíduos sólidos e conservação ambiental estão diretamente relacionados à saúde dos rios e à sustentabilidade das bacias hidrográficas.

Após quase 25 anos de atuação junto ao Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Canoinhas e Afluentes Catarinenses do Rio Negro, Donato João Noernberg encerra um dos ciclos mais marcantes de sua trajetória profissional e pessoal. Engenheiro agrônomo, gestor público, produtor rural e referência regional na área ambiental, Donato deixa um legado construído a partir do compromisso com a agricultura, a preservação ambiental e a gestão participativa dos recursos hídricos.

 

Filho e neto de agricultores, Donato nasceu e cresceu no meio rural, na localidade de Caraguatá, interior de Canoinhas. Sua trajetória escolar iniciou em escola pública rural, percorrendo diariamente quilômetros a pé para estudar. O gosto pelos estudos o levou à graduação em Engenharia Agronômica pela UDESC de Lages, concluída em 1991, conquista que relembra como uma grande vitória em um período em que o acesso à universidade pública era extremamente disputado.

 

Logo após a formação, iniciou sua carreira profissional na Cooperativa Agropecuária de Canoinhas, então a maior empresa do município. Atuou inicialmente na área técnica ligada à produção de sementes e, aos 25 anos, assumiu a gerência geral da cooperativa, enfrentando o desafio de conduzir uma grande organização mesmo com formação predominantemente técnica. O período marcou sua busca constante por qualificação em áreas administrativas, contabilidade e gestão.

 

Ao longo da carreira, também exerceu funções públicas e institucionais de destaque. Foi secretário municipal de Agricultura de Canoinhas entre 2005 e 2010, presidente do Conselho Estadual de Secretários Municipais de Agricultura de Santa Catarina (CONSASC), gerente regional da Epagri, gerente interino da Estação Experimental da Epagri de Canoinhas e atuacomo gestor/diretor escolar do CEDUP Vidal Ramos, ligado à Epagri. Sua trajetória profissional reúne experiência nas áreas de pesquisa, ensino e extensão rural, sendo um dos poucos profissionais da instituição a atuar na gestão dos três segmentos.

 

Paralelamente à vida profissional, Donato nunca deixou a agricultura. Produtor rural desde a juventude, atuou com suinocultura, avicultura, pecuária de corte e leite, além da produção de grãos como soja, milho, feijão e trigo. A ligação com o campo sempre esteve associada à preocupação ambiental, fator que o aproximou do Comitê de Bacia ainda nos primeiros movimentos para sua criação.

 

Segundo Donato, um dos momentos mais marcantes de sua trajetória foi justamente acompanhar a construção e consolidação do Comitê Canoinhas, participando desde as primeiras articulações até a estruturação institucional do colegiado. Ao longo dos anos, exerceu diferentes funções dentro da diretoria, sendo secretário executivo em três mandatos, vice-presidente em outras três gestões e integrante do antigo conselho consultivo do Comitê.

 

Entre as realizações que mais marcaram sua atuação foi a sua participação ativa no processo de elaboração e aprovação do Plano de Recursos Hídricos da bacia, concretizado durante sua gestão. Para ele, o plano representa uma conquista histórica aguardada durante muitos anos pelos membros do Comitê e pelas entidades parceiras da região. Outro momento especial foi a celebração dos 20 anos do Comitê, em 2023, quando a Câmara de Vereadores de Canoinhas realizou uma sessão solene em homenagem à trajetória da entidade e das instituições que contribuíram para sua construção.

 

Os períodos de crise hídrica também ficaram profundamente marcados em sua memória. Donato relembra especialmente a estiagem enfrentada pelo município de Monte Castelo, quando foi necessária uma ação emergencial para garantir o abastecimento de água da população por meio da transposição entre rios, mobilizando rapidamente o Comitê e diferentes instituições regionais.

 

Ao longo dessas décadas, Donato também participou da construção de diversos projetos ambientais e de conservação do solo e da água, como o Planorte Água e Solo, além de eventos estaduais de grande relevância técnica realizados na região. Para ele, o Comitê proporcionou aprendizado constante, fortalecimento profissional e, principalmente, relações humanas duradouras.

 

Em sua despedida da diretoria do Comitê, Donato define o momento como um “misto de tristeza e missão cumprida”. A saída ocorre em razão das atuais funções exercidas junto ao CEDUP Vidal Ramos e das diretrizes institucionais da Epagri, mas ele afirma deixar o Comitê com a sensação de dever cumprido e gratidão por tudo o que viveu ao longo desses anos.

 

Donato João Noernberg também recebeu uma Moção honrosa de reconhecimento na última Assembleia Geral Ordinária ocorrida no dia 13 de maio de 2026, em reconhecimento à sua longa trajetória e aos relevantes serviços prestados à gestão dos recursos hídricos no Estado de Santa Catarina. A homenagem destacou sua atuação desde os primeiros movimentos de criação do Comitê, sua contribuição para o fortalecimento institucional do colegiado, sua dedicação às pautas ambientais e sua participação decisiva em projetos e ações voltadas à preservação dos recursos naturais da região. O momento foi marcado pela emoção e pelo reconhecimento dos membros do Comitê, simbolizando a gratidão pelas mais de duas décadas de comprometimento, liderança e contribuição ao desenvolvimento sustentável do Planalto Norte Catarinense.

 

Em sua mensagem final, Donato destacou a importância do compromisso humano e ambiental com as futuras gerações. Para ele, cuidar da natureza e dos recursos hídricos também é uma responsabilidade coletiva e um dever de cada ser humano. “Me sinto muito feliz por poder ter feito isso durante esses longos anos e deixar algo melhor para as próximas gerações. Essa realmente é a nossa grande missão”, afirmou.

O Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Canoinhas e Afluentes Catarinenses do Rio Negro iniciou um novo ciclo nesta quarta-feira, dia 28 de maio de 2026, com a eleição e posse da nova diretoria durante a 2ª Assembleia Geral Extraordinária, realizada por videoconferência.

Além do processo eleitoral e da assinatura do termo de posse da nova diretoria, a assembleia também contou com a leitura e aprovação da ata da Assembleia Geral Ordinária realizada em 13 de maio de 2026 e a aprovação da Moção ad referendum nº 04/2026, que concedeu homenagem honrosa ao engenheiro agrônomo Donato João Noernberg, e discussões de assuntos gerais.

A partir de agora, o Comitê passa a ser presidido por Willian Godoy Ferreira de Souza, representante da 9ª Região do Conselho Regional de Biologia (CRBio-09), representando o segmento População da Bacia. Também assumiram a nova gestão Maicon André Vieira da Silva, representante da CASAN, como vice-presidente, e Mônica Andrea Mendes, representante do SINPESC, como secretária executiva.

A eleição marca a transição da diretoria anteriormente conduzida pela presidente Leoni Fuerst e pelo vice-presidente Donato João Noernberg, lideranças que tiveram papel fundamental no fortalecimento do Comitê nos últimos anos. Durante sua gestão, Leoni esteve à frente do colegiado em uma fase especialmente desafiadora, quando o Comitê não contava com entidade executiva para apoio técnico e administrativo, exigindo ainda mais dedicação, articulação e comprometimento da diretoria para manter as atividades em andamento.

Mesmo diante das dificuldades, o período foi marcado pela continuidade das ações institucionais, fortalecimento da participação das entidades-membro e avanços importantes relacionados à gestão dos recursos hídricos na região. A atuação de Leoni foi reconhecida pelos membros do Comitê como essencial para manter o colegiado ativo, organizado e articulado durante um período de transição.

O novo presidente, Willian Godoy Ferreira de Souza, possui trajetória ligada às áreas ambiental, pública e social. É biólogo formado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), gestor público formado pela UNINTER e especialista em Liderança e Gestão de Pessoas, Engenharia Sanitarista e Preservação Ambiental, além de Auditoria e Perícia Ambiental. Atualmente também cursa Engenharia Ambiental.

Para além da atuação profissional, Willian possui histórico de participação comunitária e institucional, tendo atuado como prefeito de Canoinhas em 2022, vereador entre 2021 e 2024, além de envolvimento em movimentos escoteiros, sociais e leonísticos da região.

 

“Ao assumir a presidência do Comitê do Rio Canoinhas e Afluentes do Rio Negro, sinto-me honrado, motivado e comprometido com esta importante missão. Assumo este desafio com a convicção de que por meio da união e do trabalho conjunto entre todas as instituições representadas no Comitê, poderemos fortalecer as políticas públicas voltadas à proteção dos nossos rios, das bacias hidrográficas e dos recursos hídricos que são fundamentais para a qualidade de vida das presentes e futuras gerações. A responsabilidade é grande, mas tenho certeza de que, com diálogo, cooperação e dedicação, construiremos avanços significativos para a gestão sustentável das águas em nossa região. Conto com o apoio de todos para que possamos realizar um grande trabalho em prol do meio ambiente e da sociedade.”

Ao assumir oficialmente a presidência do Comitê, Willian destacou a importância da união entre as instituições para fortalecer a gestão sustentável das águas e ampliar as ações voltadas à preservação ambiental na região.

A trajetória da gestão participativa das águas no Extremo Sul catarinense ganhou destaque na 56ª Sessão Plenária da ALESC Itinerante, realizada no dia 26 de maio, em Araranguá. 


O Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Araranguá e Afluentes Catarinenses do Rio Mampituba participou, no dia 26 de maio, da 56ª Sessão Plenária da ALESC Itinerante, realizada no município de Araranguá/SC. A presença do Comitê no espaço de tribuna reforçou a importância de aproximar as demandas da gestão das águas dos representantes do Poder Legislativo catarinense.

Representado pela presidência, Eliandra Gomes Marques e Juliano Mondardo Dal Molin, o Comitê apresentou uma linha do tempo histórica da construção da gestão participativa dos recursos hídricos na região. A exposição destacou o percurso iniciado com a constituição do Pró-Comitê Araranguá, em 2001, passando por importantes etapas de organização institucional, até a aglutinação dos afluentes catarinenses do Rio Mampituba, consolidada em 2020.

Durante a manifestação, também foram evidenciados os principais problemas enfrentados no território da bacia, entre eles a necessidade de avanços no saneamento básico, a melhoria da qualidade das águas urbanas e rurais, os conflitos pelo uso da água, a proteção de áreas ambientalmente sensíveis, a segurança hídrica e o fortalecimento dos instrumentos de gestão, como o Plano de Bacia, a cobrança pelo uso da água e pagamento por serviços ambientais e os estudos técnicos para subsidiar decisões públicas.

Para a presidência, a participação na ALESC Itinerante representou uma oportunidade estratégica para dar visibilidade às pautas socioambientais da região e reafirmar o papel do Comitê como instância consultiva, deliberativa, normativa e articuladora da política de recursos hídricos. “Ao ocuparmos esta tribuna, reafirmamos que a água precisa ser tratada como prioridade para o desenvolvimento regional, para a qualidade de vida da população e para a sustentabilidade dos nossos territórios.” —  destacou a presidenta Eliandra.

Mais do que apresentar uma retrospectiva, a fala marcou um chamado à co-responsabilidade entre poder público, usuários de água, sociedade civil e instituições. Na esteira dessa reflexão, o vice-presidente, Juliano, comentou que “a gestão das águas depende do compromisso conjunto do poder público, dos usuários de água, da sociedade civil e das instituições que atuam no território.” Afinal, cuidar das águas do Araranguá e dos afluentes catarinenses do Mampituba é também cuidar da história, do presente e do futuro do Extremo Sul catarinense.

A participação do Comitê na ALESC Itinerante reafirma, portanto, a necessidade de fortalecer os espaços de diálogo e de cooperação institucional para que as demandas da bacia hidrográfica sejam reconhecidas como prioridades na agenda pública regional e estadual. Ao levar a pauta das águas ao Legislativo catarinense, o Comitê reforça seu compromisso com a gestão participativa, com a defesa dos recursos hídricos e com a construção de soluções integradas para o desenvolvimento sustentável do Extremo Sul de Santa Catarina. 

No dia 21 de maio, o Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Canoinhas e Afluentes do Rio Negro marcou presença na capacitação “Metodologias de Acompanhamento do Plano de Recursos Hídricos”, com a participação de Francine da Silva Rauen, representante da instituição Cia Canoinhas de Papel, integrante do segmento de usuários de água do Comitê. A atividade foi promovida pelo Comitê Canoas-Pelotas e pela entidade executiva UDESC Programa SC Águas (SEMAE).

Na formação, foram apresentadas as metodologias empregadas para implementação e monitoramento dos planos de recursos hídricos. As metodologias seguem as diretrizes do Manual para Avaliação da Implementação de Planos de Recursos Hídricos, publicado pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) em 2021, utilizando tabelas em Excel integradas ao Power BI como ferramentas de acompanhamento dos planos, ações e indicadores.

Também foi pauta da atividade as dificuldades encontradas para o monitoramento dos planos de recursos hídricos, como a mensuração de indicadores não quantitativos, a obtenção de dados em algumas regiões das bacias e os desafios relacionados à proteção de mananciais, especialmente em situações envolvendo uso inadequado de Áreas de Preservação Permanente (APP), entre outras.

Para os participantes, a capacitação promoveu troca de experiências, debates técnicos e contribuições importantes para o avanço da implementação e consolidação dos planos de recursos hídricos nas diferentes regiões.

Com o intuito de aprofundar o debate sobre a cobrança pelo uso da água, nove Comitês de Bacia Hidrográfica de Santa Catarina realizaram um seminário que reuniu técnicos, pesquisadores, Comitês de Bacia, agências de bacia e usuários de água de diferentes regiões do Brasil. O encontro promoveu a troca de experiências, percepções e desafios relacionados a esse instrumento da Política Nacional de Recursos Hídricos, que visa incentivar o uso racional da água, financiar ações de recuperação das bacias e assegurar a sustentabilidade hídrica para as futuras gerações. Realizado de forma virtual na última quarta-feira (29), o evento registrou 280 acessos na transmissão, e teve mais de 300 pessoas inscritas no seminário.

 

A atividade de capacitação foi organizada pelos Comitês de Araranguá e afluentes de Mampituba, Camboriú, Canoas e Pelotas, Canoinhas e afluentes do Rio Negro, Cubatão e Madre, Urussanga, Tijucas e Biguaçu, Itapocu e Peixe. Participaram do evento, na condição de ouvintes, representantes do Comitê Timbó, entre eles Cidenei Schimidt de Melo, da Compensados e Laminados Lavrasul S/A; Adriana Weber, da Prefeitura Municipal de Porto União; Eduardo Neves Vieira, da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (EPAGRI); e Luciano Augusto Henning, da SEMAE.

 

O evento contou com quatro painéis que promoveram o intercâmbio de conhecimentos, experiências e reflexões sobre a implementação exitosa da cobrança pelo uso da água em outros estados brasileiros.

 

Durante a sua participação, o especialista  em  recursos  hídricos  da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), Marco Amorim, pontuou a necessidade de avançar na implantação da cobrança pelo uso da água. “Mesmo prevista há décadas, sua concretização ainda enfrenta resistência em alguns estados. Sem cobrança, o sistema perde autonomia e capacidade de responder às demandas da sociedade".

Para a professora do Instituto Federal da Paraíba (IFPB) e representante-membro do CBH do Litoral Norte (Paraíba), Mirella Leôncio Motta e Costa, a experiência da Paraíba mostra que a cobrança é um processo gradual, que exige construção institucional e diálogo entre os atores.”Na Paraíba, a cobrança foi estruturada ao longo de anos e hoje garante recursos importantes ao sistema. Apesar dos avanços, ainda há desafios na execução dos recursos arrecadados e na revisão dos critérios de cobrança. Fortalecer a governança e aprimorar os mecanismos de aplicação são passos essenciais para ampliar os resultados do instrumento", explica Mirella que também é representante da Sociedade Civil do Fórum Nacional de Comitês de Bacia Hidrográfica.

A integrante da diretoria colegiada do Comitê de Integração da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul, Maria Aparecida Vargas, ressaltou o papel do diálogo entre os atores na consolidação da cobrança. “A implementação da cobrança no Paraíba do Sul só foi possível por meio de um grande pacto entre usuários e instituições. O processo envolveu negociação, aprendizado e ajustes ao longo do tempo", pontuou Maria Aparecida, que é bióloga e especialista em gestão de recursos hídricos.

Segundo o coordenador da Câmara Técnica de Usos Múltiplos dos Recursos Hídricos do Conselho Estadual de Recursos Hídricos de São Paulo (CRH), Luiz Felipe Rodrigues, a cobrança nas bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ) possibilitou a estruturação de investimentos contínuos em saneamento e gestão hídrica. “Os recursos arrecadados são aplicados com base em planejamento e decisões coletivas dos comitês. Os resultados mostram avanços concretos, como o aumento no tratamento de esgoto e a melhoria da gestão”.

O diretor da AGEDOCE, entidade delegatária que dá apoio à gestão do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Doce (CBH Doce) e de seus afluentes mineiros, Alex Cardoso Pereira, compartilhou no evento como são investidos os recursos oriundos da cobrança pelo uso da água. “Grande parte dos recursos é utilizado para projetos estruturais na bacia. São projetos previstos pelos instrumentos orientadores de gestão hídrica, como o Plano de Aplicação Plurianual (PAP). É importante destacar a participação dos Comitês na destinação desses recursos e na realização de ações de conscientização ambiental da sociedade".

 

O Seminário Cobrança pelo Uso da Água: Percepções, Experiências, Desafios e Contribuições está disponível na íntegra no YouTube. Acesse aqui os debates, as experiências compartilhadas e as reflexões apresentadas ao longo da programação.

Com o intuito de aprofundar o debate sobre a cobrança pelo uso da água, nove Comitês de Bacia Hidrográfica de Santa Catarina realizaram um seminário que reuniu técnicos, pesquisadores, Comitês de Bacia, agências de bacia e usuários de água de diferentes regiões do Brasil. O encontro promoveu a troca de experiências, percepções e desafios relacionados a esse instrumento da Política Nacional de Recursos Hídricos, que visa incentivar o uso racional da água, financiar ações de recuperação das bacias e assegurar a sustentabilidade hídrica para as futuras gerações. Realizado de forma virtual na última quarta-feira (29), o evento registrou 280 acessos na transmissão, e teve mais de 300 pessoas inscritas no seminário.

A atividade de capacitação foi organizada pelos Comitês de Araranguá e afluentes do do Mampituba, Camboriú, Canoas e Pelotas, Canoinhas e afluentes do Rio Negro, Cubatão e Madre, Urussanga, Tijucas e Biguaçu, Itapocu e Peixe. Participaram do evento, na condição de ouvintes, representantes do Comitê Canoinhas e Afluentes do Rio Negro, Bruna MadeyDalarosa - Cooperativa Agroindustrial Alfa - COOPERALFA, Caroline Stein - Prefeitura de Canoinhas, Francine da Silva Rauen - Cia Canoinhas de Papel, Hugo Binder - Serviço Autônomo Municipal de Saneamento Básico Rio Negrinho - SAMAE, Marco Rodrigo Redlich - Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto de São Bento do Sul -  SAMAE, Mayara Schwarz Dirschnabel - Sindicato da Indústria de Papel e Celulose de Santa Catarina - SINPESC, Moacir Penkal - Associação Empresarial de Canoinhas - ACIC e Vinicius Tavares Constante - Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Economia Verde - SEMAE, Willian Godoy Ferreira de Souza do Conselho Regional de Biologia 9ª Região, dentre outros participantes.

O evento contou com quatro painéis que promoveram o intercâmbio de conhecimentos, experiências e reflexões sobre a implementação exitosa da cobrança pelo uso da água em outros estados brasileiros. Durante a sua participação, o especialista em recursos hídricos da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), Marco Amorim, pontuou a necessidade de avançar na implantação da cobrança pelo uso da água. “Mesmo prevista há décadas, sua concretização ainda enfrenta resistência em alguns estados. Sem cobrança, o sistema perde autonomia e capacidade de responder às demandas da sociedade".

Para a professora do Instituto Federal da Paraíba (IFPB) e representante-membro do CBH do Litoral Norte (Paraíba), Mirella Leôncio Motta e Costa, a experiência da Paraíba mostra que a cobrança é um processo gradual, que exige construção institucional e diálogo entre os atores.”Na Paraíba, a cobrança foi estruturada ao longo de anos e hoje garante recursos importantes ao sistema. Apesar dos avanços, ainda há desafios na execução dos recursos arrecadados e na revisão dos critérios de cobrança. Fortalecer a governança e aprimorar os mecanismos de aplicação são passos essenciais para ampliar os resultados do instrumento", explica Mirella que também é representante da Sociedade Civil do Fórum Nacional de Comitês de Bacia Hidrográfica.

A integrante da diretoria colegiada do Comitê de Integração da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul, Maria Aparecida Vargas, ressaltou o papel do diálogo entre os atores na consolidação da cobrança. “A implementação da cobrança no Paraíba do Sul só foi possível por meio de um grande pacto entre usuários e instituições. O processo envolveu negociação, aprendizado e ajustes ao longo do tempo", pontuou Maria Aparecida, que é bióloga e especialista em gestão de recursos hídricos.

Segundo o coordenador da Câmara Técnica de Usos Múltiplos dos Recursos Hídricos do Conselho Estadual de Recursos Hídricos de São Paulo (CRH), Luiz Felipe Rodrigues, a cobrança nas bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ) possibilitou a estruturação de investimentos contínuos em saneamento e gestão hídrica. “Os recursos arrecadados são aplicados com base em planejamento e decisões coletivas dos comitês. Os resultados mostram avanços concretos, como o aumento no tratamento de esgoto e a melhoria da gestão”.

O diretor da AGEDOCE, entidade delegatária que dá apoio à gestão do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Doce (CBH Doce) e de seus afluentes mineiros, Alex Cardoso Pereira, compartilhou no evento como são investidos os recursos oriundos da cobrança pelo uso da água. “Grande parte dos recursos é utilizado para projetos estruturais na bacia. São projetos previstos pelos instrumentos orientadores de gestão hídrica, como o Plano de Aplicação Plurianual (PAP). É importante destacar a participação dos Comitês na destinação desses recursos e na realização de ações de conscientização ambiental da sociedade".

O Seminário Cobrança pelo Uso da Água: Percepções, Experiências, Desafios e Contribuições está disponível na íntegra no YouTube. Acesse aqui os debates, as experiências compartilhadas e as reflexões apresentadas ao longo da programação.

No dia 7 de maio, o Comitê Canoinhas e Afluentes do Rio Negro participou da 1ª Assembleia Geral Ordinária de 2026 do Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH). O Fórum é a instância colegiada formada pelos 16 (dezesseis) Comitês de Gerenciamento das Bacias Hidrográficas do Estado de Santa Catarina. O encontro ocorreu por videoconferência a partir das 14h.

 

O Comitê Canoinhas e Afluentes do Rio Negro foi representado na Assembleia Geral Ordinária pela presidente Leoni Fuerst.

 

A reunião proporcionou um espaço de discussão de pautas comuns aos Comitês que compõem o Fórum, com destaque para o acompanhamento de demandas institucionais em andamento junto a diferentes órgãos e instâncias.  Na Assembleia, a plenária realizou uma avaliação dos primeiros seis meses de atividade da Entidade Executiva (UDESC/SEMAE Programa SC Águas), assim como compartilhou as devolutivas de ações protocoladas junto ao Órgão Gestor (Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde de Santa Catarina - SEMAE).

 

Entre as deliberações destaca-se, a definição pela construção de uma minuta para atualização do Regimento Interno do FCCBH. Na reunião, os representantes dos Comitês relataram a participação em eventos estratégicos para o fortalecimento da gestão hídrica,  como a participação nas reuniões do Conselho Estadual de Recursos Hídricos, e suas Câmaras Técnicas, e realização de evento em alusão ao Dia Mundial da Água de 2026, em março

 

Após amplo debate, também foi deliberada a manutenção e o aprimoramento do diálogo com os demais órgãos do Sistema Estadual de Gerenciamento de Recursos Hídricos e com outras instituições e órgãos públicos, a continuidade das tratativas para resolução das demandas dos Comitês de Bacias Hidrográficas nos âmbitos pertinentes, a efetivação da representação do Fórum Catarinense/Comitês de Bacias Hidrográficas em instâncias deliberativas relacionadas à Gestão de Recursos Hídricos e o envio de comunicação oficial para o agendamento de reuniões com outras instituições sobre temas relacionados aos recursos hídricos.

 

A próxima Assembleia Geral Ordinária está prevista para ocorrer em outubro de 2026, em data que ainda será definida.

 

O Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Canoinhas e Afluentes do Rio Negro realizará, no dia 28 de maio de 2026, sua 2ª Assembleia Geral Extraordinária, com destaque para a realização de um novo processo eleitoral para escolha da presidência e da secretaria executiva do Comitê. A reunião ocorrerá por videoconferência, por meio da plataforma Microsoft Teams, reunindo representantes das organizações-membro da bacia.

A convocação foi realizada conforme as disposições da Resolução nº 19/2017 do Conselho Estadual de Recursos Hídricos (CERH) e da Nota Técnica Conjunta SDE/SEMA/DRHS nº 06/2020. A assembleia terá primeira convocação às 13h30, com necessidade de maioria absoluta das entidades-membro, e segunda convocação às 14h00, com um terço das organizações representadas.

A nova eleição ocorre após a ausência de candidaturas habilitadas dentro do prazo estabelecido no processo anterior, realizado durante a Assembleia Geral Ordinária de 13 de maio. Com isso, o Comitê optou pela abertura de um novo processo eleitoral, reiniciando as etapas de inscrição e habilitação para garantir ampla participação e legitimidade na escolha da nova gestão.

Além da eleição e assinatura do termo de posse da futura presidência e secretaria executiva, a pauta também prevê a leitura e aprovação da ata da assembleia anterior e a aprovação da Moção ad referendum nº 04/2026, que concedeu homenagem, na última Assembleia Geral Ordinária do dia 13 de maio de 2026, ao engenheiro agrônomo Donato João Noernberg pelos relevantes serviços prestados ao Comitê e à gestão dos recursos hídricos no Planalto Norte Catarinense.

A realização da assembleia representa mais um importante momento para o fortalecimento institucional do Comitê Canoinhas e Afluentes do Rio Negro, reforçando a continuidade das ações de gestão participativa e governança das águas na região.

O Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Canoinhas e Afluentes Catarinenses do Rio Negro realizou, no dia 13 de maio de 2026, sua 1ª Assembleia Geral Ordinária do ano, reunindo membros, convidados e representantes de instituições na sede da Amplanorte, em Mafra. O encontro marcou a retomada das atividades presenciais do Comitê e contou com participação expressiva, registrando aproximadamente 52% de quórum das organizações-membro.

Apesar de a pauta prever a eleição da nova presidência e secretaria executiva do Comitê, não houve candidaturas habilitadas dentro do prazo estabelecido pelo processo eleitoral. Diante da situação, foi deliberada a abertura de um novo processo eleitoral, que ocorrerá no dia 28 de maio de 2026, reiniciando a partir do dia 13/05/2026todas as etapas de inscrição e habilitação de chapas e finalizando no dia 22/05 o período para habilitação dos interessados.

A assembleia foi considerada positiva pelos participantes. O Comitê vinha de um período de baixa atividade institucional e sua última Assembleia Geral Extraordinária havia sido realizada de forma online. O reencontro presencial foi apontado como importante para fortalecer vínculos entre os membros, ampliar o diálogo e promover maior integração entre as entidades participantes.

Além das discussões institucionais, a reunião também abordou temas técnicos relacionados à dragagem do Rio Canoinhas e às ações de melhoramento pluvial. O assunto contou com a participação do engenheiro civil Leandro Nizer, representante da Prefeitura de Canoinhas, além das Defesas Civis dos municípios de Três Barras e Canoinhas, representadas respectivamente por Gerson Araújo e Adilson Bueno.

Durante a apresentação, os profissionais prestaram esclarecimentos sobre o andamento do projeto, detalhando questões técnicas, etapas previstas e os encaminhamentos futuros da obra. O Comitê Canoinhas e Afluentes Catarinenses do Rio Negro contribuiu com apontamentos relacionados aos impactos ambientais e efeitos socioambientais das intervenções nos municípios envolvidos, promovendo um diálogo técnico construtivo e esclarecendo dúvidas junto aos responsáveis pelo projeto.A pauta representou um importante passo para o fortalecimento da cooperação técnica entre o Comitê e as instituições envolvidas nas obras, além de abrir perspectivas para novos encontros e atualizações periódicas aos membros sobre o desenvolvimento de cada etapa do projeto.

Um dos momentos mais marcantes da assembleia ocorreu durante os assuntos gerais, com a entrega de uma Moção Honrosa ao vice-presidente Donato João Noernberg, em reconhecimento aos relevantes serviços prestados ao Comitê e à gestão dos recursos hídricos ao longo de mais de 25 anos de atuação.A homenagem emocionou os participantes e marcou simbolicamente a despedida de Donato da vice-presidência do Comitê, destacando sua trajetória de dedicação à gestão participativa das águas e ao desenvolvimento sustentável do Planalto Norte Catarinense.

 

A Rádio Educadora Uniguaçu recebeu, nos estúdios, dia 30 de abril, a engenheira geóloga Jamile Iara Sekula, presidente do Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Timbó e Bacias Contíguas, para falar sobre a gestão da água na região, os riscos de enchentes e deslizamentos e os impactos das mudanças climáticas.

Segundo Jamile, o Comitê Timbó atua como um espaço de gestão participativa dos recursos hídricos, reunindo poder público, usuários da água e sociedade civil. O objetivo é administrar, de forma regionalizada, as Bacias do Rio Timbó e Contíguas, que engloba 11 municípios, considerando desde a captação de água superficial, o uso de poços tubulares, até o lançamento de efluentes e a qualidade da água que chega às cidades.

A presidente explicou que toda a chuva que cai nessa área acaba, direta ou indiretamente, chegando ao Rio Timbó, seja pelo escoamento superficial, pela infiltração no solo ou pelo lençol freático. Por isso, mesmo quando para de chover em Porto União, o nível do rio pode continuar subindo por vários dias, devido às chuvas nas regiões mais altas da bacia.

Com a possibilidade de fortalecimento do fenômeno El Niño, cresce a preocupação com o aumento das chuvas no Sul do país. Jamile alerta que a maior precipitação eleva o risco de enchentes, principalmente porque o solo já se encontra saturado e impermeabilizado em grande parte das áreas urbanas. A falta de sistemas eficientes de drenagem dificultam o escoamento da água.

Outro fator destacado é a localização de Porto União sobre a planície de inundação do Rio Iguaçu, uma área naturalmente sujeita a transbordamentos. Historicamente, o desenvolvimento urbano ocorreu às margens do rio, o que aumenta a vulnerabilidade a cheias em períodos de chuva intensa.

Em relação aos deslizamentos, embora a região não seja considerada altamente suscetível, a engenheira ressalta que eles podem ocorrer, especialmente em morros ocupados e com falta de drenagemadequada. Sinais de alerta incluem trincas no solo, rachaduras em paredes e grande volume de água escoando sem controle pelas encostas. A vegetação desempenha papel fundamental na estabilidade do solo, e a retirada da mata nativa, pode aumentar o risco de escorregamentos.

Jamile destacou ainda que é difícil estabelecer um volume exato de chuva que determine automaticamente uma enchente. O risco aumenta tanto em eventos de chuva muito intensa em curto período quanto em chuvas persistentes ao longo de vários dias, que saturam o solo e impedem a infiltração da água.

Sobre prevenção, ela afirma que é possível realizar mapeamentos detalhados das áreas de risco, identificando cotas de inundação e regiões mais suscetíveis a deslizamentos. Esses estudos permitem prever até quais ruas ou residências podem ser atingidas conforme o volume de chuva, auxiliando a Defesa Civil e o planejamento urbano.

O Comitê de Gerenciamento da Bacia não atua diretamente na gestão de crises, mas trabalha na gestão do uso da água, na qualidade dos recursos hídricos e no apoio técnico aos municípios, tanto em períodos de seca quanto de excesso de chuvas. A presidente reforçou a importância da educação ambiental, da preservação das Áreas de Preservação Permanente (APPs), do descarte correto de resíduos e da cobrança por políticas públicas eficientes de drenagem urbana.

Ao final, Jamile orientou a população a acompanhar as previsões meteorológicas em canais oficiais e a manter atenção aos alertas da Defesa Civil. O Comitê Timbó segue à disposição da comunidade para esclarecer dúvidas e receber sugestões por meio de suas redes sociais.

A entrevista na íntegra, assim como, matéria publicada no site Portal da Cidade, podem ser acessados em: Geóloga explica como a bacia do Rio Timbó influencia o comportamento do Rio Iguaçu

O Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Canoinhas e Afluentes do Rio Negro realizará, no dia 13 de maio de 2026, sua 1ª Assembleia Geral Ordinária do ano, com destaque para a eleição da nova presidência e da secretaria executiva da entidade. A reunião ocorrerá de forma presencial na sede da Amplanorte, localizada na Rua Professora Maria Espírito Santo, nº 400, Centro, Mafra (SC), reunindo representantes das organizações-membro do Comitê.

A assembleia seguirá os critérios de quórum estabelecidos, com primeira convocação às 13h30 e, caso necessário, segunda convocação às 14h00, garantindo a legitimidade das decisões. O Edital da Assembleia pode ser acessado através do link: https://www.aguas.sc.gov.br/jsmallfib_top/Comite%20Rio%20Canoinhas/Legislacoes/Comite/editais/2026/Edital_03AGO_assinado.pdf

A eleição, prevista como um dos principais pontos da pauta, será responsável por definir a nova condução institucional do Comitê, instância fundamental para a gestão participativa dos recursos hídricos na região. Após o processo eleitoral, também está prevista a assinatura do termo de posse dos eleitos, oficializando o início do novo mandato.

O processo eleitoral teve atualização recente, com a prorrogação do prazo para inscrição de chapas candidatas, que foi estendido até o dia 6 de maio de 2026. A medida amplia a oportunidade de participação das organizações-membro e fortalece o caráter democrático do processo de escolha da nova gestão para o mandato 2026–2028.

Além da eleição, a pauta inclui outros temas institucionais e técnicos, como a aprovação de atas de reuniões anteriores, apresentação de informações sobre intervenções no Rio Canoinhas, incluindo ações de dragagem e melhoramento pluvial, e discussões sobre a organização interna do Comitê, como definição de soluções para armazenamento de materiais e mobiliário. Ainda assim, o processo de escolha da nova presidência e secretaria executiva se destaca como um momento estratégico para o fortalecimento da governança e continuidade das ações do Comitê Canoinhas e Afluentes do Rio Negro.

 

O Comitê Timbó participou, entre os dias 26 e 28 de março, do CREA Summit 2026, evento realizado em Balneário Camboriú que reuniu profissionais e instituições das áreas de engenharia, agronomia e geociências para discutir inovação, sustentabilidade e desenvolvimento.

A programação contou com diversos painéis e seminários, destacando-se o Seminário de Sustentabilidade Ambiental, voltado à promoção do debate técnico e institucional sobre desenvolvimento sustentável e gestão ambiental. Entre os temas, as Mudanças Climáticas e Transição Energética, foram apresentados pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE), por meio do secretário adjunto, Guilherme Dallacosta e da diretora de Clima, Energia e Transição Energética, Mariane Murakami. Além disso, o debate contemplou palestras sobre Saneamento e Balneabilidade, Cidades Verdes, com ênfase em construção sustentável e adaptação urbana, ampliando a discussão sobre soluções ambientais integradas.

A programação também contemplou painéis sobre regularização fundiária urbana (Reurb), áreas de preservação permanente (APPs), restingas e arborização urbana, ampliando o diálogo sobre soluções ambientais integradas e os desafios do planejamento territorial.

Segundo Fernando Raia, participante do evento, representando o Instituto do Meio Ambiente (IMA) de Caçador e entidade-membro do comitê, o CREA Summit é o maior fórum de inovação e empreendedorismo das áreas técnicas em Santa Catarina e se destaca pela relevância e caráter inspirador. “Além do conteúdo técnico, o evento proporciona um ambiente qualificado para networking, troca de experiências e fortalecimento de conexões entre profissionais, empresas e oportunidades de negócios”, afirmou.

A participação do Comitê Timbó no CREA Summit 2026 reafirma seu compromisso com o fortalecimento institucional, a qualificação técnica e a atuação integrada na gestão ambiental. A presença em um evento de abrangência estadual contribui para o intercâmbio de conhecimentos, o alinhamento com diretrizes e políticas públicas e o aprimoramento das ações voltadas à gestão dos recursos hídricos e ao desenvolvimento sustentável na área da Bacia Hidrográfica do Rio Timbó.

 

O Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Canoinhas e Afluentes do Rio Negro realizou, no dia 24 de março de 2026, a sua 1ª Assembleia Geral Extraordinária. O encontro ocorreu de forma online e reuniu representantes das organizações-membros para deliberar sobre pautas estratégicas relacionadas à gestão dos recursos hídricos da região.

 

A assembleia foi convocada conforme o Edital nº 01/2026, com primeira convocação às 08h30 e segunda às 09h00, respeitando os critérios de quórum estabelecidos. A abertura da sessão contou com a leitura do edital de convocação, seguida da aprovação da ata da Assembleia Geral Ordinária realizada em 29 de outubro de 2025. Na sequência, foi apresentado e deliberado o Relatório de Atividades do Comitê Canoinhas referente ao ano de 2025.

 

Dando continuidade à ordem do dia, os membros acompanharam a apresentação dos projetos de pesquisa propostos no âmbito do Programa SC Águas para os anos de 2026, 2027 e 2028. Entre as iniciativas destacadas estão os projetos Rede Mata Ciliar, previsto para 2026, e Enquadra SC Águas I e II, programados para os anos de 2027 e 2028, respectivamente, que deverão contribuir para o fortalecimento da gestão dos recursos hídricos na bacia.

 

Durante a reunião também foi aprovado o calendário de reuniões do Comitê para o ano de 2026, ficando definida a realização da 1ª Assembleia Geral Ordinária no dia 13 de maio e da 2ª Assembleia Geral Ordinária no dia 1º de dezembro. Na sequência, os membros deliberaram sobre a resolução que institui a Comissão Eleitoral responsável por conduzir o processo de escolha da Presidência e da Secretaria Executiva do Comitê para o mandato de 2026–2028. A pauta incluiu ainda a apresentação da prestação de contas referente ao exercício de 2025, além de outros assuntos gerais de interesse do colegiado.

 

Esta foi a primeira assembleia realizada pelo Comitê Canoinhas e Afluentes do Rio Negro em 2026, representando um momento importante tanto para revisitar as ações desenvolvidas ao longo de 2025 quanto para alinhar prioridades e planejar os próximos passos do colegiado na gestão dos recursos hídricos da bacia ao longo do ano.

Trocas de experiência entre os Comitês de Bacia Hidrográfica e intercâmbio entre os assessores técnicos dos órgãos colegiados marcaram o evento de capacitação promovido pela SEMAE, no Centro de Treinamento da Epagri de Itajaí/SC, nos dias 3 e 4 de março. Oassessor técnico do colegiado, Pedro Filipe Rey integrou a atividade.

 

O Treinamento sobre Métodos de Trabalho das Entidades Executivas reuniu gestores públicos, representantes de comitês de bacia e os membros da Entidade Executiva UDESC Programa SC Águas (SEMAE), com o intuito de capacitar os assessores técnicos quanto aos procedimentos relacionados à atuação da entidade nos comitês de bacia. A formação buscou detalhar a estrutura e o modo de funcionamento dos comitês de bacia, destacando as competências da presidência, da secretaria executiva e das câmaras técnicas de cada colegiado, assim como as atribuições das entidades executivas.

 

O gerente de Saneamento e Gestão de Recursos Hídricos da SEMAE, Vinicius Tavares Constante, destacou a importância do encontro para fortalecer as ações voltadas à gestão dos recursos hídricos no estado. “O evento foi muito proveitoso. Foi possível fazer uma troca de experiências entre os membros dos comitês, a equipe do Programa SC Águas e nós, técnicos da secretaria, tanto sobre a questão do funcionamento dos comitês, o apoio às secretarias executivas e os procedimentos para os diferentes tipos de eventos que o comitê precisa realizar, como também sobre discussões importantíssimas relacionadas a projetos estruturantes para avançarmos na gestão de recursos hídricos no Estado”, completou o gerente da SEMAE.

 

Para o coordenador-geral do Programa SC Águas, João Marcos B. M. de Moura, a capacitação promovida pela SEMAE foi fundamental para alinhar as ações da equipe do Programa SC Águas e fortalecer a integração com os comitês de bacia hidrográfica. “A iniciativa proporcionou um espaço de troca de conhecimento muito importante para a gestão dos recursos hídricos de Santa Catarina", pontuou o coordenador.

 

A equipe técnica presente no evento foi selecionada pelo Edital nº 001/2025 da UDESC e iniciou sua atuação em novembro de 2025. O Programa SC Águas é uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE) e a Universidade Estadual de Santa Catarina (UDESC), com vigência prevista até 2028.

O Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Timbó e Bacias Contíguas realizou, no dia 09 de março de 2026, sua Assembleia Geral Ordinária, conduzida por videoconferência. O encontro reuniu representantes das organizações-membro para deliberar sobre documentos oficiais, revisar as atividades de 2025 e definir os planos estratégicos para 2026.

Principais Deliberações:

Aprovação de Documentos Formais: Foram lidos e aprovados a ATA da Assembleia de 27/11/2025 e os ofícios de substituição de representantes das instituições-membro.

Relatório de Atividades 2025: O Comitê apresentou um panorama das ações realizadas ao longo de 2025, incluindo atividades técnicas, mobilizações e iniciativas da área de educação ambiental. O documento foi aprovado pelos membros.

Planejamento 2026: Foram apresentados e aprovados os seguintes documentos: Plano de Atividades 2026, Plano de Capacitação 2026, Plano de Comunicação e Mobilização Social 2026. Esses materiais orientam as ações, formações e estratégias de comunicação previstas para o ano.

Projetos de Pesquisa – Programa SC Águas:

A assembleia deliberou também sobre os Projetos de Pesquisa previstos para 2026 a 2028, no âmbito do Programa SC Águas. Os estudos devem ampliar o conhecimento técnico e apoiar a gestão dos recursos hídricos da região. Os temas Conjuntura, Enquadramento I e Enquadramento II, foram aprovados por unanimidade.

Destaque da Secretaria Executiva: Durante a reunião, a secretária executiva do Comitê reforçou a importância do trabalho integrado e da responsabilidade compartilhada na gestão da água: “É uma grande satisfação representar o Conselho Regional de Biologia da 9ª Região no Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Timbó. Trabalhamos com um bem precioso: a água. Contribuir para sua preservação e gestão responsável é motivo de honra e gratidão.” Ela também ressaltou a relevância das aprovações realizadas: “A aprovação dos Relatórios, dos Planos, e dos Projetos para 2026 demonstra o comprometimento do Comitê com a gestão técnica e participativa dos recursos hídricos.”

Encerramento: A Assembleia reforçou o compromisso do Comitê com a transparência, a participação social e a gestão sustentável das águas da Bacia do Rio Timbó. A presidente agradeceu a presença de todos e destacou a importância da colaboração contínua entre os membros para fortalecer as ações ao longo de 2026.

O Enquadramento dos corpos hídricos de uma bacia é um instrumento essencial para a gestão das águas. Mais do que um documento técnico, ele é um instrumento de planejamento dos Comitês de Bacia nas suas tomadas de decisão. O Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Cubatão, do Rio da Madre e bacias contíguas possui essa importante ferramenta de gestão da qualidade dos recursos hídricos aprovado em plenária em 2025. 

Com o título Pensando o futuro: o rio que queremos, a proposta de Enquadramento para a Bacia Hidrográfica do Rio Cubatão, do Rio da Madre e bacias contíguas foi finalizada pelo Instituto Água Conecta em 2024, de acordo com as atividades previstas no edital de chamada pública FAPESC nº 32/2022: “Programa de Fortalecimento dos Comitês de Bacias Hidrográficas de Santa Catarina”, visando o cumprimento de metas estabelecidas no Plano de Recursos Hídricos. O documento, aprovado pelo comitê em 2025, projeta cenários para 2028, 2033 e 2038.  

 

O Enquadramento de Águas Superficiais e Subterrâneas das bacias do Rio Cubatão e Madre atendeu cinco etapas: o desenvolvimento do diagnóstico, a elaboração do prognóstico, a realização da Assembleia Pública, a produção da Proposta de Enquadramento e a finalização de um Plano de Efetivação. 

 

A etapa do diagnóstico é fundamental no processo do enquadramento. Nesta etapa é realizada a análise de disponibilidade, demanda e qualidade de água, avaliação de cargas poluidoras, mapeamento de áreas vulneráveis e ainda a caracterização da bacia quanto ao uso e ocupação da terra. O prognóstico é uma etapa de avaliação de impactos futuros nas Bacias analisadas, por meio de projeções de curto, médio e longo prazos. No estudo realizado para a Bacia do Rio Cubatão foram considerados médio e longo prazos os anos de 2028, 2033 e 2038. Para cada um desses cenários foram simulados dados de projeção em relação ao crescimento da população; da criação animal; das atividades dos setores econômicos, e demanda de água e geração de efluentes. O estudo realiza projeções com o objetivo de compreender a pressão futura sobre os recursos hídricos, a partir da análise das taxas anuais de crescimento de diferentes setores. Destaca-se que o enquadramento da UPG 8.2 Cubatão e Madre foi realizado para água superficial e subterrânea, levando em consideração as interconexões destes recursos, metodologia pouco utilizada ainda no Brasil.  

 

A pesquisa demonstrou que Florianópolis, Garopaba e Palhoça apresentam os maiores ritmos de crescimento projetado da população urbana na região da UPG, considerando as taxas de crescimento atuais. Em termos de planejamento hídrico, isso significa que os três municípios apresentam taxas mais expressivas de demanda por água na região. As atividades de indústria e mineração apresentam taxas de crescimento que flutuam de 1 a 4% ao ano, de acordo com a atividade. O crescimento anual mais expressivo está na fabricação de artefatos de concreto, cimento e materiais semelhantes, com 4% ao ano no cenário tendencial. Vale ressaltar que o enquadramento considera a parte continental do município de Florianópolis, pois a parte insular não estava na área de atuação do Comitê quando o estudo foi realizado.

 

Os corpos d’água das Bacias

 

A Unidade de Planejamento e Gestão 8.2 Cubatão é composta por 73 rios, que possuem nomeação e 5 mil corpos hídricos não nomeados. Os principais rios são o Cubatão, o Madre, o Maruim, o Massiambu e o Siriú. O Rio Cubatão é o maior corpo hídrico da região com, aproximadamente 54 km, seguido do Rio da Madre que possui 23 km de extensão. 

 

Na região hidrográfica do Rio Cubatão e Rio da Madre há 11 Unidades de Conservação (UC), duas de Proteção Integral (Parque Estadual da Serra do Tabuleiro e Parque Natural Municipal Natalina Martins da Luz) e nove de Uso Sustentável. Estas são áreas reguladas por legislação específica. O Parque Estadual da Serra do Tabuleiro, por exemplo, é uma unidade de conservação de proteção integral que abrange 839,38 km², e que tem como principal objetivo proteger os mananciais que abastecem a Grande Florianópolis, incluindo a captação localizada na região de Pilões, no município de Santo Amaro da Imperatriz e outras nascentes de importantes bacias hidrográficas utilizadas no abastecimento público e industrial do litoral catarinense. 

 

Os municípios que abrangem o rico conjunto de bacias que compõem a Unidade de Planejamento e Gestão são: Águas Mornas, Florianópolis, Garopaba, Palhoça, Paulo Lopes, Santo Amaro da Imperatriz, São José e São Pedro de Alcântara. ​​Esta é a região com maior densidade demográfica do Estado. Atualmente Florianópolis é o município com maior demanda hídrica de consumo da Bacia do Rio Cubatão. 

 

Estudo projeta cenário preocupante para a qualidade da água na região hidrográfica na ausência de medidas 

 

Ao considerar os dados de concentração de poluentes nas águas, o estudo de enquadramento projetou cenários preocupantes para a qualidade da água em regiões hidrográficas pesquisadas. Um dos indicadores analisados é a Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO). Esse indicador informa a quantidade de oxigênio que os microrganismos precisam para decompor a matéria orgânica presente na água. Sendo assim, quanto maior a DBO, maior a presença de matéria orgânica (como esgoto doméstico, efluentes industriais ou resíduos orgânicos).

 

Analisando os dados de Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO), o Enquadramento apontou a piora da qualidade das águas do Rio Maruim, a longo prazo (2038) e em cenário tendencial (que considera parâmetros atuais). Já em cenário crítico, o estudo projeta a queda da qualidade da água doce no mesmo corpo hídrico cinco anos antes, em 2033.   Para garantia das metas de qualidade de água pactuadas, o estudo conta com o programa de efetivação do enquadramento, esta etapa consiste no conjunto de ações técnicas, de gestão e de fiscalização necessárias para alcançar as metas de qualidade da água estabelecidas. 

 

O enquadramento ainda será analisado pelo Conselho estadual de Recursos hídricos de Santa Catarina, que deliberará sobre sua aprovação, e entrará em vigor a partir de resolução deste conselho.  Confira o documento completo aqui. 

No dia 11 de fevereiro, o Comitê de Gerenciamento das Bacias Hidrográficas do Rio Tijucas, do Rio Biguaçu e bacias contíguasesteve reunido com a Entidade Executiva UDESC (Programa SC Águas), para tomar conhecimento e discutir sobre as propostas de projetos e ações de capacitação a serem desenvolvidas pela equipe de pesquisa do Programa. O encontro integra uma rodada de reuniões que os coordenadores da entidade vêm realizando com as diretorias dos Comitês, para apresentar três escopos de projetos, que se aprovados na Assembleia Geral de cada órgão colegiado, serão desenvolvidos nos anos de 2026, 2027 e 2028. 

A reunião contou com a participação do presidente do Comitê Tijucas e Biguaçu, Danilo da Silva Funke, o vice-presidente Rubens Ribeiro dos Santos, e da secretária executiva do Comitê, Ângela Rita de Cássia de Oliveira. Assim como, com a presença do coordenador do Programa SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, o vice-coordenador, Rogério Simões, a coordenadora de apoio a aplicação dos instrumentos de gestão de recursos hídricos, Rubia Girardi e o coordenador de apoio aos projetos do PERH Gustavo Piazza. Também participaram da reunião as pesquisadoras Talita Montagna e Alondra Beatriz Alvarez Perez, a coordenadora regional do Programa Camila Andréa Ramos e a assessora técnica que atua no Comitê Tijucas e Biguaçu, Aline Luiza Tomazi.   

Em cada Comitê, a Entidade Executiva irá desenvolver um projeto por ano. Na reunião foram detalhados os objetivos, os escopos e as temáticas dos três projetos propostos para o órgão colegiado das Bacia Hidrográfica do Rio Tijucas e Biguaçu. São eles: 

1.Monitor Salobras: tem o objetivo de determinar, por meio de monitoramento técnico e análise integrada, o ponto de transição entre água doce e salobra nos rios da Unidade de Planejamento e Gestão. 

2.Rede nascentes: visa realizar levantamento de dados quali-quantitativos em regiões de nascentes da Unidade de Planejamento e Gestão. 
3.Conjuntura SC Águas:  o projeto busca produzir e publicar o Relatório Conjuntura dos Recursos Hídricos da Unidade de Planejamento e Gestão, consolidando informações para o fortalecimento da gestão e a transparência dos recursos hídricos.

A coordenadora de apoio a aplicação dos instrumentos de gestão de recursos hídricos, Rubia Girardi destaca os critérios estratégicos considerados para a elaboração das propostas apresentadas pela equipe de pesquisa do Programa SC Águas. “Nesta reunião, a equipe de pesquisa do Programa SC Águas buscou apresentar uma proposta de cada projeto. É importante destacar que, para elaborar essas propostas, foram considerados critérios estratégicos para o avanço na gestão dos recursos hídricos em Santa Catarina, como o foco nos instrumentos de gestão, alinhamento com os Planos de Bacia Hidrográfica, capacidade técnica da equipe e disponibilidade de recursos financeiros. Esse encontro teve como objetivo promover uma discussão inicial com as presidências e secretarias executivas, sendo que as propostas serão debatidas na Assembleia Geral do órgão colegiado”, explicou Rubia Girardi. O vice-coordenador geral do Programa, Rogério Simões, destaca o caráter dialógico do encontro: “A reunião buscou alinhar as expectativas em pesquisa do Comitê com as necessidades indicadas no Plano de Bacia, dando um maior suporte à gestão de recursos hídricos na Bacia Hidrográfica”.

Os parâmetros para a realização das capacitações anuais também foram debatidos na reunião. A Entidade Executiva informou ao Comitê que cada ciclo anual deve incluir um evento de capacitação com duração mínima de quatro horas e dois cursos gerais com carga mínima de seis horas cada. A seleção dos temas deve considerar a realidade da bacia e, preferencialmente, estar alinhada aos projetos que serão debatidos e avaliados na instância deliberativa do Comitê. Os cursos de capacitação continuada terão como público-alvo os representantes de organizações-membro dos comitês e demais interessados no tema. 

O vice-presidente do Comitê Tijucas e Biguaçu, Rubens Ribeiro dos Santos, avalia a reunião realizada para a apresentação das propostas de projetos. “A reunião de apresentação dos projetos foi positiva, na medida em que tivemos uma proposta inicial, todavia para uma definição final há necessidade de discutirmos o assunto na Câmara Técnica Consultiva e depois submetermos à Assembleia Geral", completa o representante membro do Comitê.

Após este diálogo inicial com a diretoria do Comitê, as propostas dos projetos seguem para ser apreciadas e debatidas nos espaços de discussão do colegiado. A Assembleia Geral será a instância final de discussão e deliberação das ações que guiarão a gestão da UPG 8.1 - Tijucas nos próximos três anos.  

No dia 2 de fevereiro, o Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Camboriú e Bacias Contíguas esteve reunido com a Entidade Executiva UDESC (Programa SC Águas), para tomar conhecimento e discutir sobre as propostas de projetos e ações de capacitação a serem desenvolvidas pela equipe de pesquisa do Programa. O encontro integra uma rodada de reuniões que os coordenadores da entidade vêm realizando com as diretorias dos Comitês, para apresentar três escopos de projetos, que se aprovados na Assembleia Geral de cada órgão colegiado, serão desenvolvidos nos anos de 2026, 2027 e 2028. 

A reunião contou com a participação do presidente do Comitê Camboriú, Paulo Ricardo Schwingel, e da secretária executiva do Comitê, Livia Gardini. Assim como, com a presença do coordenador do Programa SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, o vice coordenador, Rogério Simões, a coordenadora de apoio a aplicação dos instrumentos de gestão de recursos hídricos, Rubia Girardi e o coordenador de apoio aos projetos do PERH Gustavo Piazza. Também participaram da reunião os pesquisadores Adilson Pinheiro, Talita Montagna e Alondra Beatriz Alvarez Perez, a coordenadora regional do Programa Camila Andréa Ramos e a assessora técnica que atua no Comitê Camboriú, Aline Antunes.   

Em cada Comitê, a Entidade Executiva irá desenvolver um projeto por ano. Na reunião foram detalhados os objetivos, os escopos e as temáticas dos três projetos propostos para o órgão colegiado da Bacia Hidrográfica do Rio Camboriú e Bacias Contíguas. São eles: 

1.            Monitor Salobras: tem o objetivo de determinar, por meio de monitoramento técnico e análise integrada, o ponto de transição entre água doce e salobra nos rios da Unidade de Planejamento e Gestão. 

2.            Rede nascentes: visa realizar levantamento de dados quali-quantitativos em regiões de nascentes da Unidade de Planejamento e Gestão. 

3.            Conjuntura SC Águas:  o projeto busca produzir e publicar o Relatório Conjuntura dos Recursos Hídricos da Unidade de Planejamento e Gestão, consolidando informações para o fortalecimento da gestão e a transparência dos recursos hídricos.

A coordenadora de apoio a aplicação dos instrumentos de gestão de recursos hídricos, Rubia Girardi destaca os critérios estratégicos considerados para a elaboração das propostas apresentadas pela equipe de pesquisa do Programa SC Águas. “Nesta reunião, a equipe de pesquisa do Programa SC Águas buscou apresentar uma proposta de cada projeto. É importante destacar que, para elaborar essas propostas, foram considerados critérios estratégicos para o avanço na gestão dos recursos hídricos em Santa Catarina, como o foco nos instrumentos de gestão, alinhamento com os Planos de Bacia Hidrográfica, capacidade técnica da equipe e disponibilidade de recursos financeiros. Esse encontro teve como objetivo promover uma discussão inicial com as presidências e secretarias executivas, sendo que as propostas serão debatidas na Assembleia Geral do órgão colegiado”, explicou Rubia Girardi. O vice coordenador geral do Programa, Rogério Simões, destaca o caráter dialógico do encontro: “A reunião buscou alinhar as expectativas em pesquisa do Comitê com as necessidades indicadas no Plano de Bacia, dando um maior suporte à gestão de recursos hídricos na Bacia Hidrográfica”.

Os parâmetros para a realização das capacitações anuais também foram debatidos na reunião. A Entidade Executiva informou ao Comitê que cada ciclo anual deve incluir um evento de capacitação com duração mínima de quatro horas e dois cursos gerais com carga mínima de seis horas cada. A seleção dos temas deve considerar a realidade da bacia e, preferencialmente, estar alinhada aos projetos que serão debatidos e avaliados na instância deliberativa do Comitê. Os cursos de capacitação continuada terão como público-alvo os representantes de organizações-membro dos comitês e demais interessados no tema. 

O presidente do Comitê Camboriú, Paulo Ricardo Schwingel, destaca a importância das capacitações para o fortalecimento da gestão dos recursos hídricos. “Os trabalhos de capacitação são fundamentais para qualificar os membros do Comitê. As capacitações podem estar associadas a eventos como a Semana da Água e a outras atividades realizadas na bacia. Tudo o que foi discutido na reunião, tanto em relação às capacitações quanto aos projetos, vai ser levado para a Assembleia Geral do dia 25 de fevereiro, onde o Comitê vai avaliar essas propostas, discutir os interesses da bacia e decidir os encaminhamentos”, afirmou Paulo. 

Após este diálogo inicial com a diretoria do Comitê, as propostas dos projetos seguem para ser apreciadas e debatidas nos espaços de discussão do colegiado. A Assembleia Geral será a instância final de discussão e deliberação das ações que guiarão a gestão da Bacia nos próximos três anos.  

No dia 29 de janeiro, o Comitê de Gerenciamento Bacia Hidrográfica do Rio Itajaí esteve reunido com a Entidade Executiva UDESC (Programa SC Águas), para tomar conhecimento e discutir sobre as propostas de projetos e ações de capacitação a serem desenvolvidas pela equipe de pesquisa do Programa. O encontro integra uma rodada de reuniões que os coordenadores da entidade vêm realizando com as diretorias dos Comitês, para apresentar três escopos de projetos, que se aprovados na Assembleia Geral de cada órgão colegiado, serão desenvolvidos nos anos de 2026, 2027 e 2028. 

A reunião contou com a participação do presidente do Comitê, Odair Fernandes, da vice-presidente, Simone Gomes Traleski, e da assessora técnica Giane Carla Kopper Muller. Assim como, com a presença do coordenador do Programa SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, o vice-coordenador, Rogério Simões, a coordenadora de apoio a aplicação dos instrumentos de gestão de recursos hídricos, Rubia Girardi e o coordenador de apoio aos projetos do PERH Gustavo Piazza. Também participaram da reunião os pesquisadores Adilson Pinheiro​, Jairo Marchesan​, Talita Montagna e Alondra Beatriz Alvarez Perez​, e os coordenadores regionais do Programa Camila Andréa Ramos e André Leão.   

A proposta da Entidade Executiva é desenvolver um projeto por ano. Na reunião foram detalhados os objetivos, os escopos e as temáticas dos três projetos propostos para o órgão colegiado da Bacia Hidrográfica do Rio Itajaí. Confira abaixo os três projetos apresentados: 

 

  1. Monitor Salobras: tem o objetivo de determinar, por meio de monitoramento técnico e análise integrada, o ponto de transição entre água doce e salobra nos rios da Unidade de Planejamento e Gestão.​ 
  2. Rede Mata Ciliar:  busca analisar a condição atual das Áreas de Preservação Permanente (APPs) fluviais, por meio da quantificação das APPs fluviais (nascentes, cursos d’água e massas d’água), da classificação das APPs fluviais preservadas, degradadas e edificadas e da análise da distribuição das APPs por Unidade de Planejamento e Gestão (UPG), unidades de gestão (UGs) e municípios.
  3. Conjuntura SC Águas:  propõe produzir  e publicar o Relatório Conjuntura dos Recursos Hídricos da Unidade de Planejamento e Gestão, consolidando informações para o fortalecimento da gestão e a transparência dos recursos hídricos.​

 

Os parâmetros para a realização das capacitações anuais também foram debatidas na reunião. A Entidade Executiva informou ao Comitê que cada ciclo anual deve incluir um evento de capacitação com duração mínima de quatro horas e dois cursos gerais com carga mínima de seis horas cada. A seleção dos temas deve considerar a realidade da bacia e, preferencialmente, estar alinhada aos projetos que serão debatidos e avaliados na instância deliberativa do Comitê. Os cursos de capacitação continuada terão como público-alvo os representantes de organizações-membro dos comitês e demais interessados no tema. 

O coordenador de apoio aos projetos do Plano Estadual de Recursos Hídricos (PERH) Gustavo Piazza, destacou que o encontro foi produtivo ao gerar debates sobre especificidades técnicas da região hidrográfica sobre as propostas apresentadas. “A equipe de pesquisa e inovação do Programa SC Águas apresentou os esboços dos projetos a serem executados durante a operacionalização do Programa. Os projetos foram estruturados de acordo com a capacidade técnica da equipe, que conta com pesquisadores de perfil multidisciplinar com experiência na área de recursos hídricos. O encontro gerou debates sobre questões técnicas e de pesquisa que envolveram as presidências e secretarias executivas. Esse alinhamento inicial foi extremamente importante pois direciona as primeiras ações e busca alinhar expectativas das entregas pela equipe de pesquisa", apontou Gustavo Piazza. O vice-coordenador geral do Programa, Rogério Simões, destacou o caráter dialógico do encontro: “A reunião buscou alinhar as expectativas em pesquisa do Comitê com as necessidades indicadas no Plano de Bacia, dando um maior suporte à gestão de recursos hídricos na Bacia Hidrográfica”. 

A vice-presidente do Comitê de Itajaí, Simone Gomes Traleski, avaliou a reunião positivamente. “O encontro foi importante para apresentar de forma clara as propostas iniciais dos projetos e para alinhar as nossas expectativas. As temáticas abordadas dialogam diretamente com desafios concretos da bacia, especialmente no fortalecimento dos instrumentos de gestão e na qualificação das informações técnicas disponíveis, o que para nós é essencial. A reunião também cumpriu um papel estratégico de abertura do diálogo, permitindo esclarecimentos iniciais. Agora iremos discutir os projetos junto a Câmara de Apoio Institucional, a qual é responsável por apoiar a presidência nas decisões e posteriormente apresentar as temáticas para a Assembleia do Comitê, para aprovação final”, pontua Simone que representa a Associação de Municípios do Vale Europeu (AMVE) no Comitê do Itajaí. 

Após este diálogo inicial com a diretoria do Comitê, as propostas dos projetos seguem para ser apreciadas e debatidas nos espaços de discussão do colegiado. A Assembleia Geral será a instância final de discussão e deliberação das ações que guiarão a gestão da Bacia nos próximos três anos.  

A Educação Ambiental é uma prática pedagógica que está entre as metas das Nações Unidas (ONU), para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). De acordo com essa agenda ambiental, a promoção da educação sobre mitigação, adaptação e redução de impacto é medida fundamental para combater as alterações climáticas. 

Historicamente, os Comitês de Bacias catarinenses vêm promovendo ações de educação ambiental focadas na gestão dos recursos hídricos, um bem limitado no planeta. No Comitê de Gerenciamento de Bacia Hidrográfica do Rio Itajaí, não poderia ser diferente. Com protagonismo das organizações-membro, o Comitê é representado em diversas atividades que visam conscientizar a população sobre a gestão das águas. 

Para o biólogo e educador ambiental membro-representante do Grupo de Trabalho de Educação Ambiental da Região Hidrográfica 07 (GTEA RH7) no Comitê, José Constantino Sommer, a Educação Ambiental é ferramenta essencial para a sociedade reconhecer a sua coparticipação na gestão das águas. “A relação entre educação ambiental e gestão de águas é absolutamente necessária. A conscientização das pessoas sobre consumo e economia, qualidade e quantidade de água, relação com a proteção dos ecossistemas, entre outras questões, passa pela educação ambiental. Também é pela educação ambiental que as pessoas podem reconhecer o seu papel cidadão, crítico e de responsabilidade na gestão da água", aponta Sommer, que é professor e educador ambiental de carreira, na Secretaria de Meio Ambiente (Semmas) de Blumenau.

Mobilizar escolas, universidades e instituições em torno de ações educativas e informativas sobre o papel da sociedade no gerenciamento sustentável dos recursos hídricos compõe a atuação do Comitê Itajaí. A exemplo disto está a Semana da Água, evento que reúne diversos agentes na realização e promove, anualmente, workshops, visitas guiadas, palestras e outras atividades.

Desde 1999, o Comitê Itajaí realiza a Semana da Água. Ao longo dos anos, o colegiado procurou promover, no mês de setembro, ações voltadas à proteção e à gestão dos recursos hídricos da Bacia Hidrográfica por meio de eixos temáticos como o Lave o seu rio (1999),  Qualidade e quantidade da água na Bacia do Itajaí (2003), Rios no meu município - Construção do diagnóstico participativo (2006),  Metas de qualidade de água para a Bacia do Itajaí (2009),  Educação Ambiental em apoio à gestão de riscos de desastres (2017), Água e agrotóxicos (2019) e Segurança hídrica e mudanças climáticas: o que você precisa saber? (2022). Desde o ano de 2020 a realização da Semana da Água passou a ser uma ação conjunta entre Comitê do Itajaí, Comitê Camboriú e o Grupo de Trabalho de Educação Ambiental da Região Hidrográfica 07 (GTEA RH7), fortalecendo as ações de educação ambiental na Região Hidrográfica 07. 

 

A partilha da experiência do Comitê Itajaí sobre Educação Ambiental foi um dos pontos no I Encontro Regional dos Comitês de Bacias Hidrográficas do Sul do Brasil (ERCOB-Sul). No evento, José Constantino Sommer, membro-representante do órgão colegiado, destacou a importância da abordagem educativa como ação estratégica para atuação nos Comitês.“No evento, abordei a importância de fortalecer a educação ambiental nos Comitês de Bacia. Compartilhei as experiências do Comitê Itajaí, destacando o papel do GTEA RH7 no desenvolvimento de ações educativas, como a organização da Semana da Água, e reforcei a necessidade de os colegiados atuarem de forma mais intensa nessa temática”, pontua José Sommer.

No dia 12 de fevereiro, o Comitê de Gerenciamento Bacia Hidrográfica do Rio Urussanga esteve reunido com a Entidade Executiva UDESC (Programa SC Águas), para tomar conhecimento e discutir sobre as propostas de projetos e ações de capacitação a serem desenvolvidas pela equipe de pesquisa do Programa. O encontro integra uma rodada de reuniões que os coordenadores da entidade vêm realizando com as diretorias dos Comitês, para apresentar três escopos de projetos, que se aprovados na Assembleia Geral de cada órgão colegiado, serão desenvolvidos nos anos de 2026, 2027 e 2028. 

A reunião contou com a participação da presidente do Comitê Urussanga, Lara Possamai Wessler e da assessora técnica do órgão colegiado, Graziela Elias Zehnder. Assim como, com a presença do coordenador do Programa SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, o vice-coordenador, Rogério Simões, a coordenadora de apoio a aplicação dos instrumentos de gestão de recursos hídricos, Rubia Girardi e o coordenador de apoio aos projetos do PERH Gustavo Piazza. Também participaram da reunião os pesquisadores Adilson Pinheiro​, Jairo Marchesan​, Talita Montagna, Alondra Beatriz Alvarez Perez​ e a coordenadora regional do Programa Camila Andréa Ramos.

Em cada Comitê, a Entidade Executiva irá desenvolver um projeto por ano. Na reunião foram detalhados os objetivos, os escopos e as temáticas dos três projetos propostos para o órgão colegiado da Bacia Hidrográfica do Rio Urussanga. São eles: 

1. Enquadra SC Águas I: propõe executar o diagnóstico da qualidade dos recursos hídricos superficiais e subterrâneos da Unidade de Planejamento e Gestão conforme Resolução CNRH nº 91/2008, para subsidiar a implementação do enquadramento.​ 


Enquadra SC Águas II: tem como intuito executar o prognóstico e elaborar a proposta de enquadramento dos corpos hídricos superficiais e subterrâneos da Unidade de Planejamento e Gestão e estruturar o programa para efetivação do enquadramento. 

2. Rede Mata Ciliar:  busca analisar a condição atual das Áreas de Preservação Permanente (APPs) fluviais, por meio da quantificação das APPs fluviais (nascentes, cursos d’água e massas d’água), da classificação das APPs fluviais preservadas, degradadas e edificadas e da análise da distribuição das APPs por Unidade de Planejamento e Gestão (UPG), unidades de gestão (UGs) e municípios.

O coordenador de apoio aos projetos do Plano Estadual de Recursos Hídricos (PERH) Gustavo Piazza, destacou que o encontro foi produtivo ao gerar debates sobre especificidades técnicas da região hidrográfica sobre as propostas apresentadas. “A equipe de pesquisa e inovação do Programa SC Águas apresentou os esboços dos projetos a serem executados durante a operacionalização do Programa. Os projetos foram estruturados de acordo com a capacidade técnica da equipe, que conta com pesquisadores de perfil multidisciplinar com experiência na área de recursos hídricos. O encontro gerou debates sobre questões técnicas e de pesquisa que envolveram as presidências e secretarias executivas. Esse alinhamento inicial foi extremamente importante pois direciona as primeiras ações e busca alinhar expectativas das entregas pela equipe de pesquisa", apontou Gustavo Piazza. O coordenador do Programa, João Marcos B. M. de Moura, também destaca o caráter dialógico do encontro. “A reunião dá início a uma etapa fundamental de diálogo e proposição de ações integradas nesse novo ciclo da UDESC como Entidade Executiva” afirmou o coordenador. 

Os parâmetros para a realização das capacitações anuais também foram debatidas na reunião. A Entidade Executiva informou ao Comitê que cada ciclo anual deve incluir um evento de capacitação com duração mínima de quatro horas e dois cursos gerais com carga mínima de seis horas cada. A seleção dos temas deve considerar a realidade da bacia e, preferencialmente, estar alinhada aos projetos que serão debatidos e avaliados na instância deliberativa do Comitê. Os cursos de capacitação continuada terão como público-alvo os representantes de organizações-membro dos comitês e demais interessados no tema. 

A presidente do Comitê Urussanga, Lara Possamai Wessler, destacou a importância do encontro: “A reunião foi muito positiva, com a apresentação de projetos técnicos consistentes, que vão subsidiar o enquadramento das águas da bacia e fortalecer a gestão nos próximos anos. Na próxima Assembleia Geral Ordinária, irei dividir com todos os membros o conteúdo apresentado pela Entidade Executiva. Espero a participação ativa dos membros do Comitê em cada um dos projetos a serem desenvolvidos”.

Após este diálogo inicial com a diretoria do Comitê, as propostas dos projetos seguem para ser apreciadas e debatidas nos espaços de discussão do colegiado. A Assembleia Geral será a instância final de discussão e deliberação das ações que guiarão a gestão da Bacia nos próximos três anos.  

 

No dia 29 de janeiro, o Comitê de Gerenciamento das Bacias Hidrográfica do Rio Cubatão, Rio da Madre e Bacias Contíguas esteve reunido com a Entidade Executiva  UDESC (Programa SC Águas), para tomar conhecimento e discutir sobre as propostas de projetos e ações de capacitação a serem desenvolvidas pela equipe de pesquisa do Programa. O encontro integra uma rodada de reuniões que os coordenadores da entidade vêm realizando com as diretorias dos Comitês, para apresentar três escopos de projetos, que se aprovados na Assembleia Geral de cada órgão colegiado, serão desenvolvidos nos anos de 2026, 2027 e 2028. 

A reunião contou com a participação da presidente do Comitê Cubatão e Madre, Morgana Ricciardi de Castilhos Eltz, da Secretária-executiva Denise Duarte e Luise Esquivel, que compõem o colegiado. A assessora técnica do Comitê, Laura Melo Vilhena, também estava presente no encontro. Representando a Entidade Executiva UDESC (Programa SC Águas) estavam o coordenador, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, o vice-coordenador, Rogério Simões, a coordenadora de apoio a aplicação dos instrumentos de gestão de recursos hídricos, Rubia Girardi e o coordenador de apoio aos projetos do PERH Gustavo Piazza. Também participaram da reunião os pesquisadores Adilson Pinheiro​, Jairo Marchesan​, Talita Montagna e Alondra Beatriz Alvarez Perez​, assim como os coordenadores regionais do Programa, Camila Andréa Ramos e André Leão.   

Em cada Comitê, a Entidade Executiva irá desenvolver um projeto por ano. Na reunião foram detalhados os objetivos, os escopos e as temáticas dos três projetos propostos para o órgão colegiado da Bacia Hidrográfica Rio Cubatão, Rio da Madre e Bacias Contíguas. São eles, o projeto Monitor Salobras que busca determinar por meio de monitoramento técnico e análise integrada, o ponto de transição entre água doce e salobra nos rios da Unidade de Planejamento e Gestão; O projeto Conjuntura SC Águas, que visa produzir  e publicar o Relatório Conjuntura dos Recursos Hídricos da Unidade de Planejamento e Gestão, consolidando informações para o fortalecimento da gestão e a transparência dos recursos hídricos; e o projeto Rede Nascentes, que tem como objetivo  realizar o levantamento de dados qualitativos e quantitativos em regiões de nascentes da Unidade de Planejamento e Gestão. 

A coordenadora de apoio a aplicação dos instrumentos de gestão de recursos hídricos, Rubia Girardi destaca os critérios estratégicos considerados para a elaboração das propostas apresentadas pela equipe de pesquisa do Programa SC Águas. “Nesta reunião, a equipe de pesquisa do Programa SC Águas buscou apresentar uma proposta de cada projeto. É importante destacar que para elaborar essas propostas foram considerados critérios estratégicos para o avanço na gestão dos recursos hídricos em Santa Catarina, como o foco nos instrumentos de gestão dos recursos hídricos, alinhamento com os Planos de Bacia Hidrográfica, a capacidade técnica da equipe e a disponibilidade de recursos financeiros. Esse encontro teve como objetivo promover uma discussão inicial com as presidências e secretarias executivas, as propostas serão debatidas na Assembleia Geral do órgão colegiado”, explicou Rubia Girardi. O vice coordenador geral do Programa, Rogério Simões, destaca o caráter dialógico do encontro: “A reunião buscou alinhar as expectativas em pesquisa do Comitê com as necessidades indicadas no Plano de Bacia, dando um maior suporte à gestão de recursos hídricos na Bacia Hidrográfica”.

Os parâmetros para a realização das capacitações anuais também foram debatidas na reunião. A Entidade Executiva informou ao Comitê que cada ciclo anual deve incluir um evento de capacitação com duração mínima de quatro horas e dois cursos gerais com carga mínima de seis horas cada. A seleção dos temas deve considerar a realidade da bacia e, preferencialmente, estar alinhada aos projetos que serão debatidos e avaliados na instância deliberativa do Comitê. Os cursos de capacitação continuada terão como público-alvo os representantes de organizações-membro dos comitês e demais interessados no tema. 

A presidente do Comitê Cubatão e Madre, Morgana Ricciardi de Castilhos Eltz, pontua que este foi um importante encontro para o Comitê conhecer a proposta de trabalho do novo ciclo de apoio técnico aos comitês de bacia hidrográfica. "Foi possível dialogar sobre as ações que já vinham sendo desenvolvidas no âmbito do Comitê Cubatão e Madre e sobre a inclusão da Ilha de Santa Catarina na área de atuação do Comitê. Considero que a proposta apresentada pela UDESC se destaca pela abordagem integrada dos projetos e pelo comprometimento da equipe, contemplando os comitês de bacia hidrográfica de modo estratégico, o que com certeza contribuirá com o avanço na proteção e gestão das águas do estado", afirma a membro-representante do Instituto do Meio Ambiente (IMA).

Após este diálogo inicial com a diretoria do Comitê, as propostas dos projetos seguem para ser apreciadas e debatidas no colegiado. A Assembleia Geral será a instância final de discussão e deliberação das ações que guiarão a gestão da Bacia nos próximos três anos.  

 

Debater, analisar e deliberar: essas três ações sintetizam as diferentes competências do Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Camboriú e Bacias Contíguas na gestão dos recursos hídricos em sua área de atuação. Compete ao Comitê de Bacia, por exemplo, decidir em primeira instância administrativa os conflitos relacionados ao uso das águas na Bacia. E é por meio do diálogo entre as organizações-membro, da apreciação de estudos técnicos e da aprovação de matérias relacionadas ao gerenciamento das águas, que o órgão colegiado cumpre sua importante função socioambiental. 

Para que as ações do Comitê contemplem a diversidade de agentes que atuam na Bacia Hidrográfica, a composição do órgão deliberativo deve ser plural, refletindo os interesses de diferentes setores dentro da bacia. Dessa forma, o conjunto de entidades representantes do colegiado é dividido em três segmentos, sendo eles: Usuários de Água, População da Bacia e Poder Público. 

As organizações-membro são escolhidas nas Assembleias Setoriais Públicas, que ocorrem a cada 4 anos, respeitando uma distribuição de vagas para cada segmento, prevista no Regimento Interno do Comitê. De acordo com este documento que organiza o funcionamento do órgão, o Comitê Camboriú deve ser composto por 20 entidades com direito a voz e voto, sendo 8 representantes do segmento Usuários de Água, 8 da População da Bacia e 4 do Poder Público. 

Em 2026, o Comitê Camboriú inicia um novo processo eletivo de entidades representativas.  No dia 25 de fevereiro, será apreciado, em Assembleia Geral Ordinária, o edital de convocação das Assembleias Setoriais Públicas, para eleição das organizações-membro que integrarão o colegiado no quadriênio 2026 - 2030. As entidades interessadas em participar do processo eletivo devem acompanhar as publicações no site do Comitê Camboriú, onde serão divulgadas todas as informações, prazos e orientações para inscrição.

Entre outras atribuições, cabe aos representantes de organizações-membro comparecer às reuniões, debater e deliberar as matérias que forem submetidas ao Comitê, apresentar propostas e sugerir temas para apreciação da Assembleia Geral.  Para que cada ação tenha andamento é necessária a participação dos seus membros nos espaços de formação, discussão e deliberação. A instância soberana das deliberações do Comitê Camboriú é a Assembleia Geral. É neste espaço que os representantes de suas entidades no Comitê debatem e aprovam ações e atividades para o fortalecimento da gestão hídrica. 

A participação ativa das organizações-membro é fundamental para qualificar e implementar os instrumentos de gestão dos recursos hídricos, como o Plano de Recursos Hídricos, o Enquadramento dos corpos de água, a Outorga do direito de uso e a cobrança pelo uso das águas. Entidades engajadas nas atividades dos Comitês de Bacia auxiliam no amadurecimento de propostas mais alinhadas à realidade da região hidrográfica. 

No dia 12 de março de 2026, será realizada a Assembleia Geral Ordinária do Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Urussanga para debater importantes temas para o fortalecimento da gestão hídrica da bacia. A Assembleia irá ocorrer na Sede da Coordenadoria Regional do Meio Ambiente de Criciúma, localizada na Rua Dr. José de Patta, 120, no bairro Comerciário em Criciúma. 

 Seguindo o regimento interno do órgão colegiado, a primeira convocação deve ocorrer às 13h, com 50% (cinquenta por cento) mais 1 (um) das organizações-membro. Na falta de quórum necessário, a segunda convocação deve iniciar às 13h30, com 1/3 (um terço) das organizações-membro.  

Entre as pautas, está a aprovação do Plano de Atividades para o ano de 2026 e a apresentação e discussão em torno dos três projetos de pesquisa propostos pela Entidade Executiva UDESC Programa SC Águas para os anos de 2026, 2027 e 2028. Acesse aqui o edital da Assembleia. 

 

Confira a Pauta completa da Assembleia Geral Ordinária:

1.            Discussão e aprovação da ata da Assembleia Geral Ordinária Nº 071, de 11/12/2025;
2.            Assuntos Gerais;
3.            Aprovação da nova composição do Comitê Urussanga;
4.            Aprovação do Relatório de Atividade do Comitê Urussanga de 2025;
5.            Aprovação do Relatório de Atividades da Câmara Técnica de Assessoramento do Comitê Urussanga de 2025;
6.            Aprovação do Plano de Atividades para o ano de 2026;
7.            Apresentação e aprovação dos Projetos de Pesquisa propostos no âmbito do Programa SC Águas para os anos de 2026, 2027 e 2028;
8.            Encerramento.

 

Entre os dias 27 e 29 de janeiro, Joinville sediou a 6ª Conferência Estadual das Cidades, evento que visa fortalecer a participação social e integrar demandas locais às políticas urbanas estaduais e nacionais. A conferência contou com a participação de Luciene Cristine Vieira, que é membro do Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Camboriú e Bacias Contíguas, representante da Câmara de Dirigentes Lojistas de Balneário Camboriú (CDL/BC). No evento, a integrante do Comitê representou a Universidade do Bem Viver da Foz do Rio Itajaí Açu (UBV), uma organização não governamental que realiza projetos socioambientais por meio da educação, da cultura e da sustentabilidade.

Reforçando a importância do planejamento urbano para a gestão dos recursos hídricos, a representante membro do órgão colegiado de gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Camboriú e Bacias Contíguas participou da criação de propostas de políticas públicas referentes ao Eixo III, que abordou temas transversais como: adaptação climática, inclusão social e digital, sustentabilidade ambiental, segurança pública e qualidade de vida nos municípios. Luciene Cristine Vieira teve direito a voto na 6ª Conferência Estadual das Cidades.

De acordo com Luciene Vieira, foram três dias de trabalho intenso no Centro de Convenções da Univille, em Joinville. Além disso, no dia 15 de dezembro de 2025 Luciene Cristine Vieira participou de reunião preparatória para o evento, de modo virtual. Ela destaca a importância das discussões feitas na 6ª Conferência. “Sempre fico muito feliz em participar de espaços democráticos, onde a diversidade de pontos de vista e realidades de diferentes territórios enriquece o debate. Foi inspirador analisar propostas vindas de cidades com menos de 2 mil habitantes e discutir o financiamento de pesquisas científicas em soluções baseadas na natureza para pequenas cidades, que representam 75% de Santa Catarina. Voltei para casa otimista por perceber que há consciência coletiva sobre a emergência climática e prioridade dada à ciência e à sustentabilidade”, pontua Luciene. 

Entre as propostas aprovadas em Plenária da conferência, no eixo em que a representante membro do Comitê Camboriú participou, esteve a proposta que visa criar e implementar um programa nacional destinado a promover a segurança hídrica por meio de um tratamento adequado da água, aproveitamento sustentável e recuperação das nascentes, áreas de preservação permanente e reservas legais em todo o país, com ações específicas aplicadas localmente e apoiadas pelo mecanismo de pagamento de serviços ambientais (PSA), assegurando cooperação federativa, base científica participação social. 

Outra importante proposta aprovada, buscou estabelecer a obrigatoriedade, nas obras da administração pública e privada e no licenciamento ambiental, da adoção de Soluções Baseadas na Natureza (SBN), a exemplo de cidades esponjas, jardins drenantes, arborização urbana e parques lineares, através de recursos públicos, privados e incentivos fiscais visando o conforto ambiental e diminuição dos efeitos climáticos.

Ao todo, Santa Catarina enviou seis propostas oficiais e quatro livres para serem discutidas na Conferência Nacional das Cidades, que acontece de 24 a 27 de fevereiro de 2026, em Brasília. O evento irá resultar na produção do documento da Política Nacional de Desenvolvimento Urbano (PNDU). 

O ano de 2025 do Comitê de Gerenciamento de Bacia Hidrográfica do Rio Itapocu e Bacias Contíguas foi repleto de atividades, reuniões e mobilizações estratégicas para o fortalecimento da gestão hídrica da região. Nesta retrospectiva, o Comitê resgata as ações realizadas ao longo do ano. 

As Assembleias do Comitê Itapocu pautaram diversos temas de relevância para o avanço da gestão hídrica na região. Além de debates sobre pontos internos e organizativos do Comitê, também foram debatidos assuntos relativos ao acompanhamento do número de outorgas e as ocorrências de contaminação em cursos d'água da Bacia. Ao todo foram realizadas quatro Assembleias. 

A composição do Comitê foi renovada em 2025. Em 13 de março, o órgão colegiado realizou Assembleia Setorial Pública para a escolha de organizações-membro inscritas no processo eleitoral. A Assembleia ocorreu no Centro Universitário da Católica de Santa Catarina e elegeu membros-representantes para a gestão 2025-2029

Entre as atividades de mobilização que o Comitê desempenhou, esteve a ação de Limpeza no Rio Itapocu que ocorreu em março e reuniu o Clube de Canoagem Kentucky e a comunidade da Bacia na retirada de 400 quilos de resíduos do rio. Destacam-se também as participações em eventos como o XI Seminário de Educação Ambiental em Recursos Hídricos, realizado em outubro, em Joinville, e o V Seminário Regional de Educação Ambiental da Região Hidrográfica 06. 

Outra importante ação do Comitê foi a participação em seis reuniões do Grupo de Trabalho de Educação Ambiental da Região Hidrográfica 06 da Baixada Norte de Santa Catarina. O órgão colegiado também garantiu representação em reuniões e Assembleia no Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH).    

A Universidade da Região de Joinville (UNIVILLE), por meio do "Projeto de Fortalecimento da Gestão de Recursos Hídricos”, fez a doação de uma Estação Meteorológica ao Comitê Itapocu, com apoio financeiro da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (FAPESC). A estação, do modelo Davis Vantage Pro 2, foi instalada na sede da Associação dos Municípios do Vale do Itapocu (Amvali) e tem a função de coletar e registrar variáveis meteorológicas como temperatura, umidade, direção e velocidade do vento, índices de precipitação, pressão barométrica, radiação solar e radiação ultravioleta.

Em outubro, o Comitê elegeu uma nova diretoria para o biênio 2025-2027. Foram eleitos na 67ª Assembleia Geral Ordinária a Presidente, Karine Rosilene Holler (AMVALI), o Vice-presidente, Pedro Toledo Alacon (Companhia Águas de Joinville) e a Secretária Executiva, Jéssica MichalakBesen (Município de Schroeder).

Entre os meses de janeiro a fevereiro de 2025 o Comitê Itapocu teve apoio da Entidade Executiva Univille, selecionada pelo Edital de Chamada Pública da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (FAPESC) n° 32/2022, em colaboração com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Economia Verde (SEMAE). Entre os meses de março e novembro de 2025 o Comitê Itapocu ficou sem apoio de Entidade Executiva. A partir de 17 de novembro de 2025 a UDESC iniciou sua atuação como Entidade Executiva no Estado de Santa Catarina, a partir do Programa SC Águas (Edital UDESC n° 001/2025), uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a SEMAE e a Universidade Estadual de Santa Catarina (UDESC), com vigência prevista até dezembro de 2026. 

 

O ano de 2025 do Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Cubatão e Madre foi marcado por importantes deliberações e participações em eventos, reuniões e outros espaços de fortalecimento da gestão dos recursos hídricos da região. Nesta retrospectiva, confira as principais ações realizadas durante o ano. 

As Assembleias Gerais ordinárias e extraordinárias, instâncias máximas de deliberação do Comitê, desempenharam seu papel como espaço de debates e deliberações essenciais para o avanço da gestão dos recursos hídricos. Ao todo, foram realizadas três Assembleias ordinárias e três Assembleias extraordinárias. 

Entre as deliberações aprovadas em Assembleia, esteve a aprovação do Parecer Técnico nº 05/2025 da Câmara Técnica Consultiva (CTC), do Comitê Cubatão e Madre, sobre a análise do projeto “Diretrizes para o Ordenamento Territorial de Garopaba/SC para Áreas Inundáveis”. Outra deliberação de destaque se deu pela aprovação do Parecer Técnico nº 06/2025 da CTC, que analisou o projeto “Proposta de Enquadramento das Bacias Hidrográficas do Rio Cubatão, do Rio da Madre e bacias contíguas”. Um documento importante aprovado pela Assembleia foi a Carta Aberta que reafirma as prioridades de uso da água na bacia hidrográfica do Rio Cubatão, elaborado por membros do Comitê em função da pretensão de instalação de empreendimentos de geração de energia hidrelétrica.

A Assembleia também foi instância deliberativa do processo eleitoral para renovar os cargos de presidência, vice-presidência e secretaria executiva do Comitê Cubatão e Madre. Foram eleitas a presidente, Morgana Ricciardi de Castilhos Eltz, a vice-Presidente, Denise Duarte Moro e a secretária Executiva, Luíse Esquivel.  O mandato eleito para o biênio 2025-2027 elencou como foco a consolidação de projetos estratégicos para a melhoria da qualidade da água, o uso sustentável dos recursos hídricos e o fortalecimento do diálogo entre poder público, sociedade civil e usuários de água.

A Câmara Técnica Consultiva (CTC) também passou por processo eleitoral em 2025. Foi realizada, em março, a eleição suplementar para o cargo de coordenação da CTC. Por unanimidade, Eduardo Moure, membro-representante do Instituto Çarakura, foi eleito coordenador para o mandato de 2024-2026.  

Quanto aos eventos, o órgão colegiado foi representado por seus membros-representantes em atividades relacionadas às temáticas ambientais. Destaca-se a participação no 3º Workshop: Soluções Baseadas na Natureza (SbN), realizado em Florianópolis, promovido pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em parceria com o Multisource e o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Soluções Baseadas na Natureza. O evento buscou promover a troca de conhecimentos sobre a gestão de esgotamento sanitário e águas pluviais, além de refletir sobre a tomada de decisões e as tecnologias emergentes no setor.  

A presidente do Comitê, Morgana Ricciardi, marcou presença no lançamento do Livro 'O Jardim das Rochas do Tempo'. Escrito por Rodrigo Haeming e ilustrado por Vilmar Godinho, a obra narra a história de Sabino, um garoto que tem um diálogo com as rochas da região da Guarda do Embaú. O livro, que busca fomentar a cultura e a preservação do ecossistema costeiro, será distribuído nas escolas de Palhoça para atividades ecopedagógicas.

Também em 2025, o Instituto Água Conecta junto ao Comitê Cubatão e Madre disponibilizaram uma cartilha que sintetiza o Diagnóstico das Áreas de Preservação Permanente Fluviais das Bacias Hidrográficas do Rio Cubatão, do Rio da Madre e bacias contíguas. O estudo busca trazer um panorama geral da preservação e degradação das Áreas de Preservação Permanente fluviais em rios, nascentes e outros corpos d'água nas bacias hidrográficas do rio Cubatão, do rio da Madre e bacias contíguas.

Durante o ano, o Comitê marcou presença em encontros estratégicos para a gestão dos recursos hídricos, como reuniões e Assembleia do Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) que ocorreram entre os meses de abril e agosto e em Audiências Públicas sobre a Lagoa do Peri, a APA da Baleia Franca em Imbituba e a gestão dos recursos hídricos, realizadas na Assembleia Legislativa de Santa Catarina.

Um novo regimento interno foi aprovado na Assembleia do Comitê. A mudança no documento que estabelece as normas para regular o funcionamento do Comitê vinha sendo discutida desde 2019. O documento completo pode ser acessado no website do Comitê no Sistema de Informações sobre Recursos Hídricos do Estado de Santa Catarina (SIRHESC). Outra modificação importante foi a inclusão da Ilha de Santa Catarina na área de atuação do Comitê por meio do Decreto nº 1055/2025.

Após um longo período sem contar com assessoria técnica, o que comprometeu a continuidade e gerenciamento das atividades do Comitê, o fim do ano foi marcado pelo início dos trabalhos do Programa SC Águas, uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE) e a Universidade Estadual de Santa Catarina (UDESC). A partir de novembro de 2025, a UDESC, como nova Entidade Executiva, passou a atuar junto ao Comitê para aprimorar os instrumentos de gestão hídrica na Bacia Hidrográfica do Rio Cubatão, Rio da Madre e bacias contíguas.  

Promover atividades educativas voltadas à comunidade da Bacia sobre o funcionamento e preservação dos recursos hídricos faz parte da história do Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Urussanga. No mês de comemoração do Dia Mundial da Educação Ambiental, o Comitê Urussanga resgata as ações educativas realizadas ao longo de sua trajetória. 

As ações de Educação Ambiental, realizadas pelo Comitê, buscaram aproximação com os gestores públicos, lideranças municipais, comunidade em geral e membros do Comitê da Bacia do Rio Urussanga, com o objetivo de levar informações sobre a Política Nacional de Recursos Hídricos, mostrar o papel do Comitê e buscar parcerias na gestão dos recursos hídricos da bacia. 

Para a geógrafa Rose Maria Adami, a Educação Ambiental é um importante instrumento de incentivo à adoção de práticas responsáveis com os recursos naturais. “Educar a comunidade em geral e os representantes-membros dos comitês de bacias hidrográficas, embasados na Educação Ambiental com foco aos recursos hídricos, possibilita construir coletivamente novos valores e atitudes voltados ao meio ambiente e amplia o conhecimento sistêmico sobre o uso da terra, a disponibilidade e a qualidade das águas no domínio dos municípios inseridos nas bacias hidrográficas", explica a  doutora em Geografia, que atuou como coordenadora de Educação Ambiental do Comitê entre 2013 e 2017. 

A produção de materiais de apoio destinados a professores é uma das importantes ações de educação ambiental realizadas pelo Comitê no decorrer de sua atuação no estado. Com o objetivo de aproximar a população de informações sobre as características da Bacia, foi elaborado em 2012 o Caderno Educador Ambiental das Bacias do Rio Araranguá e Urussanga. O material reúne dados físicos, econômicos, sociais, culturais e turísticos da região hidrográfica para subsidiar o desenvolvimento de práticas pedagógicas em sala de aula. 

Por ciclos consecutivos o Comitê Urussanga realizou o projeto Minha Escola, Meu Rio. As ações envolveram alunos e professores da rede pública em saídas de campo com o intuito de sensibilizar e conscientizar os participantes sobre questões em torno dos recursos hídricos da região. Entre 2012 e 2014 mais de mil crianças, dos 10 municípios da Bacia, foram atendidas pelo projeto. 

As ações de educação ambiental realizadas pelo órgão colegiado foram reconhecidas pela sociedade. Em 2013, o Comitê Urussanga recebeu a premiação Destaque Verde, oferecida pela administração municipal de Içara a instituições que se destacaram com ações voltadas à defesa do meio ambiente. Já a parceria com o Centro Educacional e Profissional Lydio, no projeto “Escola Criativa”, foi reconhecida pela Rede Internacional de Escolas Criativas (RIEC) Brasil em 2014. Devido à realização do projeto “Urussanga Vira Criança”, o Centro Educacional recebeu o título de “Escola Criativa”. 

No no 8º Fórum Mundial da Água, o Comitê compartilhou em um estande o desenvolvimento das suas ações estratégicas e práticas educativas com o público do evento que ocorreu em Brasília no ano de 2018. O objetivo do Comitê foi difundir por meio de um banner as atividades de educação e de gestão participativa dos recursos hídricos.  

Nos últimos anos o Comitê vem realizando iniciativas de educação ambiental de forma pontual e efetiva. Destacam-se a ação informativa "Caminho das Águas: Preservar hoje e Garantir o Amanhã", promovida pela Prefeitura de Urussanga em parceria com o órgão colegiado em março de 2025. Por meio de uma maquete que mostra os relevos da bacia em 3D, foi abordada a importância da gestão dos recursos hídricos para alunos das escolas municipais e estaduais, bem como para lideranças do município e população em geral.

Já em 2024, a convite do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), o Comitê realizou palestra para alunos do Curso Técnico de Meio Ambiente. No Dia Mundial da Água de 2023 o Comitê recebeu na Praça Anita Garibaldi, estudantes de escolas municipais para ministrar aulas sobre a necessidade da atuação de toda a sociedade em prol da preservação dos recursos hídricos. No mesmo ano, foi realizada palestra em escola de Balneário Rincão sobre os cuidados com a água, o uso consciente e comportamento preventivo para proteger os mananciais hídricos. 

Crédito das imagens: Eliana Maccari.

A Bacia Hidrográfica do Rio Itajaí abrange 50 municípios catarinenses. Estimativas apontam que a bacia atende um contingente populacional superior a 1.240.000 habitantes. A diversidade territorial e de atividades econômicas da região hidrográfica requer que o gerenciamento da bacia ocorra de forma colegiada e democrática. Esse é o desafio que o Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Itajaí tem assumido desde 1997, quando o órgão foi criado pelo Decreto Estadual (2109/97). Em 2026, o Comitê passa por mais uma renovação de organizações-membro, com a expectativa de dar continuidade a uma gestão participativa e capaz de tomar decisões qualificadas sobre as questões em torno da bacia. 

O Comitê Itajaí é um espaço colegiado e deliberativo que busca o fortalecimento do gerenciamento dos recursos hídricos por meio de uma gestão democrática e participativa. “É importante haver um espaço colegiado e deliberativo como o Comitê, que é, por natureza, um espaço democrático. Nele, as instituições atuam de forma justa e transparente, participam das decisões, votam, definem critérios, ações e objetivos, sempre com foco no interesse coletivo e no reconhecimento da água como um bem público”, afirma o presidente do Comitê Itajaí, Odair Fernandes.

Entre os objetivos do Comitê Itajaí, previstos em regimento interno, estão a promoção do gerenciamento descentralizado dos recursos hídricos, a compatibilização dessa gestão com o desenvolvimento regional e com a proteção do meio ambiente, assim como o reconhecimento do recurso hídrico como um bem público  de valor econômico. 

No Comitê da Bacia do Rio Itajaí, além da representatividade por segmento, como 1) Usuários da Água; 2) População da Bacia; e, 3) Órgãos da Administração Federal e Estadual, também é observada a proporcionalidade territorial entre Alto Vale, Médio Vale e Baixo Vale. Esse equilíbrio busca assegurar que diferentes realidades da bacia estejam representadas nas decisões sobre o uso da água. “A Bacia do Itajaí reúne realidades muito distintas entre o Alto, Médio e Baixo Vale. Por isso, além da representação por segmento, é fundamental considerar também as diferenças territoriais, garantindo diversidade de visões e decisões mais equilibradas sobre o uso da água”, analisa Odair Fernandes.

As Assembleias Setoriais Públicas são o instrumento democrático necessário para que seja respeitada a diversidade de representação de cada segmento. São nessas reuniões que as instituições se habilitam, concorrem e elegem representantes para o Comitê de Bacia.  A eleição das novas entidades-membro do Comitê Itajaí ocorrerá nas Assembleias Setoriais marcadas para acontecer entre 3 e 5 de março de 2026. As Assembleias Setoriais Públicas (ASP) seguem regras estabelecidas pelo Sistema Estadual de Gerenciamento de Recursos Hídricos, pelo regimento interno do Comitê e pelas resoluções do Conselho Estadual de Recursos Hídricos. O edital de convocação das Assembleias foi publicado em dezembro de 2025 e detalha a documentação necessária para as entidades interessadas participarem. O mandato terá vigência no período de 2026 a 2030. 

Com o processo eletivo até o dia 6 de fevereiro aberto, o Comitê Itajaí espera que as entidades participantes deem continuidade ao trabalho conjunto já desenvolvido, assim como busca ampliar a participação de novas entidades na gestão da bacia. “Nós precisamos de instituições cada vez mais fortes e comprometidas com a gestão dos recursos hídricos na Bacia do Itajaí. Instrumentos como a cobrança pelo uso da água precisam ser amadurecidos, discutidos coletivamente. Isso só é possível com a participação ativa das instituições na definição de metodologias  e critérios para a implementação”, conclui o presidente do Comitê, Odair Fernandes.

No dia 11, o Comitê Timbó esteve reunido com a Entidade Executiva UDESC (Programa SC Águas), para tomar conhecimento e discutir sobre as propostas de projetos e ações de capacitação a serem desenvolvidas pela equipe de pesquisa do Programa. O encontro integra uma rodada de reuniões que os coordenadores da entidade vêm realizando com as diretorias dos Comitês, para apresentar três escopos de projetos, que se aprovados na Assembleia Geral de cada órgão colegiado, serão desenvolvidos nos anos de 2026, 2027 e 2028.

A reunião contou com a participação da presidente do Comitê Timbó,Jamile Iara Sekula, do Vice Inacio Faerber, e da secretária-executiva Aline Paviani Barros. Assim como, com a presença do coordenador do Programa SC Águas, Professor João Marcos Bosi Mendonça de Moura, o vice-coordenador, Professor Rogério Simões, a Professora e coordenadora de apoio a aplicação dos instrumentos de gestão de recursos hídricos, Rubia Girardi e o Professor e coordenador de apoio aos projetos do PERH Gustavo Piazza. Também participaram da reunião os pesquisadores Jairo Marchesan​, assim como o coordenador de extensão da vertente interior André Leão.

Em cada Comitê, a Entidade Executiva irá desenvolver um projeto por ano. Na reunião foram detalhados os objetivos, os escopos e as temáticas dos três projetos propostos para o órgão colegiado da Bacia Hidrográfica do Rio Timbó.O projeto Conjuntura SC Águas, busca produzir e publicar o Relatório Conjuntura dos Recursos Hídricos da Unidade de Planejamento e Gestão, consolidando informações para o fortalecimento da gestão e a transparência dos recursos hídricos. O segundo projeto apresentado foi o Enquadra SC Águas I, que visa executar o diagnóstico da qualidade dos recursos hídricos superficiais e subterrâneos da Unidade de Planejamento e Gestão conforme Resolução CNRH nº 91/2008, para subsidiar a implementação do enquadramento. Já o projeto Enquadra SC Águas II tem como objetivo executar o prognóstico e elaborar a proposta de enquadramento dos corpos hídricos superficiais e subterrâneos da Unidade de Planejamento e Gestão e estruturar o programa para efetivação do enquadramento.

Segundo a Professora Rubia, nesta reunião, a equipe de pesquisa do Programa SC Águas buscou apresentar uma proposta de cada projeto. “É importante destacar que para elaborar essas propostas foram considerados critérios estratégicos para o avanço na gestão dos recursos hídricos em Santa Catarina, como o foco nos instrumentos de gestão dos recursos hídricos, alinhamento com os Planos de Bacia Hidrográfica, a capacidade técnica da equipe e a disponibilidade de recursos financeiros. Esse encontro teve como objetivo promover uma discussão inicial com as presidências e secretarias executivas, as propostas serão debatidas na Assembleia Geral do órgão colegiado”, destaca Rubia.

Outro ponto discutido na reunião foi a realização das capacitações anuais. Estão previstas três capacitações por ano. O objetivo é que as temáticas destes eventos estejam alinhadas com as abordagens dos projetos desenvolvidos pela Entidade Executiva na Bacia, assim como instrumentos de gestão de recursos hídricos e com as problemáticas e conflitos locais da bacia hidrográfica. Os cursos de capacitação continuada terão como público-alvo os representantes de organizações-membro dos comitês e demais interessados no tema. Assim como as temáticas dos projetos, que serão analisadas e debatidas em Assembleias Gerais, as capacitações devem seguir o mesmo rito.

O Coordenador Geral do Programa SC Águas, Professor João Marcos, enfatiza que o encontro possibilitou alinhar a parceria da entidade executiva com o Comitê de Bacia, e destaca: “A reunião dá início a uma etapa fundamental de diálogo e proposição de ações integradas nesse novo ciclo da UDESC como Entidade Executiva dos Comitês de Bacia catarinenses”.

E da mesma forma, a presidente do Comitê Jamile Sekulase manifestou declarando grande satisfação com as propostas apresentadas. “É muito importanteeste diagnóstico da bacia, especialmente das águas subterrâneas, inclusive me coloco a disposição para contribuir tecnicamente. Manifesto e aprovo em nome da diretoria, com o compromisso e a necessidade de levar os projetos e propostas à assembleia para deliberação”.

Após este diálogo inicial com a diretoria do Comitê, as propostas dos projetos seguem para ser apreciadas e debatidas nos espaços de discussão do colegiado. A Assembleia Geral será a instância final de discussão e deliberação das ações que guiarão a gestão da Bacia nos próximos três anos. 

Evento reuniu especialistas da ANA e experiências de Goiás e Rio de Janeiro para discutir indicadores, estratégias e acompanhamento dos Planos de Bacia

O Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Araranguá e Afluentes Catarinenses do Rio Mampituba participou, no dia 10 de fevereiro, às 9 horas, do webinário “CGH-BIG – Acompanhamento de Planos de Recursos Hídricos”, promovido pelo Comitê da Baía da Ilha Grande, representado pela presidente profa. Eliandra Gomes Marques.

O encontro reuniu especialistas da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), além de representantes dos estados de Goiás e Rio de Janeiro, para debater estratégias, metodologias e indicadores voltados ao acompanhamento da implementação dos Planos de Recursos Hídricos.

Durante o evento, Erik Cavalcanti e Silva, da ANA, apresentou as etapas para avaliação da implementação dos planos e os indicadores de desempenho utilizados no monitoramento. Pedro Paulo Alves Godoi, da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Goiás (SEMAD/GO), compartilhou a experiência do estado no acompanhamento dos Planos de Recursos Hídricos, destacando a evolução das estratégias e os resultados alcançados.

Samuel Muylaert, da SUPRH/SEAS, apresentou sua pesquisa de mestrado intitulada “Planos de Bacia na prática: uma análise do planejamento dos recursos hídricos no Estado do Rio de Janeiro”, defendida em 2018. Encerrando as apresentações, Raquel Emerick Mencarini, da Diretoria de Segurança Hídrica e Qualidade Ambiental do Rio de Janeiro, abordou o acompanhamento dos Planos de Bacia, além de apresentar dados sobre os recursos provenientes da cobrança pelo uso da água e a precisão da arrecadação na Região Hidrográfica da Baía da Ilha Grande.

Para a presidente Eliandra, a participação no webinário ajudou a planejar estratégias para o processo de monitoramento e avaliação dos Planos de Bacia do Rio Araranguá (2015) e do Rio Mampituba (2022), instrumentos fundamentais da Política de Recursos Hídricos, contribuindo para o aprimoramento da governança e da segurança hídrica na região.

No dia 5 de fevereiro, a Entidade Executiva  UDESC (Programa SC Águas) apresentou ao Comitê Itapocu as propostas de projetos e ações de capacitação para o fortalecimento da gestão hídrica na região da Bacia Hidrográfica do Rio Itapocu e Bacias Contíguas. O encontro integra uma rodada de reuniões que os coordenadores da entidade vêm realizando com as diretorias dos Comitês, para apresentar três escopos de projetos, que se aprovados na Assembleia Geral de cada órgão colegiado, serão desenvolvidos nos anos de 2026, 2027 e 2028. 

A reunião contou com a participação da presidente do Comitê Karine Rosilene Holler, o vice-presidente, Pedro Toledo Alacon, a secretária executiva, Jéssica MichalakBesen, e a   assessora técnica, Heloisa Cristina Zimmermann. Assim como, com a presença do coordenador do Programa SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, o vice-coordenador, Rogério Simões, e a coordenadora de apoio a aplicação dos instrumentos de gestão de recursos hídricos, Rubia Girardi e o  coordenador de apoio aos projetos do PERH Gustavo Piazza. Também participaram da reunião os pesquisadores Adilson Pinheiro​, Talita Montagna e Alondra Beatriz Alvarez Perez​, assim como os coordenadores regionais do Programa Camila Andréa Ramos e André Leão.   

Em cada Comitê, a Entidade Executiva irá desenvolver um projeto por ano. Na reunião foram detalhados os objetivos, os escopos e as temáticas dos três projetos propostos para o órgão colegiado a Bacia Hidrográfica do Rio Itapocu e Bacias Contíguas. São eles: 

1. Monitor Salobras: visa determinar, por meio de monitoramento técnico e análise integrada, o ponto de transição entre água doce e salobra nos rios da Unidade de Planejamento e Gestão.​

2. Enquadra SC Águas I: propõe executar o diagnóstico da qualidade dos recursos hídricos superficiais e subterrâneos da Unidade de Planejamento e Gestão conforme Resolução CNRH nº 91/2008, para subsidiar a implementação do enquadramento.

3. Enquadra SC Águas II: tem como intuito executar o prognóstico e elaborar a proposta de enquadramento dos corpos hídricos superficiais e subterrâneos da Unidade de Planejamento e Gestão e estruturar o programa para efetivação do enquadramento. 

 

O coordenador de apoio aos projetos do Plano Estadual de Recursos Hídricos (PERH) Gustavo Piazza, destaca que o encontro foi produtivo ao gerar debates sobre especificidades técnicas da região hidrográfica sobre as propostas apresentadas. “A equipe de pesquisa e inovação do Programa SC Águas apresentou os esboços dos projetos a serem executados durante a operacionalização do Programa. Os projetos foram estruturados de acordo com a capacidade técnica da equipe, que conta com pesquisadores de perfil multidisciplinar com experiência na área de recursos hídricos. O encontro gerou debates sobre questões técnicas e de pesquisa que envolveram as presidências e secretarias executivas. Esse alinhamento inicial foi extremamente importante pois direciona as primeiras ações e busca alinhar expectativas das entregas pela equipe de pesquisa", apontou Gustavo Piazza. O coordenador do Programa, João Marcos B. M. de Moura, também destaca a dinâmica participativa do encontro. “A reunião dá início a uma etapa fundamental de diálogo e proposição de ações integradas nesse novo ciclo da UDESC como Entidade Executiva” afirmou o coordenador. 

Os parâmetros para a realização das capacitações anuais também foram debatidas na reunião. A Entidade Executiva informou ao Comitê que cada ciclo anual deve incluir um evento de capacitação com duração mínima de quatro horas e dois cursos gerais com carga mínima de seis horas cada. A seleção dos temas deve considerar a realidade da bacia e, preferencialmente, estar alinhada aos projetos que serão debatidos e avaliados na instância deliberativa do Comitê. Os cursos de capacitação continuada terão como público-alvo os representantes de organizações-membro dos comitês e demais interessados no tema. 

Para a presidente do Comitê Itapocu, Karine Rosilene Holler, as propostas estão alinhadas com o Plano de Bacias aprovado em 2017. “A reunião foi muito positiva e nós da diretoria do Comitê Itapocu saimos entusiasmados com os próximos passos e os avanços nos projetos para implementação dos  instrumentos de gestão dos recursos hídricos na nossa bacia hidrográfica. As propostas apresentadas estão alinhadas com o Plano de Bacias aprovado em 2017 e na certeza que com os desejos do Comitê,  os quais agora serão debatidos na Assembleia Geral Ordinária dia 12 de março. Além disso, os estudos e diagnósticos propostos poderão auxiliar na tomada de decisões dos diferentes usuários de água na bacia, no planejamento, crescimento e desenvolvimento sustentável das cidades e atividades produtivas e na preservação dos recursos hídricos ", pontua Karine.

Após este diálogo inicial com a diretoria do Comitê, as propostas dos projetos seguem para ser apreciadas e debatidas nos espaços de discussão do colegiado. A Assembleia Geral será a instância final de discussão e deliberação das ações que guiarão a gestão da Bacia nos próximos três anos.  

No dia 3 de fevereiro, o Comitê Araranguá e Afluentes do Mampituba esteve reunido com a Entidade Executiva UDESC (Programa SC Águas), para tomar conhecimento e discutir sobre as propostas de projetos e ações de capacitação a serem desenvolvidas pela equipe de pesquisa do Programa. O encontro integra uma rodada de reuniões que os coordenadores da entidade vêm realizando com as diretorias dos Comitês, para apresentar três escopos de projetos, que se aprovados na Assembleia Geral de cada órgão colegiado, serão desenvolvidos nos anos de 2026, 2027 e 2028. 

A reunião contou com a participação da presidente do Comitê, Professora Eliandra Gomes Marques, do vice-presidente, Juliano Mondardo Dal Molin, do secretário-executivo, Daniel Pazini  Pezente e do assessor técnico do órgão colegiado Felipe Uberti. Assim como, com a presença do coordenador do Programa SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, o vice-coordenador, Rogério Simões, a coordenadora de apoio a aplicação dos instrumentos de gestão de recursos hídricos, Rubia Girardi e o coordenador de apoio aos projetos do Plano Estadual de Recursos Hídricos (PERH) Gustavo Piazza. Também participaram da reunião os pesquisadores Adilson Pinheiro​, Jairo Marchesan​, Talita Montagna e Alondra Beatriz Alvarez Perez​, e a coordenadora de extensão, comunicação e comunidade da vertente litoral, Camila Andréa Ramos.

Em cada Comitê, a Entidade Executiva irá desenvolver um projeto por ano. Na reunião foram detalhados os objetivos, os escopos e as temáticas de três projetos, para serem executados em três anos consecutivos. São eles:

  1. Conjuntura SC Águas: busca produzir e publicar o Relatório Conjuntura dos Recursos Hídricos da Unidade de Planejamento e Gestão, consolidando informações para o fortalecimento da gestão e a transparência dos recursos hídricos;
  2. Enquadra SC Águas I: visa executar o diagnóstico da qualidade dos recursos hídricos superficiais e subterrâneos da Unidade de Planejamento e Gestão conforme Resolução CNRH nº 91/2008, para subsidiar a implementação do enquadramento; 
  3. Enquadra SC Águas II: tem como objetivo executar o prognóstico e elaborar a proposta de enquadramento dos corpos hídricos superficiais e subterrâneos da Unidade de Planejamento e Gestão e estruturar o programa para efetivação do enquadramento.​ 

A coordenadora de apoio a aplicação dos instrumentos de gestão de recursos hídricos, Rubia Girardi, destaca os critérios estratégicos considerados para a elaboração das propostas apresentadas pela equipe de pesquisa do Programa SC Águas. “Nesta reunião, a equipe de pesquisa do Programa SC Águas buscou apresentar uma proposta de cada projeto. É importante destacar que para elaborar essas propostas foram considerados critérios estratégicos para o avanço na gestão dos recursos hídricos em Santa Catarina, como o foco nos instrumentos de gestão dos recursos hídricos, alinhamento com os Planos de Bacia Hidrográfica, a capacidade técnica da equipe e a disponibilidade de recursos financeiros. Esse encontro teve como objetivo promover uma discussão inicial com as presidências e secretarias executivas, as propostas serão debatidas na Assembleia Geral do órgão colegiado”, explicou Rubia Girardi. O coordenador do Programa, João Marcos B. M. de Moura, também destaca o caráter dialógico do encontro. “A reunião dá início a uma etapa fundamental de diálogo e proposição de ações integradas nesse novo ciclo da UDESC como Entidade Executiva” afirmou o coordenador. 

De acordo com a presidente do Comitê Araranguá e Afluentes do Mampituba, Eliandra Gomes Marques, as propostas endossam prioridades já identificadas e discutidas pelo órgão colegiado. “O Comitê já vinha pautando a implantação de uma proposta de enquadramento dos corpos d’água na Bacia do Rio Araranguá, em consonância com a Política Nacional e a Política Estadual de Recursos Hídricos, bem como com as diretrizes estabelecidas no Plano de Bacia do Rio Araranguá, considerando que o enquadramento previsto no Plano de Bacia do Rio Mampituba já foi concretizado, especialmente no que se refere aos afluentes catarinenses, cuja proposta foi encaminhada para apreciação do Conselho Estadual de Recursos Hídricos (CERH). Nesse sentido, em 2025, foram pactuados os projetos estratégicos para execução em 2026, destacando-se o enquadramento como instrumento fundamental de gestão das águas, por definir metas de qualidade compatíveis com os usos atuais e futuros, orientar o planejamento territorial e subsidiar ações de monitoramento, controle e recuperação ambiental no âmbito da bacia hidrográfica", explica a presidente do Comitê. 

Outro ponto discutido na reunião foi a realização das capacitações anuais. Estão previstas três capacitações por ano. O objetivo é que as temáticas destes eventos estejam alinhados com as abordagens dos projetos desenvolvidos pela Entidade Executiva na Bacia, assim como instrumentos de gestão de recursos hídricos e com as problemáticas e conflitos locais da bacia hidrográfica. Os cursos de capacitação continuada terão como público-alvo os representantes de organizações-membro dos comitês e demais interessados no tema. Assim como as temáticas dos projetos, que serão analisadas e debatidas em Assembleias Gerais, as capacitações devem seguir o mesmo rito. O Comitê Araranguá e Afluentes do Mampituba ressalta que foi deliberado pelo colegiado, os principais temas para capacitações para 2026, assim como foram definidos três projetos para 2026. Essas contribuições estão sendo consideradas pela Entidade Executiva neste diálogo de construção de capacitações alinhadas com as demandas do território.

Após este diálogo inicial com a diretoria do Comitê, as propostas dos projetos seguem para ser apreciadas e debatidas nos espaços de discussão do colegiado. A Assembleia Geral será a instância final de discussão e deliberação das ações que guiarão a gestão da Bacia nos próximos três anos. 

No dia 02 de fevereiro, o Comitê Canoas e Pelotas esteve reunido com a Entidade Executiva UDESC (Programa SC Águas), para tomar conhecimento e discutir sobre as propostas de projetos e ações de capacitação a serem desenvolvidas pela equipe de pesquisa do Programa. O encontro integra uma rodada de reuniões que os coordenadores da entidade vêm realizando com as diretorias dos Comitês, para apresentar três escopos de projetos, que se aprovados na Assembleia Geral de cada órgão colegiado, serão desenvolvidos nos anos de 2026, 2027 e 2028.

A reunião contou com a participação da(o) presidente do Comitê Canoas e Pelotas, Eduardo Martinse do Vice-Presidente, Luiz Carlos do Amaral. Assim como, com a presença do coordenador do Programa SC Águas, Professor João Marcos Bosi Mendonça de Moura, o vice-coordenador, Professor Rogério Simões, e a Professora e coordenadora de apoio a aplicação dos instrumentos de gestão de recursos hídricos, Rubia Girardi e o Professor e coordenador de apoio aos projetos do PERH Gustavo Piazza. Também participaram da reunião os pesquisadores Adilson Pinheiro​​, Talita Montagna e Alondra Beatriz Alvarez Perez, o coordenador regional do Programa André Leão e assessora técnica Cintia Hoffer.

Em cada Comitê, a Entidade Executiva irá desenvolver um projeto por ano. Na reunião foram detalhados os objetivos, os escopos e as temáticas dos três projetos propostos para o órgão colegiado da Bacia Hidrográfica do Rio Canoas e afluentes catarinenses do Rio Pelotas. Os projetados apresentados foram: Enquadra SC Águas I, que pretende executar o diagnóstico da qualidade dos recursos hídricos superficiais e subterrâneos da Unidade de Planejamento e Gestão conforme Resolução CNRH nº 91/2008, para subsidiar a implementação do enquadramento.​ O segundo projeto apresentado foi o Enquadra SC Águas II, que tem por objetivo, executar o prognóstico e elaborar a proposta de enquadramento dos corpos hídricos superficiais e subterrâneos da Unidade de Planejamento e Gestão e estruturar o programa para efetivação do enquadramento. E por fim, o terceiro projeto será pauta de mais discussões entre a diretoria, com vistas a implantação de um projeto a longo prazo e que beneficie de maneira eficaz todo o território da bacia hidrográfica.

De acordo com o coordenador de apoio aos projetos do PERH Gustavo Piazza “A equipe de pesquisa e inovação do Programa SC Águas apresentou os esboços dos projetos a serem executados durante a operacionalização do Programa. Os projetos foram estruturados de acordo com a capacidade técnica da equipe, que conta com pesquisadores de perfil multidisciplinar com experiência na área de recursos hídricos. O encontro gerou debates sobre questões técnicas e de pesquisa que envolveram as presidências e secretarias executivas. Esse alinhamento inicial foi extremamente importante pois direciona as primeiras ações e busca alinhar expectativas das entregas pela equipe de pesquisa.
Outro ponto discutido na reunião foi a realização das capacitações anuais. Estão previstas três capacitações por ano. O objetivo é que as temáticas destes eventos estejam alinhados com as abordagens dos projetos desenvolvidos pela Entidade Executiva na Bacia, assim como instrumentos de gestão de recursos hídricos e com as problemáticas e conflitos locais da bacia hidrográfica. Os cursos de capacitação continuada terão como público-alvo os representantes de organizações-membro dos comitês e demais interessados no tema. Assim como as temáticas dos projetos, que serão analisadas e debatidas em Assembleias Gerais, as capacitações devem seguir o mesmo rito. 

O Coordenador Geral do Programa SC Águas, Prof. João Marcos B. M. de Moura, manifestou que “A reunião dá início a uma etapa fundamental de diálogo e proposição de ações integradas nesse novo ciclo da UDESC como Entidade Executiva”.

Já o Presidente do Comitê, Sr. Eduardo Martins destacou que"A reunião possibilitou a apresentação e o detalhamento de projetos importantes para o futuro do Comitê. Dúvidas e esclarecimentos foram devidamente equacionados, e alternativas foram propostas com o intuito de fortalecer as tomadas de decisão relacionadas à implementação dos instrumentos de gestão de recursos hídricos no âmbito do Comitê. A reunião foi proveitosa, com um diálogo muito positivo entre a Entidade Executiva UDESC (Programa SC Águas) e a Diretoria do Comitê".

Após este diálogo inicial com a diretoria do Comitê, as propostas dos projetos seguem para ser apreciadas e debatidas nos espaços de discussão do colegiado. A Assembleia Geral será a instância final de discussão e deliberação das ações que guiarão a gestão da Bacia nos próximos três anos.  

Em 2025, o Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Tubarão, do Complexo Lagunar e bacias contíguas atuou em diferentes frentes com o intuito de promover o fortalecimento da gestão hídrica da região. Destacam-se as ações realizadas pelo Comitê para dar continuidade ao diálogo com o poder público estadual pela atualização do projeto de redragagem do Rio Tubarão, avançar na aprovação da proposta de enquadramento do Rio Tubarão/Madre no Conselho Estadual dos Recursos Hídricos, promover a renovação das organizações-membro do Comitê 2025-2029 e da diretoria 2025-2027 e participar das etapas iniciais da construção da metodologia para possível implementação da cobrança do uso da água em Santa Catarina.

Ao longo do ano, o Comitê realizou eventos e reuniões para dialogar com o Governo do Estado sobre a atualização do projeto de redragagem do Rio Tubarão. Para pautar a temática de forma integrada e aberta, foi realizado em março o Seminário da Enchente de 1974. Este é um evento anual, previsto em lei municipal, que é organizado pelo Comitê em parceria com instituições municipais. Na edição de 2025, o Seminário reuniu agentes públicos e segmentos da sociedade para  resgatar o histórico das inundações do Rio Tubarão e cobrar a atualização do Projeto da Redragagem do Rio Tubarão. Em abril, o tema voltou a ser tratado em reunião com a Secretaria de Estado da Proteção e Defesa Civil. O encontro foi solicitado pelo órgão colegiado, em articulação com o deputado estadual Pepê Collaço e teve como objetivo acompanhar o seu andamento. 

Em setembro, o Comitê prestigiou a assinatura de ordem de serviço pela empresa contratada para derrocagem da rocha e remodelagem dos molhes do Porto de Laguna na Secretaria de Portos, Aeroportos e Ferrovias de Santa Catarina. A obra integra o Lote 1 do projeto estadual, dividido em duas etapas: a dragagem da área do porto até o mar, sob gestão da Secretaria de Estado de Portos, Aeroportos e Ferrovias de Santa Catarina (SPAF), e a atualização do projeto de redragagem do Rio Tubarão, sob responsabilidade da Secretaria de Estado da Proteção e Defesa Civil de Santa Catarina (SPDC).

No mês de novembro, a Comissão de Acompanhamento dos Projetos para a Contenção de Cheias na Bacia do Rio Tubarão e Complexo Lagunar, sob coordenação do engenheiro Claudemir Souza dos Santos, realizou reunião para reestruturar sua composição das entidades e assim reafirmar o compromisso das instituições membro para cobrar agilidade na atualização dos estudos e futuros projetos de contenção de cheias do Rio Tubarão. O Comitê atua na secretaria executiva da Comissão tendo como representante, Woimer José Back, atual vice-presidente do Comitê. 

A proposta de enquadramento do Rio Tubarão/Madre ganhou novos contornos no último ano. O projeto desenvolvido pelo Instituto Água Conecta, contratado pela Tubarão Saneamento S.A., já havia sido analisado e aprovado pelo Comitê e suas Câmaras Técnicas ao longo de 2024. Em junho de 2025 a proposta foi aprovada pelo Conselho Estadual dos Recursos Hídricos (CERH). O enquadramento é um instrumento de planejamento dos recursos hídricos objetivando a revitalização do referido curso d’água de acordo com a execução das metas progressivas  para os anos de 2029, 2034, 2039 e 2042. No decorrer do ano, o Comitê do Rio Tubarão e Complexo Lagunar participou de eventos e reuniões relacionados à execução do projeto, entre eles uma reunião de detalhamento das metas do enquadramento com o vereador do município de Tubarão Rafael Gaspar Silvano (Tchê) e o evento de anúncio de investimentos do Governo do Estado, para subsidiar as ações previstas no plano de enquadramento.

O ano de 2025 também foi marcado como um período de reconfiguração do Comitê. O órgão colegiado passou por processo de renovação de suas organizações-membro. Foram realizadas, no mês de agosto, as Assembleias Setoriais Públicas. Foram 44 entidades inscritas para participar do processo de definição de instituições-membro do Comitê, o que demonstrou o amplo interesse na gestão participativa dos recursos hídricos da bacia hidrográfica. Seis novas entidades foram eleitas. Dando continuidade ao processo de renovação do Comitê, foi realizada em novembro a eleição de diretoria do órgão colegiado. No pleito, Rafael Marques, representante da organização-membro Sindicato Rural de Tubarão, foi eleito presidente; Woimer José Back, da Associação Empresarial do Vale do Braço do Norte (ACIVALE), como vice e Maicon dos Reis Soares, da Associação Pecuaristas Tubarão e Região, passou a ser o secretário executivo.

Outra importante temática abordada no decorrer do ano, foi o debate em torno do instrumento da cobrança pelo uso dos recursos hídricos. Em julho, foi apresentado ao Comitê o projeto de pesquisa “Cobrança pelo uso de Recursos Hídricos no Estado de Santa Catarina: Metodologias e Aspectos Operacionais”, executado pela Universidade do Contestado (UnC), por meio de Termo de Colaboração firmado com o Governo do Estado. Já em outubro, o Comitê participou da primeira Oficina Técnica ministrada pelos realizadores do projeto. O encontro de formação teve como objetivo apresentar e debater os fundamentos legais, os instrumentos e as metodologias relacionadas à cobrança pelo uso da água, prevista na Política Nacional de Recursos Hídricos (PNRH). De acordo com o cronograma, em 2026 há previsão de outras oficinas a serem realizadas junto ao Comitê.

Em meados de novembro, o Comitê recebeu com expectativa a Entidade Executiva UDESC (Programa SC Águas), em colaboração com a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Economia Verde (SEMAE). O Programa visa atuar oferecendo suporte técnico, administrativo e operacional aos Comitês de Bacia Hidrográfica de Santa Catarina, assim como desenvolver pesquisas aplicadas, ações de extensão e projetos voltados ao fortalecimento da gestão de recursos hídricos no Estado, com vigência prevista até 2028. 

Verão, temperaturas altas e calor intenso. Em busca de lazer e de alívio para o corpo, a população procura o mar, lagoas, rios, córregos e cachoeiras. Os ambientes de água doce podem parecer mais seguros que os marinhos, mas escondem perigos que transformam momentos de descanso em situações de risco. Dados do Corpo de Bombeiros Militar catarinense apontam que a maior concentração de ocorrências em água doce, no estado, são registradas nas bacias hidrográficas do norte e nordeste de Santa Catarina.  

Um relatório técnico produzido em 2025, em parceria entre o 7o Batalhão do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina e a Defesa Civil de municípios do norte e nordeste do estado, aponta uma concentração de ocorrências de afogamento fatais em Jaraguá do Sul (35,7%), Balneário Barra do Sul (14,3%) e Barra Velha (14,3%). Os dados do relatório foram coletados na pesquisa “Riscos associados a afogamentos fatais não intencionais em ambientes límnicos no estado de Santa Catarina", produzida pelo Comandante do Corpo de Bombeiros de Barra Velha (7o BBM), Capitão Rafael Manoel José. 

O estudo traz dados de afogamentos entre 2017 e 2022, e aponta que as bacias localizadas nas regiões hidrográficas 6 e 7 (Baixada norte e Vale do Itajaí) estão, historicamente, entre as bacias com maior incidência de afogamento no estado. Junto ao Rio Cubatão, o Rio Itapocu integra a Região Hidrográfica 6 de Santa Catarina e concentra o maior número de afogamentos fatais não intencionais em ambientes de água doce da região. Dos 50 casos registrados na região 6, 28 ocorreram na Bacia Hidrográfica do Rio Itapocu.

Na avaliação do Comandante dos Bombeiros Voluntários de Jaraguá do Sul (BVJS), NeilorVicenzi, que também compõe o colegiado do Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Itapocu e Bacias Contíguas, os rios de Jaraguá do Sul atraem cada vez mais banhistas. “Jaraguá do Sul vem trabalhando cada vez mais a questão do cuidado com a água dos rios. E, com isso, por ser uma água cada vez mais limpa, ela acaba atraindo banhistas, principalmente em situações de final de semana e até mesmo durante a semana. Não são muitos os pontos aqui em Jaraguá que têm acesso fácil ao rio, mas existem alguns locais em que o pessoal acaba indo no fim de semana, fica na beira do rio, faz um churrasco e aproveita para tomar banho de rio. É preciso ter alguns cuidados para que esse momento de lazer aconteça sem que ocorram acidentes". 

O Comandante NeilorVicenzi alerta para os cuidados que os banhistas devem ter antes de entrar nos rios. “Mesmo quando o rio parece calmo, ele pode esconder muitos riscos. O leito muda com o tempo. As árvores caem, galhos ficam submersos, pedras se deslocam e locais que antes eram seguros podem se tornar perigosos. Por isso, é fundamental entrar sempre com cautela, observar o local e nunca pular ou fazer brincadeiras sem conhecer bem o fundo. Um erro muito comum é entrar de forma brusca na água, sem adaptação, já que a temperatura do rio costuma ser bem mais baixa que a do corpo. Esse choque térmico pode causar falta de ar, pânico e levar ao afogamento”, explica Vicenzi. 

A ausência de guarda-vidas é um dos fatores de risco para a ocorrência de afogamentos. De acordo com o Capitão do Corpo de Bombeiros de Barra Velha, Rafael Manoel José, a maioria dos afogamentos fatais não intencionais que acontecem em Santa Catarina acontecem em ambientes não assistidos pelo serviço. “Se não tem presença de guarda-vida no local, a capacidade de resposta é muito baixa. Ela é inversamente proporcional às outras variáveis, então o risco de afogamento vai ser muito maior”, afirma o Capitão. 

Em sua pesquisa, o Capitão Rafael Manoel José detalha que o risco de afogamentos resulta da combinação entre quatro fatores: ameaça, vulnerabilidade, exposição e capacidade de resposta. A ameaça está ligada às características do ambiente, como a profundidade do rio, a presença de correnteza, a possibilidade de enxurradas e a ausência do serviço de guarda-vidas. Já a vulnerabilidade considera a característica da pessoa que utiliza o ambiente, como a habilidade de nadar, o consumo de álcool e a ausência de equipamentos de segurança, como o colete salva-vidas. A exposição está relacionada ao número de pessoas utilizando o local. Quanto maior o público, maior o risco de ocorrências. Por fim, a capacidade de resposta dos serviços de salvamento pode reduzir ou aumentar o risco. 

Para o Comandante NeilorVincenzi, a orientação preventiva é uma ferramenta essencial para diminuir os riscos de afogamentos em ambientes de água doce.  “A orientação educativa é válida e muito importante, e precisa ser tratada de forma permanente. O que acontece é que, em um ano, quando se fala bastante sobre o tema por causa dos afogamentos, os índices acabam diminuindo no ano seguinte, porque as pessoas ficam mais cautelosas. Mas, quando esse assunto deixa de ser abordado por um período, os cuidados acabam sendo esquecidos e é nesse momento que os acidentes voltam a acontecer”, analisa o Comandante dos  Bombeiros Voluntários de Jaraguá do Sul (BVJS) e membro-representante do Comitê Itapocu.

 

Orientações preventivas

1 - Evite rios e cachoeiras após chuvas: mesmo após a precipitações há o risco de ocorrer enxurradas. 

2 - Evite o consumo de álcool se for mergulhar. Esse é um fator que aumenta a vulnerabilidade e reduz a capacidade de percepção sobre riscos.

3 - Utilize equipamentos de segurança como colete salva-vidas. Para crianças o uso de boias de braço não é aconselhável. 

4 - Não faça tentativa de resgate sem preparo: Não é recomendável entrar na água para salvar alguém se não tiver treinamento especializado. Ao presenciar o afogamento de uma outra pessoa, a orientação é não entrar na água, mas sim arremessar um objeto flutuante, como uma prancha, um cooler para ajudar a pessoa a se manter na superfície. Também é fundamental ligar imediatamente para o Corpo de Bombeiros Militar pelo telefone 193. 

5 - Em caso de arrastamento pela correnteza do rio, a recomendação é manter o corpo boiando com os pés para a direção em que a água está levando o corpo, como se estivesse em um escorregador. Essa técnica pode evitar que a cabeça ou rosto sejam atingidos por elementos rochosos do corpo hídrico. 

6 - Redobre os cuidados com crianças e adolescentes. Mantenha a vigilância constante para que crianças e adolescentes não sejam expostas ao risco. 

Reunião realizada no Dia Mundial da Educação Ambiental marcou o início da organização da 4ª edição do curso que reúne educadores da rede pública para debater e construir práticas pedagógicas voltadas à sustentabilidade e à justiça ambiental. No dia 26 de janeiro, o Comitê Araranguá e afluentes do Mampituba realizou encontro com a Coordenadoria Regional de Educação (CRE) e representantes do Programa SC Águas para dialogar sobre o fortalecimento das ações de Educação Ambiental no território, a ampliação de parcerias institucionais e a integração das escolas às iniciativas voltadas à gestão e à preservação dos recursos hídricos.

Pelo quarto ano consecutivo, o Comitê de Gerenciamento Bacia Hidrográfica do Rio Araranguá e Afluentes do Mampituba tem na Educação Ambiental uma engrenagem central para a formação e o fortalecimento da governança dos recursos hídricos. Compreendendo a educação como estratégia estruturante, o Comitê busca ampliar e consolidar parcerias institucionais que potencializem suas ações. “As ações de Educação Ambiental desenvolvidas pelo colegiado têm papel estratégico na consolidação da gestão participativa das águas e contemplam diretamente uma das metas previstas nos Planos de Bacia, especialmente no que se refere à formação, à sensibilização e ao fortalecimento da governança dos recursos hídricos no território”, afirma a presidente do Comitê Prof.ª Eliandra Gomes Marques. 

Para dar continuidade ao projeto de formação em 2026, a presidente do Comitê, Prof.ª Eliandra Gomes Marques promoveu reunião presencial com o coordenador da Coordenadoria Regional de Educação de Araranguá (CRE), Prof. Gilberto Celestino Pinto Delfino, e com os coordenadores do Programa SC Águas (UDESC/SEMAE), Prof. João Marcos de Moura e Prof. Rogério Simões. Também estiveram presentes o pesquisador em gestão de recursos hídricos, Prof. Jairo Marchesan e o assessor técnico do Comitê, Felipe Uberti.   

Para o Professor João Marcos de Moura, a reunião foi importante para aproximar o Programa SC Águas, a CRE de Araranguá e o Comitê de Bacia do Rio Araranguá e Mampituba. “Essa parceria tem potencial para fortalecer a formação qualificada de professores da rede pública nos temas de meio ambiente e recursos hídricos”, explica o coordenador da entidade executiva do Comitê. 

O pesquisador em recursos hídricos e parceiro do Programa SC Águas,  Prof. Jairo Marchesan, aponta a importância do projeto de educação ambiental. “Parabenizo a iniciativa do Comitê em propor a Educação Ambiental como instrumento fundamental na constituição de consciência das pessoas que vivem no território, bem como para que se apropriem de conceitos e práticas e possam contribuir positivamente no processo de gestão integrada dos recursos hídricos da referida Bacia", explica o pesquisador ou professor.

Para a presidente do Comitê Araranguá afluentes do Mampituba, investir em Educação Ambiental é fomentar a construção de uma cultura de cuidado com a água, envolvendo entidades-membros, escolas, instituições de ensino e pesquisa e a sociedade na proteção das águas e ecossistemas associados. Inserido em um território marcado pela diversidade socioambiental, que abriga o bioma Mata Atlântica, a zona costeira e marítima, um complexo lagunar e rios que deságuam no oceano, o Comitê pauta suas iniciativas na valorização dessas especificidades, promovendo o cuidado com as águas, a gestão integrada e o fortalecimento da participação social.

No mês em que é celebrado o Dia Mundial da Educação Ambiental, o Comitê Araranguá e afluentes do Mampituba destaca projetos de educação ambiental desenvolvidos pelas entidades-membro, que contribuem para a formação e sensibilização da comunidade da Bacia em torno da gestão dos recursos hídricos e da preservação ambiental. 

Desde 2009, a Associação de Drenagem e Irrigação Santo Isidoro (ADISI) desenvolve o  ProjetoIngabiroba em cinco municípios catarinenses. A realização do projeto conta com apoio do Comitê Araranguá e afluentes do Mampituba, da Epagri e das secretarias de educação e de agricultura dos municípios que recebem as atividades. A iniciativa tem o objetivo de recuperar áreas degradadas e de preservação permanente (APP) por meio do plantio de mudas de árvores. Os produtores de arroz disponibilizam áreas de terrenos e a ADISI fornece as mudas para o plantio, além de se responsabilizar pela manutenção da área plantada até que essas mudas prosperem. 

Nestes 17 anos de projeto, já foram plantados em torno de 19 mil mudas de espécies nativas em mais de 100 mil metros quadrados de área física. Estudantes das redes municipal e estadual participam das ações de plantio das mudas. Nessa atividade, o Projeto Ingabiroba já envolveu mais de 1600 alunos. A iniciativa também busca trabalhar a conscientização dos rizicultores e da sociedade sobre a importância da sustentabilidade dos recursos hídricos. "Hoje os próprios produtores de arroz estão realizando o plantio. Nós acreditamos que estamos colhendo frutos de uma semente que plantamos em 2009.  Temos muitas áreas já consolidadas, verdadeiras matas formadas”, afirma o representante da ADISI no Comitê, Sérgio Marini.  

Outro relevante projeto de educação ambiental que atende a população da Bacia é executado pelo Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto de Araranguá (Samae). O Projeto Samae na Escola percorre instituições de ensino públicas e privadas promovendo palestras e diálogos com alunos dos mais diversos níveis de ensino. As aulas abordam temas acerca de abastecimento de água e saneamento básico. Além das palestras, a Samae também recebe alunos nas estações de tratamento (ETA). A iniciativa ocorre desde 2014. 

O Projeto busca aproximar os serviços públicos prestados pela Samae à comunidade e formar cidadãos mais conscientes sobre o uso responsável da água e o importante papel do saneamento na qualidade de vida. “Trabalhamos a importância do cuidado com a água e com o meio ambiente, do descarte adequado dos resíduos e da ligação correta do esgoto quando a rede já está disponível. É nesse momento, ainda na infância e na juventude, que se forma uma consciência ambiental. As crianças e os jovens levam esse aprendizado para casa, compartilham com a família e ampliam o alcance do projeto. É uma troca muito rica. Nós ensinamos, mas também aprendemos com eles”, explica Fernanda Fernandes da Silva, membro-representante da Samae no Comitê Araranguá e afluentes do Mampituba.

O Serviço Geológico do Brasil (SGB-CPRM), organização-membro do órgão colegiado, realiza importante projeto em áreas degradadas pela mineração de carvão em Santa Catarina. O Projeto de Educação Ambiental (PEA) da Bacia Carbonífera de Santa Catarina (BCSC) tem como objetivo informar a comunidade local sobre os projetos de recuperação ambiental das áreas relacionadas às extintas carboníferas Treviso S.A. e CBCA. Em andamento desde 2020, o PEA tem como meta atender os municípios da Bacia Carbonífera de Santa Catarina com áreas a serem recuperadas pela União. O projeto é um grande aliado na preservação das águas no território.

No âmbito do projeto, são oferecidas atividades em ambiente escolar, ofertadas em parceria com as secretarias de educação dos municípios participantes, cursos para profissionais que atuam na recuperação de áreas degradadas e visitas técnicas destinadas a universitários para apresentar as ações de restauração ambiental. Somente em 2024, as ações impactaram cerca de 330 alunos da rede municipal de Siderópolis, Treviso e Lauro Muller, além de 111 estudantes de universidades parceiras. Em 2025, o SGB foi um dos parceiros do Comitê no desenvolvimento do Curso de Formação em Educação Ambiental.

Além de apoiar as atividades realizadas pelas organizações-membro, participando das ações e contribuindo com as atividades, o Comitê Araranguá e afluentes do Mampituba lidera a organização, por quatro anos consecutivos, do curso de Formação em Educação Ambiental para professores. Neste ano (2026), uma reunião realizada ainda em janeiro marcou o início da organização da 4ª edição do curso que recebe educadores da rede pública para debater e construir práticas pedagógicas voltadas à sustentabilidade hídrica e à justiça socioambiental e climática. A iniciativa está registrada na Plataforma MonitoraEA, sistema que monitora e avalia projetos e políticas públicas de educação ambiental no Brasil.

Realizar ações ambientais educativas está entre os objetivos de desenvolvimento sustentável das Nações Unidas (ONU). O objetivo número 13, que consiste em adotar medidas urgentes para combater as alterações climáticas e os seus impactos, elenca como uma de suas metas a promoção da educação sobre mitigação, adaptação, redução de impacto e alerta precoce da mudança do clima.

O Comitê Araranguá e afluentes do Mampituba dispõe de materiais pedagógicos para doação, com o objetivo de apoiar o trabalho das escolas na temática de Educação Ambiental. Entre em contato com o colegiado por meio do e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. , ou pelo Instagram do Comitê.

 

Análise técnica de projetos, realização de Assembleias e participação em eventos e capacitações marcaram a atuação do Comitê Tijucas e Biguaçu em 2025. Mesmo com os desafios apresentados ao longo do ano, em função do período em que o órgão colegiado ficou sem uma Entidade Executiva (abril a novembro), o Comitê contou com seus membros-representantes e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE) para dar continuidade às atividades de fortalecimento da gestão dos recursos hídricos na bacia. 

Entre as deliberações que se destacam em 2025, está a aprovação de parecer técnico de avaliação do projeto “Extração de Areia no Leito do Rio Tijucas: Ações para a Sustentabilidade". Este projeto surgiu como demanda de workshop realizado no ano de 2023 pelo Comitê, para debater a extração de areia em leito de rio na região do Vale do Rio Tijucas. Historicamente, esta atividade é alvo de conflitos com a comunidade local. Entre as principais diretrizes do projeto, destaca-se a proposição de uma minuta de Termo de Referência para a execução do Plano Diretor de Mineração da Bacia Hidrográfica. 

Para que ocorresse a análise e aprovação desse projeto, bem como o debate em torno de questões de interesse da região hidrográfica, foram realizadas Assembleias e reuniões da Câmara Técnica Consultiva.

A Assembleia Geral se reuniu por seis vezes em 2025, sendo duas Assembleias Ordinárias e quatro Assembleias Extraordinárias. Já a Câmara Técnica Consultiva realizou cinco reuniões da Plenária e uma reunião do seu recém criado Grupo de Trabalho do Pacto da Mata Ciliar. 

O Comitê exerceu representação em diferentes espaços de composição colegiada, como o Grupo de Educação Ambiental da Região Hidrográfica 08 (GTEA RH-08) e o Conselho Gestor da Reserva Biológica do Arvoredo (REBio Arvoredo). O Comitê também esteve nas seis reuniões do Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) e em um encontro do Conselho Estadual de Recursos Hídricos (CERH). O ano de 2025 marcou o retorno do Comitê ao Conselho Gestor da Área de Proteção Ambiental do Anhatomirim (APA Anhatomirim). Para o órgão colegiado, a participação em Conselhos é estratégica, mesmo que abranja o território marítimo, isso porque o uso dos recursos hídricos interfere diretamente na qualidade da água marinha, nas regiões de foz dos rios. Além disso, a Política Nacional de Recursos Hídricos também prevê a integração setorial das Políticas correlatas à gestão de recursos hídricos.

Com o intuito de promover diálogos locais e nacionais, o Comitê Tijucas e Biguaçu esteve presente em diversos eventos no ano de 2025. Destacam-se a participação no Lançamento da Plataforma de Governança Hídrica – Observatório de Governança das Águas; na 2ª Conferência da Zona Costeira de Santa Catarina; e no 26° ENCOB - Encontro Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas que ocorreu em Vitória/ES no mês de setembro. No mesmo mês, o colegiado participou como debatedor no 13º Fórum Regional Interinstitucional Ambiental do TRF da 4ª Região, apresentando a experiência de longa data do Comitê Tijucas e Biguaçu na mobilização social para a preservação e recuperação de áreas degradadas de mata ciliar, com a iniciativa do Pacto da Mata Ciliar. Em outubro, o membro da diretoria marcou presença em Oficina realizada pela Agência Nacional de Águas (ANA), que teve como intuito promover intercâmbio de experiências no apoio ao funcionamento de Comitês de Bacia Hidrográfica em rios de domínio da União e dos Estados. Já em novembro, o presidente participou de Capacitação sobre Saneamento Básico feita pelo Comitê Urussanga. 

A Audiência Pública sobre o Plano Estadual de Recursos Hídricos de Santa Catarina, realizada em novembro na Assembleia Legislativa, foi um importante espaço de diálogo com a sociedade que contou com a participação do Comitê Tijucas e Biguaçu. Na ocasião foram debatidos temas de relevância política estratégica para a implementação de ações primordiais para o avanço da gestão de recursos hídricos em Santa Catarina.

Finalmente, em novembro, teve início o trabalho da Entidade Executiva UDESC (Programa SC Águas), em colaboração com a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Economia Verde (SEMAE). O Programa visa oferecer suporte técnico, administrativo e operacional aos Comitês de Bacia Hidrográfica de Santa Catarina, assim como desenvolver pesquisas aplicadas, ações de extensão e projetos voltados ao fortalecimento da gestão de recursos hídricos no Estado, com vigência prevista até 2028. “O suporte técnico e administrativo de uma entidade executiva dá a perspectiva de continuidade das ações do Comitê e um ânimo para atuação dos membros. Esperamos que agora no ano de 2026 consigamos avançar nas ações previstas em nosso Planejamento Estratégico e Plano de Recursos Hídricos”, afirmou o presidente do Comitê, Danilo Funke, ao se reportar a atuação da nova Entidade Executiva.

 

O Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Timbó e Bacias Contíguas realizará, no dia 9 de março de 2026, às 13h30, a primeira Assembleia Geral Ordinária do ano, que ocorrerá de forma virtual. A convocação é destinada aos membros titulares e suplentes das organizações que integram o colegiado, além de organizações e público interessados.

A reunião será iniciada conforme o quórum estabelecido pelo regimento interno e terá como pauta:

- Leitura do edital e abertura da sessão;

- Leitura dos Ofícios de substituição de representantes de Organizações-membro;

- Leitura e aprovação da ATA referente a Assembleia Geral Ordinária, realizada em 27/11/2025;

- Apresentação e deliberação do Relatório de Atividades do Comitê Timbó do ano de 2025;

- Apresentação e deliberação do Plano de Atividades do Comitê Timbó para o ano de 2026;

- Apresentação e deliberação dos Projetos de Pesquisa propostos no âmbito do Programa SC Águas para os anos de 2026, 2027 e 2028.

- Discussão de assuntos gerais.

A Assembleia Geral Ordinária é um importante momento para alinhar ações, avaliar resultados e definir as diretrizes que orientarão o trabalho do Comitê ao longo do ano. O encontro reforça o compromisso com a gestão participativa e a transparência na condução das políticas relacionadas aos recursos hídricos da região.

Acesse o Edital de Convocação em:

Edital_Convocacao_AGO_09mar2026.pdf

O mundo entrou em uma nova era marcada por limites cada vez mais evidentes na disponibilidade de água. Essa é a principal mensagem do relatório “Falência Global da Água: Vivendo Além de Nossos Recursos Hídricos na Era Pós-Crise”, publicado em 2026 pelo Instituto da Universidade das Nações Unidas para Água, Meio Ambiente e Saúde (UNU-INWEH). O documento apresenta um alerta contundente: em muitas regiões do planeta, a humanidade já utiliza a água além da capacidade de renovação dos sistemas hidrológicos, configurando um cenário que vai além de crises pontuais e se aproxima de um estado estrutural de falência.

O diagnóstico global de falência hídrica apresentado pela ONU não se aplica, neste momento, de forma direta à Bacia Hidrográfica do Rio Jacutinga. Ainda assim, a região já vivencia crises hídricas recorrentes, caracterizadas por episódios de estiagem, restrições temporárias no abastecimento e aumento das pressões sobre os usos da água. Esse contexto evidencia uma situação de vulnerabilidade que, embora não configure um estado estrutural de falência dos sistemas hídricos locais, reforça a necessidade de planejamento, gestão integrada e ações preventivas para evitar o agravamento do quadro no futuro.

 

O que é a “Falência Global da Água”?

O relatório da ONU introduz o conceito de falência hídrica global para descrever uma condição em que o uso contínuo da água supera, de forma crônica, os limites seguros de disponibilidade e regeneração dos sistemas naturais. Diferentemente de uma crise hídrica temporária — geralmente associada a eventos climáticos extremos — a falência hídrica caracteriza-se por danos acumulados e, muitas vezes, irreversíveis, como a degradação de aquíferos, a perda de ecossistemas aquáticos e a redução permanente da capacidade de oferta de água.

Segundo o estudo, episódios conhecidos como “Day Zero”, quando cidades se aproximam do colapso no abastecimento, não devem ser vistos como eventos isolados, mas como sintomas de sistemas hídricos que operam além de seus limites. Mesmo quando o colapso total é evitado, persistem racionamentos ocultos, fornecimento intermitente e desigualdades no acesso à água.

 

A realidade da Bacia do Rio Jacutinga

Na Bacia do Rio Jacutinga e bacias contíguas, os conceitos apresentados no relatório global encontram reflexo concreto na história recente. A estiagem severa de 2019–2020 marcou profundamente a região, levando diversos municípios a decretarem situação de emergência. Naquele período, a redução drástica das vazões comprometeu o abastecimento urbano e rural, exigindo o uso intensivo de caminhões-pipa para atender comunidades e propriedades rurais, especialmente para o consumo humano e a dessedentação animal.

Esse episódio evidenciou a vulnerabilidade hídrica da bacia e expôs um fenômeno cada vez mais presente: o risco hidrológico duplo. De um lado, a escassez quantitativa associada às secas prolongadas; de outro, a escassez operacional provocada por eventos extremos de chuva, que elevam a turbidez dos rios e dificultam ou inviabilizam temporariamente a captação e o tratamento da água. Ambos os cenários afetam diretamente a segurança hídrica da população.

A Bacia do Rio Jacutinga apresenta uma economia fortemente baseada na agropecuária e na agroindústria, com destaque para a suinocultura e avicultura intensivas, além do abastecimento público urbano e de atividades industriais. Esses usos múltiplos exercem pressão tanto sobre a quantidade quanto sobre a qualidade da água, exigindo uma gestão cada vez mais integrada e preventiva.

 

Governança da água como resposta preventiva

Diante desse cenário, o relatório da ONU destaca que não é mais suficiente buscar soluções que tentem simplesmente restaurar condições passadas. O enfrentamento da falência hídrica exige transformações estruturais na forma como a água é planejada, utilizada e governada.

Nesse contexto, o Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Jacutinga desempenha papel estratégico como espaço de governança participativa. Ao reunir representantes do poder público, usuários da água e sociedade civil, o Comitê atua na pactuação de soluções, na elaboração e atualização do Plano de Bacia, na promoção de ações de educação ambiental e na articulação de respostas a eventos críticos.

A experiência acumulada na gestão de crises hídricas, aliada ao planejamento de longo prazo, posiciona o Comitê como instância fundamental para antecipar riscos, reduzir vulnerabilidades e promover o uso sustentável da água na região.

 

Um alerta global, um compromisso local

O alerta global da ONU reforça a necessidade de ações locais concretas. Entre os caminhos possíveis para fortalecer a segurança hídrica na Bacia do Rio Jacutinga estão o planejamento integrado dos usos da água, a proteção de nascentes e matas ciliares, o uso racional e eficiente da água nos setores produtivos, o fortalecimento do saneamento básico e a ampliação da participação social na gestão dos recursos hídricos.

Mais do que enfrentar crises quando elas ocorrem, o desafio está em construir resiliência, reconhecendo os limites dos sistemas naturais e ajustando o desenvolvimento regional a esses limites.

A “Falência Global da Água”, conforme apresentada pela ONU, não é um conceito distante da realidade local. Ela se manifesta, em diferentes escalas, nas bacias hidrográficas que enfrentam escassez, eventos extremos e pressões crescentes sobre os recursos hídricos. Na Bacia do Rio Jacutinga, a experiência recente demonstra que a água deve ser tratada como eixo central do desenvolvimento regional.

O Comitê Jacutinga reafirma, assim, seu compromisso com a gestão participativa, sustentável e preventiva da água, alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030, em especial ao ODS 6 – Água Potável e Saneamento. Cuidar da água hoje é garantir qualidade de vida, desenvolvimento e segurança para as atuais e futuras gerações.

O Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Jacutinga inicia o ano de 2026 com uma agenda intensa de atividades, marcando o primeiro trimestre com ações estratégicas voltadas à mobilização regional, à educação ambiental e ao fortalecimento da gestão participativa dos recursos hídricos. Entre os destaques estão a preparação para o Tecnoeste 2026, a realização da 1ª Assembleia Geral Ordinária (AGO) do ano e o planejamento da Semana da Água 2026.

Reconhecido por seu papel articulador e educativo ao longo de mais de duas décadas de atuação, o Comitê Jacutinga reforça, neste início de ano, seu compromisso com a preservação da água e com a participação social na gestão das bacias hidrográficas.

Para a presidente do Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Jacutinga, Helga Dinnebier, iniciar as atividades de 2026 é também um convite à escuta e à corresponsabilidade: “A água fala todas as línguas. Ela está na casa de cada família, no alimento que chega à mesa, no trabalho do campo, na saúde e na vida das pessoas. Como mulher e como presidente do Comitê Jacutinga, acredito que cuidar da água é um compromisso coletivo, que precisa envolver crianças, jovens, adultos e idosos. Quando mais pessoas participam das decisões, com diferentes olhares e experiências, a gestão se torna mais justa, mais próxima da realidade e mais preparada para cuidar da bacia hoje e no futuro”, relata Helga.

 

Preparação para o Tecnoeste 2026

Uma das primeiras ações do Comitê em 2026 é a organização da participação no Tecnoeste – Show Tecnológico Rural do Oeste Catarinense, que chega à sua 18ª edição e será realizado entre os dias 10 e 12 de fevereiro, no Instituto Federal Catarinense (IFC), campus Concórdia.

A Tecnoeste é um dos maiores eventos do agronegócio do Sul do Brasil, reunindo produtores rurais, empresas, pesquisadores, estudantes e o público em geral. Inserido no espaço dedicado ao Meio Ambiente, o Comitê Jacutinga pretende utilizar o evento como uma oportunidade de aproximação com a comunidade, promovendo orientações sobre o uso responsável da água, a importância da preservação dos recursos hídricos e o papel da gestão integrada das bacias.

Samara Romani, a coordenadora do Espaço Meio Ambiente relata: “o Espaço Meio Ambiente na Tecnoeste caracteriza-se por ser um ambiente natural, inserido em meio a um bosque, onde entidades com atuação voltada à sustentabilidade e à preservação ambiental se reúnem para apresentar à comunidade do município e da região os trabalhos e ações desenvolvidos, fortalecendo o diálogo, a educação ambiental e a conscientização sobre os cuidados com os recursos naturais”.

A participação naTecnoeste reforça o caráter educativo e informativo do Comitê, ampliando o diálogo com a sociedade e fortalecendo a disseminação de boas práticas relacionadas à água e ao meio ambiente.

 

1ª Assembleia Geral Ordinária de 2026

Outra atividade central do primeiro trimestre será a realização da 1ª Assembleia Geral Ordinária (AGO) de 2026, marcada para o dia 17 de março. A AGO é um momento fundamental para o funcionamento do Comitê, reunindo representantes das organizações-membro que compõem o colegiado.

Durante a assembleia, serão debatidos temas estratégicos, deliberadas ações para o ano e alinhadas as prioridades da gestão hídrica da Bacia do Rio Jacutinga. A participação das entidades-membro é considerada essencial para fortalecer a governança da água e garantir decisões construídas de forma democrática e participativa.

 

Planejamento da Semana da Água 2026

O Comitê Jacutinga também inicia as tratativas para a Semana da Água 2026, evento tradicional que ocorre anualmente no mês de março e que, em 2026, chegará à sua 13ª edição. A Semana da Água é marcada por uma série de ações educativas, palestras, encontros e atividades desenvolvidas em parceria com municípios, instituições de ensino, entidades e organizações da sociedade civil.

 

A iniciativa tem como objetivo fomentar a reflexão sobre a importância da água, incentivar a adoção de práticas sustentáveis e ampliar o debate sobre a preservação dos recursos hídricos em toda a região de abrangência da bacia.

A programação da Semana da Água está diretamente ligada ao Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março. A data foi instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1992, durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, a Rio-92, e teve sua primeira celebração oficial em 1993.

Desde então, o Dia Mundial da Água tornou-se um marco global de conscientização, reflexão e mobilização, chamando a atenção da sociedade para os desafios relacionados ao acesso à água potável, ao saneamento básico e à gestão sustentável dos recursos hídricos.

Entre os principais objetivos da data estão a conscientização da população, a promoção do acesso universal à água e ao saneamento, o incentivo à gestão sustentável e o fortalecimento da participação social. Esses princípios estão alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU, com destaque para o ODS 6 – Água Potável e Saneamento.

A água também se conecta de forma transversal a outros ODS, como saúde, redução das desigualdades, cidades sustentáveis, ação climática e igualdade de gênero, reforçando seu papel estratégico para o desenvolvimento humano e regional.

Para 2026, a ONU definiu como tema do Dia Mundial da Água “Água e Igualdade de Gênero”, com o slogan “Where waterflows, equalitygrows”, que pode ser traduzido como “Onde a água flui, a igualdade cresce”.

O tema destaca que o acesso à água e ao saneamento vai além da infraestrutura, sendo também uma questão de equidade social e de direitos humanos. Em muitas regiões, mulheres e meninas são as mais afetadas pela falta de água segura, assumindo a responsabilidade pela coleta, pelo cuidado doméstico e enfrentando impactos na saúde, na segurança e na educação.

Ao mesmo tempo, a temática reforça a importância da participação feminina na gestão e na governança dos recursos hídricos, reconhecendo que soluções mais inclusivas tendem a ser mais eficazes e sustentáveis.

No contexto das bacias hidrográficas, o tema de 2026 dialoga diretamente com a atuação dos comitês de bacia, que têm a missão de promover uma gestão participativa, integrada e descentralizada da água. Para o Comitê Jacutinga, a discussão sobre igualdade, inclusão e participação social é parte essencial da construção de políticas hídricas mais justas e eficientes.

Ao iniciar suas atividades em 2026, o Comitê Jacutinga reafirma seu compromisso com a proteção da água como eixo do desenvolvimento regional, da qualidade de vida e da sustentabilidade. As ações previstas para o primeiro trimestre reforçam o papel do Comitê como espaço de diálogo, articulação e mobilização, contribuindo para que a água continue sendo cuidada de forma responsável pelas atuais e futuras gerações.

Canoinhas (SC) – O ano de 2026 será decisivo para a consolidação da gestão dos recursos hídricos na Bacia do Rio Canoinhas e Afluentes Catarinenses do Rio Negro. Em entrevista, a presidente do Comitê de Bacia Hidrográfica, Leoni Fuerst, destacou que as ações deste ano estarão fortemente orientadas à implementação efetiva do Plano de Recursos Hídricos da Bacia, entregue em 2023, além do fortalecimento institucional, da ampliação do engajamento social e do avanço em pesquisas estratégicas no âmbito do Programa SC Águas.

Segundo Leoni, transformar o planejamento em resultados concretos constitui a principal prioridade em 2026. A execução das ações previstas no Plano de Bacia é fundamental para que se avance na gestão integrada da água, com impactos reais no território. Nesse contexto, a gestão das águas subterrâneas ganha centralidade, especialmente após a apresentação dos estudos preliminares em 2024, que ampliaram a compreensão sobre a dinâmica hídrica da região.

Outro eixo estratégico para 2026 será a promoção de campanhas de conservação da água e do solo, com foco na sensibilização da comunidade sobre a interdependência desses recursos e a adoção de práticas sustentáveis. Para a presidente, esse trabalho educativo é essencial para fortalecer uma cultura de cuidado ambiental na bacia.

Fortalecimento institucional e governança

O fortalecimento da estrutura institucional do Comitê também figura entre as prioridades deste ano. A expectativa é que o novo modelo de Entidade Executiva, viabilizado pelo Programa SC Águas, em parceria com a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e a Secretaria de Meio Ambiente e Economia Verde (SEMAE), assegure suporte técnico-administrativo contínuo.

Entre as ações previstas estão a reorganização e ativação das Câmaras Técnicas, a intensificação das atividades de capacitação dos membros do Comitê e o fortalecimento da articulação regional e interestadual, com destaque para a participação em fóruns estaduais e para o avanço na criação do Comitê Interestadual do Rio Iguaçu.

A consolidação desse novo arranjo institucional é considerada fundamental para garantir a estabilidade administrativa e a continuidade das ações, superando fragilidades históricas relacionadas à desassistência técnica.

Desafios prioritários para a bacia

No campo dos desafios, a presidente aponta três grandes frentes que deverão demandar atenção prioritária em 2026: a escassez hídrica associada aos eventos climáticos extremos, a qualidade da água e o saneamento, e a consolidação da governança.

A intensificação de secas, enchentes e inundações exige o desenvolvimento de estratégias de mitigação e adaptação, articuladas aos estudos previstos no Plano Estadual de Recursos Hídricos. Já os problemas persistentes de qualidade da água demandam maior articulação com os municípios, especialmente no avanço dos planos de saneamento básico e no controle de fontes poluidoras.

Ampliação da participação social

A ampliação do engajamento dos diferentes segmentos da sociedade, incluindo usuários da água, poder público e sociedade civil, será outro pilar da atuação em 2026. As estratégias incluem comunicação institucional regular, realização de seminários, oficinas e encontros regionais, apoio a projetos de educação ambiental e maior articulação política local, por meio da apresentação das ações do Comitê nas câmaras municipais.

A participação social é entendida como elemento estruturante da gestão das águas, com foco na ampliação dos espaços de diálogo, na qualificação da participação e no fortalecimento da corresponsabilidade na tomada de decisões.

Expectativas com o Programa SC Águas

No âmbito do Programa SC Águas, as expectativas concentram-se no suporte técnico qualificado, no avanço em pesquisas aplicadas e na execução das metas prioritárias do Plano de Bacia. A presidente ressalta a importância dos estudos em águas subterrâneas e modelagem hídrica, fundamentais para subsidiar decisões baseadas em evidências científicas.

Com uma agenda estratégica e integrada, o Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Canoinhas e Afluentes Catarinenses do Rio Negro projeta 2026 como um ano de consolidação institucional, fortalecimento da governança e avanço concreto na gestão sustentável da água.

Nosso maior objetivo é garantir que o planejamento se traduza em ações efetivas no território, assegurando água em quantidade e qualidade para as atuais e futuras gerações, conclui Leoni Fuerst.

Na última semana (12/01), membros-representantes de entidades que compõem o Comitê de Gerenciamento das Bacias Hidrográficas do Rio Tijucas, do Rio Biguaçu e bacias contíguas realizaram uma visita técnica às instalações da SPAL - Indústria Brasileira de Bebidas S.A., em Antônio Carlos (SC). O objetivo da visita foi conhecer as práticas de gestão relacionadas ao uso dos recursos hídricos, incluindo o tratamento e disposição dos efluentes gerados após a atividade produtiva na unidade industrial. A SPAL é uma das entidades que integram o Comitê Tijucas e Biguaçu no segmento Usuários de Água. 

A atividade foi organizada pela Câmara Técnica Consultiva (CTC) do Comitê Tijucas e Biguaçu, a convite dos membros do Comitê que representam a indústria no órgão colegiado. Estiveram presentes pelo Comitê o presidente Danilo Funke (CRBio-09), o vice-presidente Rubens Ribeiro dos Santos (AMME), e os membros Jurandir Pereira Filho (UNIVALI) e Gabriela Minho (Águas de Itapema), além de Ketilyn Prates e Bruno Batista, representantes da SPAL no Comitê. O grupo foi recebido pelo corpo técnico da SPAL, representado por Kauhany Costa Nunes e Gustavo Schmitt.

Conduzida de forma integrada, a visita técnica contou com a apresentação da estrutura institucional do complexo industrial, aliada a realização de um percurso pelas instalações e processos da empresa que produz refrigerantes. Na atividade, o grupo foi apresentado à Estação de Tratamento de Água (ETA) e à Estação de Tratamento de Efluentes Industriais (ETE), ocasião em que foi realizada uma explicação do funcionamento do reator anaeróbio IC e do sistema aeróbio. Os participantes também foram apresentados aos pilares ambientais da SPAL/ Coca-Cola FEMSA Brasil, com foco em gestão hídrica, eficiência no uso da água (WUR), neutralidade hídrica, tratamento de efluentes, energia renovável, gestão de resíduos e ações climáticas.

Na visita técnica, o Comitê teve acesso a dados que mostraram as ações desenvolvidas na unidade industrial para potencializar o reuso e gerar eficiência na utilização dos recursos hídricos. “Os dados apresentados na visita técnica, como a evolução do indicador WUR, a recuperação de mais de 15% da água utilizada nos processos, os projetos de reuso, o tratamento de efluentes com eficiência média de 96%, além dos estudos de disponibilidade hídrica e neutralidade hídrica, reforçam o compromisso da unidade com uma gestão responsável da água alinhada à realidade da bacia hidrográfica onde está inserida”, explica Ketilyn Prates.

O presidente do Comitê Tijucas e Biguaçu, Danilo Funke, destaca que a visita técnica contribuiu para ampliar o conhecimento prático das atividades que ocorrem na unidade industrial. “A atividade serviu para verificar uma série de sistemas, como os de captação, tratamento, uso, geração de efluente, disposição final de águas, podendo até servir como exemplo a ser replicado em outras situações, respeitadas suas especificidades. Realizar esse tipo de ação é uma estratégia de ampliação do conhecimento prático sobre a bacia como um todo, elemento fundamental para subsidiar o diálogo com os demais integrantes do Comitê e qualificar as tomadas de decisão, especialmente no que se refere à execução das ações previstas no Plano de bacia", completa Danilo Funke.

Para a representante da SPAL no Comitê e membro da CTC, Ketilyn Prates, a visita reforçou a articulação entre as práticas adotadas pela empresa e os debates realizados no âmbito da gestão dos recursos hídricos no órgão colegiado. “A avaliação da visita é extremamente positiva. As práticas apresentadas pela SPAL dialogam diretamente com os temas debatidos na CTC e nos comitês de bacia, especialmente no que se refere à segurança hídrica, uso eficiente da água, tratamento adequado de efluentes, conformidade legal e sustentabilidade operacional”, afirmou Ketilyn Prates. 

 

Visitas técnicas potencializam a gestão participativa dos recursos hídricos em Santa Catarina

 

As visitas técnicas realizadas pelos Comitês de Bacias Hidrográficas têm se consolidado como prática relevante para o fortalecimento da gestão participativa e integrada dos recursos hídricos em Santa Catarina. A ação promove maior transparência sobre os processos adotados nas atividades em torno da bacia e aproxima os diferentes atores que atuam com recursos hídricos, como setor produtivo, poder público, academia e sociedade civil.  

De acordo com o presidente do Comitê, Danilo Funke, as visitas técnicas proporcionam uma maior integração entre os atores da bacia. “Promover a integração e articulação entre os diferentes atores que atuam na bacia hidrográfica é uma atribuição básica dos comitês, e isto se aplica entre os integrantes do próprio Comitê, representantes do setor público, população da bacia e usuários de água. A Câmara Técnica Consultiva é uma parte deste grupo, que busca apontar prioridades e alternativas viáveis para a execução do Plano de Bacia dos rios Tijucas e Biguaçu”, conclui Danilo Funke.

Ao longo de 2025, o Comitê de Gerenciamento das Bacias Hidrográficas dos Rios Canoas e Pelotas teve participação ativa e estratégica nas instâncias estadual e nacional de governança das águas, por meio de sua atuação junto ao Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) e ao Fórum Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas (FNCBH). A agenda do ano foi marcada por debates institucionais relevantes, defesa do fortalecimento do Sistema Estadual de Recursos Hídricos e avanços na representação política dos Comitês.

Defesa da gestão de recursos hídricos em Santa Catarina

Desde março, o Comitê Canoas e Pelotas esteve representado nas reuniões do FCCBH que trataram de temas sensíveis à gestão das águas em Santa Catarina, com destaque para o Edital FAPESC nº 64/2024, que previa apoio a projetos ligados aos Comitês de Bacias. A partir das reuniões realizadas com a Secretaria de Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE) e com a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (CMA/ALESC), o FCCBH deliberou pelo envio de ofícios às instituições envolvidas, apontando entraves técnicos, o cancelamento do edital e a necessidade de maior clareza e previsibilidade no financiamento das ações de gerenciamento dos recursos hídricos.

O Comitê Canoas e Pelotas, representado principalmente por seu presidente Eduardo Martins, contribuiu ativamente nesses debates, defendendo a correção de falhas estruturais e a garantia de condições adequadas para a atuação dos Comitês no território catarinense.

Avanços institucionais e construção de propostas

Durante o primeiro semestre, o Comitê participou de Assembleias Gerais Extraordinárias do FCCBH e das atividades do Grupo de Trabalho sobre Assuntos Institucionais e Jurídicos (GTAIJ). Entre os principais temas discutidos estiveram:

  • A normativa para custeio das atividades de representação das diretorias dos Comitês de Bacias;
  • A necessidade de maior protagonismo dos Comitês nas decisões do Conselho Estadual de Recursos Hídricos (CERH);
  • O acompanhamento do 3º Ciclo das Entidades Executivas, considerado estratégico para o fortalecimento da gestão descentralizada das águas.

Esses encontros resultaram na elaboração de documentos institucionais, cartas abertas e propostas técnicas, posteriormente consolidadas e aprovadas em Assembleia Geral Extraordinária do FCCBH, em agosto.

Articulação interestadual e nacional

Em julho, o Comitê Canoas e Pelotas também marcou presença na Assembleia Geral Extraordinária do Fórum Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas (FNCBH), que aprovou o novo regimento interno da entidade, reforçando a organização e a representatividade dos Comitês em nível nacional.

Além disso, houve intercâmbio com os Fóruns de Comitês do Rio Grande do Sul e do Paraná, permitindo o compartilhamento de experiências sobre instrumentos de custeio e modelos de gestão já implementados em outros estados, contribuindo para o amadurecimento das propostas catarinenses.

Liderança e reconhecimento institucional

Um dos marcos de 2025 foi a Assembleia Geral Ordinária do FCCBH, realizada em outubro, quando ocorreu o processo eleitoral do Fórum. Na ocasião, o presidente do Comitê Canoas e Pelotas, Sr. Eduardo Martins, foi eleito Coordenador Geral do Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas, para o biênio outubro de 2025 a outubro de 2027.

A eleição representa um reconhecimento ao trabalho desenvolvido pelo Comitê Canoas e Pelotas e fortalece sua posição como referência na articulação institucional e na defesa da gestão integrada e participativa dos recursos hídricos em Santa Catarina.

Encerramento do ano e perspectivas

Em novembro, o Comitê participou de reunião entre o FCCBH, a UDESC e a SEMAE, voltada ao esclarecimento de dúvidas e definição do cronograma para os trabalhosda nova equipe técnica que dará suporte aos Comitês. O encontro resultou em encaminhamentos práticos para o início das atividades e no agendamento de reuniões de apresentação dos assessores técnicos às diretorias dos Comitês.

Com uma agenda intensa, marcada por diálogo institucional, construção coletiva e fortalecimento da governança das águas, o ano de 2025 consolidou o papel do Comitê Canoas e Pelotas como ator estratégico no Sistema de Recursos Hídricos de Santa Catarina, projetando perspectivas positivas para os próximos anos.

Estão abertas as inscrições para organizações e entidades participarem do processo eletivo para compor o Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Itajaí e Bacias Contíguas. O edital de convocação foi publicado em dezembro (01/12/2025) e as inscrições seguem abertas até 6 de fevereiro de 2026. O mandato terá vigência no período de 2026 a 2030. As organizações serão eleitas em Assembleias Setoriais Públicas que vão ocorrer entre 3 e 5 de março de 2026. 

As organizações, órgãos ou entidades interessadas em uma vaga no Comitê do Itajaí, deverão inscrever-se exclusivamente online, pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. , por meio de envio da documentação informada no edital. A divulgação da lista preliminar das entidades habilitadas à eleição será realizada no dia 13 de fevereiro no site do Comitê. Já a lista final de entidades habilitadas será publicada em 23 de fevereiro no mesmo website.

As entidades habilitadas a participar do processo eletivo deverão participar das Assembleias Setoriais Públicas (ASP), que ocorrerão de modo virtual por meio da plataforma Google Meet entre os dias 3 e 5 de março. As ASPs possuem a finalidade de eleger as organizações, entidades ou órgãos representantes dos três segmentos que compõem o Comitê do Itajaí. São eles: 1) Usuários da Água; 2) População da Bacia; e, 3) Órgãos da Administração Federal e Estadual.   

No segmento “Usuários da Água” serão preenchidas 20 vagas de representação, abarcando os seguintes setores: a) abastecimento público; b) lançamento de efluentes urbanos; c) indústria, captação e lançamento de efluentes industriais; d) irrigação; e) criação animal; f) hidroeletricidade; g) mineração; e h) hidroviário, pesca, turismo, lazer e outros usos. 

O segmento “População da bacia” terá direito a 20 vagas, compreendendo dois setores. O primeiro é o de municípios, com participação de, no máximo, 50% das vagas do segmento, sendo: a) poder executivo municipal; e b) poder legislativo municipal. O segundo é o de organizações civis de recursos hídricos, com participação de, no mínimo, 50% das vagas do segmento, abrangendo: a) consórcios e associações intermunicipais; b) associações regionais, locais ou setoriais de usuários de recursos hídricos; c) organizações técnicas, de ensino e/ou pesquisa com interesse na área de recursos hídricos; d) organizações não governamentais com objetivos de defesa de interesses difusos e coletivos da sociedade; e e) outras organizações reconhecidas pelo Conselho Estadual de Recursos Hídricos (CERH). 

É garantido por lei (9.443/1997) e pela resolução do CERH, no mínimo, uma vaga às comunidades indígenas residentes ou com interesses na bacia hidrográfica, a qual será classificada como organização-membro do segmento População de bacia, reconhecida pelo Conselho Estadual de Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Itajaí e Bacias Contíguas.

Já o segmento “Órgãos da Administração Federal e Estadual” tem direito a 10 vagas e compreende os seguintes setores: I – Poder Executivo Federal; e II – Poder Executivo Estadual. As entidades devem ter atuação na bacia hidrográfica, com vínculo às temáticas de recursos hídricos, e ser indicadas por órgãos ou entidades da administração pública centralizada ou descentralizada que atuem na área de abrangência do Comitê Itajaí. De acordo com a Lei no 9.443 de 8 de janeiro de 1997 e a Resolução CERH de 19 de setembro de 2017, é garantida uma vaga à Fundação Nacional do Índio (FUNAI), a qual será classificada como organização-membro do Poder Executivo Federal.

O Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio Timbó relacionou suas prioridades e metas para 2026, reforçando o compromisso com a gestão eficiente e sustentável dos recursos hídricos da região. Entre as principais frentes de atuação, destacam-se a implementação de instrumentos de gestão previstos nas Políticas Nacional e Estadual, e o acompanhamento das ações do Plano de Recursos Hídricos da Bacia.

Segundo a diretoria do Comitê, outro ponto central será o apoio à regularização do uso da água, com atenção especial às outorgas de recursos hídricos superficiais e subterrâneos, além de projetos voltados à proteção de nascentes e análise das sub-bacias urbanas em parceria com as prefeituras. O planejamento estratégico também inclui a articulação para a criação do Comitê Interestadual do Rio Iguaçu.

Para fortalecer a atuação institucional, o Comitê pretende intensificar capacitações técnicas e institucionais, ampliando o papel das câmaras técnicas e grupos de trabalho. A interação com outros comitês de bacia e instituições do Sistema Estadual de Gerenciamento de Recursos Hídricos será ampliada, visando maior efetividade nas deliberações e decisões colegiadas.

Entre os desafios previstos para 2026, estão a manutenção da qualidade dos corpos hídricos diante das pressões urbanas e industriais, a gestão de conflitos pelo uso da água, a proteção das áreas de recarga e a implementação da cobrança pelo uso da água.

A participação da sociedade também será prioridade, com ações de comunicação e mobilização, eventos presenciais, atividades de educação ambiental e palestras direcionadas a usuários, poder público e demais segmentos da sociedade.

No âmbito do Programa SC Águas, o Comitê espera alcançar maior integração entre os atores do sistema de gestão, estabilidade operacional e suporte técnico e financeiro consistente para garantir o calendário de assembleias e reuniões das câmaras técnicas, consolidando assim uma gestão mais eficiente e participativa.

“Nosso objetivo é transformar planejamento em ação, garantindo que cada projeto e iniciativa reflita diretamente na preservação e uso consciente da água da bacia do Rio Timbó”, afirma a diretoria.

O Comitê Canoas e Pelotas, criado pelo Decreto nº 666, de 17 de junho de 2020, tem como missão:

“Planejar, gerenciar e deliberar ações que promovam o uso democrático dos recursos hídricos, em qualidade e quantidade, nas bacias hidrográficas dos rios Canoas e Pelotas.”

Sua visão é:

“Ser referência para a população da Bacia Hidrográfica dos Rios Canoas e Pelotas, pela atuação democrática em uma gestão de excelência dos recursos hídricos até 2029.”

 

2025: Um Ano Estratégico para a Gestão da Água

O ano de 2025 foi marcado por desafios e conquistas importantes para o Comitê Canoas e Pelotas. Mesmo diante da ausência de apoio da Entidade Executiva por oito meses, o Comitê manteve suas atividades essenciais, reafirmando seu compromisso com a gestão participativa e sustentável dos recursos hídricos.

Entre as principais ações realizadas destacam-se:

  • 2 Assembleias Gerais Ordinárias (AGOs);
  • 8 reuniões da Câmara Técnica Institucional (CTI);
  • Participação em eventos e reuniões do Fórum Catarinense dos Comitês de Bacia;
  • Produção de informativo digital e divulgação de matérias no site Águas (SIRHESC);
  • Participação na oficina de Cobrança pelo uso da água realizada pela Universidade do Contestado em novembro de 2025 e;
  • Ainda teve seu Presidente, o Professor universitário Eduardo Marques Martins eleito como Coordenador Geral do Fórum Catarinense dos Comitês de Bacias Hidrigráficas.

Fortalecimento da Governança e Planejamento Estratégico

A Câmara Técnica Institucional (CTI) teve papel fundamental no fortalecimento da governança das águas da bacia. Ao longo do ano, foram realizadas oito reuniões com pautas alinhadas ao Plano de Recursos Hídricos, garantindo decisões coerentes com o planejamento estratégico, sendo que como resultado o Comitê alcançou 75% de conclusão das ações previstas para a primeira meta do Plano, cujo foco é“Fortalecer a Gestão Integrada”. Esse avanço reforça o compromisso com uma gestão transparente e integrada, essencial para a sustentabilidade hídrica da região.

 

Desafios Superados e Prioridades

Mesmo diante de eventos climáticos extremos, como secas e cheias, e da falta de apoio técnico por parte da Entidade Executiva, o Comitê atuou de forma integrada com municípios, usuários da água e sociedade civil. As prioridades em 2025 foram:

  • Acompanhamento e fortalecimento do Plano de Bacia
  • Articulação com instituições públicas e privadas para o uso sustentável da água
  • Realização das Assembleias Ordinárias, fundamentais para decisões estratégicas

A gestão dos recursos hídricos é fundamental para garantir a disponibilidade e qualidade da água para as gerações atuais e futuras e os Comitês de bacias hidrográficas desempenham papel estratégico no alcance

Em reunião realizada na última terça-feira (9/12), o Programa SC Águas (UDESC/Semae) apresentou ao Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) o desenho institucional da nova entidade executiva dos Comitês de Bacias Hidrográficas de Santa Catarina, as atribuições dos coordenadores, assessores técnicos e pesquisadores contemplados no Edital UDESC nº 001/2025 e as fases de execução do Programa. O encontro também serviu para promover o debate de pautas relevantes e integradas aos Comitês.   

Para o coordenador-geral do FCCBH, Eduardo Marques Martins, a reunião foi fundamental para alinhar pontos importantes para a continuidade dos trabalhos junto à entidade executiva.  "Acreditamos que foi uma boa reunião. Conseguimos conhecer a equipe de trabalho da UDESC e SEMAE, resolver dúvidas sobre o projeto e seu cronograma, especialmente em relação à reedição do edital para a contratação das vagas que ainda não foram preenchidas. Com o início deste novo modelo de Entidade Executiva, acreditamos que as atividades dos Comitês poderão retornar à normalidade, o que permitirá reorganizar e hierarquizar as demandas de forma adequada", pontuou o coordenador. 

Na reunião, os coordenadores do Programa SC Águas apresentaram o arranjo institucional e a estrutura que vão sustentar o assessoramento técnico e o desenvolvimento de projetos junto aos Comitês de Bacia. O Programa é uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE). A estrutura é organizada por uma coordenação-geral que orienta e lidera as frentes de extensão e de pesquisa e inovação. Os professores da UDESC, João Marcos Bosi Mendonça de Moura e Rogério Simões realizam a atividade de coordenação geral. As ações da frente de extensão universitária consistem no apoio técnico-administrativo aos Comitês de bacia, organização de atividades, planejamento estratégico, elaboração de relatórios e capacitações. Já a frente de pesquisa e inovação é dedicada ao desenvolvimento de estudos previstos no plano estadual de recursos hídricos de Santa Catarina e nos planos de bacia. 

As ações de extensão serão executadas em duas vertentes de Santa Catarina: litoral e interior, e conduzido por duas coordenações regionais. Camila Andréa Ramos é a coordenadora da vertente litoral e André Leão é o coordenador da vertente interior. O funcionamento administrativo é garantido pelo suporte técnico da UDESC, e a articulação institucional ocorre por meio do trabalho de pontos focais da Semae. A expectativa é que nesta primeira fase a entidade executiva priorize a realização de relatórios e organização documental referentes ao ano de 2025, planejamentos para 2026, além de estudos dos planos de bacia e elaboração de metodologias para os projetos previstos para 2026. 

A coordenadora-adjunta do Fórum, a Prof.ª. Eliandra Gomes Marques, destaca a relevância do encontro para o fortalecimento da gestão integrada dos recursos hídricos. “A reunião foi importante para entendermos as ações preliminares da entidade executiva e SEMAE na retomada dos trabalhos dos Comitês de Bacia, após o hiato entre a última entidade, período que ficamos desassistidos gerando fragilidades na gestão das águas em Santa Catarina. A busca pela aproximação e pelo diálogo entre os Comitês e o SEMAE é relevante para o fortalecimento da gestão integrada das águas, promovendo o alinhamento institucional, a cooperação técnica e a construção de soluções conjuntas que qualifiquem a governança das águas", afirmou a Prof.ª. Eliandra.

 O coordenador do SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, reforçou o papel estratégico do programa: “O Programa tem entre seus objetivos oferecer suporte técnico e administrativo aos Comitês e apoiar a execução dos instrumentos de gestão. Do ponto de vista da pesquisa e da inovação, as atividades consistem no desenvolvimento de estudos previstos no Plano Estadual de Recursos Hídricos, voltados às águas subterrâneas e à escassez hídrica. Nessa vertente, também serão atendidas as demandas vinculadas aos Planos de Bacia. Cada Comitê terá papel central no planejamento, acompanhamento e validação dos produtos desenvolvidos pela equipe técnica da entidade executiva", explicou o professor. No presente momento 26 bolsistas estão contratados para atuar no SC Águas e se espera que o Programa seja um marco para o aprimoramento da gestão de recursos hídricos de Santa Catarina.

Em reunião realizada na última terça-feira (9/12), o Programa SC Águas (UDESC/Semae) apresentou ao Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) o desenho institucional da nova entidade executiva dos Comitês de Bacias Hidrográficas de Santa Catarina, as atribuições dos coordenadores, assessores técnicos e pesquisadores contemplados no Edital UDESC nº 001/2025 e as fases de execução do Programa. O encontro também serviu para promover o debate de pautas relevantes e integradas aos Comitês.   

Para o coordenador-geral do FCCBH, Eduardo Marques Martins, a reunião foi fundamental para alinhar pontos importantes para a continuidade dos trabalhos junto à entidade executiva.  "Acreditamos que foi uma boa reunião. Conseguimos conhecer a equipe de trabalho da UDESC e SEMAE, resolver dúvidas sobre o projeto e seu cronograma, especialmente em relação à reedição do edital para a contratação das vagas que ainda não foram preenchidas. Com o início deste novo modelo de Entidade Executiva, acreditamos que as atividades dos Comitês poderão retornar à normalidade, o que permitirá reorganizar e hierarquizar as demandas de forma adequada", pontuou o coordenador. 

Na reunião, os coordenadores do Programa SC Águas apresentaram o arranjo institucional e a estrutura que vão sustentar o assessoramento técnico e o desenvolvimento de projetos junto aos Comitês de Bacia. O Programa é uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE). A estrutura é organizada por uma coordenação-geral que orienta e lidera as frentes de extensão e de pesquisa e inovação. Os professores da UDESC, João Marcos Bosi Mendonça de Moura e Rogério Simões realizam a atividade de coordenação geral. As ações da frente de extensão universitária consistem no apoio técnico-administrativo aos Comitês de bacia, organização de atividades, planejamento estratégico, elaboração de relatórios e capacitações. Já a frente de pesquisa e inovação é dedicada ao desenvolvimento de estudos previstos no plano estadual de recursos hídricos de Santa Catarina e nos planos de bacia. 

As ações de extensão serão executadas em duas vertentes de Santa Catarina: litoral e interior, e conduzido por duas coordenações regionais. Camila Andréa Ramos é a coordenadora da vertente litoral e André Leão é o coordenador da vertente interior. O funcionamento administrativo é garantido pelo suporte técnico da UDESC, e a articulação institucional ocorre por meio do trabalho de pontos focais da Semae. A expectativa é que nesta primeira fase a entidade executiva priorize a realização de relatórios e organização documental referentes ao ano de 2025, planejamentos para 2026, além de estudos dos planos de bacia e elaboração de metodologias para os projetos previstos para 2026. 

A coordenadora-adjunta do Fórum, a Prof.ª. Eliandra Gomes Marques, destaca a relevância do encontro para o fortalecimento da gestão integrada dos recursos hídricos. “A reunião foi importante para entendermos as ações preliminares da entidade executiva e SEMAE na retomada dos trabalhos dos Comitês de Bacia, após o hiato entre a última entidade, período que ficamos desassistidos gerando fragilidades na gestão das águas em Santa Catarina. A busca pela aproximação e pelo diálogo entre os Comitês e o SEMAE é relevante para o fortalecimento da gestão integrada das águas, promovendo o alinhamento institucional, a cooperação técnica e a construção de soluções conjuntas que qualifiquem a governança das águas", afirmou a Prof.ª. Eliandra.

 O coordenador do SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, reforçou o papel estratégico do programa: “O Programa tem entre seus objetivos oferecer suporte técnico e administrativo aos Comitês e apoiar a execução dos instrumentos de gestão. Do ponto de vista da pesquisa e da inovação, as atividades consistem no desenvolvimento de estudos previstos no Plano Estadual de Recursos Hídricos, voltados às águas subterrâneas e à escassez hídrica. Nessa vertente, também serão atendidas as demandas vinculadas aos Planos de Bacia. Cada Comitê terá papel central no planejamento, acompanhamento e validação dos produtos desenvolvidos pela equipe técnica da entidade executiva", explicou o professor. No presente momento 26 bolsistas estão contratados para atuar no SC Águas e se espera que o Programa seja um marco para o aprimoramento da gestão de recursos hídricos de Santa Catarina.

Em reunião realizada na última terça-feira (9/12), o Programa SC Águas (UDESC/Semae) apresentou ao Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) o desenho institucional da nova entidade executiva dos Comitês de Bacias Hidrográficas de Santa Catarina, as atribuições dos coordenadores, assessores técnicos e pesquisadores contemplados no Edital UDESC nº 001/2025 e as fases de execução do Programa. O encontro também serviu para promover o debate de pautas relevantes e integradas aos Comitês.   

Para o coordenador-geral do FCCBH, Eduardo Marques Martins, a reunião foi fundamental para alinhar pontos importantes para a continuidade dos trabalhos junto à entidade executiva.  "Acreditamos que foi uma boa reunião. Conseguimos conhecer a equipe de trabalho da UDESC e SEMAE, resolver dúvidas sobre o projeto e seu cronograma, especialmente em relação à reedição do edital para a contratação das vagas que ainda não foram preenchidas. Com o início deste novo modelo de Entidade Executiva, acreditamos que as atividades dos Comitês poderão retornar à normalidade, o que permitirá reorganizar e hierarquizar as demandas de forma adequada", pontuou o coordenador. 

Na reunião, os coordenadores do Programa SC Águas apresentaram o arranjo institucional e a estrutura que vão sustentar o assessoramento técnico e o desenvolvimento de projetos junto aos Comitês de Bacia. O Programa é uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE). A estrutura é organizada por uma coordenação-geral que orienta e lidera as frentes de extensão e de pesquisa e inovação. Os professores da UDESC, João Marcos Bosi Mendonça de Moura e Rogério Simões realizam a atividade de coordenação geral. As ações da frente de extensão universitária consistem no apoio técnico-administrativo aos Comitês de bacia, organização de atividades, planejamento estratégico, elaboração de relatórios e capacitações. Já a frente de pesquisa e inovação é dedicada ao desenvolvimento de estudos previstos no plano estadual de recursos hídricos de Santa Catarina e nos planos de bacia. 

As ações de extensão serão executadas em duas vertentes de Santa Catarina: litoral e interior, e conduzido por duas coordenações regionais. Camila Andréa Ramos é a coordenadora da vertente litoral e André Leão é o coordenador da vertente interior. O funcionamento administrativo é garantido pelo suporte técnico da UDESC, e a articulação institucional ocorre por meio do trabalho de pontos focais da Semae. A expectativa é que nesta primeira fase a entidade executiva priorize a realização de relatórios e organização documental referentes ao ano de 2025, planejamentos para 2026, além de estudos dos planos de bacia e elaboração de metodologias para os projetos previstos para 2026. 

A coordenadora-adjunta do Fórum, a Prof.ª. Eliandra Gomes Marques, destaca a relevância do encontro para o fortalecimento da gestão integrada dos recursos hídricos. “A reunião foi importante para entendermos as ações preliminares da entidade executiva e SEMAE na retomada dos trabalhos dos Comitês de Bacia, após o hiato entre a última entidade, período que ficamos desassistidos gerando fragilidades na gestão das águas em Santa Catarina. A busca pela aproximação e pelo diálogo entre os Comitês e o SEMAE é relevante para o fortalecimento da gestão integrada das águas, promovendo o alinhamento institucional, a cooperação técnica e a construção de soluções conjuntas que qualifiquem a governança das águas", afirmou a Prof.ª. Eliandra.

 O coordenador do SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, reforçou o papel estratégico do programa: “O Programa tem entre seus objetivos oferecer suporte técnico e administrativo aos Comitês e apoiar a execução dos instrumentos de gestão. Do ponto de vista da pesquisa e da inovação, as atividades consistem no desenvolvimento de estudos previstos no Plano Estadual de Recursos Hídricos, voltados às águas subterrâneas e à escassez hídrica. Nessa vertente, também serão atendidas as demandas vinculadas aos Planos de Bacia. Cada Comitê terá papel central no planejamento, acompanhamento e validação dos produtos desenvolvidos pela equipe técnica da entidade executiva", explicou o professor. No presente momento 26 bolsistas estão contratados para atuar no SC Águas e se espera que o Programa seja um marco para o aprimoramento da gestão de recursos hídricos de Santa Catarina.

Em reunião realizada na última terça-feira (9/12), o Programa SC Águas (UDESC/Semae) apresentou ao Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) o desenho institucional da nova entidade executiva dos Comitês de Bacias Hidrográficas de Santa Catarina, as atribuições dos coordenadores, assessores técnicos e pesquisadores contemplados no Edital UDESC nº 001/2025 e as fases de execução do Programa. O encontro também serviu para promover o debate de pautas relevantes e integradas aos Comitês.   

Para o coordenador-geral do FCCBH, Eduardo Marques Martins, a reunião foi fundamental para alinhar pontos importantes para a continuidade dos trabalhos junto à entidade executiva.  "Acreditamos que foi uma boa reunião. Conseguimos conhecer a equipe de trabalho da UDESC e SEMAE, resolver dúvidas sobre o projeto e seu cronograma, especialmente em relação à reedição do edital para a contratação das vagas que ainda não foram preenchidas. Com o início deste novo modelo de Entidade Executiva, acreditamos que as atividades dos Comitês poderão retornar à normalidade, o que permitirá reorganizar e hierarquizar as demandas de forma adequada", pontuou o coordenador. 

Na reunião, os coordenadores do Programa SC Águas apresentaram o arranjo institucional e a estrutura que vão sustentar o assessoramento técnico e o desenvolvimento de projetos junto aos Comitês de Bacia. O Programa é uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE). A estrutura é organizada por uma coordenação-geral que orienta e lidera as frentes de extensão e de pesquisa e inovação. Os professores da UDESC, João Marcos Bosi Mendonça de Moura e Rogério Simões realizam a atividade de coordenação geral. As ações da frente de extensão universitária consistem no apoio técnico-administrativo aos Comitês de bacia, organização de atividades, planejamento estratégico, elaboração de relatórios e capacitações. Já a frente de pesquisa e inovação é dedicada ao desenvolvimento de estudos previstos no plano estadual de recursos hídricos de Santa Catarina e nos planos de bacia. 

As ações de extensão serão executadas em duas vertentes de Santa Catarina: litoral e interior, e conduzido por duas coordenações regionais. Camila Andréa Ramos é a coordenadora da vertente litoral e André Leão é o coordenador da vertente interior. O funcionamento administrativo é garantido pelo suporte técnico da UDESC, e a articulação institucional ocorre por meio do trabalho de pontos focais da Semae. A expectativa é que nesta primeira fase a entidade executiva priorize a realização de relatórios e organização documental referentes ao ano de 2025, planejamentos para 2026, além de estudos dos planos de bacia e elaboração de metodologias para os projetos previstos para 2026. 

A coordenadora-adjunta do Fórum, a Prof.ª. Eliandra Gomes Marques, destaca a relevância do encontro para o fortalecimento da gestão integrada dos recursos hídricos. “A reunião foi importante para entendermos as ações preliminares da entidade executiva e SEMAE na retomada dos trabalhos dos Comitês de Bacia, após o hiato entre a última entidade, período que ficamos desassistidos gerando fragilidades na gestão das águas em Santa Catarina. A busca pela aproximação e pelo diálogo entre os Comitês e o SEMAE é relevante para o fortalecimento da gestão integrada das águas, promovendo o alinhamento institucional, a cooperação técnica e a construção de soluções conjuntas que qualifiquem a governança das águas", afirmou a Prof.ª. Eliandra.

 O coordenador do SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, reforçou o papel estratégico do programa: “O Programa tem entre seus objetivos oferecer suporte técnico e administrativo aos Comitês e apoiar a execução dos instrumentos de gestão. Do ponto de vista da pesquisa e da inovação, as atividades consistem no desenvolvimento de estudos previstos no Plano Estadual de Recursos Hídricos, voltados às águas subterrâneas e à escassez hídrica. Nessa vertente, também serão atendidas as demandas vinculadas aos Planos de Bacia. Cada Comitê terá papel central no planejamento, acompanhamento e validação dos produtos desenvolvidos pela equipe técnica da entidade executiva", explicou o professor. No presente momento 26 bolsistas estão contratados para atuar no SC Águas e se espera que o Programa seja um marco para o aprimoramento da gestão de recursos hídricos de Santa Catarina.

Em reunião realizada na última terça-feira (9/12), o Programa SC Águas (UDESC/Semae) apresentou ao Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) o desenho institucional da nova entidade executiva dos Comitês de Bacias Hidrográficas de Santa Catarina, as atribuições dos coordenadores, assessores técnicos e pesquisadores contemplados no Edital UDESC nº 001/2025 e as fases de execução do Programa. O encontro também serviu para promover o debate de pautas relevantes e integradas aos Comitês.   

Para o coordenador-geral do FCCBH, Eduardo Marques Martins, a reunião foi fundamental para alinhar pontos importantes para a continuidade dos trabalhos junto à entidade executiva.  "Acreditamos que foi uma boa reunião. Conseguimos conhecer a equipe de trabalho da UDESC e SEMAE, resolver dúvidas sobre o projeto e seu cronograma, especialmente em relação à reedição do edital para a contratação das vagas que ainda não foram preenchidas. Com o início deste novo modelo de Entidade Executiva, acreditamos que as atividades dos Comitês poderão retornar à normalidade, o que permitirá reorganizar e hierarquizar as demandas de forma adequada", pontuou o coordenador. 

Na reunião, os coordenadores do Programa SC Águas apresentaram o arranjo institucional e a estrutura que vão sustentar o assessoramento técnico e o desenvolvimento de projetos junto aos Comitês de Bacia. O Programa é uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE). A estrutura é organizada por uma coordenação-geral que orienta e lidera as frentes de extensão e de pesquisa e inovação. Os professores da UDESC, João Marcos Bosi Mendonça de Moura e Rogério Simões realizam a atividade de coordenação geral. As ações da frente de extensão universitária consistem no apoio técnico-administrativo aos Comitês de bacia, organização de atividades, planejamento estratégico, elaboração de relatórios e capacitações. Já a frente de pesquisa e inovação é dedicada ao desenvolvimento de estudos previstos no plano estadual de recursos hídricos de Santa Catarina e nos planos de bacia. 

As ações de extensão serão executadas em duas vertentes de Santa Catarina: litoral e interior, e conduzido por duas coordenações regionais. Camila Andréa Ramos é a coordenadora da vertente litoral e André Leão é o coordenador da vertente interior. O funcionamento administrativo é garantido pelo suporte técnico da UDESC, e a articulação institucional ocorre por meio do trabalho de pontos focais da Semae. A expectativa é que nesta primeira fase a entidade executiva priorize a realização de relatórios e organização documental referentes ao ano de 2025, planejamentos para 2026, além de estudos dos planos de bacia e elaboração de metodologias para os projetos previstos para 2026. 

A coordenadora-adjunta do Fórum, a Prof.ª. Eliandra Gomes Marques, destaca a relevância do encontro para o fortalecimento da gestão integrada dos recursos hídricos. “A reunião foi importante para entendermos as ações preliminares da entidade executiva e SEMAE na retomada dos trabalhos dos Comitês de Bacia, após o hiato entre a última entidade, período que ficamos desassistidos gerando fragilidades na gestão das águas em Santa Catarina. A busca pela aproximação e pelo diálogo entre os Comitês e o SEMAE é relevante para o fortalecimento da gestão integrada das águas, promovendo o alinhamento institucional, a cooperação técnica e a construção de soluções conjuntas que qualifiquem a governança das águas", afirmou a Prof.ª. Eliandra.

 O coordenador do SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, reforçou o papel estratégico do programa: “O Programa tem entre seus objetivos oferecer suporte técnico e administrativo aos Comitês e apoiar a execução dos instrumentos de gestão. Do ponto de vista da pesquisa e da inovação, as atividades consistem no desenvolvimento de estudos previstos no Plano Estadual de Recursos Hídricos, voltados às águas subterrâneas e à escassez hídrica. Nessa vertente, também serão atendidas as demandas vinculadas aos Planos de Bacia. Cada Comitê terá papel central no planejamento, acompanhamento e validação dos produtos desenvolvidos pela equipe técnica da entidade executiva", explicou o professor. No presente momento 26 bolsistas estão contratados para atuar no SC Águas e se espera que o Programa seja um marco para o aprimoramento da gestão de recursos hídricos de Santa Catarina.

Em reunião realizada na última terça-feira (9/12), o Programa SC Águas (UDESC/Semae) apresentou ao Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) o desenho institucional da nova entidade executiva dos Comitês de Bacias Hidrográficas de Santa Catarina, as atribuições dos coordenadores, assessores técnicos e pesquisadores contemplados no Edital UDESC nº 001/2025 e as fases de execução do Programa. O encontro também serviu para promover o debate de pautas relevantes e integradas aos Comitês.   

Para o coordenador-geral do FCCBH, Eduardo Marques Martins, a reunião foi fundamental para alinhar pontos importantes para a continuidade dos trabalhos junto à entidade executiva.  "Acreditamos que foi uma boa reunião. Conseguimos conhecer a equipe de trabalho da UDESC e SEMAE, resolver dúvidas sobre o projeto e seu cronograma, especialmente em relação à reedição do edital para a contratação das vagas que ainda não foram preenchidas. Com o início deste novo modelo de Entidade Executiva, acreditamos que as atividades dos Comitês poderão retornar à normalidade, o que permitirá reorganizar e hierarquizar as demandas de forma adequada", pontuou o coordenador. 

Na reunião, os coordenadores do Programa SC Águas apresentaram o arranjo institucional e a estrutura que vão sustentar o assessoramento técnico e o desenvolvimento de projetos junto aos Comitês de Bacia. O Programa é uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE). A estrutura é organizada por uma coordenação-geral que orienta e lidera as frentes de extensão e de pesquisa e inovação. Os professores da UDESC, João Marcos Bosi Mendonça de Moura e Rogério Simões realizam a atividade de coordenação geral. As ações da frente de extensão universitária consistem no apoio técnico-administrativo aos Comitês de bacia, organização de atividades, planejamento estratégico, elaboração de relatórios e capacitações. Já a frente de pesquisa e inovação é dedicada ao desenvolvimento de estudos previstos no plano estadual de recursos hídricos de Santa Catarina e nos planos de bacia. 

As ações de extensão serão executadas em duas vertentes de Santa Catarina: litoral e interior, e conduzido por duas coordenações regionais. Camila Andréa Ramos é a coordenadora da vertente litoral e André Leão é o coordenador da vertente interior. O funcionamento administrativo é garantido pelo suporte técnico da UDESC, e a articulação institucional ocorre por meio do trabalho de pontos focais da Semae. A expectativa é que nesta primeira fase a entidade executiva priorize a realização de relatórios e organização documental referentes ao ano de 2025, planejamentos para 2026, além de estudos dos planos de bacia e elaboração de metodologias para os projetos previstos para 2026. 

A coordenadora-adjunta do Fórum, a Prof.ª. Eliandra Gomes Marques, destaca a relevância do encontro para o fortalecimento da gestão integrada dos recursos hídricos. “A reunião foi importante para entendermos as ações preliminares da entidade executiva e SEMAE na retomada dos trabalhos dos Comitês de Bacia, após o hiato entre a última entidade, período que ficamos desassistidos gerando fragilidades na gestão das águas em Santa Catarina. A busca pela aproximação e pelo diálogo entre os Comitês e o SEMAE é relevante para o fortalecimento da gestão integrada das águas, promovendo o alinhamento institucional, a cooperação técnica e a construção de soluções conjuntas que qualifiquem a governança das águas", afirmou a Prof.ª. Eliandra.

 O coordenador do SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, reforçou o papel estratégico do programa: “O Programa tem entre seus objetivos oferecer suporte técnico e administrativo aos Comitês e apoiar a execução dos instrumentos de gestão. Do ponto de vista da pesquisa e da inovação, as atividades consistem no desenvolvimento de estudos previstos no Plano Estadual de Recursos Hídricos, voltados às águas subterrâneas e à escassez hídrica. Nessa vertente, também serão atendidas as demandas vinculadas aos Planos de Bacia. Cada Comitê terá papel central no planejamento, acompanhamento e validação dos produtos desenvolvidos pela equipe técnica da entidade executiva", explicou o professor. No presente momento 26 bolsistas estão contratados para atuar no SC Águas e se espera que o Programa seja um marco para o aprimoramento da gestão de recursos hídricos de Santa Catarina.

Em reunião realizada na última terça-feira (9/12), o Programa SC Águas (UDESC/Semae) apresentou ao Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) o desenho institucional da nova entidade executiva dos Comitês de Bacias Hidrográficas de Santa Catarina, as atribuições dos coordenadores, assessores técnicos e pesquisadores contemplados no Edital UDESC nº 001/2025 e as fases de execução do Programa. O encontro também serviu para promover o debate de pautas relevantes e integradas aos Comitês.   

Para o coordenador-geral do FCCBH, Eduardo Marques Martins, a reunião foi fundamental para alinhar pontos importantes para a continuidade dos trabalhos junto à entidade executiva.  "Acreditamos que foi uma boa reunião. Conseguimos conhecer a equipe de trabalho da UDESC e SEMAE, resolver dúvidas sobre o projeto e seu cronograma, especialmente em relação à reedição do edital para a contratação das vagas que ainda não foram preenchidas. Com o início deste novo modelo de Entidade Executiva, acreditamos que as atividades dos Comitês poderão retornar à normalidade, o que permitirá reorganizar e hierarquizar as demandas de forma adequada", pontuou o coordenador. 

Na reunião, os coordenadores do Programa SC Águas apresentaram o arranjo institucional e a estrutura que vão sustentar o assessoramento técnico e o desenvolvimento de projetos junto aos Comitês de Bacia. O Programa é uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE). A estrutura é organizada por uma coordenação-geral que orienta e lidera as frentes de extensão e de pesquisa e inovação. Os professores da UDESC, João Marcos Bosi Mendonça de Moura e Rogério Simões realizam a atividade de coordenação geral. As ações da frente de extensão universitária consistem no apoio técnico-administrativo aos Comitês de bacia, organização de atividades, planejamento estratégico, elaboração de relatórios e capacitações. Já a frente de pesquisa e inovação é dedicada ao desenvolvimento de estudos previstos no plano estadual de recursos hídricos de Santa Catarina e nos planos de bacia. 

As ações de extensão serão executadas em duas vertentes de Santa Catarina: litoral e interior, e conduzido por duas coordenações regionais. Camila Andréa Ramos é a coordenadora da vertente litoral e André Leão é o coordenador da vertente interior. O funcionamento administrativo é garantido pelo suporte técnico da UDESC, e a articulação institucional ocorre por meio do trabalho de pontos focais da Semae. A expectativa é que nesta primeira fase a entidade executiva priorize a realização de relatórios e organização documental referentes ao ano de 2025, planejamentos para 2026, além de estudos dos planos de bacia e elaboração de metodologias para os projetos previstos para 2026. 

A coordenadora-adjunta do Fórum, a Prof.ª. Eliandra Gomes Marques, destaca a relevância do encontro para o fortalecimento da gestão integrada dos recursos hídricos. “A reunião foi importante para entendermos as ações preliminares da entidade executiva e SEMAE na retomada dos trabalhos dos Comitês de Bacia, após o hiato entre a última entidade, período que ficamos desassistidos gerando fragilidades na gestão das águas em Santa Catarina. A busca pela aproximação e pelo diálogo entre os Comitês e o SEMAE é relevante para o fortalecimento da gestão integrada das águas, promovendo o alinhamento institucional, a cooperação técnica e a construção de soluções conjuntas que qualifiquem a governança das águas", afirmou a Prof.ª. Eliandra.

 O coordenador do SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, reforçou o papel estratégico do programa: “O Programa tem entre seus objetivos oferecer suporte técnico e administrativo aos Comitês e apoiar a execução dos instrumentos de gestão. Do ponto de vista da pesquisa e da inovação, as atividades consistem no desenvolvimento de estudos previstos no Plano Estadual de Recursos Hídricos, voltados às águas subterrâneas e à escassez hídrica. Nessa vertente, também serão atendidas as demandas vinculadas aos Planos de Bacia. Cada Comitê terá papel central no planejamento, acompanhamento e validação dos produtos desenvolvidos pela equipe técnica da entidade executiva", explicou o professor. No presente momento 26 bolsistas estão contratados para atuar no SC Águas e se espera que o Programa seja um marco para o aprimoramento da gestão de recursos hídricos de Santa Catarina.

Em reunião realizada na última terça-feira (9/12), o Programa SC Águas (UDESC/Semae) apresentou ao Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) o desenho institucional da nova entidade executiva dos Comitês de Bacias Hidrográficas de Santa Catarina, as atribuições dos coordenadores, assessores técnicos e pesquisadores contemplados no Edital UDESC nº 001/2025 e as fases de execução do Programa. O encontro também serviu para promover o debate de pautas relevantes e integradas aos Comitês.   

Para o coordenador-geral do FCCBH, Eduardo Marques Martins, a reunião foi fundamental para alinhar pontos importantes para a continuidade dos trabalhos junto à entidade executiva.  "Acreditamos que foi uma boa reunião. Conseguimos conhecer a equipe de trabalho da UDESC e SEMAE, resolver dúvidas sobre o projeto e seu cronograma, especialmente em relação à reedição do edital para a contratação das vagas que ainda não foram preenchidas. Com o início deste novo modelo de Entidade Executiva, acreditamos que as atividades dos Comitês poderão retornar à normalidade, o que permitirá reorganizar e hierarquizar as demandas de forma adequada", pontuou o coordenador. 

Na reunião, os coordenadores do Programa SC Águas apresentaram o arranjo institucional e a estrutura que vão sustentar o assessoramento técnico e o desenvolvimento de projetos junto aos Comitês de Bacia. O Programa é uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE). A estrutura é organizada por uma coordenação-geral que orienta e lidera as frentes de extensão e de pesquisa e inovação. Os professores da UDESC, João Marcos Bosi Mendonça de Moura e Rogério Simões realizam a atividade de coordenação geral. As ações da frente de extensão universitária consistem no apoio técnico-administrativo aos Comitês de bacia, organização de atividades, planejamento estratégico, elaboração de relatórios e capacitações. Já a frente de pesquisa e inovação é dedicada ao desenvolvimento de estudos previstos no plano estadual de recursos hídricos de Santa Catarina e nos planos de bacia. 

As ações de extensão serão executadas em duas vertentes de Santa Catarina: litoral e interior, e conduzido por duas coordenações regionais. Camila Andréa Ramos é a coordenadora da vertente litoral e André Leão é o coordenador da vertente interior. O funcionamento administrativo é garantido pelo suporte técnico da UDESC, e a articulação institucional ocorre por meio do trabalho de pontos focais da Semae. A expectativa é que nesta primeira fase a entidade executiva priorize a realização de relatórios e organização documental referentes ao ano de 2025, planejamentos para 2026, além de estudos dos planos de bacia e elaboração de metodologias para os projetos previstos para 2026. 

A coordenadora-adjunta do Fórum, a Prof.ª. Eliandra Gomes Marques, destaca a relevância do encontro para o fortalecimento da gestão integrada dos recursos hídricos. “A reunião foi importante para entendermos as ações preliminares da entidade executiva e SEMAE na retomada dos trabalhos dos Comitês de Bacia, após o hiato entre a última entidade, período que ficamos desassistidos gerando fragilidades na gestão das águas em Santa Catarina. A busca pela aproximação e pelo diálogo entre os Comitês e o SEMAE é relevante para o fortalecimento da gestão integrada das águas, promovendo o alinhamento institucional, a cooperação técnica e a construção de soluções conjuntas que qualifiquem a governança das águas", afirmou a Prof.ª. Eliandra.

 O coordenador do SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, reforçou o papel estratégico do programa: “O Programa tem entre seus objetivos oferecer suporte técnico e administrativo aos Comitês e apoiar a execução dos instrumentos de gestão. Do ponto de vista da pesquisa e da inovação, as atividades consistem no desenvolvimento de estudos previstos no Plano Estadual de Recursos Hídricos, voltados às águas subterrâneas e à escassez hídrica. Nessa vertente, também serão atendidas as demandas vinculadas aos Planos de Bacia. Cada Comitê terá papel central no planejamento, acompanhamento e validação dos produtos desenvolvidos pela equipe técnica da entidade executiva", explicou o professor. No presente momento 26 bolsistas estão contratados para atuar no SC Águas e se espera que o Programa seja um marco para o aprimoramento da gestão de recursos hídricos de Santa Catarina.

Em reunião realizada na última terça-feira (9/12), o Programa SC Águas (UDESC/Semae) apresentou ao Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) o desenho institucional da nova entidade executiva dos Comitês de Bacias Hidrográficas de Santa Catarina, as atribuições dos coordenadores, assessores técnicos e pesquisadores contemplados no Edital UDESC nº 001/2025 e as fases de execução do Programa. O encontro também serviu para promover o debate de pautas relevantes e integradas aos Comitês.   

Para o coordenador-geral do FCCBH, Eduardo Marques Martins, a reunião foi fundamental para alinhar pontos importantes para a continuidade dos trabalhos junto à entidade executiva.  "Acreditamos que foi uma boa reunião. Conseguimos conhecer a equipe de trabalho da UDESC e SEMAE, resolver dúvidas sobre o projeto e seu cronograma, especialmente em relação à reedição do edital para a contratação das vagas que ainda não foram preenchidas. Com o início deste novo modelo de Entidade Executiva, acreditamos que as atividades dos Comitês poderão retornar à normalidade, o que permitirá reorganizar e hierarquizar as demandas de forma adequada", pontuou o coordenador. 

Na reunião, os coordenadores do Programa SC Águas apresentaram o arranjo institucional e a estrutura que vão sustentar o assessoramento técnico e o desenvolvimento de projetos junto aos Comitês de Bacia. O Programa é uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE). A estrutura é organizada por uma coordenação-geral que orienta e lidera as frentes de extensão e de pesquisa e inovação. Os professores da UDESC, João Marcos Bosi Mendonça de Moura e Rogério Simões realizam a atividade de coordenação geral. As ações da frente de extensão universitária consistem no apoio técnico-administrativo aos Comitês de bacia, organização de atividades, planejamento estratégico, elaboração de relatórios e capacitações. Já a frente de pesquisa e inovação é dedicada ao desenvolvimento de estudos previstos no plano estadual de recursos hídricos de Santa Catarina e nos planos de bacia. 

As ações de extensão serão executadas em duas vertentes de Santa Catarina: litoral e interior, e conduzido por duas coordenações regionais. Camila Andréa Ramos é a coordenadora da vertente litoral e André Leão é o coordenador da vertente interior. O funcionamento administrativo é garantido pelo suporte técnico da UDESC, e a articulação institucional ocorre por meio do trabalho de pontos focais da Semae. A expectativa é que nesta primeira fase a entidade executiva priorize a realização de relatórios e organização documental referentes ao ano de 2025, planejamentos para 2026, além de estudos dos planos de bacia e elaboração de metodologias para os projetos previstos para 2026. 

A coordenadora-adjunta do Fórum, a Prof.ª. Eliandra Gomes Marques, destaca a relevância do encontro para o fortalecimento da gestão integrada dos recursos hídricos. “A reunião foi importante para entendermos as ações preliminares da entidade executiva e SEMAE na retomada dos trabalhos dos Comitês de Bacia, após o hiato entre a última entidade, período que ficamos desassistidos gerando fragilidades na gestão das águas em Santa Catarina. A busca pela aproximação e pelo diálogo entre os Comitês e o SEMAE é relevante para o fortalecimento da gestão integrada das águas, promovendo o alinhamento institucional, a cooperação técnica e a construção de soluções conjuntas que qualifiquem a governança das águas", afirmou a Prof.ª. Eliandra.

 O coordenador do SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, reforçou o papel estratégico do programa: “O Programa tem entre seus objetivos oferecer suporte técnico e administrativo aos Comitês e apoiar a execução dos instrumentos de gestão. Do ponto de vista da pesquisa e da inovação, as atividades consistem no desenvolvimento de estudos previstos no Plano Estadual de Recursos Hídricos, voltados às águas subterrâneas e à escassez hídrica. Nessa vertente, também serão atendidas as demandas vinculadas aos Planos de Bacia. Cada Comitê terá papel central no planejamento, acompanhamento e validação dos produtos desenvolvidos pela equipe técnica da entidade executiva", explicou o professor. No presente momento 26 bolsistas estão contratados para atuar no SC Águas e se espera que o Programa seja um marco para o aprimoramento da gestão de recursos hídricos de Santa Catarina.

Em reunião realizada na última terça-feira (9/12), o Programa SC Águas (UDESC/Semae) apresentou ao Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) o desenho institucional da nova entidade executiva dos Comitês de Bacias Hidrográficas de Santa Catarina, as atribuições dos coordenadores, assessores técnicos e pesquisadores contemplados no Edital UDESC nº 001/2025 e as fases de execução do Programa. O encontro também serviu para promover o debate de pautas relevantes e integradas aos Comitês.   

Para o coordenador-geral do FCCBH, Eduardo Marques Martins, a reunião foi fundamental para alinhar pontos importantes para a continuidade dos trabalhos junto à entidade executiva.  "Acreditamos que foi uma boa reunião. Conseguimos conhecer a equipe de trabalho da UDESC e SEMAE, resolver dúvidas sobre o projeto e seu cronograma, especialmente em relação à reedição do edital para a contratação das vagas que ainda não foram preenchidas. Com o início deste novo modelo de Entidade Executiva, acreditamos que as atividades dos Comitês poderão retornar à normalidade, o que permitirá reorganizar e hierarquizar as demandas de forma adequada", pontuou o coordenador. 

Na reunião, os coordenadores do Programa SC Águas apresentaram o arranjo institucional e a estrutura que vão sustentar o assessoramento técnico e o desenvolvimento de projetos junto aos Comitês de Bacia. O Programa é uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE). A estrutura é organizada por uma coordenação-geral que orienta e lidera as frentes de extensão e de pesquisa e inovação. Os professores da UDESC, João Marcos Bosi Mendonça de Moura e Rogério Simões realizam a atividade de coordenação geral. As ações da frente de extensão universitária consistem no apoio técnico-administrativo aos Comitês de bacia, organização de atividades, planejamento estratégico, elaboração de relatórios e capacitações. Já a frente de pesquisa e inovação é dedicada ao desenvolvimento de estudos previstos no plano estadual de recursos hídricos de Santa Catarina e nos planos de bacia. 

As ações de extensão serão executadas em duas vertentes de Santa Catarina: litoral e interior, e conduzido por duas coordenações regionais. Camila Andréa Ramos é a coordenadora da vertente litoral e André Leão é o coordenador da vertente interior. O funcionamento administrativo é garantido pelo suporte técnico da UDESC, e a articulação institucional ocorre por meio do trabalho de pontos focais da Semae. A expectativa é que nesta primeira fase a entidade executiva priorize a realização de relatórios e organização documental referentes ao ano de 2025, planejamentos para 2026, além de estudos dos planos de bacia e elaboração de metodologias para os projetos previstos para 2026. 

A coordenadora-adjunta do Fórum, a Prof.ª. Eliandra Gomes Marques, destaca a relevância do encontro para o fortalecimento da gestão integrada dos recursos hídricos. “A reunião foi importante para entendermos as ações preliminares da entidade executiva e SEMAE na retomada dos trabalhos dos Comitês de Bacia, após o hiato entre a última entidade, período que ficamos desassistidos gerando fragilidades na gestão das águas em Santa Catarina. A busca pela aproximação e pelo diálogo entre os Comitês e o SEMAE é relevante para o fortalecimento da gestão integrada das águas, promovendo o alinhamento institucional, a cooperação técnica e a construção de soluções conjuntas que qualifiquem a governança das águas", afirmou a Prof.ª. Eliandra.

 O coordenador do SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, reforçou o papel estratégico do programa: “O Programa tem entre seus objetivos oferecer suporte técnico e administrativo aos Comitês e apoiar a execução dos instrumentos de gestão. Do ponto de vista da pesquisa e da inovação, as atividades consistem no desenvolvimento de estudos previstos no Plano Estadual de Recursos Hídricos, voltados às águas subterrâneas e à escassez hídrica. Nessa vertente, também serão atendidas as demandas vinculadas aos Planos de Bacia. Cada Comitê terá papel central no planejamento, acompanhamento e validação dos produtos desenvolvidos pela equipe técnica da entidade executiva", explicou o professor. No presente momento 26 bolsistas estão contratados para atuar no SC Águas e se espera que o Programa seja um marco para o aprimoramento da gestão de recursos hídricos de Santa Catarina.

Em reunião realizada na última terça-feira (9/12), o Programa SC Águas (UDESC/Semae) apresentou ao Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) o desenho institucional da nova entidade executiva dos Comitês de Bacias Hidrográficas de Santa Catarina, as atribuições dos coordenadores, assessores técnicos e pesquisadores contemplados no Edital UDESC nº 001/2025 e as fases de execução do Programa. O encontro também serviu para promover o debate de pautas relevantes e integradas aos Comitês.   

Para o coordenador-geral do FCCBH, Eduardo Marques Martins, a reunião foi fundamental para alinhar pontos importantes para a continuidade dos trabalhos junto à entidade executiva.  "Acreditamos que foi uma boa reunião. Conseguimos conhecer a equipe de trabalho da UDESC e SEMAE, resolver dúvidas sobre o projeto e seu cronograma, especialmente em relação à reedição do edital para a contratação das vagas que ainda não foram preenchidas. Com o início deste novo modelo de Entidade Executiva, acreditamos que as atividades dos Comitês poderão retornar à normalidade, o que permitirá reorganizar e hierarquizar as demandas de forma adequada", pontuou o coordenador. 

Na reunião, os coordenadores do Programa SC Águas apresentaram o arranjo institucional e a estrutura que vão sustentar o assessoramento técnico e o desenvolvimento de projetos junto aos Comitês de Bacia. O Programa é uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE). A estrutura é organizada por uma coordenação-geral que orienta e lidera as frentes de extensão e de pesquisa e inovação. Os professores da UDESC, João Marcos Bosi Mendonça de Moura e Rogério Simões realizam a atividade de coordenação geral. As ações da frente de extensão universitária consistem no apoio técnico-administrativo aos Comitês de bacia, organização de atividades, planejamento estratégico, elaboração de relatórios e capacitações. Já a frente de pesquisa e inovação é dedicada ao desenvolvimento de estudos previstos no plano estadual de recursos hídricos de Santa Catarina e nos planos de bacia. 

As ações de extensão serão executadas em duas vertentes de Santa Catarina: litoral e interior, e conduzido por duas coordenações regionais. Camila Andréa Ramos é a coordenadora da vertente litoral e André Leão é o coordenador da vertente interior. O funcionamento administrativo é garantido pelo suporte técnico da UDESC, e a articulação institucional ocorre por meio do trabalho de pontos focais da Semae. A expectativa é que nesta primeira fase a entidade executiva priorize a realização de relatórios e organização documental referentes ao ano de 2025, planejamentos para 2026, além de estudos dos planos de bacia e elaboração de metodologias para os projetos previstos para 2026. 

A coordenadora-adjunta do Fórum, a Prof.ª. Eliandra Gomes Marques, destaca a relevância do encontro para o fortalecimento da gestão integrada dos recursos hídricos. “A reunião foi importante para entendermos as ações preliminares da entidade executiva e SEMAE na retomada dos trabalhos dos Comitês de Bacia, após o hiato entre a última entidade, período que ficamos desassistidos gerando fragilidades na gestão das águas em Santa Catarina. A busca pela aproximação e pelo diálogo entre os Comitês e o SEMAE é relevante para o fortalecimento da gestão integrada das águas, promovendo o alinhamento institucional, a cooperação técnica e a construção de soluções conjuntas que qualifiquem a governança das águas", afirmou a Prof.ª. Eliandra.

 O coordenador do SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, reforçou o papel estratégico do programa: “O Programa tem entre seus objetivos oferecer suporte técnico e administrativo aos Comitês e apoiar a execução dos instrumentos de gestão. Do ponto de vista da pesquisa e da inovação, as atividades consistem no desenvolvimento de estudos previstos no Plano Estadual de Recursos Hídricos, voltados às águas subterrâneas e à escassez hídrica. Nessa vertente, também serão atendidas as demandas vinculadas aos Planos de Bacia. Cada Comitê terá papel central no planejamento, acompanhamento e validação dos produtos desenvolvidos pela equipe técnica da entidade executiva", explicou o professor. No presente momento 26 bolsistas estão contratados para atuar no SC Águas e se espera que o Programa seja um marco para o aprimoramento da gestão de recursos hídricos de Santa Catarina.

Em reunião realizada na última terça-feira (9/12), o Programa SC Águas (UDESC/Semae) apresentou ao Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) o desenho institucional da nova entidade executiva dos Comitês de Bacias Hidrográficas de Santa Catarina, as atribuições dos coordenadores, assessores técnicos e pesquisadores contemplados no Edital UDESC nº 001/2025 e as fases de execução do Programa. O encontro também serviu para promover o debate de pautas relevantes e integradas aos Comitês.   

Para o coordenador-geral do FCCBH, Eduardo Marques Martins, a reunião foi fundamental para alinhar pontos importantes para a continuidade dos trabalhos junto à entidade executiva.  "Acreditamos que foi uma boa reunião. Conseguimos conhecer a equipe de trabalho da UDESC e SEMAE, resolver dúvidas sobre o projeto e seu cronograma, especialmente em relação à reedição do edital para a contratação das vagas que ainda não foram preenchidas. Com o início deste novo modelo de Entidade Executiva, acreditamos que as atividades dos Comitês poderão retornar à normalidade, o que permitirá reorganizar e hierarquizar as demandas de forma adequada", pontuou o coordenador. 

Na reunião, os coordenadores do Programa SC Águas apresentaram o arranjo institucional e a estrutura que vão sustentar o assessoramento técnico e o desenvolvimento de projetos junto aos Comitês de Bacia. O Programa é uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE). A estrutura é organizada por uma coordenação-geral que orienta e lidera as frentes de extensão e de pesquisa e inovação. Os professores da UDESC, João Marcos Bosi Mendonça de Moura e Rogério Simões realizam a atividade de coordenação geral. As ações da frente de extensão universitária consistem no apoio técnico-administrativo aos Comitês de bacia, organização de atividades, planejamento estratégico, elaboração de relatórios e capacitações. Já a frente de pesquisa e inovação é dedicada ao desenvolvimento de estudos previstos no plano estadual de recursos hídricos de Santa Catarina e nos planos de bacia. 

As ações de extensão serão executadas em duas vertentes de Santa Catarina: litoral e interior, e conduzido por duas coordenações regionais. Camila Andréa Ramos é a coordenadora da vertente litoral e André Leão é o coordenador da vertente interior. O funcionamento administrativo é garantido pelo suporte técnico da UDESC, e a articulação institucional ocorre por meio do trabalho de pontos focais da Semae. A expectativa é que nesta primeira fase a entidade executiva priorize a realização de relatórios e organização documental referentes ao ano de 2025, planejamentos para 2026, além de estudos dos planos de bacia e elaboração de metodologias para os projetos previstos para 2026. 

A coordenadora-adjunta do Fórum, a Prof.ª. Eliandra Gomes Marques, destaca a relevância do encontro para o fortalecimento da gestão integrada dos recursos hídricos. “A reunião foi importante para entendermos as ações preliminares da entidade executiva e SEMAE na retomada dos trabalhos dos Comitês de Bacia, após o hiato entre a última entidade, período que ficamos desassistidos gerando fragilidades na gestão das águas em Santa Catarina. A busca pela aproximação e pelo diálogo entre os Comitês e o SEMAE é relevante para o fortalecimento da gestão integrada das águas, promovendo o alinhamento institucional, a cooperação técnica e a construção de soluções conjuntas que qualifiquem a governança das águas", afirmou a Prof.ª. Eliandra.

 O coordenador do SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, reforçou o papel estratégico do programa: “O Programa tem entre seus objetivos oferecer suporte técnico e administrativo aos Comitês e apoiar a execução dos instrumentos de gestão. Do ponto de vista da pesquisa e da inovação, as atividades consistem no desenvolvimento de estudos previstos no Plano Estadual de Recursos Hídricos, voltados às águas subterrâneas e à escassez hídrica. Nessa vertente, também serão atendidas as demandas vinculadas aos Planos de Bacia. Cada Comitê terá papel central no planejamento, acompanhamento e validação dos produtos desenvolvidos pela equipe técnica da entidade executiva", explicou o professor. No presente momento 26 bolsistas estão contratados para atuar no SC Águas e se espera que o Programa seja um marco para o aprimoramento da gestão de recursos hídricos de Santa Catarina.

Em reunião realizada na última terça-feira (9/12), o Programa SC Águas (UDESC/Semae) apresentou ao Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) o desenho institucional da nova entidade executiva dos Comitês de Bacias Hidrográficas de Santa Catarina, as atribuições dos coordenadores, assessores técnicos e pesquisadores contemplados no Edital UDESC nº 001/2025 e as fases de execução do Programa. O encontro também serviu para promover o debate de pautas relevantes e integradas aos Comitês.   

Para o coordenador-geral do FCCBH, Eduardo Marques Martins, a reunião foi fundamental para alinhar pontos importantes para a continuidade dos trabalhos junto à entidade executiva.  "Acreditamos que foi uma boa reunião. Conseguimos conhecer a equipe de trabalho da UDESC e SEMAE, resolver dúvidas sobre o projeto e seu cronograma, especialmente em relação à reedição do edital para a contratação das vagas que ainda não foram preenchidas. Com o início deste novo modelo de Entidade Executiva, acreditamos que as atividades dos Comitês poderão retornar à normalidade, o que permitirá reorganizar e hierarquizar as demandas de forma adequada", pontuou o coordenador. 

Na reunião, os coordenadores do Programa SC Águas apresentaram o arranjo institucional e a estrutura que vão sustentar o assessoramento técnico e o desenvolvimento de projetos junto aos Comitês de Bacia. O Programa é uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE). A estrutura é organizada por uma coordenação-geral que orienta e lidera as frentes de extensão e de pesquisa e inovação. Os professores da UDESC, João Marcos Bosi Mendonça de Moura e Rogério Simões realizam a atividade de coordenação geral. As ações da frente de extensão universitária consistem no apoio técnico-administrativo aos Comitês de bacia, organização de atividades, planejamento estratégico, elaboração de relatórios e capacitações. Já a frente de pesquisa e inovação é dedicada ao desenvolvimento de estudos previstos no plano estadual de recursos hídricos de Santa Catarina e nos planos de bacia. 

As ações de extensão serão executadas em duas vertentes de Santa Catarina: litoral e interior, e conduzido por duas coordenações regionais. Camila Andréa Ramos é a coordenadora da vertente litoral e André Leão é o coordenador da vertente interior. O funcionamento administrativo é garantido pelo suporte técnico da UDESC, e a articulação institucional ocorre por meio do trabalho de pontos focais da Semae. A expectativa é que nesta primeira fase a entidade executiva priorize a realização de relatórios e organização documental referentes ao ano de 2025, planejamentos para 2026, além de estudos dos planos de bacia e elaboração de metodologias para os projetos previstos para 2026. 

A coordenadora-adjunta do Fórum, a Prof.ª. Eliandra Gomes Marques, destaca a relevância do encontro para o fortalecimento da gestão integrada dos recursos hídricos. “A reunião foi importante para entendermos as ações preliminares da entidade executiva e SEMAE na retomada dos trabalhos dos Comitês de Bacia, após o hiato entre a última entidade, período que ficamos desassistidos gerando fragilidades na gestão das águas em Santa Catarina. A busca pela aproximação e pelo diálogo entre os Comitês e o SEMAE é relevante para o fortalecimento da gestão integrada das águas, promovendo o alinhamento institucional, a cooperação técnica e a construção de soluções conjuntas que qualifiquem a governança das águas", afirmou a Prof.ª. Eliandra.

 O coordenador do SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, reforçou o papel estratégico do programa: “O Programa tem entre seus objetivos oferecer suporte técnico e administrativo aos Comitês e apoiar a execução dos instrumentos de gestão. Do ponto de vista da pesquisa e da inovação, as atividades consistem no desenvolvimento de estudos previstos no Plano Estadual de Recursos Hídricos, voltados às águas subterrâneas e à escassez hídrica. Nessa vertente, também serão atendidas as demandas vinculadas aos Planos de Bacia. Cada Comitê terá papel central no planejamento, acompanhamento e validação dos produtos desenvolvidos pela equipe técnica da entidade executiva", explicou o professor. No presente momento 26 bolsistas estão contratados para atuar no SC Águas e se espera que o Programa seja um marco para o aprimoramento da gestão de recursos hídricos de Santa Catarina.

Em reunião realizada na última terça-feira (9/12), o Programa SC Águas (UDESC/Semae) apresentou ao Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) o desenho institucional da nova entidade executiva dos Comitês de Bacias Hidrográficas de Santa Catarina, as atribuições dos coordenadores, assessores técnicos e pesquisadores contemplados no Edital UDESC nº 001/2025 e as fases de execução do Programa. O encontro também serviu para promover o debate de pautas relevantes e integradas aos Comitês.   

Para o coordenador-geral do FCCBH, Eduardo Marques Martins, a reunião foi fundamental para alinhar pontos importantes para a continuidade dos trabalhos junto à entidade executiva.  "Acreditamos que foi uma boa reunião. Conseguimos conhecer a equipe de trabalho da UDESC e SEMAE, resolver dúvidas sobre o projeto e seu cronograma, especialmente em relação à reedição do edital para a contratação das vagas que ainda não foram preenchidas. Com o início deste novo modelo de Entidade Executiva, acreditamos que as atividades dos Comitês poderão retornar à normalidade, o que permitirá reorganizar e hierarquizar as demandas de forma adequada", pontuou o coordenador. 

Na reunião, os coordenadores do Programa SC Águas apresentaram o arranjo institucional e a estrutura que vão sustentar o assessoramento técnico e o desenvolvimento de projetos junto aos Comitês de Bacia. O Programa é uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE). A estrutura é organizada por uma coordenação-geral que orienta e lidera as frentes de extensão e de pesquisa e inovação. Os professores da UDESC, João Marcos Bosi Mendonça de Moura e Rogério Simões realizam a atividade de coordenação geral. As ações da frente de extensão universitária consistem no apoio técnico-administrativo aos Comitês de bacia, organização de atividades, planejamento estratégico, elaboração de relatórios e capacitações. Já a frente de pesquisa e inovação é dedicada ao desenvolvimento de estudos previstos no plano estadual de recursos hídricos de Santa Catarina e nos planos de bacia. 

As ações de extensão serão executadas em duas vertentes de Santa Catarina: litoral e interior, e conduzido por duas coordenações regionais. Camila Andréa Ramos é a coordenadora da vertente litoral e André Leão é o coordenador da vertente interior. O funcionamento administrativo é garantido pelo suporte técnico da UDESC, e a articulação institucional ocorre por meio do trabalho de pontos focais da Semae. A expectativa é que nesta primeira fase a entidade executiva priorize a realização de relatórios e organização documental referentes ao ano de 2025, planejamentos para 2026, além de estudos dos planos de bacia e elaboração de metodologias para os projetos previstos para 2026. 

A coordenadora-adjunta do Fórum, a Prof.ª. Eliandra Gomes Marques, destaca a relevância do encontro para o fortalecimento da gestão integrada dos recursos hídricos. “A reunião foi importante para entendermos as ações preliminares da entidade executiva e SEMAE na retomada dos trabalhos dos Comitês de Bacia, após o hiato entre a última entidade, período que ficamos desassistidos gerando fragilidades na gestão das águas em Santa Catarina. A busca pela aproximação e pelo diálogo entre os Comitês e o SEMAE é relevante para o fortalecimento da gestão integrada das águas, promovendo o alinhamento institucional, a cooperação técnica e a construção de soluções conjuntas que qualifiquem a governança das águas", afirmou a Prof.ª. Eliandra.

 O coordenador do SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, reforçou o papel estratégico do programa: “O Programa tem entre seus objetivos oferecer suporte técnico e administrativo aos Comitês e apoiar a execução dos instrumentos de gestão. Do ponto de vista da pesquisa e da inovação, as atividades consistem no desenvolvimento de estudos previstos no Plano Estadual de Recursos Hídricos, voltados às águas subterrâneas e à escassez hídrica. Nessa vertente, também serão atendidas as demandas vinculadas aos Planos de Bacia. Cada Comitê terá papel central no planejamento, acompanhamento e validação dos produtos desenvolvidos pela equipe técnica da entidade executiva", explicou o professor. No presente momento 26 bolsistas estão contratados para atuar no SC Águas e se espera que o Programa seja um marco para o aprimoramento da gestão de recursos hídricos de Santa Catarina.

Em reunião realizada na última terça-feira (9/12), o Programa SC Águas (UDESC/Semae) apresentou ao Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) o desenho institucional da nova entidade executiva dos Comitês de Bacias Hidrográficas de Santa Catarina, as atribuições dos coordenadores, assessores técnicos e pesquisadores contemplados no Edital UDESC nº 001/2025 e as fases de execução do Programa. O encontro também serviu para promover o debate de pautas relevantes e integradas aos Comitês.   

Para o coordenador-geral do FCCBH, Eduardo Marques Martins, a reunião foi fundamental para alinhar pontos importantes para a continuidade dos trabalhos junto à entidade executiva.  "Acreditamos que foi uma boa reunião. Conseguimos conhecer a equipe de trabalho da UDESC e SEMAE, resolver dúvidas sobre o projeto e seu cronograma, especialmente em relação à reedição do edital para a contratação das vagas que ainda não foram preenchidas. Com o início deste novo modelo de Entidade Executiva, acreditamos que as atividades dos Comitês poderão retornar à normalidade, o que permitirá reorganizar e hierarquizar as demandas de forma adequada", pontuou o coordenador. 

Na reunião, os coordenadores do Programa SC Águas apresentaram o arranjo institucional e a estrutura que vão sustentar o assessoramento técnico e o desenvolvimento de projetos junto aos Comitês de Bacia. O Programa é uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE). A estrutura é organizada por uma coordenação-geral que orienta e lidera as frentes de extensão e de pesquisa e inovação. Os professores da UDESC, João Marcos Bosi Mendonça de Moura e Rogério Simões realizam a atividade de coordenação geral. As ações da frente de extensão universitária consistem no apoio técnico-administrativo aos Comitês de bacia, organização de atividades, planejamento estratégico, elaboração de relatórios e capacitações. Já a frente de pesquisa e inovação é dedicada ao desenvolvimento de estudos previstos no plano estadual de recursos hídricos de Santa Catarina e nos planos de bacia. 

As ações de extensão serão executadas em duas vertentes de Santa Catarina: litoral e interior, e conduzido por duas coordenações regionais. Camila Andréa Ramos é a coordenadora da vertente litoral e André Leão é o coordenador da vertente interior. O funcionamento administrativo é garantido pelo suporte técnico da UDESC, e a articulação institucional ocorre por meio do trabalho de pontos focais da Semae. A expectativa é que nesta primeira fase a entidade executiva priorize a realização de relatórios e organização documental referentes ao ano de 2025, planejamentos para 2026, além de estudos dos planos de bacia e elaboração de metodologias para os projetos previstos para 2026. 

A coordenadora-adjunta do Fórum, a Prof.ª. Eliandra Gomes Marques, destaca a relevância do encontro para o fortalecimento da gestão integrada dos recursos hídricos. “A reunião foi importante para entendermos as ações preliminares da entidade executiva e SEMAE na retomada dos trabalhos dos Comitês de Bacia, após o hiato entre a última entidade, período que ficamos desassistidos gerando fragilidades na gestão das águas em Santa Catarina. A busca pela aproximação e pelo diálogo entre os Comitês e o SEMAE é relevante para o fortalecimento da gestão integrada das águas, promovendo o alinhamento institucional, a cooperação técnica e a construção de soluções conjuntas que qualifiquem a governança das águas", afirmou a Prof.ª. Eliandra.

 O coordenador do SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, reforçou o papel estratégico do programa: “O Programa tem entre seus objetivos oferecer suporte técnico e administrativo aos Comitês e apoiar a execução dos instrumentos de gestão. Do ponto de vista da pesquisa e da inovação, as atividades consistem no desenvolvimento de estudos previstos no Plano Estadual de Recursos Hídricos, voltados às águas subterrâneas e à escassez hídrica. Nessa vertente, também serão atendidas as demandas vinculadas aos Planos de Bacia. Cada Comitê terá papel central no planejamento, acompanhamento e validação dos produtos desenvolvidos pela equipe técnica da entidade executiva", explicou o professor. No presente momento 26 bolsistas estão contratados para atuar no SC Águas e se espera que o Programa seja um marco para o aprimoramento da gestão de recursos hídricos de Santa Catarina.

Em reunião realizada na última terça-feira (9/12), o Programa SC Águas (UDESC/Semae) apresentou ao Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) o desenho institucional da nova entidade executiva dos Comitês de Bacias Hidrográficas de Santa Catarina, as atribuições dos coordenadores, assessores técnicos e pesquisadores contemplados no Edital UDESC nº 001/2025 e as fases de execução do Programa. O encontro também serviu para promover o debate de pautas relevantes e integradas aos Comitês.   

Para o coordenador-geral do FCCBH, Eduardo Marques Martins, a reunião foi fundamental para alinhar pontos importantes para a continuidade dos trabalhos junto à entidade executiva.  "Acreditamos que foi uma boa reunião. Conseguimos conhecer a equipe de trabalho da UDESC e SEMAE, resolver dúvidas sobre o projeto e seu cronograma, especialmente em relação à reedição do edital para a contratação das vagas que ainda não foram preenchidas. Com o início deste novo modelo de Entidade Executiva, acreditamos que as atividades dos Comitês poderão retornar à normalidade, o que permitirá reorganizar e hierarquizar as demandas de forma adequada", pontuou o coordenador. 

Na reunião, os coordenadores do Programa SC Águas apresentaram o arranjo institucional e a estrutura que vão sustentar o assessoramento técnico e o desenvolvimento de projetos junto aos Comitês de Bacia. O Programa é uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE). A estrutura é organizada por uma coordenação-geral que orienta e lidera as frentes de extensão e de pesquisa e inovação. Os professores da UDESC, João Marcos Bosi Mendonça de Moura e Rogério Simões realizam a atividade de coordenação geral. As ações da frente de extensão universitária consistem no apoio técnico-administrativo aos Comitês de bacia, organização de atividades, planejamento estratégico, elaboração de relatórios e capacitações. Já a frente de pesquisa e inovação é dedicada ao desenvolvimento de estudos previstos no plano estadual de recursos hídricos de Santa Catarina e nos planos de bacia. 

As ações de extensão serão executadas em duas vertentes de Santa Catarina: litoral e interior, e conduzido por duas coordenações regionais. Camila Andréa Ramos é a coordenadora da vertente litoral e André Leão é o coordenador da vertente interior. O funcionamento administrativo é garantido pelo suporte técnico da UDESC, e a articulação institucional ocorre por meio do trabalho de pontos focais da Semae. A expectativa é que nesta primeira fase a entidade executiva priorize a realização de relatórios e organização documental referentes ao ano de 2025, planejamentos para 2026, além de estudos dos planos de bacia e elaboração de metodologias para os projetos previstos para 2026. 

A coordenadora-adjunta do Fórum, a Prof.ª. Eliandra Gomes Marques, destaca a relevância do encontro para o fortalecimento da gestão integrada dos recursos hídricos. “A reunião foi importante para entendermos as ações preliminares da entidade executiva e SEMAE na retomada dos trabalhos dos Comitês de Bacia, após o hiato entre a última entidade, período que ficamos desassistidos gerando fragilidades na gestão das águas em Santa Catarina. A busca pela aproximação e pelo diálogo entre os Comitês e o SEMAE é relevante para o fortalecimento da gestão integrada das águas, promovendo o alinhamento institucional, a cooperação técnica e a construção de soluções conjuntas que qualifiquem a governança das águas", afirmou a Prof.ª. Eliandra.

 O coordenador do SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, reforçou o papel estratégico do programa: “O Programa tem entre seus objetivos oferecer suporte técnico e administrativo aos Comitês e apoiar a execução dos instrumentos de gestão. Do ponto de vista da pesquisa e da inovação, as atividades consistem no desenvolvimento de estudos previstos no Plano Estadual de Recursos Hídricos, voltados às águas subterrâneas e à escassez hídrica. Nessa vertente, também serão atendidas as demandas vinculadas aos Planos de Bacia. Cada Comitê terá papel central no planejamento, acompanhamento e validação dos produtos desenvolvidos pela equipe técnica da entidade executiva", explicou o professor. No presente momento 26 bolsistas estão contratados para atuar no SC Águas e se espera que o Programa seja um marco para o aprimoramento da gestão de recursos hídricos de Santa Catarina.

O Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Timbó e Bacias Contíguas realizou, no dia 27 de novembro de 2025, sua Assembleia Geral Ordinária (AGO), convocada conforme o Edital nº 002/2025. O encontro foi realizado por videoconferência e reuniu membros titulares, suplentes e convidados, garantindo ampla participação dos segmentos que compõem o colegiado.

A sessão foi aberta pela presidente Jamile Iara Sekula, que agradeceu o engajamento dos representantes e destacou a relevância da última AGO do ano para o alinhamento institucional e para o fortalecimento da governança da água na região. A condução da reunião seguiu as diretrizes estabelecidas pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Economia Verde (SEMAE) e pelo Conselho Estadual de Recursos Hídricos (CERH), observando as normativas que regem o funcionamento dos Comitês de Bacia em Santa Catarina.

Entre os principais pontos de pauta, destacou-se a discussão acerca do Plano de Trabalho para 2026. O documento será apresentado para deliberação na primeira Assembleia do próximo ano, orientando as atividades técnicas, administrativas e de mobilização social do Comitê. Também foi debatido e aprovado o Calendário de Reuniões de 2026, assegurando previsibilidade e organização às atividades colegiadas. O Calendário ficou estabelecido com as seguintes datas: I – 09 de março de 2026;II – 17 de novembro de 2026.

Outro destaque da reunião foi a apresentação sobre o novo ciclo das Entidades Executivas no âmbito dos Comitês, conduzida a partir do Edital UDESC nº 001/2025, referente ao Programa SC Águas. A iniciativa, desenvolvida pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) em parceria com a SEMAE, tem como objetivo promover pesquisas aplicadas, ações de extensão e inovação voltadas ao fortalecimento da gestão de recursos hídricos no Estado, oferecendo suporte técnico e administrativo contínuo aos Comitês.

Representando a Vertente Interior do Programa, o Coordenador de Extensão, André Leão, apresentou o novo cronograma operacional, os produtos previstos para o próximo ciclo e a estrutura da Equipe Técnica de Apoio, que atuará diretamente junto ao Comitê Timbó. Também foi anunciada a renovação do assessor técnico Pedro Rey, responsável pela articulação entre o Programa SC Águas e o colegiado.

A Assembleia encerrou reforçando o compromisso do Comitê Timbó com o planejamento participativo, a transparência e a gestão integrada dos recursos hídricos, pilares fundamentais para o fortalecimento da governança ambiental e para a promoção do uso sustentável das águas na região.

Encontro marcou a estreia da nova diretoria e o planejamento das ações para o próximo ano

 No dia 18 de novembro de 2025, o Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Jacutinga e Bacias Contíguas realizou sua Assembleia Geral Ordinária (AGO), em reunião presencial no município de Concórdia. Esta foi a primeira plenária conduzida pela diretoria eleita em julho, formada por Helga Cristina FuhrmannDinnebier (Concórdia Saneamento), como presidente; Ivete Dahmer Albiero (Prefeitura de Concórdia), vice-presidente; e Deise Karin Morche (Prefeitura de Arabutã), secretária executiva.

Entre as principais deliberações, destacou-se a aprovação do calendário de Assembleias para 2026, com encontros marcados para 17 de março e 17 de novembro. A definição das datas garante organização e alinhamento das ações do Comitê ao longo do próximo ciclo anual.

A Assembleia também tratou do Projeto de Cobrança pelo Uso dos Recursos Hídricos, conduzido pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Economia Verde (SEMAE). A iniciativa encontra-se em fase de estudos técnicos e articulação com os comitês de bacia. Considerando que havia muitos desencontros de informação sobre o andamento do projeto, a reunião foi importante para apresentar dados atualizados e abrir espaço para debates e esclarecimentos, já que o tema envolve questionamentos e diferentes posicionamentos entre os segmentos representados. O instrumento da cobrança está previsto na Política Nacional de Recursos Hídricos (Lei Federal nº 9.433/1997) e na Política Estadual de Recursos Hídricos de Santa Catarina (Lei Estadual nº 9.748/1994), que estabelecem a cobrança como um dos mecanismos de gestão, com objetivo de reconhecer a água como bem econômico e incentivar o uso racional. O acompanhamento das próximas etapas será realizado pelo Comitê, garantindo transparência, diálogo e participação efetiva de todos os membros e segmentos nas discussões e deliberações, conforme os princípios da gestão descentralizada e participativa previstos em lei.

Outro ponto importante foi a apresentação da nova entidade executiva do Comitê, agora sob responsabilidade da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), por meio do Programa SC Águas, em parceria com a SEMAE. A entidade já iniciou suas atividades com a contratação de um assessor técnico para apoiar os trabalhos administrativos e operacionais.

A plenária contou com quórum qualificado e representantes dos três segmentos que compõem o Comitê: poder público, usuários de água e população da bacia. Além da aprovação do calendário, foram compartilhados informes institucionais e discutidas estratégias para fortalecer a atuação do Comitê em 2026, incluindo participação em eventos estaduais e nacionais sobre gestão de recursos hídricos.

Representantes de órgãos estaduais, federais, comitês de bacias e instituições de ensino participaram, em 10 de dezembro, de uma reunião na sede da Associação dos Municípios do Planalto Norte (AMPLANorte), em Mafra (SC), para discutir avanços na criação do Comitê Interestadual da Bacia Hidrográfica do Rio Iguaçu.

O encontro foi convocado pelo Instituto Água e Terra do Paraná (IAT/PR) e pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Economia Verde de Santa Catarina (SEMAE/SC), com o objetivo de fortalecer a cooperação entre os estados e estruturar o futuro comitê de nível federal. A Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) apresentou o papel institucional no processo, destacando a importância da articulação integrada na gestão da bacia.

A atividade contou com a presença de representantes do IAT, Semae, ANA, AMPLANorte, além de membros dos comitês catarinenses e paranaenses vinculados ao Rio Iguaçu. Participaram também universidades e entidades do setor, como UDESC, UFPR, UTFPR, UNICENTRO, UNESPAR, ABES-PR, IMA, CODEPLAN/SC, SANEPAR e organizações da sociedade civil. Os Comitês Canoinhas e Timbó, de Santa Catarina, destacaram em suas apresentações o histórico de atuação e as atividades desenvolvidas ao longo dos últimos anos, contribuindo com informações essenciais para a consolidação do processo de criação do comitê interestadual.

O Programa SC Águas esteve representado pelo seu coordenador-geral, Professor Dr. João Marcos Bosi Mendonça de Moura (UDESC), reforçando o compromisso da universidade e do Programa com o fortalecimento da governança hídrica interestadual. As contribuições dos comitês e instituições presentes auxiliaram na consolidação de encaminhamentos para a futura estrutura organizacional do comitê interestadual.

O encontro marcou mais um passo na integração entre Santa Catarina e Paraná para a gestão compartilhada dos recursos hídricos do Rio Iguaçu, em consonância com a Política Nacional de Recursos Hídricos.

Representantes de órgãos estaduais, federais, comitês de bacias e instituições de ensino participaram, em 10 de dezembro, de uma reunião na sede da Associação dos Municípios do Planalto Norte (AMPLANorte), em Mafra (SC), para discutir avanços na criação do Comitê Interestadual da Bacia Hidrográfica do Rio Iguaçu.

O encontro foi convocado pelo Instituto Água e Terra do Paraná (IAT/PR) e pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Economia Verde de Santa Catarina (SEMAE/SC), com o objetivo de fortalecer a cooperação entre os estados e estruturar o futuro comitê de nível federal. A Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) apresentou o papel institucional no processo, destacando a importância da articulação integrada na gestão da bacia.

A atividade contou com a presença de representantes do IAT, Semae, ANA, AMPLANorte, além de membros dos comitês catarinenses e paranaenses vinculados ao Rio Iguaçu. Participaram também universidades e entidades do setor, como UDESC, UFPR, UTFPR, UNICENTRO, UNESPAR, ABES-PR, IMA, CODEPLAN/SC, SANEPAR e organizações da sociedade civil. Os Comitês Canoinhas e Timbó, de Santa Catarina, destacaram em suas apresentações o histórico de atuação e as atividades desenvolvidas ao longo dos últimos anos, contribuindo com informações essenciais para a consolidação do processo de criação do comitê interestadual.

O Programa SC Águas esteve representado pelo seu coordenador-geral, Professor Dr. João Marcos Bosi Mendonça de Moura (UDESC), reforçando o compromisso da universidade e do Programa com o fortalecimento da governança hídrica interestadual. As contribuições dos comitês e instituições presentes auxiliaram na consolidação de encaminhamentos para a futura estrutura organizacional do comitê interestadual.

O encontro marcou mais um passo na integração entre Santa Catarina e Paraná para a gestão compartilhada dos recursos hídricos do Rio Iguaçu, em consonância com a Política Nacional de Recursos Hídricos.

No dia 02 de dezembro, foi realizada a reunião de encerramento das atividades da Câmara Técnica Institucional (CTI) do Comitê Canoas e Pelotas. O encontro teve como pauta central a apresentação da retrospectiva das ações desenvolvidas ao longo de 2025, bem como a organização das primeiras atividades previstas para o ano de 2026.

Participaram da reunião representantes de cinco instituições, entre elas a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), o Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA), a Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (CASAN) – unidade de Curitibanos, a Polícia Militar Ambiental e a Associação dos Municípios da Região Serrana (AMURES). Também estiveram presentes o Coordenador de Extensão, Comunicação e Comunidade e a assessora técnica da nova Entidade Executiva, que passará a apoiar o Comitê Canoas e Pelotas nos próximos anos.

Mesmo diante de um período de aproximadamente um ano sem assessoria técnica, a Câmara Técnica Institucional conseguiu avançar de forma significativa nas atividades planejadas. Conforme apresentado na reunião, foi alcançado um índice de 85% de execução das ações previstas na primeira meta do Plano de Recursos Hídricos, intitulada “Fortalecer a Gestão Integrada”, evidenciando o comprometimento institucional dos seus membros.

Além do balanço das atividades realizadas, os integrantes da CTI debateram as ações estratégicas previstas para 2026, com destaque para a necessidade de alinhamento inicial das atividades junto à nova Entidade Executiva. Nesse contexto, ficou agendada a primeira reunião do próximo ano para o dia 23 de março de 2026, com o objetivo de planejar e organizar o cronograma de ações da Câmara Técnica.

Ao final do encontro, o Coordenador de Extensão, Comunicação e Comunidade da Vertente Interior do Programa SC Águas, Me. André Leão, e a assessora técnica do Comitê Canoas e Pelotas, Dra. Cíntia Hoffer apresentaram um breve relato sobre o Programa SC Águas, as perspectivas e avanços esperados. A Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) estará neste ciclo como Entidade Executiva, reforçando as perspectivas de fortalecimento institucional e continuidade das ações de gestão integrada dos recursos hídricos na região.

          

Horário de Expediente: das 13h às 19h de Segunda a Sexta                                      

Endereço: Ed. Floripa Office, anexo ao Floripa Shopping, 

Rod. Virgílio Várzea, nº 529

Telefone: 

+55 (48) 3665-4203

Bairro: Saco Grande, Florianópolis, SC, 

CEP: 

88032-001