

No dia 2 de fevereiro, o Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Camboriú e Bacias Contíguas esteve reunido com a Entidade Executiva UDESC (Programa SC Águas), para tomar conhecimento e discutir sobre as propostas de projetos e ações de capacitação a serem desenvolvidas pela equipe de pesquisa do Programa. O encontro integra uma rodada de reuniões que os coordenadores da entidade vêm realizando com as diretorias dos Comitês, para apresentar três escopos de projetos, que se aprovados na Assembleia Geral de cada órgão colegiado, serão desenvolvidos nos anos de 2026, 2027 e 2028.
A reunião contou com a participação do presidente do Comitê Camboriú, Paulo Ricardo Schwingel, e da secretária executiva do Comitê, Livia Gardini. Assim como, com a presença do coordenador do Programa SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, o vice coordenador, Rogério Simões, a coordenadora de apoio a aplicação dos instrumentos de gestão de recursos hídricos, Rubia Girardi e o coordenador de apoio aos projetos do PERH Gustavo Piazza. Também participaram da reunião os pesquisadores Adilson Pinheiro, Talita Montagna e Alondra Beatriz Alvarez Perez, a coordenadora regional do Programa Camila Andréa Ramos e a assessora técnica que atua no Comitê Camboriú, Aline Antunes.
Em cada Comitê, a Entidade Executiva irá desenvolver um projeto por ano. Na reunião foram detalhados os objetivos, os escopos e as temáticas dos três projetos propostos para o órgão colegiado da Bacia Hidrográfica do Rio Camboriú e Bacias Contíguas. São eles:
1. Monitor Salobras: tem o objetivo de determinar, por meio de monitoramento técnico e análise integrada, o ponto de transição entre água doce e salobra nos rios da Unidade de Planejamento e Gestão.
2. Rede nascentes: visa realizar levantamento de dados quali-quantitativos em regiões de nascentes da Unidade de Planejamento e Gestão.
3. Conjuntura SC Águas: o projeto busca produzir e publicar o Relatório Conjuntura dos Recursos Hídricos da Unidade de Planejamento e Gestão, consolidando informações para o fortalecimento da gestão e a transparência dos recursos hídricos.
A coordenadora de apoio a aplicação dos instrumentos de gestão de recursos hídricos, Rubia Girardi destaca os critérios estratégicos considerados para a elaboração das propostas apresentadas pela equipe de pesquisa do Programa SC Águas. “Nesta reunião, a equipe de pesquisa do Programa SC Águas buscou apresentar uma proposta de cada projeto. É importante destacar que, para elaborar essas propostas, foram considerados critérios estratégicos para o avanço na gestão dos recursos hídricos em Santa Catarina, como o foco nos instrumentos de gestão, alinhamento com os Planos de Bacia Hidrográfica, capacidade técnica da equipe e disponibilidade de recursos financeiros. Esse encontro teve como objetivo promover uma discussão inicial com as presidências e secretarias executivas, sendo que as propostas serão debatidas na Assembleia Geral do órgão colegiado”, explicou Rubia Girardi. O vice coordenador geral do Programa, Rogério Simões, destaca o caráter dialógico do encontro: “A reunião buscou alinhar as expectativas em pesquisa do Comitê com as necessidades indicadas no Plano de Bacia, dando um maior suporte à gestão de recursos hídricos na Bacia Hidrográfica”.
Os parâmetros para a realização das capacitações anuais também foram debatidos na reunião. A Entidade Executiva informou ao Comitê que cada ciclo anual deve incluir um evento de capacitação com duração mínima de quatro horas e dois cursos gerais com carga mínima de seis horas cada. A seleção dos temas deve considerar a realidade da bacia e, preferencialmente, estar alinhada aos projetos que serão debatidos e avaliados na instância deliberativa do Comitê. Os cursos de capacitação continuada terão como público-alvo os representantes de organizações-membro dos comitês e demais interessados no tema.
O presidente do Comitê Camboriú, Paulo Ricardo Schwingel, destaca a importância das capacitações para o fortalecimento da gestão dos recursos hídricos. “Os trabalhos de capacitação são fundamentais para qualificar os membros do Comitê. As capacitações podem estar associadas a eventos como a Semana da Água e a outras atividades realizadas na bacia. Tudo o que foi discutido na reunião, tanto em relação às capacitações quanto aos projetos, vai ser levado para a Assembleia Geral do dia 25 de fevereiro, onde o Comitê vai avaliar essas propostas, discutir os interesses da bacia e decidir os encaminhamentos”, afirmou Paulo.
Após este diálogo inicial com a diretoria do Comitê, as propostas dos projetos seguem para ser apreciadas e debatidas nos espaços de discussão do colegiado. A Assembleia Geral será a instância final de discussão e deliberação das ações que guiarão a gestão da Bacia nos próximos três anos.
No dia 29 de janeiro, o Comitê de Gerenciamento Bacia Hidrográfica do Rio Itajaí esteve reunido com a Entidade Executiva UDESC (Programa SC Águas), para tomar conhecimento e discutir sobre as propostas de projetos e ações de capacitação a serem desenvolvidas pela equipe de pesquisa do Programa. O encontro integra uma rodada de reuniões que os coordenadores da entidade vêm realizando com as diretorias dos Comitês, para apresentar três escopos de projetos, que se aprovados na Assembleia Geral de cada órgão colegiado, serão desenvolvidos nos anos de 2026, 2027 e 2028.
A reunião contou com a participação do presidente do Comitê, Odair Fernandes, da vice-presidente, Simone Gomes Traleski, e da assessora técnica Giane Carla Kopper Muller. Assim como, com a presença do coordenador do Programa SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, o vice-coordenador, Rogério Simões, a coordenadora de apoio a aplicação dos instrumentos de gestão de recursos hídricos, Rubia Girardi e o coordenador de apoio aos projetos do PERH Gustavo Piazza. Também participaram da reunião os pesquisadores Adilson Pinheiro, Jairo Marchesan, Talita Montagna e Alondra Beatriz Alvarez Perez, e os coordenadores regionais do Programa Camila Andréa Ramos e André Leão.
A proposta da Entidade Executiva é desenvolver um projeto por ano. Na reunião foram detalhados os objetivos, os escopos e as temáticas dos três projetos propostos para o órgão colegiado da Bacia Hidrográfica do Rio Itajaí. Confira abaixo os três projetos apresentados:
Os parâmetros para a realização das capacitações anuais também foram debatidas na reunião. A Entidade Executiva informou ao Comitê que cada ciclo anual deve incluir um evento de capacitação com duração mínima de quatro horas e dois cursos gerais com carga mínima de seis horas cada. A seleção dos temas deve considerar a realidade da bacia e, preferencialmente, estar alinhada aos projetos que serão debatidos e avaliados na instância deliberativa do Comitê. Os cursos de capacitação continuada terão como público-alvo os representantes de organizações-membro dos comitês e demais interessados no tema.
O coordenador de apoio aos projetos do Plano Estadual de Recursos Hídricos (PERH) Gustavo Piazza, destacou que o encontro foi produtivo ao gerar debates sobre especificidades técnicas da região hidrográfica sobre as propostas apresentadas. “A equipe de pesquisa e inovação do Programa SC Águas apresentou os esboços dos projetos a serem executados durante a operacionalização do Programa. Os projetos foram estruturados de acordo com a capacidade técnica da equipe, que conta com pesquisadores de perfil multidisciplinar com experiência na área de recursos hídricos. O encontro gerou debates sobre questões técnicas e de pesquisa que envolveram as presidências e secretarias executivas. Esse alinhamento inicial foi extremamente importante pois direciona as primeiras ações e busca alinhar expectativas das entregas pela equipe de pesquisa", apontou Gustavo Piazza. O vice-coordenador geral do Programa, Rogério Simões, destacou o caráter dialógico do encontro: “A reunião buscou alinhar as expectativas em pesquisa do Comitê com as necessidades indicadas no Plano de Bacia, dando um maior suporte à gestão de recursos hídricos na Bacia Hidrográfica”.
A vice-presidente do Comitê de Itajaí, Simone Gomes Traleski, avaliou a reunião positivamente. “O encontro foi importante para apresentar de forma clara as propostas iniciais dos projetos e para alinhar as nossas expectativas. As temáticas abordadas dialogam diretamente com desafios concretos da bacia, especialmente no fortalecimento dos instrumentos de gestão e na qualificação das informações técnicas disponíveis, o que para nós é essencial. A reunião também cumpriu um papel estratégico de abertura do diálogo, permitindo esclarecimentos iniciais. Agora iremos discutir os projetos junto a Câmara de Apoio Institucional, a qual é responsável por apoiar a presidência nas decisões e posteriormente apresentar as temáticas para a Assembleia do Comitê, para aprovação final”, pontua Simone que representa a Associação de Municípios do Vale Europeu (AMVE) no Comitê do Itajaí.
Após este diálogo inicial com a diretoria do Comitê, as propostas dos projetos seguem para ser apreciadas e debatidas nos espaços de discussão do colegiado. A Assembleia Geral será a instância final de discussão e deliberação das ações que guiarão a gestão da Bacia nos próximos três anos.
A Educação Ambiental é uma prática pedagógica que está entre as metas das Nações Unidas (ONU), para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). De acordo com essa agenda ambiental, a promoção da educação sobre mitigação, adaptação e redução de impacto é medida fundamental para combater as alterações climáticas.
Historicamente, os Comitês de Bacias catarinenses vêm promovendo ações de educação ambiental focadas na gestão dos recursos hídricos, um bem limitado no planeta. No Comitê de Gerenciamento de Bacia Hidrográfica do Rio Itajaí, não poderia ser diferente. Com protagonismo das organizações-membro, o Comitê é representado em diversas atividades que visam conscientizar a população sobre a gestão das águas.
Para o biólogo e educador ambiental membro-representante do Grupo de Trabalho de Educação Ambiental da Região Hidrográfica 07 (GTEA RH7) no Comitê, José Constantino Sommer, a Educação Ambiental é ferramenta essencial para a sociedade reconhecer a sua coparticipação na gestão das águas. “A relação entre educação ambiental e gestão de águas é absolutamente necessária. A conscientização das pessoas sobre consumo e economia, qualidade e quantidade de água, relação com a proteção dos ecossistemas, entre outras questões, passa pela educação ambiental. Também é pela educação ambiental que as pessoas podem reconhecer o seu papel cidadão, crítico e de responsabilidade na gestão da água", aponta Sommer, que é professor e educador ambiental de carreira, na Secretaria de Meio Ambiente (Semmas) de Blumenau.
Mobilizar escolas, universidades e instituições em torno de ações educativas e informativas sobre o papel da sociedade no gerenciamento sustentável dos recursos hídricos compõe a atuação do Comitê Itajaí. A exemplo disto está a Semana da Água, evento que reúne diversos agentes na realização e promove, anualmente, workshops, visitas guiadas, palestras e outras atividades.
Desde 1999, o Comitê Itajaí realiza a Semana da Água. Ao longo dos anos, o colegiado procurou promover, no mês de setembro, ações voltadas à proteção e à gestão dos recursos hídricos da Bacia Hidrográfica por meio de eixos temáticos como o Lave o seu rio (1999), Qualidade e quantidade da água na Bacia do Itajaí (2003), Rios no meu município - Construção do diagnóstico participativo (2006), Metas de qualidade de água para a Bacia do Itajaí (2009), Educação Ambiental em apoio à gestão de riscos de desastres (2017), Água e agrotóxicos (2019) e Segurança hídrica e mudanças climáticas: o que você precisa saber? (2022). Desde o ano de 2020 a realização da Semana da Água passou a ser uma ação conjunta entre Comitê do Itajaí, Comitê Camboriú e o Grupo de Trabalho de Educação Ambiental da Região Hidrográfica 07 (GTEA RH7), fortalecendo as ações de educação ambiental na Região Hidrográfica 07.
A partilha da experiência do Comitê Itajaí sobre Educação Ambiental foi um dos pontos no I Encontro Regional dos Comitês de Bacias Hidrográficas do Sul do Brasil (ERCOB-Sul). No evento, José Constantino Sommer, membro-representante do órgão colegiado, destacou a importância da abordagem educativa como ação estratégica para atuação nos Comitês.“No evento, abordei a importância de fortalecer a educação ambiental nos Comitês de Bacia. Compartilhei as experiências do Comitê Itajaí, destacando o papel do GTEA RH7 no desenvolvimento de ações educativas, como a organização da Semana da Água, e reforcei a necessidade de os colegiados atuarem de forma mais intensa nessa temática”, pontua José Sommer.
No dia 12 de fevereiro, o Comitê de Gerenciamento Bacia Hidrográfica do Rio Urussanga esteve reunido com a Entidade Executiva UDESC (Programa SC Águas), para tomar conhecimento e discutir sobre as propostas de projetos e ações de capacitação a serem desenvolvidas pela equipe de pesquisa do Programa. O encontro integra uma rodada de reuniões que os coordenadores da entidade vêm realizando com as diretorias dos Comitês, para apresentar três escopos de projetos, que se aprovados na Assembleia Geral de cada órgão colegiado, serão desenvolvidos nos anos de 2026, 2027 e 2028.
A reunião contou com a participação da presidente do Comitê Urussanga, Lara Possamai Wessler e da assessora técnica do órgão colegiado, Graziela Elias Zehnder. Assim como, com a presença do coordenador do Programa SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, o vice-coordenador, Rogério Simões, a coordenadora de apoio a aplicação dos instrumentos de gestão de recursos hídricos, Rubia Girardi e o coordenador de apoio aos projetos do PERH Gustavo Piazza. Também participaram da reunião os pesquisadores Adilson Pinheiro, Jairo Marchesan, Talita Montagna, Alondra Beatriz Alvarez Perez e a coordenadora regional do Programa Camila Andréa Ramos.
Em cada Comitê, a Entidade Executiva irá desenvolver um projeto por ano. Na reunião foram detalhados os objetivos, os escopos e as temáticas dos três projetos propostos para o órgão colegiado da Bacia Hidrográfica do Rio Urussanga. São eles:
1. Enquadra SC Águas I: propõe executar o diagnóstico da qualidade dos recursos hídricos superficiais e subterrâneos da Unidade de Planejamento e Gestão conforme Resolução CNRH nº 91/2008, para subsidiar a implementação do enquadramento.
Enquadra SC Águas II: tem como intuito executar o prognóstico e elaborar a proposta de enquadramento dos corpos hídricos superficiais e subterrâneos da Unidade de Planejamento e Gestão e estruturar o programa para efetivação do enquadramento.
2. Rede Mata Ciliar: busca analisar a condição atual das Áreas de Preservação Permanente (APPs) fluviais, por meio da quantificação das APPs fluviais (nascentes, cursos d’água e massas d’água), da classificação das APPs fluviais preservadas, degradadas e edificadas e da análise da distribuição das APPs por Unidade de Planejamento e Gestão (UPG), unidades de gestão (UGs) e municípios.
O coordenador de apoio aos projetos do Plano Estadual de Recursos Hídricos (PERH) Gustavo Piazza, destacou que o encontro foi produtivo ao gerar debates sobre especificidades técnicas da região hidrográfica sobre as propostas apresentadas. “A equipe de pesquisa e inovação do Programa SC Águas apresentou os esboços dos projetos a serem executados durante a operacionalização do Programa. Os projetos foram estruturados de acordo com a capacidade técnica da equipe, que conta com pesquisadores de perfil multidisciplinar com experiência na área de recursos hídricos. O encontro gerou debates sobre questões técnicas e de pesquisa que envolveram as presidências e secretarias executivas. Esse alinhamento inicial foi extremamente importante pois direciona as primeiras ações e busca alinhar expectativas das entregas pela equipe de pesquisa", apontou Gustavo Piazza. O coordenador do Programa, João Marcos B. M. de Moura, também destaca o caráter dialógico do encontro. “A reunião dá início a uma etapa fundamental de diálogo e proposição de ações integradas nesse novo ciclo da UDESC como Entidade Executiva” afirmou o coordenador.
Os parâmetros para a realização das capacitações anuais também foram debatidas na reunião. A Entidade Executiva informou ao Comitê que cada ciclo anual deve incluir um evento de capacitação com duração mínima de quatro horas e dois cursos gerais com carga mínima de seis horas cada. A seleção dos temas deve considerar a realidade da bacia e, preferencialmente, estar alinhada aos projetos que serão debatidos e avaliados na instância deliberativa do Comitê. Os cursos de capacitação continuada terão como público-alvo os representantes de organizações-membro dos comitês e demais interessados no tema.
A presidente do Comitê Urussanga, Lara Possamai Wessler, destacou a importância do encontro: “A reunião foi muito positiva, com a apresentação de projetos técnicos consistentes, que vão subsidiar o enquadramento das águas da bacia e fortalecer a gestão nos próximos anos. Na próxima Assembleia Geral Ordinária, irei dividir com todos os membros o conteúdo apresentado pela Entidade Executiva. Espero a participação ativa dos membros do Comitê em cada um dos projetos a serem desenvolvidos”.
Após este diálogo inicial com a diretoria do Comitê, as propostas dos projetos seguem para ser apreciadas e debatidas nos espaços de discussão do colegiado. A Assembleia Geral será a instância final de discussão e deliberação das ações que guiarão a gestão da Bacia nos próximos três anos.
No dia 29 de janeiro, o Comitê de Gerenciamento das Bacias Hidrográfica do Rio Cubatão, Rio da Madre e Bacias Contíguas esteve reunido com a Entidade Executiva UDESC (Programa SC Águas), para tomar conhecimento e discutir sobre as propostas de projetos e ações de capacitação a serem desenvolvidas pela equipe de pesquisa do Programa. O encontro integra uma rodada de reuniões que os coordenadores da entidade vêm realizando com as diretorias dos Comitês, para apresentar três escopos de projetos, que se aprovados na Assembleia Geral de cada órgão colegiado, serão desenvolvidos nos anos de 2026, 2027 e 2028.
A reunião contou com a participação da presidente do Comitê Cubatão e Madre, Morgana Ricciardi de Castilhos Eltz, da Secretária-executiva Denise Duarte e Luise Esquivel, que compõem o colegiado. A assessora técnica do Comitê, Laura Melo Vilhena, também estava presente no encontro. Representando a Entidade Executiva UDESC (Programa SC Águas) estavam o coordenador, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, o vice-coordenador, Rogério Simões, a coordenadora de apoio a aplicação dos instrumentos de gestão de recursos hídricos, Rubia Girardi e o coordenador de apoio aos projetos do PERH Gustavo Piazza. Também participaram da reunião os pesquisadores Adilson Pinheiro, Jairo Marchesan, Talita Montagna e Alondra Beatriz Alvarez Perez, assim como os coordenadores regionais do Programa, Camila Andréa Ramos e André Leão.
Em cada Comitê, a Entidade Executiva irá desenvolver um projeto por ano. Na reunião foram detalhados os objetivos, os escopos e as temáticas dos três projetos propostos para o órgão colegiado da Bacia Hidrográfica Rio Cubatão, Rio da Madre e Bacias Contíguas. São eles, o projeto Monitor Salobras que busca determinar por meio de monitoramento técnico e análise integrada, o ponto de transição entre água doce e salobra nos rios da Unidade de Planejamento e Gestão; O projeto Conjuntura SC Águas, que visa produzir e publicar o Relatório Conjuntura dos Recursos Hídricos da Unidade de Planejamento e Gestão, consolidando informações para o fortalecimento da gestão e a transparência dos recursos hídricos; e o projeto Rede Nascentes, que tem como objetivo realizar o levantamento de dados qualitativos e quantitativos em regiões de nascentes da Unidade de Planejamento e Gestão.
A coordenadora de apoio a aplicação dos instrumentos de gestão de recursos hídricos, Rubia Girardi destaca os critérios estratégicos considerados para a elaboração das propostas apresentadas pela equipe de pesquisa do Programa SC Águas. “Nesta reunião, a equipe de pesquisa do Programa SC Águas buscou apresentar uma proposta de cada projeto. É importante destacar que para elaborar essas propostas foram considerados critérios estratégicos para o avanço na gestão dos recursos hídricos em Santa Catarina, como o foco nos instrumentos de gestão dos recursos hídricos, alinhamento com os Planos de Bacia Hidrográfica, a capacidade técnica da equipe e a disponibilidade de recursos financeiros. Esse encontro teve como objetivo promover uma discussão inicial com as presidências e secretarias executivas, as propostas serão debatidas na Assembleia Geral do órgão colegiado”, explicou Rubia Girardi. O vice coordenador geral do Programa, Rogério Simões, destaca o caráter dialógico do encontro: “A reunião buscou alinhar as expectativas em pesquisa do Comitê com as necessidades indicadas no Plano de Bacia, dando um maior suporte à gestão de recursos hídricos na Bacia Hidrográfica”.
Os parâmetros para a realização das capacitações anuais também foram debatidas na reunião. A Entidade Executiva informou ao Comitê que cada ciclo anual deve incluir um evento de capacitação com duração mínima de quatro horas e dois cursos gerais com carga mínima de seis horas cada. A seleção dos temas deve considerar a realidade da bacia e, preferencialmente, estar alinhada aos projetos que serão debatidos e avaliados na instância deliberativa do Comitê. Os cursos de capacitação continuada terão como público-alvo os representantes de organizações-membro dos comitês e demais interessados no tema.
A presidente do Comitê Cubatão e Madre, Morgana Ricciardi de Castilhos Eltz, pontua que este foi um importante encontro para o Comitê conhecer a proposta de trabalho do novo ciclo de apoio técnico aos comitês de bacia hidrográfica. "Foi possível dialogar sobre as ações que já vinham sendo desenvolvidas no âmbito do Comitê Cubatão e Madre e sobre a inclusão da Ilha de Santa Catarina na área de atuação do Comitê. Considero que a proposta apresentada pela UDESC se destaca pela abordagem integrada dos projetos e pelo comprometimento da equipe, contemplando os comitês de bacia hidrográfica de modo estratégico, o que com certeza contribuirá com o avanço na proteção e gestão das águas do estado", afirma a membro-representante do Instituto do Meio Ambiente (IMA).
Após este diálogo inicial com a diretoria do Comitê, as propostas dos projetos seguem para ser apreciadas e debatidas no colegiado. A Assembleia Geral será a instância final de discussão e deliberação das ações que guiarão a gestão da Bacia nos próximos três anos.
Debater, analisar e deliberar: essas três ações sintetizam as diferentes competências do Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Camboriú e Bacias Contíguas na gestão dos recursos hídricos em sua área de atuação. Compete ao Comitê de Bacia, por exemplo, decidir em primeira instância administrativa os conflitos relacionados ao uso das águas na Bacia. E é por meio do diálogo entre as organizações-membro, da apreciação de estudos técnicos e da aprovação de matérias relacionadas ao gerenciamento das águas, que o órgão colegiado cumpre sua importante função socioambiental.
Para que as ações do Comitê contemplem a diversidade de agentes que atuam na Bacia Hidrográfica, a composição do órgão deliberativo deve ser plural, refletindo os interesses de diferentes setores dentro da bacia. Dessa forma, o conjunto de entidades representantes do colegiado é dividido em três segmentos, sendo eles: Usuários de Água, População da Bacia e Poder Público.
As organizações-membro são escolhidas nas Assembleias Setoriais Públicas, que ocorrem a cada 4 anos, respeitando uma distribuição de vagas para cada segmento, prevista no Regimento Interno do Comitê. De acordo com este documento que organiza o funcionamento do órgão, o Comitê Camboriú deve ser composto por 20 entidades com direito a voz e voto, sendo 8 representantes do segmento Usuários de Água, 8 da População da Bacia e 4 do Poder Público.
Em 2026, o Comitê Camboriú inicia um novo processo eletivo de entidades representativas. No dia 25 de fevereiro, será apreciado, em Assembleia Geral Ordinária, o edital de convocação das Assembleias Setoriais Públicas, para eleição das organizações-membro que integrarão o colegiado no quadriênio 2026 - 2030. As entidades interessadas em participar do processo eletivo devem acompanhar as publicações no site do Comitê Camboriú, onde serão divulgadas todas as informações, prazos e orientações para inscrição.
Entre outras atribuições, cabe aos representantes de organizações-membro comparecer às reuniões, debater e deliberar as matérias que forem submetidas ao Comitê, apresentar propostas e sugerir temas para apreciação da Assembleia Geral. Para que cada ação tenha andamento é necessária a participação dos seus membros nos espaços de formação, discussão e deliberação. A instância soberana das deliberações do Comitê Camboriú é a Assembleia Geral. É neste espaço que os representantes de suas entidades no Comitê debatem e aprovam ações e atividades para o fortalecimento da gestão hídrica.
A participação ativa das organizações-membro é fundamental para qualificar e implementar os instrumentos de gestão dos recursos hídricos, como o Plano de Recursos Hídricos, o Enquadramento dos corpos de água, a Outorga do direito de uso e a cobrança pelo uso das águas. Entidades engajadas nas atividades dos Comitês de Bacia auxiliam no amadurecimento de propostas mais alinhadas à realidade da região hidrográfica.
No dia 12 de março de 2026, será realizada a Assembleia Geral Ordinária do Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Urussanga para debater importantes temas para o fortalecimento da gestão hídrica da bacia. A Assembleia irá ocorrer na Sede da Coordenadoria Regional do Meio Ambiente de Criciúma, localizada na Rua Dr. José de Patta, 120, no bairro Comerciário em Criciúma.
Seguindo o regimento interno do órgão colegiado, a primeira convocação deve ocorrer às 13h, com 50% (cinquenta por cento) mais 1 (um) das organizações-membro. Na falta de quórum necessário, a segunda convocação deve iniciar às 13h30, com 1/3 (um terço) das organizações-membro.
Entre as pautas, está a aprovação do Plano de Atividades para o ano de 2026 e a apresentação e discussão em torno dos três projetos de pesquisa propostos pela Entidade Executiva UDESC Programa SC Águas para os anos de 2026, 2027 e 2028. Acesse aqui o edital da Assembleia.
Confira a Pauta completa da Assembleia Geral Ordinária:
1. Discussão e aprovação da ata da Assembleia Geral Ordinária Nº 071, de 11/12/2025;
2. Assuntos Gerais;
3. Aprovação da nova composição do Comitê Urussanga;
4. Aprovação do Relatório de Atividade do Comitê Urussanga de 2025;
5. Aprovação do Relatório de Atividades da Câmara Técnica de Assessoramento do Comitê Urussanga de 2025;
6. Aprovação do Plano de Atividades para o ano de 2026;
7. Apresentação e aprovação dos Projetos de Pesquisa propostos no âmbito do Programa SC Águas para os anos de 2026, 2027 e 2028;
8. Encerramento.
Entre os dias 27 e 29 de janeiro, Joinville sediou a 6ª Conferência Estadual das Cidades, evento que visa fortalecer a participação social e integrar demandas locais às políticas urbanas estaduais e nacionais. A conferência contou com a participação de Luciene Cristine Vieira, que é membro do Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Camboriú e Bacias Contíguas, representante da Câmara de Dirigentes Lojistas de Balneário Camboriú (CDL/BC). No evento, a integrante do Comitê representou a Universidade do Bem Viver da Foz do Rio Itajaí Açu (UBV), uma organização não governamental que realiza projetos socioambientais por meio da educação, da cultura e da sustentabilidade.
Reforçando a importância do planejamento urbano para a gestão dos recursos hídricos, a representante membro do órgão colegiado de gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Camboriú e Bacias Contíguas participou da criação de propostas de políticas públicas referentes ao Eixo III, que abordou temas transversais como: adaptação climática, inclusão social e digital, sustentabilidade ambiental, segurança pública e qualidade de vida nos municípios. Luciene Cristine Vieira teve direito a voto na 6ª Conferência Estadual das Cidades.
De acordo com Luciene Vieira, foram três dias de trabalho intenso no Centro de Convenções da Univille, em Joinville. Além disso, no dia 15 de dezembro de 2025 Luciene Cristine Vieira participou de reunião preparatória para o evento, de modo virtual. Ela destaca a importância das discussões feitas na 6ª Conferência. “Sempre fico muito feliz em participar de espaços democráticos, onde a diversidade de pontos de vista e realidades de diferentes territórios enriquece o debate. Foi inspirador analisar propostas vindas de cidades com menos de 2 mil habitantes e discutir o financiamento de pesquisas científicas em soluções baseadas na natureza para pequenas cidades, que representam 75% de Santa Catarina. Voltei para casa otimista por perceber que há consciência coletiva sobre a emergência climática e prioridade dada à ciência e à sustentabilidade”, pontua Luciene.
Entre as propostas aprovadas em Plenária da conferência, no eixo em que a representante membro do Comitê Camboriú participou, esteve a proposta que visa criar e implementar um programa nacional destinado a promover a segurança hídrica por meio de um tratamento adequado da água, aproveitamento sustentável e recuperação das nascentes, áreas de preservação permanente e reservas legais em todo o país, com ações específicas aplicadas localmente e apoiadas pelo mecanismo de pagamento de serviços ambientais (PSA), assegurando cooperação federativa, base científica participação social.
Outra importante proposta aprovada, buscou estabelecer a obrigatoriedade, nas obras da administração pública e privada e no licenciamento ambiental, da adoção de Soluções Baseadas na Natureza (SBN), a exemplo de cidades esponjas, jardins drenantes, arborização urbana e parques lineares, através de recursos públicos, privados e incentivos fiscais visando o conforto ambiental e diminuição dos efeitos climáticos.
Ao todo, Santa Catarina enviou seis propostas oficiais e quatro livres para serem discutidas na Conferência Nacional das Cidades, que acontece de 24 a 27 de fevereiro de 2026, em Brasília. O evento irá resultar na produção do documento da Política Nacional de Desenvolvimento Urbano (PNDU).
O ano de 2025 do Comitê de Gerenciamento de Bacia Hidrográfica do Rio Itapocu e Bacias Contíguas foi repleto de atividades, reuniões e mobilizações estratégicas para o fortalecimento da gestão hídrica da região. Nesta retrospectiva, o Comitê resgata as ações realizadas ao longo do ano.
As Assembleias do Comitê Itapocu pautaram diversos temas de relevância para o avanço da gestão hídrica na região. Além de debates sobre pontos internos e organizativos do Comitê, também foram debatidos assuntos relativos ao acompanhamento do número de outorgas e as ocorrências de contaminação em cursos d'água da Bacia. Ao todo foram realizadas quatro Assembleias.
A composição do Comitê foi renovada em 2025. Em 13 de março, o órgão colegiado realizou Assembleia Setorial Pública para a escolha de organizações-membro inscritas no processo eleitoral. A Assembleia ocorreu no Centro Universitário da Católica de Santa Catarina e elegeu membros-representantes para a gestão 2025-2029.
Entre as atividades de mobilização que o Comitê desempenhou, esteve a ação de Limpeza no Rio Itapocu que ocorreu em março e reuniu o Clube de Canoagem Kentucky e a comunidade da Bacia na retirada de 400 quilos de resíduos do rio. Destacam-se também as participações em eventos como o XI Seminário de Educação Ambiental em Recursos Hídricos, realizado em outubro, em Joinville, e o V Seminário Regional de Educação Ambiental da Região Hidrográfica 06.
Outra importante ação do Comitê foi a participação em seis reuniões do Grupo de Trabalho de Educação Ambiental da Região Hidrográfica 06 da Baixada Norte de Santa Catarina. O órgão colegiado também garantiu representação em reuniões e Assembleia no Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH).
A Universidade da Região de Joinville (UNIVILLE), por meio do "Projeto de Fortalecimento da Gestão de Recursos Hídricos”, fez a doação de uma Estação Meteorológica ao Comitê Itapocu, com apoio financeiro da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (FAPESC). A estação, do modelo Davis Vantage Pro 2, foi instalada na sede da Associação dos Municípios do Vale do Itapocu (Amvali) e tem a função de coletar e registrar variáveis meteorológicas como temperatura, umidade, direção e velocidade do vento, índices de precipitação, pressão barométrica, radiação solar e radiação ultravioleta.
Em outubro, o Comitê elegeu uma nova diretoria para o biênio 2025-2027. Foram eleitos na 67ª Assembleia Geral Ordinária a Presidente, Karine Rosilene Holler (AMVALI), o Vice-presidente, Pedro Toledo Alacon (Companhia Águas de Joinville) e a Secretária Executiva, Jéssica MichalakBesen (Município de Schroeder).
Entre os meses de janeiro a fevereiro de 2025 o Comitê Itapocu teve apoio da Entidade Executiva Univille, selecionada pelo Edital de Chamada Pública da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (FAPESC) n° 32/2022, em colaboração com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Economia Verde (SEMAE). Entre os meses de março e novembro de 2025 o Comitê Itapocu ficou sem apoio de Entidade Executiva. A partir de 17 de novembro de 2025 a UDESC iniciou sua atuação como Entidade Executiva no Estado de Santa Catarina, a partir do Programa SC Águas (Edital UDESC n° 001/2025), uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a SEMAE e a Universidade Estadual de Santa Catarina (UDESC), com vigência prevista até dezembro de 2026.
O ano de 2025 do Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Cubatão e Madre foi marcado por importantes deliberações e participações em eventos, reuniões e outros espaços de fortalecimento da gestão dos recursos hídricos da região. Nesta retrospectiva, confira as principais ações realizadas durante o ano.
As Assembleias Gerais ordinárias e extraordinárias, instâncias máximas de deliberação do Comitê, desempenharam seu papel como espaço de debates e deliberações essenciais para o avanço da gestão dos recursos hídricos. Ao todo, foram realizadas três Assembleias ordinárias e três Assembleias extraordinárias.
Entre as deliberações aprovadas em Assembleia, esteve a aprovação do Parecer Técnico nº 05/2025 da Câmara Técnica Consultiva (CTC), do Comitê Cubatão e Madre, sobre a análise do projeto “Diretrizes para o Ordenamento Territorial de Garopaba/SC para Áreas Inundáveis”. Outra deliberação de destaque se deu pela aprovação do Parecer Técnico nº 06/2025 da CTC, que analisou o projeto “Proposta de Enquadramento das Bacias Hidrográficas do Rio Cubatão, do Rio da Madre e bacias contíguas”. Um documento importante aprovado pela Assembleia foi a Carta Aberta que reafirma as prioridades de uso da água na bacia hidrográfica do Rio Cubatão, elaborado por membros do Comitê em função da pretensão de instalação de empreendimentos de geração de energia hidrelétrica.
A Assembleia também foi instância deliberativa do processo eleitoral para renovar os cargos de presidência, vice-presidência e secretaria executiva do Comitê Cubatão e Madre. Foram eleitas a presidente, Morgana Ricciardi de Castilhos Eltz, a vice-Presidente, Denise Duarte Moro e a secretária Executiva, Luíse Esquivel. O mandato eleito para o biênio 2025-2027 elencou como foco a consolidação de projetos estratégicos para a melhoria da qualidade da água, o uso sustentável dos recursos hídricos e o fortalecimento do diálogo entre poder público, sociedade civil e usuários de água.
A Câmara Técnica Consultiva (CTC) também passou por processo eleitoral em 2025. Foi realizada, em março, a eleição suplementar para o cargo de coordenação da CTC. Por unanimidade, Eduardo Moure, membro-representante do Instituto Çarakura, foi eleito coordenador para o mandato de 2024-2026.
Quanto aos eventos, o órgão colegiado foi representado por seus membros-representantes em atividades relacionadas às temáticas ambientais. Destaca-se a participação no 3º Workshop: Soluções Baseadas na Natureza (SbN), realizado em Florianópolis, promovido pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em parceria com o Multisource e o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Soluções Baseadas na Natureza. O evento buscou promover a troca de conhecimentos sobre a gestão de esgotamento sanitário e águas pluviais, além de refletir sobre a tomada de decisões e as tecnologias emergentes no setor.
A presidente do Comitê, Morgana Ricciardi, marcou presença no lançamento do Livro 'O Jardim das Rochas do Tempo'. Escrito por Rodrigo Haeming e ilustrado por Vilmar Godinho, a obra narra a história de Sabino, um garoto que tem um diálogo com as rochas da região da Guarda do Embaú. O livro, que busca fomentar a cultura e a preservação do ecossistema costeiro, será distribuído nas escolas de Palhoça para atividades ecopedagógicas.
Também em 2025, o Instituto Água Conecta junto ao Comitê Cubatão e Madre disponibilizaram uma cartilha que sintetiza o Diagnóstico das Áreas de Preservação Permanente Fluviais das Bacias Hidrográficas do Rio Cubatão, do Rio da Madre e bacias contíguas. O estudo busca trazer um panorama geral da preservação e degradação das Áreas de Preservação Permanente fluviais em rios, nascentes e outros corpos d'água nas bacias hidrográficas do rio Cubatão, do rio da Madre e bacias contíguas.
Durante o ano, o Comitê marcou presença em encontros estratégicos para a gestão dos recursos hídricos, como reuniões e Assembleia do Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) que ocorreram entre os meses de abril e agosto e em Audiências Públicas sobre a Lagoa do Peri, a APA da Baleia Franca em Imbituba e a gestão dos recursos hídricos, realizadas na Assembleia Legislativa de Santa Catarina.
Um novo regimento interno foi aprovado na Assembleia do Comitê. A mudança no documento que estabelece as normas para regular o funcionamento do Comitê vinha sendo discutida desde 2019. O documento completo pode ser acessado no website do Comitê no Sistema de Informações sobre Recursos Hídricos do Estado de Santa Catarina (SIRHESC). Outra modificação importante foi a inclusão da Ilha de Santa Catarina na área de atuação do Comitê por meio do Decreto nº 1055/2025.
Após um longo período sem contar com assessoria técnica, o que comprometeu a continuidade e gerenciamento das atividades do Comitê, o fim do ano foi marcado pelo início dos trabalhos do Programa SC Águas, uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE) e a Universidade Estadual de Santa Catarina (UDESC). A partir de novembro de 2025, a UDESC, como nova Entidade Executiva, passou a atuar junto ao Comitê para aprimorar os instrumentos de gestão hídrica na Bacia Hidrográfica do Rio Cubatão, Rio da Madre e bacias contíguas.
Promover atividades educativas voltadas à comunidade da Bacia sobre o funcionamento e preservação dos recursos hídricos faz parte da história do Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Urussanga. No mês de comemoração do Dia Mundial da Educação Ambiental, o Comitê Urussanga resgata as ações educativas realizadas ao longo de sua trajetória.
As ações de Educação Ambiental, realizadas pelo Comitê, buscaram aproximação com os gestores públicos, lideranças municipais, comunidade em geral e membros do Comitê da Bacia do Rio Urussanga, com o objetivo de levar informações sobre a Política Nacional de Recursos Hídricos, mostrar o papel do Comitê e buscar parcerias na gestão dos recursos hídricos da bacia.
Para a geógrafa Rose Maria Adami, a Educação Ambiental é um importante instrumento de incentivo à adoção de práticas responsáveis com os recursos naturais. “Educar a comunidade em geral e os representantes-membros dos comitês de bacias hidrográficas, embasados na Educação Ambiental com foco aos recursos hídricos, possibilita construir coletivamente novos valores e atitudes voltados ao meio ambiente e amplia o conhecimento sistêmico sobre o uso da terra, a disponibilidade e a qualidade das águas no domínio dos municípios inseridos nas bacias hidrográficas", explica a doutora em Geografia, que atuou como coordenadora de Educação Ambiental do Comitê entre 2013 e 2017.
A produção de materiais de apoio destinados a professores é uma das importantes ações de educação ambiental realizadas pelo Comitê no decorrer de sua atuação no estado. Com o objetivo de aproximar a população de informações sobre as características da Bacia, foi elaborado em 2012 o Caderno Educador Ambiental das Bacias do Rio Araranguá e Urussanga. O material reúne dados físicos, econômicos, sociais, culturais e turísticos da região hidrográfica para subsidiar o desenvolvimento de práticas pedagógicas em sala de aula.
Por ciclos consecutivos o Comitê Urussanga realizou o projeto Minha Escola, Meu Rio. As ações envolveram alunos e professores da rede pública em saídas de campo com o intuito de sensibilizar e conscientizar os participantes sobre questões em torno dos recursos hídricos da região. Entre 2012 e 2014 mais de mil crianças, dos 10 municípios da Bacia, foram atendidas pelo projeto.
As ações de educação ambiental realizadas pelo órgão colegiado foram reconhecidas pela sociedade. Em 2013, o Comitê Urussanga recebeu a premiação Destaque Verde, oferecida pela administração municipal de Içara a instituições que se destacaram com ações voltadas à defesa do meio ambiente. Já a parceria com o Centro Educacional e Profissional Lydio, no projeto “Escola Criativa”, foi reconhecida pela Rede Internacional de Escolas Criativas (RIEC) Brasil em 2014. Devido à realização do projeto “Urussanga Vira Criança”, o Centro Educacional recebeu o título de “Escola Criativa”.
No no 8º Fórum Mundial da Água, o Comitê compartilhou em um estande o desenvolvimento das suas ações estratégicas e práticas educativas com o público do evento que ocorreu em Brasília no ano de 2018. O objetivo do Comitê foi difundir por meio de um banner as atividades de educação e de gestão participativa dos recursos hídricos.
Nos últimos anos o Comitê vem realizando iniciativas de educação ambiental de forma pontual e efetiva. Destacam-se a ação informativa "Caminho das Águas: Preservar hoje e Garantir o Amanhã", promovida pela Prefeitura de Urussanga em parceria com o órgão colegiado em março de 2025. Por meio de uma maquete que mostra os relevos da bacia em 3D, foi abordada a importância da gestão dos recursos hídricos para alunos das escolas municipais e estaduais, bem como para lideranças do município e população em geral.
Já em 2024, a convite do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), o Comitê realizou palestra para alunos do Curso Técnico de Meio Ambiente. No Dia Mundial da Água de 2023 o Comitê recebeu na Praça Anita Garibaldi, estudantes de escolas municipais para ministrar aulas sobre a necessidade da atuação de toda a sociedade em prol da preservação dos recursos hídricos. No mesmo ano, foi realizada palestra em escola de Balneário Rincão sobre os cuidados com a água, o uso consciente e comportamento preventivo para proteger os mananciais hídricos.
Crédito das imagens: Eliana Maccari.
A Bacia Hidrográfica do Rio Itajaí abrange 50 municípios catarinenses. Estimativas apontam que a bacia atende um contingente populacional superior a 1.240.000 habitantes. A diversidade territorial e de atividades econômicas da região hidrográfica requer que o gerenciamento da bacia ocorra de forma colegiada e democrática. Esse é o desafio que o Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Itajaí tem assumido desde 1997, quando o órgão foi criado pelo Decreto Estadual (2109/97). Em 2026, o Comitê passa por mais uma renovação de organizações-membro, com a expectativa de dar continuidade a uma gestão participativa e capaz de tomar decisões qualificadas sobre as questões em torno da bacia.
O Comitê Itajaí é um espaço colegiado e deliberativo que busca o fortalecimento do gerenciamento dos recursos hídricos por meio de uma gestão democrática e participativa. “É importante haver um espaço colegiado e deliberativo como o Comitê, que é, por natureza, um espaço democrático. Nele, as instituições atuam de forma justa e transparente, participam das decisões, votam, definem critérios, ações e objetivos, sempre com foco no interesse coletivo e no reconhecimento da água como um bem público”, afirma o presidente do Comitê Itajaí, Odair Fernandes.
Entre os objetivos do Comitê Itajaí, previstos em regimento interno, estão a promoção do gerenciamento descentralizado dos recursos hídricos, a compatibilização dessa gestão com o desenvolvimento regional e com a proteção do meio ambiente, assim como o reconhecimento do recurso hídrico como um bem público de valor econômico.
No Comitê da Bacia do Rio Itajaí, além da representatividade por segmento, como 1) Usuários da Água; 2) População da Bacia; e, 3) Órgãos da Administração Federal e Estadual, também é observada a proporcionalidade territorial entre Alto Vale, Médio Vale e Baixo Vale. Esse equilíbrio busca assegurar que diferentes realidades da bacia estejam representadas nas decisões sobre o uso da água. “A Bacia do Itajaí reúne realidades muito distintas entre o Alto, Médio e Baixo Vale. Por isso, além da representação por segmento, é fundamental considerar também as diferenças territoriais, garantindo diversidade de visões e decisões mais equilibradas sobre o uso da água”, analisa Odair Fernandes.
As Assembleias Setoriais Públicas são o instrumento democrático necessário para que seja respeitada a diversidade de representação de cada segmento. São nessas reuniões que as instituições se habilitam, concorrem e elegem representantes para o Comitê de Bacia. A eleição das novas entidades-membro do Comitê Itajaí ocorrerá nas Assembleias Setoriais marcadas para acontecer entre 3 e 5 de março de 2026. As Assembleias Setoriais Públicas (ASP) seguem regras estabelecidas pelo Sistema Estadual de Gerenciamento de Recursos Hídricos, pelo regimento interno do Comitê e pelas resoluções do Conselho Estadual de Recursos Hídricos. O edital de convocação das Assembleias foi publicado em dezembro de 2025 e detalha a documentação necessária para as entidades interessadas participarem. O mandato terá vigência no período de 2026 a 2030.
Com o processo eletivo até o dia 6 de fevereiro aberto, o Comitê Itajaí espera que as entidades participantes deem continuidade ao trabalho conjunto já desenvolvido, assim como busca ampliar a participação de novas entidades na gestão da bacia. “Nós precisamos de instituições cada vez mais fortes e comprometidas com a gestão dos recursos hídricos na Bacia do Itajaí. Instrumentos como a cobrança pelo uso da água precisam ser amadurecidos, discutidos coletivamente. Isso só é possível com a participação ativa das instituições na definição de metodologias e critérios para a implementação”, conclui o presidente do Comitê, Odair Fernandes.
No dia 11, o Comitê Timbó esteve reunido com a Entidade Executiva UDESC (Programa SC Águas), para tomar conhecimento e discutir sobre as propostas de projetos e ações de capacitação a serem desenvolvidas pela equipe de pesquisa do Programa. O encontro integra uma rodada de reuniões que os coordenadores da entidade vêm realizando com as diretorias dos Comitês, para apresentar três escopos de projetos, que se aprovados na Assembleia Geral de cada órgão colegiado, serão desenvolvidos nos anos de 2026, 2027 e 2028.
A reunião contou com a participação da presidente do Comitê Timbó,Jamile Iara Sekula, do Vice Inacio Faerber, e da secretária-executiva Aline Paviani Barros. Assim como, com a presença do coordenador do Programa SC Águas, Professor João Marcos Bosi Mendonça de Moura, o vice-coordenador, Professor Rogério Simões, a Professora e coordenadora de apoio a aplicação dos instrumentos de gestão de recursos hídricos, Rubia Girardi e o Professor e coordenador de apoio aos projetos do PERH Gustavo Piazza. Também participaram da reunião os pesquisadores Jairo Marchesan, assim como o coordenador de extensão da vertente interior André Leão.
Em cada Comitê, a Entidade Executiva irá desenvolver um projeto por ano. Na reunião foram detalhados os objetivos, os escopos e as temáticas dos três projetos propostos para o órgão colegiado da Bacia Hidrográfica do Rio Timbó.O projeto Conjuntura SC Águas, busca produzir e publicar o Relatório Conjuntura dos Recursos Hídricos da Unidade de Planejamento e Gestão, consolidando informações para o fortalecimento da gestão e a transparência dos recursos hídricos. O segundo projeto apresentado foi o Enquadra SC Águas I, que visa executar o diagnóstico da qualidade dos recursos hídricos superficiais e subterrâneos da Unidade de Planejamento e Gestão conforme Resolução CNRH nº 91/2008, para subsidiar a implementação do enquadramento. Já o projeto Enquadra SC Águas II tem como objetivo executar o prognóstico e elaborar a proposta de enquadramento dos corpos hídricos superficiais e subterrâneos da Unidade de Planejamento e Gestão e estruturar o programa para efetivação do enquadramento.
Segundo a Professora Rubia, nesta reunião, a equipe de pesquisa do Programa SC Águas buscou apresentar uma proposta de cada projeto. “É importante destacar que para elaborar essas propostas foram considerados critérios estratégicos para o avanço na gestão dos recursos hídricos em Santa Catarina, como o foco nos instrumentos de gestão dos recursos hídricos, alinhamento com os Planos de Bacia Hidrográfica, a capacidade técnica da equipe e a disponibilidade de recursos financeiros. Esse encontro teve como objetivo promover uma discussão inicial com as presidências e secretarias executivas, as propostas serão debatidas na Assembleia Geral do órgão colegiado”, destaca Rubia.
Outro ponto discutido na reunião foi a realização das capacitações anuais. Estão previstas três capacitações por ano. O objetivo é que as temáticas destes eventos estejam alinhadas com as abordagens dos projetos desenvolvidos pela Entidade Executiva na Bacia, assim como instrumentos de gestão de recursos hídricos e com as problemáticas e conflitos locais da bacia hidrográfica. Os cursos de capacitação continuada terão como público-alvo os representantes de organizações-membro dos comitês e demais interessados no tema. Assim como as temáticas dos projetos, que serão analisadas e debatidas em Assembleias Gerais, as capacitações devem seguir o mesmo rito.
O Coordenador Geral do Programa SC Águas, Professor João Marcos, enfatiza que o encontro possibilitou alinhar a parceria da entidade executiva com o Comitê de Bacia, e destaca: “A reunião dá início a uma etapa fundamental de diálogo e proposição de ações integradas nesse novo ciclo da UDESC como Entidade Executiva dos Comitês de Bacia catarinenses”.
E da mesma forma, a presidente do Comitê Jamile Sekulase manifestou declarando grande satisfação com as propostas apresentadas. “É muito importanteeste diagnóstico da bacia, especialmente das águas subterrâneas, inclusive me coloco a disposição para contribuir tecnicamente. Manifesto e aprovo em nome da diretoria, com o compromisso e a necessidade de levar os projetos e propostas à assembleia para deliberação”.
Após este diálogo inicial com a diretoria do Comitê, as propostas dos projetos seguem para ser apreciadas e debatidas nos espaços de discussão do colegiado. A Assembleia Geral será a instância final de discussão e deliberação das ações que guiarão a gestão da Bacia nos próximos três anos.
Evento reuniu especialistas da ANA e experiências de Goiás e Rio de Janeiro para discutir indicadores, estratégias e acompanhamento dos Planos de Bacia
O Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Araranguá e Afluentes Catarinenses do Rio Mampituba participou, no dia 10 de fevereiro, às 9 horas, do webinário “CGH-BIG – Acompanhamento de Planos de Recursos Hídricos”, promovido pelo Comitê da Baía da Ilha Grande, representado pela presidente profa. Eliandra Gomes Marques.
O encontro reuniu especialistas da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), além de representantes dos estados de Goiás e Rio de Janeiro, para debater estratégias, metodologias e indicadores voltados ao acompanhamento da implementação dos Planos de Recursos Hídricos.
Durante o evento, Erik Cavalcanti e Silva, da ANA, apresentou as etapas para avaliação da implementação dos planos e os indicadores de desempenho utilizados no monitoramento. Pedro Paulo Alves Godoi, da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Goiás (SEMAD/GO), compartilhou a experiência do estado no acompanhamento dos Planos de Recursos Hídricos, destacando a evolução das estratégias e os resultados alcançados.
Samuel Muylaert, da SUPRH/SEAS, apresentou sua pesquisa de mestrado intitulada “Planos de Bacia na prática: uma análise do planejamento dos recursos hídricos no Estado do Rio de Janeiro”, defendida em 2018. Encerrando as apresentações, Raquel Emerick Mencarini, da Diretoria de Segurança Hídrica e Qualidade Ambiental do Rio de Janeiro, abordou o acompanhamento dos Planos de Bacia, além de apresentar dados sobre os recursos provenientes da cobrança pelo uso da água e a precisão da arrecadação na Região Hidrográfica da Baía da Ilha Grande.
Para a presidente Eliandra, a participação no webinário ajudou a planejar estratégias para o processo de monitoramento e avaliação dos Planos de Bacia do Rio Araranguá (2015) e do Rio Mampituba (2022), instrumentos fundamentais da Política de Recursos Hídricos, contribuindo para o aprimoramento da governança e da segurança hídrica na região.
No dia 5 de fevereiro, a Entidade Executiva UDESC (Programa SC Águas) apresentou ao Comitê Itapocu as propostas de projetos e ações de capacitação para o fortalecimento da gestão hídrica na região da Bacia Hidrográfica do Rio Itapocu e Bacias Contíguas. O encontro integra uma rodada de reuniões que os coordenadores da entidade vêm realizando com as diretorias dos Comitês, para apresentar três escopos de projetos, que se aprovados na Assembleia Geral de cada órgão colegiado, serão desenvolvidos nos anos de 2026, 2027 e 2028.
A reunião contou com a participação da presidente do Comitê Karine Rosilene Holler, o vice-presidente, Pedro Toledo Alacon, a secretária executiva, Jéssica MichalakBesen, e a assessora técnica, Heloisa Cristina Zimmermann. Assim como, com a presença do coordenador do Programa SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, o vice-coordenador, Rogério Simões, e a coordenadora de apoio a aplicação dos instrumentos de gestão de recursos hídricos, Rubia Girardi e o coordenador de apoio aos projetos do PERH Gustavo Piazza. Também participaram da reunião os pesquisadores Adilson Pinheiro, Talita Montagna e Alondra Beatriz Alvarez Perez, assim como os coordenadores regionais do Programa Camila Andréa Ramos e André Leão.
Em cada Comitê, a Entidade Executiva irá desenvolver um projeto por ano. Na reunião foram detalhados os objetivos, os escopos e as temáticas dos três projetos propostos para o órgão colegiado a Bacia Hidrográfica do Rio Itapocu e Bacias Contíguas. São eles:
1. Monitor Salobras: visa determinar, por meio de monitoramento técnico e análise integrada, o ponto de transição entre água doce e salobra nos rios da Unidade de Planejamento e Gestão.
2. Enquadra SC Águas I: propõe executar o diagnóstico da qualidade dos recursos hídricos superficiais e subterrâneos da Unidade de Planejamento e Gestão conforme Resolução CNRH nº 91/2008, para subsidiar a implementação do enquadramento.
3. Enquadra SC Águas II: tem como intuito executar o prognóstico e elaborar a proposta de enquadramento dos corpos hídricos superficiais e subterrâneos da Unidade de Planejamento e Gestão e estruturar o programa para efetivação do enquadramento.
O coordenador de apoio aos projetos do Plano Estadual de Recursos Hídricos (PERH) Gustavo Piazza, destaca que o encontro foi produtivo ao gerar debates sobre especificidades técnicas da região hidrográfica sobre as propostas apresentadas. “A equipe de pesquisa e inovação do Programa SC Águas apresentou os esboços dos projetos a serem executados durante a operacionalização do Programa. Os projetos foram estruturados de acordo com a capacidade técnica da equipe, que conta com pesquisadores de perfil multidisciplinar com experiência na área de recursos hídricos. O encontro gerou debates sobre questões técnicas e de pesquisa que envolveram as presidências e secretarias executivas. Esse alinhamento inicial foi extremamente importante pois direciona as primeiras ações e busca alinhar expectativas das entregas pela equipe de pesquisa", apontou Gustavo Piazza. O coordenador do Programa, João Marcos B. M. de Moura, também destaca a dinâmica participativa do encontro. “A reunião dá início a uma etapa fundamental de diálogo e proposição de ações integradas nesse novo ciclo da UDESC como Entidade Executiva” afirmou o coordenador.
Os parâmetros para a realização das capacitações anuais também foram debatidas na reunião. A Entidade Executiva informou ao Comitê que cada ciclo anual deve incluir um evento de capacitação com duração mínima de quatro horas e dois cursos gerais com carga mínima de seis horas cada. A seleção dos temas deve considerar a realidade da bacia e, preferencialmente, estar alinhada aos projetos que serão debatidos e avaliados na instância deliberativa do Comitê. Os cursos de capacitação continuada terão como público-alvo os representantes de organizações-membro dos comitês e demais interessados no tema.
Para a presidente do Comitê Itapocu, Karine Rosilene Holler, as propostas estão alinhadas com o Plano de Bacias aprovado em 2017. “A reunião foi muito positiva e nós da diretoria do Comitê Itapocu saimos entusiasmados com os próximos passos e os avanços nos projetos para implementação dos instrumentos de gestão dos recursos hídricos na nossa bacia hidrográfica. As propostas apresentadas estão alinhadas com o Plano de Bacias aprovado em 2017 e na certeza que com os desejos do Comitê, os quais agora serão debatidos na Assembleia Geral Ordinária dia 12 de março. Além disso, os estudos e diagnósticos propostos poderão auxiliar na tomada de decisões dos diferentes usuários de água na bacia, no planejamento, crescimento e desenvolvimento sustentável das cidades e atividades produtivas e na preservação dos recursos hídricos ", pontua Karine.
Após este diálogo inicial com a diretoria do Comitê, as propostas dos projetos seguem para ser apreciadas e debatidas nos espaços de discussão do colegiado. A Assembleia Geral será a instância final de discussão e deliberação das ações que guiarão a gestão da Bacia nos próximos três anos.
No dia 3 de fevereiro, o Comitê Araranguá e Afluentes do Mampituba esteve reunido com a Entidade Executiva UDESC (Programa SC Águas), para tomar conhecimento e discutir sobre as propostas de projetos e ações de capacitação a serem desenvolvidas pela equipe de pesquisa do Programa. O encontro integra uma rodada de reuniões que os coordenadores da entidade vêm realizando com as diretorias dos Comitês, para apresentar três escopos de projetos, que se aprovados na Assembleia Geral de cada órgão colegiado, serão desenvolvidos nos anos de 2026, 2027 e 2028.
A reunião contou com a participação da presidente do Comitê, Professora Eliandra Gomes Marques, do vice-presidente, Juliano Mondardo Dal Molin, do secretário-executivo, Daniel Pazini Pezente e do assessor técnico do órgão colegiado Felipe Uberti. Assim como, com a presença do coordenador do Programa SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, o vice-coordenador, Rogério Simões, a coordenadora de apoio a aplicação dos instrumentos de gestão de recursos hídricos, Rubia Girardi e o coordenador de apoio aos projetos do Plano Estadual de Recursos Hídricos (PERH) Gustavo Piazza. Também participaram da reunião os pesquisadores Adilson Pinheiro, Jairo Marchesan, Talita Montagna e Alondra Beatriz Alvarez Perez, e a coordenadora de extensão, comunicação e comunidade da vertente litoral, Camila Andréa Ramos.
Em cada Comitê, a Entidade Executiva irá desenvolver um projeto por ano. Na reunião foram detalhados os objetivos, os escopos e as temáticas de três projetos, para serem executados em três anos consecutivos. São eles:
A coordenadora de apoio a aplicação dos instrumentos de gestão de recursos hídricos, Rubia Girardi, destaca os critérios estratégicos considerados para a elaboração das propostas apresentadas pela equipe de pesquisa do Programa SC Águas. “Nesta reunião, a equipe de pesquisa do Programa SC Águas buscou apresentar uma proposta de cada projeto. É importante destacar que para elaborar essas propostas foram considerados critérios estratégicos para o avanço na gestão dos recursos hídricos em Santa Catarina, como o foco nos instrumentos de gestão dos recursos hídricos, alinhamento com os Planos de Bacia Hidrográfica, a capacidade técnica da equipe e a disponibilidade de recursos financeiros. Esse encontro teve como objetivo promover uma discussão inicial com as presidências e secretarias executivas, as propostas serão debatidas na Assembleia Geral do órgão colegiado”, explicou Rubia Girardi. O coordenador do Programa, João Marcos B. M. de Moura, também destaca o caráter dialógico do encontro. “A reunião dá início a uma etapa fundamental de diálogo e proposição de ações integradas nesse novo ciclo da UDESC como Entidade Executiva” afirmou o coordenador.
De acordo com a presidente do Comitê Araranguá e Afluentes do Mampituba, Eliandra Gomes Marques, as propostas endossam prioridades já identificadas e discutidas pelo órgão colegiado. “O Comitê já vinha pautando a implantação de uma proposta de enquadramento dos corpos d’água na Bacia do Rio Araranguá, em consonância com a Política Nacional e a Política Estadual de Recursos Hídricos, bem como com as diretrizes estabelecidas no Plano de Bacia do Rio Araranguá, considerando que o enquadramento previsto no Plano de Bacia do Rio Mampituba já foi concretizado, especialmente no que se refere aos afluentes catarinenses, cuja proposta foi encaminhada para apreciação do Conselho Estadual de Recursos Hídricos (CERH). Nesse sentido, em 2025, foram pactuados os projetos estratégicos para execução em 2026, destacando-se o enquadramento como instrumento fundamental de gestão das águas, por definir metas de qualidade compatíveis com os usos atuais e futuros, orientar o planejamento territorial e subsidiar ações de monitoramento, controle e recuperação ambiental no âmbito da bacia hidrográfica", explica a presidente do Comitê.
Outro ponto discutido na reunião foi a realização das capacitações anuais. Estão previstas três capacitações por ano. O objetivo é que as temáticas destes eventos estejam alinhados com as abordagens dos projetos desenvolvidos pela Entidade Executiva na Bacia, assim como instrumentos de gestão de recursos hídricos e com as problemáticas e conflitos locais da bacia hidrográfica. Os cursos de capacitação continuada terão como público-alvo os representantes de organizações-membro dos comitês e demais interessados no tema. Assim como as temáticas dos projetos, que serão analisadas e debatidas em Assembleias Gerais, as capacitações devem seguir o mesmo rito. O Comitê Araranguá e Afluentes do Mampituba ressalta que foi deliberado pelo colegiado, os principais temas para capacitações para 2026, assim como foram definidos três projetos para 2026. Essas contribuições estão sendo consideradas pela Entidade Executiva neste diálogo de construção de capacitações alinhadas com as demandas do território.
Após este diálogo inicial com a diretoria do Comitê, as propostas dos projetos seguem para ser apreciadas e debatidas nos espaços de discussão do colegiado. A Assembleia Geral será a instância final de discussão e deliberação das ações que guiarão a gestão da Bacia nos próximos três anos.
No dia 02 de fevereiro, o Comitê Canoas e Pelotas esteve reunido com a Entidade Executiva UDESC (Programa SC Águas), para tomar conhecimento e discutir sobre as propostas de projetos e ações de capacitação a serem desenvolvidas pela equipe de pesquisa do Programa. O encontro integra uma rodada de reuniões que os coordenadores da entidade vêm realizando com as diretorias dos Comitês, para apresentar três escopos de projetos, que se aprovados na Assembleia Geral de cada órgão colegiado, serão desenvolvidos nos anos de 2026, 2027 e 2028.
A reunião contou com a participação da(o) presidente do Comitê Canoas e Pelotas, Eduardo Martinse do Vice-Presidente, Luiz Carlos do Amaral. Assim como, com a presença do coordenador do Programa SC Águas, Professor João Marcos Bosi Mendonça de Moura, o vice-coordenador, Professor Rogério Simões, e a Professora e coordenadora de apoio a aplicação dos instrumentos de gestão de recursos hídricos, Rubia Girardi e o Professor e coordenador de apoio aos projetos do PERH Gustavo Piazza. Também participaram da reunião os pesquisadores Adilson Pinheiro, Talita Montagna e Alondra Beatriz Alvarez Perez, o coordenador regional do Programa André Leão e assessora técnica Cintia Hoffer.
Em cada Comitê, a Entidade Executiva irá desenvolver um projeto por ano. Na reunião foram detalhados os objetivos, os escopos e as temáticas dos três projetos propostos para o órgão colegiado da Bacia Hidrográfica do Rio Canoas e afluentes catarinenses do Rio Pelotas. Os projetados apresentados foram: Enquadra SC Águas I, que pretende executar o diagnóstico da qualidade dos recursos hídricos superficiais e subterrâneos da Unidade de Planejamento e Gestão conforme Resolução CNRH nº 91/2008, para subsidiar a implementação do enquadramento. O segundo projeto apresentado foi o Enquadra SC Águas II, que tem por objetivo, executar o prognóstico e elaborar a proposta de enquadramento dos corpos hídricos superficiais e subterrâneos da Unidade de Planejamento e Gestão e estruturar o programa para efetivação do enquadramento. E por fim, o terceiro projeto será pauta de mais discussões entre a diretoria, com vistas a implantação de um projeto a longo prazo e que beneficie de maneira eficaz todo o território da bacia hidrográfica.
De acordo com o coordenador de apoio aos projetos do PERH Gustavo Piazza “A equipe de pesquisa e inovação do Programa SC Águas apresentou os esboços dos projetos a serem executados durante a operacionalização do Programa. Os projetos foram estruturados de acordo com a capacidade técnica da equipe, que conta com pesquisadores de perfil multidisciplinar com experiência na área de recursos hídricos. O encontro gerou debates sobre questões técnicas e de pesquisa que envolveram as presidências e secretarias executivas. Esse alinhamento inicial foi extremamente importante pois direciona as primeiras ações e busca alinhar expectativas das entregas pela equipe de pesquisa.
Outro ponto discutido na reunião foi a realização das capacitações anuais. Estão previstas três capacitações por ano. O objetivo é que as temáticas destes eventos estejam alinhados com as abordagens dos projetos desenvolvidos pela Entidade Executiva na Bacia, assim como instrumentos de gestão de recursos hídricos e com as problemáticas e conflitos locais da bacia hidrográfica. Os cursos de capacitação continuada terão como público-alvo os representantes de organizações-membro dos comitês e demais interessados no tema. Assim como as temáticas dos projetos, que serão analisadas e debatidas em Assembleias Gerais, as capacitações devem seguir o mesmo rito.
O Coordenador Geral do Programa SC Águas, Prof. João Marcos B. M. de Moura, manifestou que “A reunião dá início a uma etapa fundamental de diálogo e proposição de ações integradas nesse novo ciclo da UDESC como Entidade Executiva”.
Já o Presidente do Comitê, Sr. Eduardo Martins destacou que"A reunião possibilitou a apresentação e o detalhamento de projetos importantes para o futuro do Comitê. Dúvidas e esclarecimentos foram devidamente equacionados, e alternativas foram propostas com o intuito de fortalecer as tomadas de decisão relacionadas à implementação dos instrumentos de gestão de recursos hídricos no âmbito do Comitê. A reunião foi proveitosa, com um diálogo muito positivo entre a Entidade Executiva UDESC (Programa SC Águas) e a Diretoria do Comitê".
Após este diálogo inicial com a diretoria do Comitê, as propostas dos projetos seguem para ser apreciadas e debatidas nos espaços de discussão do colegiado. A Assembleia Geral será a instância final de discussão e deliberação das ações que guiarão a gestão da Bacia nos próximos três anos.
Em 2025, o Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Tubarão, do Complexo Lagunar e bacias contíguas atuou em diferentes frentes com o intuito de promover o fortalecimento da gestão hídrica da região. Destacam-se as ações realizadas pelo Comitê para dar continuidade ao diálogo com o poder público estadual pela atualização do projeto de redragagem do Rio Tubarão, avançar na aprovação da proposta de enquadramento do Rio Tubarão/Madre no Conselho Estadual dos Recursos Hídricos, promover a renovação das organizações-membro do Comitê 2025-2029 e da diretoria 2025-2027 e participar das etapas iniciais da construção da metodologia para possível implementação da cobrança do uso da água em Santa Catarina.
Ao longo do ano, o Comitê realizou eventos e reuniões para dialogar com o Governo do Estado sobre a atualização do projeto de redragagem do Rio Tubarão. Para pautar a temática de forma integrada e aberta, foi realizado em março o Seminário da Enchente de 1974. Este é um evento anual, previsto em lei municipal, que é organizado pelo Comitê em parceria com instituições municipais. Na edição de 2025, o Seminário reuniu agentes públicos e segmentos da sociedade para resgatar o histórico das inundações do Rio Tubarão e cobrar a atualização do Projeto da Redragagem do Rio Tubarão. Em abril, o tema voltou a ser tratado em reunião com a Secretaria de Estado da Proteção e Defesa Civil. O encontro foi solicitado pelo órgão colegiado, em articulação com o deputado estadual Pepê Collaço e teve como objetivo acompanhar o seu andamento.
Em setembro, o Comitê prestigiou a assinatura de ordem de serviço pela empresa contratada para derrocagem da rocha e remodelagem dos molhes do Porto de Laguna na Secretaria de Portos, Aeroportos e Ferrovias de Santa Catarina. A obra integra o Lote 1 do projeto estadual, dividido em duas etapas: a dragagem da área do porto até o mar, sob gestão da Secretaria de Estado de Portos, Aeroportos e Ferrovias de Santa Catarina (SPAF), e a atualização do projeto de redragagem do Rio Tubarão, sob responsabilidade da Secretaria de Estado da Proteção e Defesa Civil de Santa Catarina (SPDC).
No mês de novembro, a Comissão de Acompanhamento dos Projetos para a Contenção de Cheias na Bacia do Rio Tubarão e Complexo Lagunar, sob coordenação do engenheiro Claudemir Souza dos Santos, realizou reunião para reestruturar sua composição das entidades e assim reafirmar o compromisso das instituições membro para cobrar agilidade na atualização dos estudos e futuros projetos de contenção de cheias do Rio Tubarão. O Comitê atua na secretaria executiva da Comissão tendo como representante, Woimer José Back, atual vice-presidente do Comitê.
A proposta de enquadramento do Rio Tubarão/Madre ganhou novos contornos no último ano. O projeto desenvolvido pelo Instituto Água Conecta, contratado pela Tubarão Saneamento S.A., já havia sido analisado e aprovado pelo Comitê e suas Câmaras Técnicas ao longo de 2024. Em junho de 2025 a proposta foi aprovada pelo Conselho Estadual dos Recursos Hídricos (CERH). O enquadramento é um instrumento de planejamento dos recursos hídricos objetivando a revitalização do referido curso d’água de acordo com a execução das metas progressivas para os anos de 2029, 2034, 2039 e 2042. No decorrer do ano, o Comitê do Rio Tubarão e Complexo Lagunar participou de eventos e reuniões relacionados à execução do projeto, entre eles uma reunião de detalhamento das metas do enquadramento com o vereador do município de Tubarão Rafael Gaspar Silvano (Tchê) e o evento de anúncio de investimentos do Governo do Estado, para subsidiar as ações previstas no plano de enquadramento.
O ano de 2025 também foi marcado como um período de reconfiguração do Comitê. O órgão colegiado passou por processo de renovação de suas organizações-membro. Foram realizadas, no mês de agosto, as Assembleias Setoriais Públicas. Foram 44 entidades inscritas para participar do processo de definição de instituições-membro do Comitê, o que demonstrou o amplo interesse na gestão participativa dos recursos hídricos da bacia hidrográfica. Seis novas entidades foram eleitas. Dando continuidade ao processo de renovação do Comitê, foi realizada em novembro a eleição de diretoria do órgão colegiado. No pleito, Rafael Marques, representante da organização-membro Sindicato Rural de Tubarão, foi eleito presidente; Woimer José Back, da Associação Empresarial do Vale do Braço do Norte (ACIVALE), como vice e Maicon dos Reis Soares, da Associação Pecuaristas Tubarão e Região, passou a ser o secretário executivo.
Outra importante temática abordada no decorrer do ano, foi o debate em torno do instrumento da cobrança pelo uso dos recursos hídricos. Em julho, foi apresentado ao Comitê o projeto de pesquisa “Cobrança pelo uso de Recursos Hídricos no Estado de Santa Catarina: Metodologias e Aspectos Operacionais”, executado pela Universidade do Contestado (UnC), por meio de Termo de Colaboração firmado com o Governo do Estado. Já em outubro, o Comitê participou da primeira Oficina Técnica ministrada pelos realizadores do projeto. O encontro de formação teve como objetivo apresentar e debater os fundamentos legais, os instrumentos e as metodologias relacionadas à cobrança pelo uso da água, prevista na Política Nacional de Recursos Hídricos (PNRH). De acordo com o cronograma, em 2026 há previsão de outras oficinas a serem realizadas junto ao Comitê.
Em meados de novembro, o Comitê recebeu com expectativa a Entidade Executiva UDESC (Programa SC Águas), em colaboração com a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Economia Verde (SEMAE). O Programa visa atuar oferecendo suporte técnico, administrativo e operacional aos Comitês de Bacia Hidrográfica de Santa Catarina, assim como desenvolver pesquisas aplicadas, ações de extensão e projetos voltados ao fortalecimento da gestão de recursos hídricos no Estado, com vigência prevista até 2028.
Verão, temperaturas altas e calor intenso. Em busca de lazer e de alívio para o corpo, a população procura o mar, lagoas, rios, córregos e cachoeiras. Os ambientes de água doce podem parecer mais seguros que os marinhos, mas escondem perigos que transformam momentos de descanso em situações de risco. Dados do Corpo de Bombeiros Militar catarinense apontam que a maior concentração de ocorrências em água doce, no estado, são registradas nas bacias hidrográficas do norte e nordeste de Santa Catarina.
Um relatório técnico produzido em 2025, em parceria entre o 7o Batalhão do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina e a Defesa Civil de municípios do norte e nordeste do estado, aponta uma concentração de ocorrências de afogamento fatais em Jaraguá do Sul (35,7%), Balneário Barra do Sul (14,3%) e Barra Velha (14,3%). Os dados do relatório foram coletados na pesquisa “Riscos associados a afogamentos fatais não intencionais em ambientes límnicos no estado de Santa Catarina", produzida pelo Comandante do Corpo de Bombeiros de Barra Velha (7o BBM), Capitão Rafael Manoel José.
O estudo traz dados de afogamentos entre 2017 e 2022, e aponta que as bacias localizadas nas regiões hidrográficas 6 e 7 (Baixada norte e Vale do Itajaí) estão, historicamente, entre as bacias com maior incidência de afogamento no estado. Junto ao Rio Cubatão, o Rio Itapocu integra a Região Hidrográfica 6 de Santa Catarina e concentra o maior número de afogamentos fatais não intencionais em ambientes de água doce da região. Dos 50 casos registrados na região 6, 28 ocorreram na Bacia Hidrográfica do Rio Itapocu.
Na avaliação do Comandante dos Bombeiros Voluntários de Jaraguá do Sul (BVJS), NeilorVicenzi, que também compõe o colegiado do Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Itapocu e Bacias Contíguas, os rios de Jaraguá do Sul atraem cada vez mais banhistas. “Jaraguá do Sul vem trabalhando cada vez mais a questão do cuidado com a água dos rios. E, com isso, por ser uma água cada vez mais limpa, ela acaba atraindo banhistas, principalmente em situações de final de semana e até mesmo durante a semana. Não são muitos os pontos aqui em Jaraguá que têm acesso fácil ao rio, mas existem alguns locais em que o pessoal acaba indo no fim de semana, fica na beira do rio, faz um churrasco e aproveita para tomar banho de rio. É preciso ter alguns cuidados para que esse momento de lazer aconteça sem que ocorram acidentes".
O Comandante NeilorVicenzi alerta para os cuidados que os banhistas devem ter antes de entrar nos rios. “Mesmo quando o rio parece calmo, ele pode esconder muitos riscos. O leito muda com o tempo. As árvores caem, galhos ficam submersos, pedras se deslocam e locais que antes eram seguros podem se tornar perigosos. Por isso, é fundamental entrar sempre com cautela, observar o local e nunca pular ou fazer brincadeiras sem conhecer bem o fundo. Um erro muito comum é entrar de forma brusca na água, sem adaptação, já que a temperatura do rio costuma ser bem mais baixa que a do corpo. Esse choque térmico pode causar falta de ar, pânico e levar ao afogamento”, explica Vicenzi.
A ausência de guarda-vidas é um dos fatores de risco para a ocorrência de afogamentos. De acordo com o Capitão do Corpo de Bombeiros de Barra Velha, Rafael Manoel José, a maioria dos afogamentos fatais não intencionais que acontecem em Santa Catarina acontecem em ambientes não assistidos pelo serviço. “Se não tem presença de guarda-vida no local, a capacidade de resposta é muito baixa. Ela é inversamente proporcional às outras variáveis, então o risco de afogamento vai ser muito maior”, afirma o Capitão.
Em sua pesquisa, o Capitão Rafael Manoel José detalha que o risco de afogamentos resulta da combinação entre quatro fatores: ameaça, vulnerabilidade, exposição e capacidade de resposta. A ameaça está ligada às características do ambiente, como a profundidade do rio, a presença de correnteza, a possibilidade de enxurradas e a ausência do serviço de guarda-vidas. Já a vulnerabilidade considera a característica da pessoa que utiliza o ambiente, como a habilidade de nadar, o consumo de álcool e a ausência de equipamentos de segurança, como o colete salva-vidas. A exposição está relacionada ao número de pessoas utilizando o local. Quanto maior o público, maior o risco de ocorrências. Por fim, a capacidade de resposta dos serviços de salvamento pode reduzir ou aumentar o risco.
Para o Comandante NeilorVincenzi, a orientação preventiva é uma ferramenta essencial para diminuir os riscos de afogamentos em ambientes de água doce. “A orientação educativa é válida e muito importante, e precisa ser tratada de forma permanente. O que acontece é que, em um ano, quando se fala bastante sobre o tema por causa dos afogamentos, os índices acabam diminuindo no ano seguinte, porque as pessoas ficam mais cautelosas. Mas, quando esse assunto deixa de ser abordado por um período, os cuidados acabam sendo esquecidos e é nesse momento que os acidentes voltam a acontecer”, analisa o Comandante dos Bombeiros Voluntários de Jaraguá do Sul (BVJS) e membro-representante do Comitê Itapocu.
Orientações preventivas
1 - Evite rios e cachoeiras após chuvas: mesmo após a precipitações há o risco de ocorrer enxurradas.
2 - Evite o consumo de álcool se for mergulhar. Esse é um fator que aumenta a vulnerabilidade e reduz a capacidade de percepção sobre riscos.
3 - Utilize equipamentos de segurança como colete salva-vidas. Para crianças o uso de boias de braço não é aconselhável.
4 - Não faça tentativa de resgate sem preparo: Não é recomendável entrar na água para salvar alguém se não tiver treinamento especializado. Ao presenciar o afogamento de uma outra pessoa, a orientação é não entrar na água, mas sim arremessar um objeto flutuante, como uma prancha, um cooler para ajudar a pessoa a se manter na superfície. Também é fundamental ligar imediatamente para o Corpo de Bombeiros Militar pelo telefone 193.
5 - Em caso de arrastamento pela correnteza do rio, a recomendação é manter o corpo boiando com os pés para a direção em que a água está levando o corpo, como se estivesse em um escorregador. Essa técnica pode evitar que a cabeça ou rosto sejam atingidos por elementos rochosos do corpo hídrico.
6 - Redobre os cuidados com crianças e adolescentes. Mantenha a vigilância constante para que crianças e adolescentes não sejam expostas ao risco.
Reunião realizada no Dia Mundial da Educação Ambiental marcou o início da organização da 4ª edição do curso que reúne educadores da rede pública para debater e construir práticas pedagógicas voltadas à sustentabilidade e à justiça ambiental. No dia 26 de janeiro, o Comitê Araranguá e afluentes do Mampituba realizou encontro com a Coordenadoria Regional de Educação (CRE) e representantes do Programa SC Águas para dialogar sobre o fortalecimento das ações de Educação Ambiental no território, a ampliação de parcerias institucionais e a integração das escolas às iniciativas voltadas à gestão e à preservação dos recursos hídricos.
Pelo quarto ano consecutivo, o Comitê de Gerenciamento Bacia Hidrográfica do Rio Araranguá e Afluentes do Mampituba tem na Educação Ambiental uma engrenagem central para a formação e o fortalecimento da governança dos recursos hídricos. Compreendendo a educação como estratégia estruturante, o Comitê busca ampliar e consolidar parcerias institucionais que potencializem suas ações. “As ações de Educação Ambiental desenvolvidas pelo colegiado têm papel estratégico na consolidação da gestão participativa das águas e contemplam diretamente uma das metas previstas nos Planos de Bacia, especialmente no que se refere à formação, à sensibilização e ao fortalecimento da governança dos recursos hídricos no território”, afirma a presidente do Comitê Prof.ª Eliandra Gomes Marques.
Para dar continuidade ao projeto de formação em 2026, a presidente do Comitê, Prof.ª Eliandra Gomes Marques promoveu reunião presencial com o coordenador da Coordenadoria Regional de Educação de Araranguá (CRE), Prof. Gilberto Celestino Pinto Delfino, e com os coordenadores do Programa SC Águas (UDESC/SEMAE), Prof. João Marcos de Moura e Prof. Rogério Simões. Também estiveram presentes o pesquisador em gestão de recursos hídricos, Prof. Jairo Marchesan e o assessor técnico do Comitê, Felipe Uberti.
Para o Professor João Marcos de Moura, a reunião foi importante para aproximar o Programa SC Águas, a CRE de Araranguá e o Comitê de Bacia do Rio Araranguá e Mampituba. “Essa parceria tem potencial para fortalecer a formação qualificada de professores da rede pública nos temas de meio ambiente e recursos hídricos”, explica o coordenador da entidade executiva do Comitê.
O pesquisador em recursos hídricos e parceiro do Programa SC Águas, Prof. Jairo Marchesan, aponta a importância do projeto de educação ambiental. “Parabenizo a iniciativa do Comitê em propor a Educação Ambiental como instrumento fundamental na constituição de consciência das pessoas que vivem no território, bem como para que se apropriem de conceitos e práticas e possam contribuir positivamente no processo de gestão integrada dos recursos hídricos da referida Bacia", explica o pesquisador ou professor.
Para a presidente do Comitê Araranguá afluentes do Mampituba, investir em Educação Ambiental é fomentar a construção de uma cultura de cuidado com a água, envolvendo entidades-membros, escolas, instituições de ensino e pesquisa e a sociedade na proteção das águas e ecossistemas associados. Inserido em um território marcado pela diversidade socioambiental, que abriga o bioma Mata Atlântica, a zona costeira e marítima, um complexo lagunar e rios que deságuam no oceano, o Comitê pauta suas iniciativas na valorização dessas especificidades, promovendo o cuidado com as águas, a gestão integrada e o fortalecimento da participação social.
No mês em que é celebrado o Dia Mundial da Educação Ambiental, o Comitê Araranguá e afluentes do Mampituba destaca projetos de educação ambiental desenvolvidos pelas entidades-membro, que contribuem para a formação e sensibilização da comunidade da Bacia em torno da gestão dos recursos hídricos e da preservação ambiental.
Desde 2009, a Associação de Drenagem e Irrigação Santo Isidoro (ADISI) desenvolve o ProjetoIngabiroba em cinco municípios catarinenses. A realização do projeto conta com apoio do Comitê Araranguá e afluentes do Mampituba, da Epagri e das secretarias de educação e de agricultura dos municípios que recebem as atividades. A iniciativa tem o objetivo de recuperar áreas degradadas e de preservação permanente (APP) por meio do plantio de mudas de árvores. Os produtores de arroz disponibilizam áreas de terrenos e a ADISI fornece as mudas para o plantio, além de se responsabilizar pela manutenção da área plantada até que essas mudas prosperem.
Nestes 17 anos de projeto, já foram plantados em torno de 19 mil mudas de espécies nativas em mais de 100 mil metros quadrados de área física. Estudantes das redes municipal e estadual participam das ações de plantio das mudas. Nessa atividade, o Projeto Ingabiroba já envolveu mais de 1600 alunos. A iniciativa também busca trabalhar a conscientização dos rizicultores e da sociedade sobre a importância da sustentabilidade dos recursos hídricos. "Hoje os próprios produtores de arroz estão realizando o plantio. Nós acreditamos que estamos colhendo frutos de uma semente que plantamos em 2009. Temos muitas áreas já consolidadas, verdadeiras matas formadas”, afirma o representante da ADISI no Comitê, Sérgio Marini.
Outro relevante projeto de educação ambiental que atende a população da Bacia é executado pelo Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto de Araranguá (Samae). O Projeto Samae na Escola percorre instituições de ensino públicas e privadas promovendo palestras e diálogos com alunos dos mais diversos níveis de ensino. As aulas abordam temas acerca de abastecimento de água e saneamento básico. Além das palestras, a Samae também recebe alunos nas estações de tratamento (ETA). A iniciativa ocorre desde 2014.
O Projeto busca aproximar os serviços públicos prestados pela Samae à comunidade e formar cidadãos mais conscientes sobre o uso responsável da água e o importante papel do saneamento na qualidade de vida. “Trabalhamos a importância do cuidado com a água e com o meio ambiente, do descarte adequado dos resíduos e da ligação correta do esgoto quando a rede já está disponível. É nesse momento, ainda na infância e na juventude, que se forma uma consciência ambiental. As crianças e os jovens levam esse aprendizado para casa, compartilham com a família e ampliam o alcance do projeto. É uma troca muito rica. Nós ensinamos, mas também aprendemos com eles”, explica Fernanda Fernandes da Silva, membro-representante da Samae no Comitê Araranguá e afluentes do Mampituba.
O Serviço Geológico do Brasil (SGB-CPRM), organização-membro do órgão colegiado, realiza importante projeto em áreas degradadas pela mineração de carvão em Santa Catarina. O Projeto de Educação Ambiental (PEA) da Bacia Carbonífera de Santa Catarina (BCSC) tem como objetivo informar a comunidade local sobre os projetos de recuperação ambiental das áreas relacionadas às extintas carboníferas Treviso S.A. e CBCA. Em andamento desde 2020, o PEA tem como meta atender os municípios da Bacia Carbonífera de Santa Catarina com áreas a serem recuperadas pela União. O projeto é um grande aliado na preservação das águas no território.
No âmbito do projeto, são oferecidas atividades em ambiente escolar, ofertadas em parceria com as secretarias de educação dos municípios participantes, cursos para profissionais que atuam na recuperação de áreas degradadas e visitas técnicas destinadas a universitários para apresentar as ações de restauração ambiental. Somente em 2024, as ações impactaram cerca de 330 alunos da rede municipal de Siderópolis, Treviso e Lauro Muller, além de 111 estudantes de universidades parceiras. Em 2025, o SGB foi um dos parceiros do Comitê no desenvolvimento do Curso de Formação em Educação Ambiental.
Além de apoiar as atividades realizadas pelas organizações-membro, participando das ações e contribuindo com as atividades, o Comitê Araranguá e afluentes do Mampituba lidera a organização, por quatro anos consecutivos, do curso de Formação em Educação Ambiental para professores. Neste ano (2026), uma reunião realizada ainda em janeiro marcou o início da organização da 4ª edição do curso que recebe educadores da rede pública para debater e construir práticas pedagógicas voltadas à sustentabilidade hídrica e à justiça socioambiental e climática. A iniciativa está registrada na Plataforma MonitoraEA, sistema que monitora e avalia projetos e políticas públicas de educação ambiental no Brasil.
Realizar ações ambientais educativas está entre os objetivos de desenvolvimento sustentável das Nações Unidas (ONU). O objetivo número 13, que consiste em adotar medidas urgentes para combater as alterações climáticas e os seus impactos, elenca como uma de suas metas a promoção da educação sobre mitigação, adaptação, redução de impacto e alerta precoce da mudança do clima.
O Comitê Araranguá e afluentes do Mampituba dispõe de materiais pedagógicos para doação, com o objetivo de apoiar o trabalho das escolas na temática de Educação Ambiental. Entre em contato com o colegiado por meio do e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. , ou pelo Instagram do Comitê.
Análise técnica de projetos, realização de Assembleias e participação em eventos e capacitações marcaram a atuação do Comitê Tijucas e Biguaçu em 2025. Mesmo com os desafios apresentados ao longo do ano, em função do período em que o órgão colegiado ficou sem uma Entidade Executiva (abril a novembro), o Comitê contou com seus membros-representantes e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE) para dar continuidade às atividades de fortalecimento da gestão dos recursos hídricos na bacia.
Entre as deliberações que se destacam em 2025, está a aprovação de parecer técnico de avaliação do projeto “Extração de Areia no Leito do Rio Tijucas: Ações para a Sustentabilidade". Este projeto surgiu como demanda de workshop realizado no ano de 2023 pelo Comitê, para debater a extração de areia em leito de rio na região do Vale do Rio Tijucas. Historicamente, esta atividade é alvo de conflitos com a comunidade local. Entre as principais diretrizes do projeto, destaca-se a proposição de uma minuta de Termo de Referência para a execução do Plano Diretor de Mineração da Bacia Hidrográfica.
Para que ocorresse a análise e aprovação desse projeto, bem como o debate em torno de questões de interesse da região hidrográfica, foram realizadas Assembleias e reuniões da Câmara Técnica Consultiva.
A Assembleia Geral se reuniu por seis vezes em 2025, sendo duas Assembleias Ordinárias e quatro Assembleias Extraordinárias. Já a Câmara Técnica Consultiva realizou cinco reuniões da Plenária e uma reunião do seu recém criado Grupo de Trabalho do Pacto da Mata Ciliar.
O Comitê exerceu representação em diferentes espaços de composição colegiada, como o Grupo de Educação Ambiental da Região Hidrográfica 08 (GTEA RH-08) e o Conselho Gestor da Reserva Biológica do Arvoredo (REBio Arvoredo). O Comitê também esteve nas seis reuniões do Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) e em um encontro do Conselho Estadual de Recursos Hídricos (CERH). O ano de 2025 marcou o retorno do Comitê ao Conselho Gestor da Área de Proteção Ambiental do Anhatomirim (APA Anhatomirim). Para o órgão colegiado, a participação em Conselhos é estratégica, mesmo que abranja o território marítimo, isso porque o uso dos recursos hídricos interfere diretamente na qualidade da água marinha, nas regiões de foz dos rios. Além disso, a Política Nacional de Recursos Hídricos também prevê a integração setorial das Políticas correlatas à gestão de recursos hídricos.
Com o intuito de promover diálogos locais e nacionais, o Comitê Tijucas e Biguaçu esteve presente em diversos eventos no ano de 2025. Destacam-se a participação no Lançamento da Plataforma de Governança Hídrica – Observatório de Governança das Águas; na 2ª Conferência da Zona Costeira de Santa Catarina; e no 26° ENCOB - Encontro Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas que ocorreu em Vitória/ES no mês de setembro. No mesmo mês, o colegiado participou como debatedor no 13º Fórum Regional Interinstitucional Ambiental do TRF da 4ª Região, apresentando a experiência de longa data do Comitê Tijucas e Biguaçu na mobilização social para a preservação e recuperação de áreas degradadas de mata ciliar, com a iniciativa do Pacto da Mata Ciliar. Em outubro, o membro da diretoria marcou presença em Oficina realizada pela Agência Nacional de Águas (ANA), que teve como intuito promover intercâmbio de experiências no apoio ao funcionamento de Comitês de Bacia Hidrográfica em rios de domínio da União e dos Estados. Já em novembro, o presidente participou de Capacitação sobre Saneamento Básico feita pelo Comitê Urussanga.
A Audiência Pública sobre o Plano Estadual de Recursos Hídricos de Santa Catarina, realizada em novembro na Assembleia Legislativa, foi um importante espaço de diálogo com a sociedade que contou com a participação do Comitê Tijucas e Biguaçu. Na ocasião foram debatidos temas de relevância política estratégica para a implementação de ações primordiais para o avanço da gestão de recursos hídricos em Santa Catarina.
Finalmente, em novembro, teve início o trabalho da Entidade Executiva UDESC (Programa SC Águas), em colaboração com a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Economia Verde (SEMAE). O Programa visa oferecer suporte técnico, administrativo e operacional aos Comitês de Bacia Hidrográfica de Santa Catarina, assim como desenvolver pesquisas aplicadas, ações de extensão e projetos voltados ao fortalecimento da gestão de recursos hídricos no Estado, com vigência prevista até 2028. “O suporte técnico e administrativo de uma entidade executiva dá a perspectiva de continuidade das ações do Comitê e um ânimo para atuação dos membros. Esperamos que agora no ano de 2026 consigamos avançar nas ações previstas em nosso Planejamento Estratégico e Plano de Recursos Hídricos”, afirmou o presidente do Comitê, Danilo Funke, ao se reportar a atuação da nova Entidade Executiva.
O Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Timbó e Bacias Contíguas realizará, no dia 9 de março de 2026, às 13h30, a primeira Assembleia Geral Ordinária do ano, que ocorrerá de forma virtual. A convocação é destinada aos membros titulares e suplentes das organizações que integram o colegiado, além de organizações e público interessados.
A reunião será iniciada conforme o quórum estabelecido pelo regimento interno e terá como pauta:
- Leitura do edital e abertura da sessão;
- Leitura dos Ofícios de substituição de representantes de Organizações-membro;
- Leitura e aprovação da ATA referente a Assembleia Geral Ordinária, realizada em 27/11/2025;
- Apresentação e deliberação do Relatório de Atividades do Comitê Timbó do ano de 2025;
- Apresentação e deliberação do Plano de Atividades do Comitê Timbó para o ano de 2026;
- Apresentação e deliberação dos Projetos de Pesquisa propostos no âmbito do Programa SC Águas para os anos de 2026, 2027 e 2028.
- Discussão de assuntos gerais.
A Assembleia Geral Ordinária é um importante momento para alinhar ações, avaliar resultados e definir as diretrizes que orientarão o trabalho do Comitê ao longo do ano. O encontro reforça o compromisso com a gestão participativa e a transparência na condução das políticas relacionadas aos recursos hídricos da região.
Acesse o Edital de Convocação em:
Edital_Convocacao_AGO_09mar2026.pdf
O mundo entrou em uma nova era marcada por limites cada vez mais evidentes na disponibilidade de água. Essa é a principal mensagem do relatório “Falência Global da Água: Vivendo Além de Nossos Recursos Hídricos na Era Pós-Crise”, publicado em 2026 pelo Instituto da Universidade das Nações Unidas para Água, Meio Ambiente e Saúde (UNU-INWEH). O documento apresenta um alerta contundente: em muitas regiões do planeta, a humanidade já utiliza a água além da capacidade de renovação dos sistemas hidrológicos, configurando um cenário que vai além de crises pontuais e se aproxima de um estado estrutural de falência.
O diagnóstico global de falência hídrica apresentado pela ONU não se aplica, neste momento, de forma direta à Bacia Hidrográfica do Rio Jacutinga. Ainda assim, a região já vivencia crises hídricas recorrentes, caracterizadas por episódios de estiagem, restrições temporárias no abastecimento e aumento das pressões sobre os usos da água. Esse contexto evidencia uma situação de vulnerabilidade que, embora não configure um estado estrutural de falência dos sistemas hídricos locais, reforça a necessidade de planejamento, gestão integrada e ações preventivas para evitar o agravamento do quadro no futuro.
O que é a “Falência Global da Água”?
O relatório da ONU introduz o conceito de falência hídrica global para descrever uma condição em que o uso contínuo da água supera, de forma crônica, os limites seguros de disponibilidade e regeneração dos sistemas naturais. Diferentemente de uma crise hídrica temporária — geralmente associada a eventos climáticos extremos — a falência hídrica caracteriza-se por danos acumulados e, muitas vezes, irreversíveis, como a degradação de aquíferos, a perda de ecossistemas aquáticos e a redução permanente da capacidade de oferta de água.
Segundo o estudo, episódios conhecidos como “Day Zero”, quando cidades se aproximam do colapso no abastecimento, não devem ser vistos como eventos isolados, mas como sintomas de sistemas hídricos que operam além de seus limites. Mesmo quando o colapso total é evitado, persistem racionamentos ocultos, fornecimento intermitente e desigualdades no acesso à água.
A realidade da Bacia do Rio Jacutinga
Na Bacia do Rio Jacutinga e bacias contíguas, os conceitos apresentados no relatório global encontram reflexo concreto na história recente. A estiagem severa de 2019–2020 marcou profundamente a região, levando diversos municípios a decretarem situação de emergência. Naquele período, a redução drástica das vazões comprometeu o abastecimento urbano e rural, exigindo o uso intensivo de caminhões-pipa para atender comunidades e propriedades rurais, especialmente para o consumo humano e a dessedentação animal.
Esse episódio evidenciou a vulnerabilidade hídrica da bacia e expôs um fenômeno cada vez mais presente: o risco hidrológico duplo. De um lado, a escassez quantitativa associada às secas prolongadas; de outro, a escassez operacional provocada por eventos extremos de chuva, que elevam a turbidez dos rios e dificultam ou inviabilizam temporariamente a captação e o tratamento da água. Ambos os cenários afetam diretamente a segurança hídrica da população.
A Bacia do Rio Jacutinga apresenta uma economia fortemente baseada na agropecuária e na agroindústria, com destaque para a suinocultura e avicultura intensivas, além do abastecimento público urbano e de atividades industriais. Esses usos múltiplos exercem pressão tanto sobre a quantidade quanto sobre a qualidade da água, exigindo uma gestão cada vez mais integrada e preventiva.
Governança da água como resposta preventiva
Diante desse cenário, o relatório da ONU destaca que não é mais suficiente buscar soluções que tentem simplesmente restaurar condições passadas. O enfrentamento da falência hídrica exige transformações estruturais na forma como a água é planejada, utilizada e governada.
Nesse contexto, o Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Jacutinga desempenha papel estratégico como espaço de governança participativa. Ao reunir representantes do poder público, usuários da água e sociedade civil, o Comitê atua na pactuação de soluções, na elaboração e atualização do Plano de Bacia, na promoção de ações de educação ambiental e na articulação de respostas a eventos críticos.
A experiência acumulada na gestão de crises hídricas, aliada ao planejamento de longo prazo, posiciona o Comitê como instância fundamental para antecipar riscos, reduzir vulnerabilidades e promover o uso sustentável da água na região.
Um alerta global, um compromisso local
O alerta global da ONU reforça a necessidade de ações locais concretas. Entre os caminhos possíveis para fortalecer a segurança hídrica na Bacia do Rio Jacutinga estão o planejamento integrado dos usos da água, a proteção de nascentes e matas ciliares, o uso racional e eficiente da água nos setores produtivos, o fortalecimento do saneamento básico e a ampliação da participação social na gestão dos recursos hídricos.
Mais do que enfrentar crises quando elas ocorrem, o desafio está em construir resiliência, reconhecendo os limites dos sistemas naturais e ajustando o desenvolvimento regional a esses limites.
A “Falência Global da Água”, conforme apresentada pela ONU, não é um conceito distante da realidade local. Ela se manifesta, em diferentes escalas, nas bacias hidrográficas que enfrentam escassez, eventos extremos e pressões crescentes sobre os recursos hídricos. Na Bacia do Rio Jacutinga, a experiência recente demonstra que a água deve ser tratada como eixo central do desenvolvimento regional.
O Comitê Jacutinga reafirma, assim, seu compromisso com a gestão participativa, sustentável e preventiva da água, alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030, em especial ao ODS 6 – Água Potável e Saneamento. Cuidar da água hoje é garantir qualidade de vida, desenvolvimento e segurança para as atuais e futuras gerações.
O Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Jacutinga inicia o ano de 2026 com uma agenda intensa de atividades, marcando o primeiro trimestre com ações estratégicas voltadas à mobilização regional, à educação ambiental e ao fortalecimento da gestão participativa dos recursos hídricos. Entre os destaques estão a preparação para o Tecnoeste 2026, a realização da 1ª Assembleia Geral Ordinária (AGO) do ano e o planejamento da Semana da Água 2026.
Reconhecido por seu papel articulador e educativo ao longo de mais de duas décadas de atuação, o Comitê Jacutinga reforça, neste início de ano, seu compromisso com a preservação da água e com a participação social na gestão das bacias hidrográficas.
Para a presidente do Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Jacutinga, Helga Dinnebier, iniciar as atividades de 2026 é também um convite à escuta e à corresponsabilidade: “A água fala todas as línguas. Ela está na casa de cada família, no alimento que chega à mesa, no trabalho do campo, na saúde e na vida das pessoas. Como mulher e como presidente do Comitê Jacutinga, acredito que cuidar da água é um compromisso coletivo, que precisa envolver crianças, jovens, adultos e idosos. Quando mais pessoas participam das decisões, com diferentes olhares e experiências, a gestão se torna mais justa, mais próxima da realidade e mais preparada para cuidar da bacia hoje e no futuro”, relata Helga.
Preparação para o Tecnoeste 2026
Uma das primeiras ações do Comitê em 2026 é a organização da participação no Tecnoeste – Show Tecnológico Rural do Oeste Catarinense, que chega à sua 18ª edição e será realizado entre os dias 10 e 12 de fevereiro, no Instituto Federal Catarinense (IFC), campus Concórdia.
A Tecnoeste é um dos maiores eventos do agronegócio do Sul do Brasil, reunindo produtores rurais, empresas, pesquisadores, estudantes e o público em geral. Inserido no espaço dedicado ao Meio Ambiente, o Comitê Jacutinga pretende utilizar o evento como uma oportunidade de aproximação com a comunidade, promovendo orientações sobre o uso responsável da água, a importância da preservação dos recursos hídricos e o papel da gestão integrada das bacias.
Samara Romani, a coordenadora do Espaço Meio Ambiente relata: “o Espaço Meio Ambiente na Tecnoeste caracteriza-se por ser um ambiente natural, inserido em meio a um bosque, onde entidades com atuação voltada à sustentabilidade e à preservação ambiental se reúnem para apresentar à comunidade do município e da região os trabalhos e ações desenvolvidos, fortalecendo o diálogo, a educação ambiental e a conscientização sobre os cuidados com os recursos naturais”.
A participação naTecnoeste reforça o caráter educativo e informativo do Comitê, ampliando o diálogo com a sociedade e fortalecendo a disseminação de boas práticas relacionadas à água e ao meio ambiente.
1ª Assembleia Geral Ordinária de 2026
Outra atividade central do primeiro trimestre será a realização da 1ª Assembleia Geral Ordinária (AGO) de 2026, marcada para o dia 17 de março. A AGO é um momento fundamental para o funcionamento do Comitê, reunindo representantes das organizações-membro que compõem o colegiado.
Durante a assembleia, serão debatidos temas estratégicos, deliberadas ações para o ano e alinhadas as prioridades da gestão hídrica da Bacia do Rio Jacutinga. A participação das entidades-membro é considerada essencial para fortalecer a governança da água e garantir decisões construídas de forma democrática e participativa.
Planejamento da Semana da Água 2026
O Comitê Jacutinga também inicia as tratativas para a Semana da Água 2026, evento tradicional que ocorre anualmente no mês de março e que, em 2026, chegará à sua 13ª edição. A Semana da Água é marcada por uma série de ações educativas, palestras, encontros e atividades desenvolvidas em parceria com municípios, instituições de ensino, entidades e organizações da sociedade civil.
A iniciativa tem como objetivo fomentar a reflexão sobre a importância da água, incentivar a adoção de práticas sustentáveis e ampliar o debate sobre a preservação dos recursos hídricos em toda a região de abrangência da bacia.
A programação da Semana da Água está diretamente ligada ao Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março. A data foi instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1992, durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, a Rio-92, e teve sua primeira celebração oficial em 1993.
Desde então, o Dia Mundial da Água tornou-se um marco global de conscientização, reflexão e mobilização, chamando a atenção da sociedade para os desafios relacionados ao acesso à água potável, ao saneamento básico e à gestão sustentável dos recursos hídricos.
Entre os principais objetivos da data estão a conscientização da população, a promoção do acesso universal à água e ao saneamento, o incentivo à gestão sustentável e o fortalecimento da participação social. Esses princípios estão alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU, com destaque para o ODS 6 – Água Potável e Saneamento.
A água também se conecta de forma transversal a outros ODS, como saúde, redução das desigualdades, cidades sustentáveis, ação climática e igualdade de gênero, reforçando seu papel estratégico para o desenvolvimento humano e regional.
Para 2026, a ONU definiu como tema do Dia Mundial da Água “Água e Igualdade de Gênero”, com o slogan “Where waterflows, equalitygrows”, que pode ser traduzido como “Onde a água flui, a igualdade cresce”.
O tema destaca que o acesso à água e ao saneamento vai além da infraestrutura, sendo também uma questão de equidade social e de direitos humanos. Em muitas regiões, mulheres e meninas são as mais afetadas pela falta de água segura, assumindo a responsabilidade pela coleta, pelo cuidado doméstico e enfrentando impactos na saúde, na segurança e na educação.
Ao mesmo tempo, a temática reforça a importância da participação feminina na gestão e na governança dos recursos hídricos, reconhecendo que soluções mais inclusivas tendem a ser mais eficazes e sustentáveis.
No contexto das bacias hidrográficas, o tema de 2026 dialoga diretamente com a atuação dos comitês de bacia, que têm a missão de promover uma gestão participativa, integrada e descentralizada da água. Para o Comitê Jacutinga, a discussão sobre igualdade, inclusão e participação social é parte essencial da construção de políticas hídricas mais justas e eficientes.
Ao iniciar suas atividades em 2026, o Comitê Jacutinga reafirma seu compromisso com a proteção da água como eixo do desenvolvimento regional, da qualidade de vida e da sustentabilidade. As ações previstas para o primeiro trimestre reforçam o papel do Comitê como espaço de diálogo, articulação e mobilização, contribuindo para que a água continue sendo cuidada de forma responsável pelas atuais e futuras gerações.
Canoinhas (SC) – O ano de 2026 será decisivo para a consolidação da gestão dos recursos hídricos na Bacia do Rio Canoinhas e Afluentes Catarinenses do Rio Negro. Em entrevista, a presidente do Comitê de Bacia Hidrográfica, Leoni Fuerst, destacou que as ações deste ano estarão fortemente orientadas à implementação efetiva do Plano de Recursos Hídricos da Bacia, entregue em 2023, além do fortalecimento institucional, da ampliação do engajamento social e do avanço em pesquisas estratégicas no âmbito do Programa SC Águas.
Segundo Leoni, transformar o planejamento em resultados concretos constitui a principal prioridade em 2026. A execução das ações previstas no Plano de Bacia é fundamental para que se avance na gestão integrada da água, com impactos reais no território. Nesse contexto, a gestão das águas subterrâneas ganha centralidade, especialmente após a apresentação dos estudos preliminares em 2024, que ampliaram a compreensão sobre a dinâmica hídrica da região.
Outro eixo estratégico para 2026 será a promoção de campanhas de conservação da água e do solo, com foco na sensibilização da comunidade sobre a interdependência desses recursos e a adoção de práticas sustentáveis. Para a presidente, esse trabalho educativo é essencial para fortalecer uma cultura de cuidado ambiental na bacia.
Fortalecimento institucional e governança
O fortalecimento da estrutura institucional do Comitê também figura entre as prioridades deste ano. A expectativa é que o novo modelo de Entidade Executiva, viabilizado pelo Programa SC Águas, em parceria com a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e a Secretaria de Meio Ambiente e Economia Verde (SEMAE), assegure suporte técnico-administrativo contínuo.
Entre as ações previstas estão a reorganização e ativação das Câmaras Técnicas, a intensificação das atividades de capacitação dos membros do Comitê e o fortalecimento da articulação regional e interestadual, com destaque para a participação em fóruns estaduais e para o avanço na criação do Comitê Interestadual do Rio Iguaçu.
A consolidação desse novo arranjo institucional é considerada fundamental para garantir a estabilidade administrativa e a continuidade das ações, superando fragilidades históricas relacionadas à desassistência técnica.
Desafios prioritários para a bacia
No campo dos desafios, a presidente aponta três grandes frentes que deverão demandar atenção prioritária em 2026: a escassez hídrica associada aos eventos climáticos extremos, a qualidade da água e o saneamento, e a consolidação da governança.
A intensificação de secas, enchentes e inundações exige o desenvolvimento de estratégias de mitigação e adaptação, articuladas aos estudos previstos no Plano Estadual de Recursos Hídricos. Já os problemas persistentes de qualidade da água demandam maior articulação com os municípios, especialmente no avanço dos planos de saneamento básico e no controle de fontes poluidoras.
Ampliação da participação social
A ampliação do engajamento dos diferentes segmentos da sociedade, incluindo usuários da água, poder público e sociedade civil, será outro pilar da atuação em 2026. As estratégias incluem comunicação institucional regular, realização de seminários, oficinas e encontros regionais, apoio a projetos de educação ambiental e maior articulação política local, por meio da apresentação das ações do Comitê nas câmaras municipais.
A participação social é entendida como elemento estruturante da gestão das águas, com foco na ampliação dos espaços de diálogo, na qualificação da participação e no fortalecimento da corresponsabilidade na tomada de decisões.
Expectativas com o Programa SC Águas
No âmbito do Programa SC Águas, as expectativas concentram-se no suporte técnico qualificado, no avanço em pesquisas aplicadas e na execução das metas prioritárias do Plano de Bacia. A presidente ressalta a importância dos estudos em águas subterrâneas e modelagem hídrica, fundamentais para subsidiar decisões baseadas em evidências científicas.
Com uma agenda estratégica e integrada, o Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Canoinhas e Afluentes Catarinenses do Rio Negro projeta 2026 como um ano de consolidação institucional, fortalecimento da governança e avanço concreto na gestão sustentável da água.
Nosso maior objetivo é garantir que o planejamento se traduza em ações efetivas no território, assegurando água em quantidade e qualidade para as atuais e futuras gerações, conclui Leoni Fuerst.
Na última semana (12/01), membros-representantes de entidades que compõem o Comitê de Gerenciamento das Bacias Hidrográficas do Rio Tijucas, do Rio Biguaçu e bacias contíguas realizaram uma visita técnica às instalações da SPAL - Indústria Brasileira de Bebidas S.A., em Antônio Carlos (SC). O objetivo da visita foi conhecer as práticas de gestão relacionadas ao uso dos recursos hídricos, incluindo o tratamento e disposição dos efluentes gerados após a atividade produtiva na unidade industrial. A SPAL é uma das entidades que integram o Comitê Tijucas e Biguaçu no segmento Usuários de Água.
A atividade foi organizada pela Câmara Técnica Consultiva (CTC) do Comitê Tijucas e Biguaçu, a convite dos membros do Comitê que representam a indústria no órgão colegiado. Estiveram presentes pelo Comitê o presidente Danilo Funke (CRBio-09), o vice-presidente Rubens Ribeiro dos Santos (AMME), e os membros Jurandir Pereira Filho (UNIVALI) e Gabriela Minho (Águas de Itapema), além de Ketilyn Prates e Bruno Batista, representantes da SPAL no Comitê. O grupo foi recebido pelo corpo técnico da SPAL, representado por Kauhany Costa Nunes e Gustavo Schmitt.
Conduzida de forma integrada, a visita técnica contou com a apresentação da estrutura institucional do complexo industrial, aliada a realização de um percurso pelas instalações e processos da empresa que produz refrigerantes. Na atividade, o grupo foi apresentado à Estação de Tratamento de Água (ETA) e à Estação de Tratamento de Efluentes Industriais (ETE), ocasião em que foi realizada uma explicação do funcionamento do reator anaeróbio IC e do sistema aeróbio. Os participantes também foram apresentados aos pilares ambientais da SPAL/ Coca-Cola FEMSA Brasil, com foco em gestão hídrica, eficiência no uso da água (WUR), neutralidade hídrica, tratamento de efluentes, energia renovável, gestão de resíduos e ações climáticas.
Na visita técnica, o Comitê teve acesso a dados que mostraram as ações desenvolvidas na unidade industrial para potencializar o reuso e gerar eficiência na utilização dos recursos hídricos. “Os dados apresentados na visita técnica, como a evolução do indicador WUR, a recuperação de mais de 15% da água utilizada nos processos, os projetos de reuso, o tratamento de efluentes com eficiência média de 96%, além dos estudos de disponibilidade hídrica e neutralidade hídrica, reforçam o compromisso da unidade com uma gestão responsável da água alinhada à realidade da bacia hidrográfica onde está inserida”, explica Ketilyn Prates.
O presidente do Comitê Tijucas e Biguaçu, Danilo Funke, destaca que a visita técnica contribuiu para ampliar o conhecimento prático das atividades que ocorrem na unidade industrial. “A atividade serviu para verificar uma série de sistemas, como os de captação, tratamento, uso, geração de efluente, disposição final de águas, podendo até servir como exemplo a ser replicado em outras situações, respeitadas suas especificidades. Realizar esse tipo de ação é uma estratégia de ampliação do conhecimento prático sobre a bacia como um todo, elemento fundamental para subsidiar o diálogo com os demais integrantes do Comitê e qualificar as tomadas de decisão, especialmente no que se refere à execução das ações previstas no Plano de bacia", completa Danilo Funke.
Para a representante da SPAL no Comitê e membro da CTC, Ketilyn Prates, a visita reforçou a articulação entre as práticas adotadas pela empresa e os debates realizados no âmbito da gestão dos recursos hídricos no órgão colegiado. “A avaliação da visita é extremamente positiva. As práticas apresentadas pela SPAL dialogam diretamente com os temas debatidos na CTC e nos comitês de bacia, especialmente no que se refere à segurança hídrica, uso eficiente da água, tratamento adequado de efluentes, conformidade legal e sustentabilidade operacional”, afirmou Ketilyn Prates.
Visitas técnicas potencializam a gestão participativa dos recursos hídricos em Santa Catarina
As visitas técnicas realizadas pelos Comitês de Bacias Hidrográficas têm se consolidado como prática relevante para o fortalecimento da gestão participativa e integrada dos recursos hídricos em Santa Catarina. A ação promove maior transparência sobre os processos adotados nas atividades em torno da bacia e aproxima os diferentes atores que atuam com recursos hídricos, como setor produtivo, poder público, academia e sociedade civil.
De acordo com o presidente do Comitê, Danilo Funke, as visitas técnicas proporcionam uma maior integração entre os atores da bacia. “Promover a integração e articulação entre os diferentes atores que atuam na bacia hidrográfica é uma atribuição básica dos comitês, e isto se aplica entre os integrantes do próprio Comitê, representantes do setor público, população da bacia e usuários de água. A Câmara Técnica Consultiva é uma parte deste grupo, que busca apontar prioridades e alternativas viáveis para a execução do Plano de Bacia dos rios Tijucas e Biguaçu”, conclui Danilo Funke.
Ao longo de 2025, o Comitê de Gerenciamento das Bacias Hidrográficas dos Rios Canoas e Pelotas teve participação ativa e estratégica nas instâncias estadual e nacional de governança das águas, por meio de sua atuação junto ao Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) e ao Fórum Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas (FNCBH). A agenda do ano foi marcada por debates institucionais relevantes, defesa do fortalecimento do Sistema Estadual de Recursos Hídricos e avanços na representação política dos Comitês.
Defesa da gestão de recursos hídricos em Santa Catarina
Desde março, o Comitê Canoas e Pelotas esteve representado nas reuniões do FCCBH que trataram de temas sensíveis à gestão das águas em Santa Catarina, com destaque para o Edital FAPESC nº 64/2024, que previa apoio a projetos ligados aos Comitês de Bacias. A partir das reuniões realizadas com a Secretaria de Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE) e com a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (CMA/ALESC), o FCCBH deliberou pelo envio de ofícios às instituições envolvidas, apontando entraves técnicos, o cancelamento do edital e a necessidade de maior clareza e previsibilidade no financiamento das ações de gerenciamento dos recursos hídricos.
O Comitê Canoas e Pelotas, representado principalmente por seu presidente Eduardo Martins, contribuiu ativamente nesses debates, defendendo a correção de falhas estruturais e a garantia de condições adequadas para a atuação dos Comitês no território catarinense.
Avanços institucionais e construção de propostas
Durante o primeiro semestre, o Comitê participou de Assembleias Gerais Extraordinárias do FCCBH e das atividades do Grupo de Trabalho sobre Assuntos Institucionais e Jurídicos (GTAIJ). Entre os principais temas discutidos estiveram:
Esses encontros resultaram na elaboração de documentos institucionais, cartas abertas e propostas técnicas, posteriormente consolidadas e aprovadas em Assembleia Geral Extraordinária do FCCBH, em agosto.
Articulação interestadual e nacional
Em julho, o Comitê Canoas e Pelotas também marcou presença na Assembleia Geral Extraordinária do Fórum Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas (FNCBH), que aprovou o novo regimento interno da entidade, reforçando a organização e a representatividade dos Comitês em nível nacional.
Além disso, houve intercâmbio com os Fóruns de Comitês do Rio Grande do Sul e do Paraná, permitindo o compartilhamento de experiências sobre instrumentos de custeio e modelos de gestão já implementados em outros estados, contribuindo para o amadurecimento das propostas catarinenses.
Liderança e reconhecimento institucional
Um dos marcos de 2025 foi a Assembleia Geral Ordinária do FCCBH, realizada em outubro, quando ocorreu o processo eleitoral do Fórum. Na ocasião, o presidente do Comitê Canoas e Pelotas, Sr. Eduardo Martins, foi eleito Coordenador Geral do Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas, para o biênio outubro de 2025 a outubro de 2027.
A eleição representa um reconhecimento ao trabalho desenvolvido pelo Comitê Canoas e Pelotas e fortalece sua posição como referência na articulação institucional e na defesa da gestão integrada e participativa dos recursos hídricos em Santa Catarina.
Encerramento do ano e perspectivas
Em novembro, o Comitê participou de reunião entre o FCCBH, a UDESC e a SEMAE, voltada ao esclarecimento de dúvidas e definição do cronograma para os trabalhosda nova equipe técnica que dará suporte aos Comitês. O encontro resultou em encaminhamentos práticos para o início das atividades e no agendamento de reuniões de apresentação dos assessores técnicos às diretorias dos Comitês.
Com uma agenda intensa, marcada por diálogo institucional, construção coletiva e fortalecimento da governança das águas, o ano de 2025 consolidou o papel do Comitê Canoas e Pelotas como ator estratégico no Sistema de Recursos Hídricos de Santa Catarina, projetando perspectivas positivas para os próximos anos.
Estão abertas as inscrições para organizações e entidades participarem do processo eletivo para compor o Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Itajaí e Bacias Contíguas. O edital de convocação foi publicado em dezembro (01/12/2025) e as inscrições seguem abertas até 6 de fevereiro de 2026. O mandato terá vigência no período de 2026 a 2030. As organizações serão eleitas em Assembleias Setoriais Públicas que vão ocorrer entre 3 e 5 de março de 2026.
As organizações, órgãos ou entidades interessadas em uma vaga no Comitê do Itajaí, deverão inscrever-se exclusivamente online, pelo e-mail
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, por meio de envio da documentação informada no edital. A divulgação da lista preliminar das entidades habilitadas à eleição será realizada no dia 13 de fevereiro no site do Comitê. Já a lista final de entidades habilitadas será publicada em 23 de fevereiro no mesmo website.
As entidades habilitadas a participar do processo eletivo deverão participar das Assembleias Setoriais Públicas (ASP), que ocorrerão de modo virtual por meio da plataforma Google Meet entre os dias 3 e 5 de março. As ASPs possuem a finalidade de eleger as organizações, entidades ou órgãos representantes dos três segmentos que compõem o Comitê do Itajaí. São eles: 1) Usuários da Água; 2) População da Bacia; e, 3) Órgãos da Administração Federal e Estadual.
No segmento “Usuários da Água” serão preenchidas 20 vagas de representação, abarcando os seguintes setores: a) abastecimento público; b) lançamento de efluentes urbanos; c) indústria, captação e lançamento de efluentes industriais; d) irrigação; e) criação animal; f) hidroeletricidade; g) mineração; e h) hidroviário, pesca, turismo, lazer e outros usos.
O segmento “População da bacia” terá direito a 20 vagas, compreendendo dois setores. O primeiro é o de municípios, com participação de, no máximo, 50% das vagas do segmento, sendo: a) poder executivo municipal; e b) poder legislativo municipal. O segundo é o de organizações civis de recursos hídricos, com participação de, no mínimo, 50% das vagas do segmento, abrangendo: a) consórcios e associações intermunicipais; b) associações regionais, locais ou setoriais de usuários de recursos hídricos; c) organizações técnicas, de ensino e/ou pesquisa com interesse na área de recursos hídricos; d) organizações não governamentais com objetivos de defesa de interesses difusos e coletivos da sociedade; e e) outras organizações reconhecidas pelo Conselho Estadual de Recursos Hídricos (CERH).
É garantido por lei (9.443/1997) e pela resolução do CERH, no mínimo, uma vaga às comunidades indígenas residentes ou com interesses na bacia hidrográfica, a qual será classificada como organização-membro do segmento População de bacia, reconhecida pelo Conselho Estadual de Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Itajaí e Bacias Contíguas.
Já o segmento “Órgãos da Administração Federal e Estadual” tem direito a 10 vagas e compreende os seguintes setores: I – Poder Executivo Federal; e II – Poder Executivo Estadual. As entidades devem ter atuação na bacia hidrográfica, com vínculo às temáticas de recursos hídricos, e ser indicadas por órgãos ou entidades da administração pública centralizada ou descentralizada que atuem na área de abrangência do Comitê Itajaí. De acordo com a Lei no 9.443 de 8 de janeiro de 1997 e a Resolução CERH de 19 de setembro de 2017, é garantida uma vaga à Fundação Nacional do Índio (FUNAI), a qual será classificada como organização-membro do Poder Executivo Federal.
O Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio Timbó relacionou suas prioridades e metas para 2026, reforçando o compromisso com a gestão eficiente e sustentável dos recursos hídricos da região. Entre as principais frentes de atuação, destacam-se a implementação de instrumentos de gestão previstos nas Políticas Nacional e Estadual, e o acompanhamento das ações do Plano de Recursos Hídricos da Bacia.
Segundo a diretoria do Comitê, outro ponto central será o apoio à regularização do uso da água, com atenção especial às outorgas de recursos hídricos superficiais e subterrâneos, além de projetos voltados à proteção de nascentes e análise das sub-bacias urbanas em parceria com as prefeituras. O planejamento estratégico também inclui a articulação para a criação do Comitê Interestadual do Rio Iguaçu.
Para fortalecer a atuação institucional, o Comitê pretende intensificar capacitações técnicas e institucionais, ampliando o papel das câmaras técnicas e grupos de trabalho. A interação com outros comitês de bacia e instituições do Sistema Estadual de Gerenciamento de Recursos Hídricos será ampliada, visando maior efetividade nas deliberações e decisões colegiadas.
Entre os desafios previstos para 2026, estão a manutenção da qualidade dos corpos hídricos diante das pressões urbanas e industriais, a gestão de conflitos pelo uso da água, a proteção das áreas de recarga e a implementação da cobrança pelo uso da água.
A participação da sociedade também será prioridade, com ações de comunicação e mobilização, eventos presenciais, atividades de educação ambiental e palestras direcionadas a usuários, poder público e demais segmentos da sociedade.
No âmbito do Programa SC Águas, o Comitê espera alcançar maior integração entre os atores do sistema de gestão, estabilidade operacional e suporte técnico e financeiro consistente para garantir o calendário de assembleias e reuniões das câmaras técnicas, consolidando assim uma gestão mais eficiente e participativa.
“Nosso objetivo é transformar planejamento em ação, garantindo que cada projeto e iniciativa reflita diretamente na preservação e uso consciente da água da bacia do Rio Timbó”, afirma a diretoria.
O Comitê Canoas e Pelotas, criado pelo Decreto nº 666, de 17 de junho de 2020, tem como missão:
“Planejar, gerenciar e deliberar ações que promovam o uso democrático dos recursos hídricos, em qualidade e quantidade, nas bacias hidrográficas dos rios Canoas e Pelotas.”
Sua visão é:
“Ser referência para a população da Bacia Hidrográfica dos Rios Canoas e Pelotas, pela atuação democrática em uma gestão de excelência dos recursos hídricos até 2029.”
2025: Um Ano Estratégico para a Gestão da Água
O ano de 2025 foi marcado por desafios e conquistas importantes para o Comitê Canoas e Pelotas. Mesmo diante da ausência de apoio da Entidade Executiva por oito meses, o Comitê manteve suas atividades essenciais, reafirmando seu compromisso com a gestão participativa e sustentável dos recursos hídricos.
Entre as principais ações realizadas destacam-se:
Fortalecimento da Governança e Planejamento Estratégico
A Câmara Técnica Institucional (CTI) teve papel fundamental no fortalecimento da governança das águas da bacia. Ao longo do ano, foram realizadas oito reuniões com pautas alinhadas ao Plano de Recursos Hídricos, garantindo decisões coerentes com o planejamento estratégico, sendo que como resultado o Comitê alcançou 75% de conclusão das ações previstas para a primeira meta do Plano, cujo foco é“Fortalecer a Gestão Integrada”. Esse avanço reforça o compromisso com uma gestão transparente e integrada, essencial para a sustentabilidade hídrica da região.
Desafios Superados e Prioridades
Mesmo diante de eventos climáticos extremos, como secas e cheias, e da falta de apoio técnico por parte da Entidade Executiva, o Comitê atuou de forma integrada com municípios, usuários da água e sociedade civil. As prioridades em 2025 foram:
A gestão dos recursos hídricos é fundamental para garantir a disponibilidade e qualidade da água para as gerações atuais e futuras e os Comitês de bacias hidrográficas desempenham papel estratégico no alcance
Em reunião realizada na última terça-feira (9/12), o Programa SC Águas (UDESC/Semae) apresentou ao Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) o desenho institucional da nova entidade executiva dos Comitês de Bacias Hidrográficas de Santa Catarina, as atribuições dos coordenadores, assessores técnicos e pesquisadores contemplados no Edital UDESC nº 001/2025 e as fases de execução do Programa. O encontro também serviu para promover o debate de pautas relevantes e integradas aos Comitês.
Para o coordenador-geral do FCCBH, Eduardo Marques Martins, a reunião foi fundamental para alinhar pontos importantes para a continuidade dos trabalhos junto à entidade executiva. "Acreditamos que foi uma boa reunião. Conseguimos conhecer a equipe de trabalho da UDESC e SEMAE, resolver dúvidas sobre o projeto e seu cronograma, especialmente em relação à reedição do edital para a contratação das vagas que ainda não foram preenchidas. Com o início deste novo modelo de Entidade Executiva, acreditamos que as atividades dos Comitês poderão retornar à normalidade, o que permitirá reorganizar e hierarquizar as demandas de forma adequada", pontuou o coordenador.
Na reunião, os coordenadores do Programa SC Águas apresentaram o arranjo institucional e a estrutura que vão sustentar o assessoramento técnico e o desenvolvimento de projetos junto aos Comitês de Bacia. O Programa é uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE). A estrutura é organizada por uma coordenação-geral que orienta e lidera as frentes de extensão e de pesquisa e inovação. Os professores da UDESC, João Marcos Bosi Mendonça de Moura e Rogério Simões realizam a atividade de coordenação geral. As ações da frente de extensão universitária consistem no apoio técnico-administrativo aos Comitês de bacia, organização de atividades, planejamento estratégico, elaboração de relatórios e capacitações. Já a frente de pesquisa e inovação é dedicada ao desenvolvimento de estudos previstos no plano estadual de recursos hídricos de Santa Catarina e nos planos de bacia.
As ações de extensão serão executadas em duas vertentes de Santa Catarina: litoral e interior, e conduzido por duas coordenações regionais. Camila Andréa Ramos é a coordenadora da vertente litoral e André Leão é o coordenador da vertente interior. O funcionamento administrativo é garantido pelo suporte técnico da UDESC, e a articulação institucional ocorre por meio do trabalho de pontos focais da Semae. A expectativa é que nesta primeira fase a entidade executiva priorize a realização de relatórios e organização documental referentes ao ano de 2025, planejamentos para 2026, além de estudos dos planos de bacia e elaboração de metodologias para os projetos previstos para 2026.
A coordenadora-adjunta do Fórum, a Prof.ª. Eliandra Gomes Marques, destaca a relevância do encontro para o fortalecimento da gestão integrada dos recursos hídricos. “A reunião foi importante para entendermos as ações preliminares da entidade executiva e SEMAE na retomada dos trabalhos dos Comitês de Bacia, após o hiato entre a última entidade, período que ficamos desassistidos gerando fragilidades na gestão das águas em Santa Catarina. A busca pela aproximação e pelo diálogo entre os Comitês e o SEMAE é relevante para o fortalecimento da gestão integrada das águas, promovendo o alinhamento institucional, a cooperação técnica e a construção de soluções conjuntas que qualifiquem a governança das águas", afirmou a Prof.ª. Eliandra.
O coordenador do SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, reforçou o papel estratégico do programa: “O Programa tem entre seus objetivos oferecer suporte técnico e administrativo aos Comitês e apoiar a execução dos instrumentos de gestão. Do ponto de vista da pesquisa e da inovação, as atividades consistem no desenvolvimento de estudos previstos no Plano Estadual de Recursos Hídricos, voltados às águas subterrâneas e à escassez hídrica. Nessa vertente, também serão atendidas as demandas vinculadas aos Planos de Bacia. Cada Comitê terá papel central no planejamento, acompanhamento e validação dos produtos desenvolvidos pela equipe técnica da entidade executiva", explicou o professor. No presente momento 26 bolsistas estão contratados para atuar no SC Águas e se espera que o Programa seja um marco para o aprimoramento da gestão de recursos hídricos de Santa Catarina.
Em reunião realizada na última terça-feira (9/12), o Programa SC Águas (UDESC/Semae) apresentou ao Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) o desenho institucional da nova entidade executiva dos Comitês de Bacias Hidrográficas de Santa Catarina, as atribuições dos coordenadores, assessores técnicos e pesquisadores contemplados no Edital UDESC nº 001/2025 e as fases de execução do Programa. O encontro também serviu para promover o debate de pautas relevantes e integradas aos Comitês.
Para o coordenador-geral do FCCBH, Eduardo Marques Martins, a reunião foi fundamental para alinhar pontos importantes para a continuidade dos trabalhos junto à entidade executiva. "Acreditamos que foi uma boa reunião. Conseguimos conhecer a equipe de trabalho da UDESC e SEMAE, resolver dúvidas sobre o projeto e seu cronograma, especialmente em relação à reedição do edital para a contratação das vagas que ainda não foram preenchidas. Com o início deste novo modelo de Entidade Executiva, acreditamos que as atividades dos Comitês poderão retornar à normalidade, o que permitirá reorganizar e hierarquizar as demandas de forma adequada", pontuou o coordenador.
Na reunião, os coordenadores do Programa SC Águas apresentaram o arranjo institucional e a estrutura que vão sustentar o assessoramento técnico e o desenvolvimento de projetos junto aos Comitês de Bacia. O Programa é uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE). A estrutura é organizada por uma coordenação-geral que orienta e lidera as frentes de extensão e de pesquisa e inovação. Os professores da UDESC, João Marcos Bosi Mendonça de Moura e Rogério Simões realizam a atividade de coordenação geral. As ações da frente de extensão universitária consistem no apoio técnico-administrativo aos Comitês de bacia, organização de atividades, planejamento estratégico, elaboração de relatórios e capacitações. Já a frente de pesquisa e inovação é dedicada ao desenvolvimento de estudos previstos no plano estadual de recursos hídricos de Santa Catarina e nos planos de bacia.
As ações de extensão serão executadas em duas vertentes de Santa Catarina: litoral e interior, e conduzido por duas coordenações regionais. Camila Andréa Ramos é a coordenadora da vertente litoral e André Leão é o coordenador da vertente interior. O funcionamento administrativo é garantido pelo suporte técnico da UDESC, e a articulação institucional ocorre por meio do trabalho de pontos focais da Semae. A expectativa é que nesta primeira fase a entidade executiva priorize a realização de relatórios e organização documental referentes ao ano de 2025, planejamentos para 2026, além de estudos dos planos de bacia e elaboração de metodologias para os projetos previstos para 2026.
A coordenadora-adjunta do Fórum, a Prof.ª. Eliandra Gomes Marques, destaca a relevância do encontro para o fortalecimento da gestão integrada dos recursos hídricos. “A reunião foi importante para entendermos as ações preliminares da entidade executiva e SEMAE na retomada dos trabalhos dos Comitês de Bacia, após o hiato entre a última entidade, período que ficamos desassistidos gerando fragilidades na gestão das águas em Santa Catarina. A busca pela aproximação e pelo diálogo entre os Comitês e o SEMAE é relevante para o fortalecimento da gestão integrada das águas, promovendo o alinhamento institucional, a cooperação técnica e a construção de soluções conjuntas que qualifiquem a governança das águas", afirmou a Prof.ª. Eliandra.
O coordenador do SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, reforçou o papel estratégico do programa: “O Programa tem entre seus objetivos oferecer suporte técnico e administrativo aos Comitês e apoiar a execução dos instrumentos de gestão. Do ponto de vista da pesquisa e da inovação, as atividades consistem no desenvolvimento de estudos previstos no Plano Estadual de Recursos Hídricos, voltados às águas subterrâneas e à escassez hídrica. Nessa vertente, também serão atendidas as demandas vinculadas aos Planos de Bacia. Cada Comitê terá papel central no planejamento, acompanhamento e validação dos produtos desenvolvidos pela equipe técnica da entidade executiva", explicou o professor. No presente momento 26 bolsistas estão contratados para atuar no SC Águas e se espera que o Programa seja um marco para o aprimoramento da gestão de recursos hídricos de Santa Catarina.
Em reunião realizada na última terça-feira (9/12), o Programa SC Águas (UDESC/Semae) apresentou ao Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) o desenho institucional da nova entidade executiva dos Comitês de Bacias Hidrográficas de Santa Catarina, as atribuições dos coordenadores, assessores técnicos e pesquisadores contemplados no Edital UDESC nº 001/2025 e as fases de execução do Programa. O encontro também serviu para promover o debate de pautas relevantes e integradas aos Comitês.
Para o coordenador-geral do FCCBH, Eduardo Marques Martins, a reunião foi fundamental para alinhar pontos importantes para a continuidade dos trabalhos junto à entidade executiva. "Acreditamos que foi uma boa reunião. Conseguimos conhecer a equipe de trabalho da UDESC e SEMAE, resolver dúvidas sobre o projeto e seu cronograma, especialmente em relação à reedição do edital para a contratação das vagas que ainda não foram preenchidas. Com o início deste novo modelo de Entidade Executiva, acreditamos que as atividades dos Comitês poderão retornar à normalidade, o que permitirá reorganizar e hierarquizar as demandas de forma adequada", pontuou o coordenador.
Na reunião, os coordenadores do Programa SC Águas apresentaram o arranjo institucional e a estrutura que vão sustentar o assessoramento técnico e o desenvolvimento de projetos junto aos Comitês de Bacia. O Programa é uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE). A estrutura é organizada por uma coordenação-geral que orienta e lidera as frentes de extensão e de pesquisa e inovação. Os professores da UDESC, João Marcos Bosi Mendonça de Moura e Rogério Simões realizam a atividade de coordenação geral. As ações da frente de extensão universitária consistem no apoio técnico-administrativo aos Comitês de bacia, organização de atividades, planejamento estratégico, elaboração de relatórios e capacitações. Já a frente de pesquisa e inovação é dedicada ao desenvolvimento de estudos previstos no plano estadual de recursos hídricos de Santa Catarina e nos planos de bacia.
As ações de extensão serão executadas em duas vertentes de Santa Catarina: litoral e interior, e conduzido por duas coordenações regionais. Camila Andréa Ramos é a coordenadora da vertente litoral e André Leão é o coordenador da vertente interior. O funcionamento administrativo é garantido pelo suporte técnico da UDESC, e a articulação institucional ocorre por meio do trabalho de pontos focais da Semae. A expectativa é que nesta primeira fase a entidade executiva priorize a realização de relatórios e organização documental referentes ao ano de 2025, planejamentos para 2026, além de estudos dos planos de bacia e elaboração de metodologias para os projetos previstos para 2026.
A coordenadora-adjunta do Fórum, a Prof.ª. Eliandra Gomes Marques, destaca a relevância do encontro para o fortalecimento da gestão integrada dos recursos hídricos. “A reunião foi importante para entendermos as ações preliminares da entidade executiva e SEMAE na retomada dos trabalhos dos Comitês de Bacia, após o hiato entre a última entidade, período que ficamos desassistidos gerando fragilidades na gestão das águas em Santa Catarina. A busca pela aproximação e pelo diálogo entre os Comitês e o SEMAE é relevante para o fortalecimento da gestão integrada das águas, promovendo o alinhamento institucional, a cooperação técnica e a construção de soluções conjuntas que qualifiquem a governança das águas", afirmou a Prof.ª. Eliandra.
O coordenador do SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, reforçou o papel estratégico do programa: “O Programa tem entre seus objetivos oferecer suporte técnico e administrativo aos Comitês e apoiar a execução dos instrumentos de gestão. Do ponto de vista da pesquisa e da inovação, as atividades consistem no desenvolvimento de estudos previstos no Plano Estadual de Recursos Hídricos, voltados às águas subterrâneas e à escassez hídrica. Nessa vertente, também serão atendidas as demandas vinculadas aos Planos de Bacia. Cada Comitê terá papel central no planejamento, acompanhamento e validação dos produtos desenvolvidos pela equipe técnica da entidade executiva", explicou o professor. No presente momento 26 bolsistas estão contratados para atuar no SC Águas e se espera que o Programa seja um marco para o aprimoramento da gestão de recursos hídricos de Santa Catarina.
Em reunião realizada na última terça-feira (9/12), o Programa SC Águas (UDESC/Semae) apresentou ao Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) o desenho institucional da nova entidade executiva dos Comitês de Bacias Hidrográficas de Santa Catarina, as atribuições dos coordenadores, assessores técnicos e pesquisadores contemplados no Edital UDESC nº 001/2025 e as fases de execução do Programa. O encontro também serviu para promover o debate de pautas relevantes e integradas aos Comitês.
Para o coordenador-geral do FCCBH, Eduardo Marques Martins, a reunião foi fundamental para alinhar pontos importantes para a continuidade dos trabalhos junto à entidade executiva. "Acreditamos que foi uma boa reunião. Conseguimos conhecer a equipe de trabalho da UDESC e SEMAE, resolver dúvidas sobre o projeto e seu cronograma, especialmente em relação à reedição do edital para a contratação das vagas que ainda não foram preenchidas. Com o início deste novo modelo de Entidade Executiva, acreditamos que as atividades dos Comitês poderão retornar à normalidade, o que permitirá reorganizar e hierarquizar as demandas de forma adequada", pontuou o coordenador.
Na reunião, os coordenadores do Programa SC Águas apresentaram o arranjo institucional e a estrutura que vão sustentar o assessoramento técnico e o desenvolvimento de projetos junto aos Comitês de Bacia. O Programa é uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE). A estrutura é organizada por uma coordenação-geral que orienta e lidera as frentes de extensão e de pesquisa e inovação. Os professores da UDESC, João Marcos Bosi Mendonça de Moura e Rogério Simões realizam a atividade de coordenação geral. As ações da frente de extensão universitária consistem no apoio técnico-administrativo aos Comitês de bacia, organização de atividades, planejamento estratégico, elaboração de relatórios e capacitações. Já a frente de pesquisa e inovação é dedicada ao desenvolvimento de estudos previstos no plano estadual de recursos hídricos de Santa Catarina e nos planos de bacia.
As ações de extensão serão executadas em duas vertentes de Santa Catarina: litoral e interior, e conduzido por duas coordenações regionais. Camila Andréa Ramos é a coordenadora da vertente litoral e André Leão é o coordenador da vertente interior. O funcionamento administrativo é garantido pelo suporte técnico da UDESC, e a articulação institucional ocorre por meio do trabalho de pontos focais da Semae. A expectativa é que nesta primeira fase a entidade executiva priorize a realização de relatórios e organização documental referentes ao ano de 2025, planejamentos para 2026, além de estudos dos planos de bacia e elaboração de metodologias para os projetos previstos para 2026.
A coordenadora-adjunta do Fórum, a Prof.ª. Eliandra Gomes Marques, destaca a relevância do encontro para o fortalecimento da gestão integrada dos recursos hídricos. “A reunião foi importante para entendermos as ações preliminares da entidade executiva e SEMAE na retomada dos trabalhos dos Comitês de Bacia, após o hiato entre a última entidade, período que ficamos desassistidos gerando fragilidades na gestão das águas em Santa Catarina. A busca pela aproximação e pelo diálogo entre os Comitês e o SEMAE é relevante para o fortalecimento da gestão integrada das águas, promovendo o alinhamento institucional, a cooperação técnica e a construção de soluções conjuntas que qualifiquem a governança das águas", afirmou a Prof.ª. Eliandra.
O coordenador do SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, reforçou o papel estratégico do programa: “O Programa tem entre seus objetivos oferecer suporte técnico e administrativo aos Comitês e apoiar a execução dos instrumentos de gestão. Do ponto de vista da pesquisa e da inovação, as atividades consistem no desenvolvimento de estudos previstos no Plano Estadual de Recursos Hídricos, voltados às águas subterrâneas e à escassez hídrica. Nessa vertente, também serão atendidas as demandas vinculadas aos Planos de Bacia. Cada Comitê terá papel central no planejamento, acompanhamento e validação dos produtos desenvolvidos pela equipe técnica da entidade executiva", explicou o professor. No presente momento 26 bolsistas estão contratados para atuar no SC Águas e se espera que o Programa seja um marco para o aprimoramento da gestão de recursos hídricos de Santa Catarina.
Em reunião realizada na última terça-feira (9/12), o Programa SC Águas (UDESC/Semae) apresentou ao Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) o desenho institucional da nova entidade executiva dos Comitês de Bacias Hidrográficas de Santa Catarina, as atribuições dos coordenadores, assessores técnicos e pesquisadores contemplados no Edital UDESC nº 001/2025 e as fases de execução do Programa. O encontro também serviu para promover o debate de pautas relevantes e integradas aos Comitês.
Para o coordenador-geral do FCCBH, Eduardo Marques Martins, a reunião foi fundamental para alinhar pontos importantes para a continuidade dos trabalhos junto à entidade executiva. "Acreditamos que foi uma boa reunião. Conseguimos conhecer a equipe de trabalho da UDESC e SEMAE, resolver dúvidas sobre o projeto e seu cronograma, especialmente em relação à reedição do edital para a contratação das vagas que ainda não foram preenchidas. Com o início deste novo modelo de Entidade Executiva, acreditamos que as atividades dos Comitês poderão retornar à normalidade, o que permitirá reorganizar e hierarquizar as demandas de forma adequada", pontuou o coordenador.
Na reunião, os coordenadores do Programa SC Águas apresentaram o arranjo institucional e a estrutura que vão sustentar o assessoramento técnico e o desenvolvimento de projetos junto aos Comitês de Bacia. O Programa é uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE). A estrutura é organizada por uma coordenação-geral que orienta e lidera as frentes de extensão e de pesquisa e inovação. Os professores da UDESC, João Marcos Bosi Mendonça de Moura e Rogério Simões realizam a atividade de coordenação geral. As ações da frente de extensão universitária consistem no apoio técnico-administrativo aos Comitês de bacia, organização de atividades, planejamento estratégico, elaboração de relatórios e capacitações. Já a frente de pesquisa e inovação é dedicada ao desenvolvimento de estudos previstos no plano estadual de recursos hídricos de Santa Catarina e nos planos de bacia.
As ações de extensão serão executadas em duas vertentes de Santa Catarina: litoral e interior, e conduzido por duas coordenações regionais. Camila Andréa Ramos é a coordenadora da vertente litoral e André Leão é o coordenador da vertente interior. O funcionamento administrativo é garantido pelo suporte técnico da UDESC, e a articulação institucional ocorre por meio do trabalho de pontos focais da Semae. A expectativa é que nesta primeira fase a entidade executiva priorize a realização de relatórios e organização documental referentes ao ano de 2025, planejamentos para 2026, além de estudos dos planos de bacia e elaboração de metodologias para os projetos previstos para 2026.
A coordenadora-adjunta do Fórum, a Prof.ª. Eliandra Gomes Marques, destaca a relevância do encontro para o fortalecimento da gestão integrada dos recursos hídricos. “A reunião foi importante para entendermos as ações preliminares da entidade executiva e SEMAE na retomada dos trabalhos dos Comitês de Bacia, após o hiato entre a última entidade, período que ficamos desassistidos gerando fragilidades na gestão das águas em Santa Catarina. A busca pela aproximação e pelo diálogo entre os Comitês e o SEMAE é relevante para o fortalecimento da gestão integrada das águas, promovendo o alinhamento institucional, a cooperação técnica e a construção de soluções conjuntas que qualifiquem a governança das águas", afirmou a Prof.ª. Eliandra.
O coordenador do SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, reforçou o papel estratégico do programa: “O Programa tem entre seus objetivos oferecer suporte técnico e administrativo aos Comitês e apoiar a execução dos instrumentos de gestão. Do ponto de vista da pesquisa e da inovação, as atividades consistem no desenvolvimento de estudos previstos no Plano Estadual de Recursos Hídricos, voltados às águas subterrâneas e à escassez hídrica. Nessa vertente, também serão atendidas as demandas vinculadas aos Planos de Bacia. Cada Comitê terá papel central no planejamento, acompanhamento e validação dos produtos desenvolvidos pela equipe técnica da entidade executiva", explicou o professor. No presente momento 26 bolsistas estão contratados para atuar no SC Águas e se espera que o Programa seja um marco para o aprimoramento da gestão de recursos hídricos de Santa Catarina.
Em reunião realizada na última terça-feira (9/12), o Programa SC Águas (UDESC/Semae) apresentou ao Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) o desenho institucional da nova entidade executiva dos Comitês de Bacias Hidrográficas de Santa Catarina, as atribuições dos coordenadores, assessores técnicos e pesquisadores contemplados no Edital UDESC nº 001/2025 e as fases de execução do Programa. O encontro também serviu para promover o debate de pautas relevantes e integradas aos Comitês.
Para o coordenador-geral do FCCBH, Eduardo Marques Martins, a reunião foi fundamental para alinhar pontos importantes para a continuidade dos trabalhos junto à entidade executiva. "Acreditamos que foi uma boa reunião. Conseguimos conhecer a equipe de trabalho da UDESC e SEMAE, resolver dúvidas sobre o projeto e seu cronograma, especialmente em relação à reedição do edital para a contratação das vagas que ainda não foram preenchidas. Com o início deste novo modelo de Entidade Executiva, acreditamos que as atividades dos Comitês poderão retornar à normalidade, o que permitirá reorganizar e hierarquizar as demandas de forma adequada", pontuou o coordenador.
Na reunião, os coordenadores do Programa SC Águas apresentaram o arranjo institucional e a estrutura que vão sustentar o assessoramento técnico e o desenvolvimento de projetos junto aos Comitês de Bacia. O Programa é uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE). A estrutura é organizada por uma coordenação-geral que orienta e lidera as frentes de extensão e de pesquisa e inovação. Os professores da UDESC, João Marcos Bosi Mendonça de Moura e Rogério Simões realizam a atividade de coordenação geral. As ações da frente de extensão universitária consistem no apoio técnico-administrativo aos Comitês de bacia, organização de atividades, planejamento estratégico, elaboração de relatórios e capacitações. Já a frente de pesquisa e inovação é dedicada ao desenvolvimento de estudos previstos no plano estadual de recursos hídricos de Santa Catarina e nos planos de bacia.
As ações de extensão serão executadas em duas vertentes de Santa Catarina: litoral e interior, e conduzido por duas coordenações regionais. Camila Andréa Ramos é a coordenadora da vertente litoral e André Leão é o coordenador da vertente interior. O funcionamento administrativo é garantido pelo suporte técnico da UDESC, e a articulação institucional ocorre por meio do trabalho de pontos focais da Semae. A expectativa é que nesta primeira fase a entidade executiva priorize a realização de relatórios e organização documental referentes ao ano de 2025, planejamentos para 2026, além de estudos dos planos de bacia e elaboração de metodologias para os projetos previstos para 2026.
A coordenadora-adjunta do Fórum, a Prof.ª. Eliandra Gomes Marques, destaca a relevância do encontro para o fortalecimento da gestão integrada dos recursos hídricos. “A reunião foi importante para entendermos as ações preliminares da entidade executiva e SEMAE na retomada dos trabalhos dos Comitês de Bacia, após o hiato entre a última entidade, período que ficamos desassistidos gerando fragilidades na gestão das águas em Santa Catarina. A busca pela aproximação e pelo diálogo entre os Comitês e o SEMAE é relevante para o fortalecimento da gestão integrada das águas, promovendo o alinhamento institucional, a cooperação técnica e a construção de soluções conjuntas que qualifiquem a governança das águas", afirmou a Prof.ª. Eliandra.
O coordenador do SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, reforçou o papel estratégico do programa: “O Programa tem entre seus objetivos oferecer suporte técnico e administrativo aos Comitês e apoiar a execução dos instrumentos de gestão. Do ponto de vista da pesquisa e da inovação, as atividades consistem no desenvolvimento de estudos previstos no Plano Estadual de Recursos Hídricos, voltados às águas subterrâneas e à escassez hídrica. Nessa vertente, também serão atendidas as demandas vinculadas aos Planos de Bacia. Cada Comitê terá papel central no planejamento, acompanhamento e validação dos produtos desenvolvidos pela equipe técnica da entidade executiva", explicou o professor. No presente momento 26 bolsistas estão contratados para atuar no SC Águas e se espera que o Programa seja um marco para o aprimoramento da gestão de recursos hídricos de Santa Catarina.
Em reunião realizada na última terça-feira (9/12), o Programa SC Águas (UDESC/Semae) apresentou ao Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) o desenho institucional da nova entidade executiva dos Comitês de Bacias Hidrográficas de Santa Catarina, as atribuições dos coordenadores, assessores técnicos e pesquisadores contemplados no Edital UDESC nº 001/2025 e as fases de execução do Programa. O encontro também serviu para promover o debate de pautas relevantes e integradas aos Comitês.
Para o coordenador-geral do FCCBH, Eduardo Marques Martins, a reunião foi fundamental para alinhar pontos importantes para a continuidade dos trabalhos junto à entidade executiva. "Acreditamos que foi uma boa reunião. Conseguimos conhecer a equipe de trabalho da UDESC e SEMAE, resolver dúvidas sobre o projeto e seu cronograma, especialmente em relação à reedição do edital para a contratação das vagas que ainda não foram preenchidas. Com o início deste novo modelo de Entidade Executiva, acreditamos que as atividades dos Comitês poderão retornar à normalidade, o que permitirá reorganizar e hierarquizar as demandas de forma adequada", pontuou o coordenador.
Na reunião, os coordenadores do Programa SC Águas apresentaram o arranjo institucional e a estrutura que vão sustentar o assessoramento técnico e o desenvolvimento de projetos junto aos Comitês de Bacia. O Programa é uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE). A estrutura é organizada por uma coordenação-geral que orienta e lidera as frentes de extensão e de pesquisa e inovação. Os professores da UDESC, João Marcos Bosi Mendonça de Moura e Rogério Simões realizam a atividade de coordenação geral. As ações da frente de extensão universitária consistem no apoio técnico-administrativo aos Comitês de bacia, organização de atividades, planejamento estratégico, elaboração de relatórios e capacitações. Já a frente de pesquisa e inovação é dedicada ao desenvolvimento de estudos previstos no plano estadual de recursos hídricos de Santa Catarina e nos planos de bacia.
As ações de extensão serão executadas em duas vertentes de Santa Catarina: litoral e interior, e conduzido por duas coordenações regionais. Camila Andréa Ramos é a coordenadora da vertente litoral e André Leão é o coordenador da vertente interior. O funcionamento administrativo é garantido pelo suporte técnico da UDESC, e a articulação institucional ocorre por meio do trabalho de pontos focais da Semae. A expectativa é que nesta primeira fase a entidade executiva priorize a realização de relatórios e organização documental referentes ao ano de 2025, planejamentos para 2026, além de estudos dos planos de bacia e elaboração de metodologias para os projetos previstos para 2026.
A coordenadora-adjunta do Fórum, a Prof.ª. Eliandra Gomes Marques, destaca a relevância do encontro para o fortalecimento da gestão integrada dos recursos hídricos. “A reunião foi importante para entendermos as ações preliminares da entidade executiva e SEMAE na retomada dos trabalhos dos Comitês de Bacia, após o hiato entre a última entidade, período que ficamos desassistidos gerando fragilidades na gestão das águas em Santa Catarina. A busca pela aproximação e pelo diálogo entre os Comitês e o SEMAE é relevante para o fortalecimento da gestão integrada das águas, promovendo o alinhamento institucional, a cooperação técnica e a construção de soluções conjuntas que qualifiquem a governança das águas", afirmou a Prof.ª. Eliandra.
O coordenador do SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, reforçou o papel estratégico do programa: “O Programa tem entre seus objetivos oferecer suporte técnico e administrativo aos Comitês e apoiar a execução dos instrumentos de gestão. Do ponto de vista da pesquisa e da inovação, as atividades consistem no desenvolvimento de estudos previstos no Plano Estadual de Recursos Hídricos, voltados às águas subterrâneas e à escassez hídrica. Nessa vertente, também serão atendidas as demandas vinculadas aos Planos de Bacia. Cada Comitê terá papel central no planejamento, acompanhamento e validação dos produtos desenvolvidos pela equipe técnica da entidade executiva", explicou o professor. No presente momento 26 bolsistas estão contratados para atuar no SC Águas e se espera que o Programa seja um marco para o aprimoramento da gestão de recursos hídricos de Santa Catarina.
Em reunião realizada na última terça-feira (9/12), o Programa SC Águas (UDESC/Semae) apresentou ao Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) o desenho institucional da nova entidade executiva dos Comitês de Bacias Hidrográficas de Santa Catarina, as atribuições dos coordenadores, assessores técnicos e pesquisadores contemplados no Edital UDESC nº 001/2025 e as fases de execução do Programa. O encontro também serviu para promover o debate de pautas relevantes e integradas aos Comitês.
Para o coordenador-geral do FCCBH, Eduardo Marques Martins, a reunião foi fundamental para alinhar pontos importantes para a continuidade dos trabalhos junto à entidade executiva. "Acreditamos que foi uma boa reunião. Conseguimos conhecer a equipe de trabalho da UDESC e SEMAE, resolver dúvidas sobre o projeto e seu cronograma, especialmente em relação à reedição do edital para a contratação das vagas que ainda não foram preenchidas. Com o início deste novo modelo de Entidade Executiva, acreditamos que as atividades dos Comitês poderão retornar à normalidade, o que permitirá reorganizar e hierarquizar as demandas de forma adequada", pontuou o coordenador.
Na reunião, os coordenadores do Programa SC Águas apresentaram o arranjo institucional e a estrutura que vão sustentar o assessoramento técnico e o desenvolvimento de projetos junto aos Comitês de Bacia. O Programa é uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE). A estrutura é organizada por uma coordenação-geral que orienta e lidera as frentes de extensão e de pesquisa e inovação. Os professores da UDESC, João Marcos Bosi Mendonça de Moura e Rogério Simões realizam a atividade de coordenação geral. As ações da frente de extensão universitária consistem no apoio técnico-administrativo aos Comitês de bacia, organização de atividades, planejamento estratégico, elaboração de relatórios e capacitações. Já a frente de pesquisa e inovação é dedicada ao desenvolvimento de estudos previstos no plano estadual de recursos hídricos de Santa Catarina e nos planos de bacia.
As ações de extensão serão executadas em duas vertentes de Santa Catarina: litoral e interior, e conduzido por duas coordenações regionais. Camila Andréa Ramos é a coordenadora da vertente litoral e André Leão é o coordenador da vertente interior. O funcionamento administrativo é garantido pelo suporte técnico da UDESC, e a articulação institucional ocorre por meio do trabalho de pontos focais da Semae. A expectativa é que nesta primeira fase a entidade executiva priorize a realização de relatórios e organização documental referentes ao ano de 2025, planejamentos para 2026, além de estudos dos planos de bacia e elaboração de metodologias para os projetos previstos para 2026.
A coordenadora-adjunta do Fórum, a Prof.ª. Eliandra Gomes Marques, destaca a relevância do encontro para o fortalecimento da gestão integrada dos recursos hídricos. “A reunião foi importante para entendermos as ações preliminares da entidade executiva e SEMAE na retomada dos trabalhos dos Comitês de Bacia, após o hiato entre a última entidade, período que ficamos desassistidos gerando fragilidades na gestão das águas em Santa Catarina. A busca pela aproximação e pelo diálogo entre os Comitês e o SEMAE é relevante para o fortalecimento da gestão integrada das águas, promovendo o alinhamento institucional, a cooperação técnica e a construção de soluções conjuntas que qualifiquem a governança das águas", afirmou a Prof.ª. Eliandra.
O coordenador do SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, reforçou o papel estratégico do programa: “O Programa tem entre seus objetivos oferecer suporte técnico e administrativo aos Comitês e apoiar a execução dos instrumentos de gestão. Do ponto de vista da pesquisa e da inovação, as atividades consistem no desenvolvimento de estudos previstos no Plano Estadual de Recursos Hídricos, voltados às águas subterrâneas e à escassez hídrica. Nessa vertente, também serão atendidas as demandas vinculadas aos Planos de Bacia. Cada Comitê terá papel central no planejamento, acompanhamento e validação dos produtos desenvolvidos pela equipe técnica da entidade executiva", explicou o professor. No presente momento 26 bolsistas estão contratados para atuar no SC Águas e se espera que o Programa seja um marco para o aprimoramento da gestão de recursos hídricos de Santa Catarina.
Em reunião realizada na última terça-feira (9/12), o Programa SC Águas (UDESC/Semae) apresentou ao Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) o desenho institucional da nova entidade executiva dos Comitês de Bacias Hidrográficas de Santa Catarina, as atribuições dos coordenadores, assessores técnicos e pesquisadores contemplados no Edital UDESC nº 001/2025 e as fases de execução do Programa. O encontro também serviu para promover o debate de pautas relevantes e integradas aos Comitês.
Para o coordenador-geral do FCCBH, Eduardo Marques Martins, a reunião foi fundamental para alinhar pontos importantes para a continuidade dos trabalhos junto à entidade executiva. "Acreditamos que foi uma boa reunião. Conseguimos conhecer a equipe de trabalho da UDESC e SEMAE, resolver dúvidas sobre o projeto e seu cronograma, especialmente em relação à reedição do edital para a contratação das vagas que ainda não foram preenchidas. Com o início deste novo modelo de Entidade Executiva, acreditamos que as atividades dos Comitês poderão retornar à normalidade, o que permitirá reorganizar e hierarquizar as demandas de forma adequada", pontuou o coordenador.
Na reunião, os coordenadores do Programa SC Águas apresentaram o arranjo institucional e a estrutura que vão sustentar o assessoramento técnico e o desenvolvimento de projetos junto aos Comitês de Bacia. O Programa é uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE). A estrutura é organizada por uma coordenação-geral que orienta e lidera as frentes de extensão e de pesquisa e inovação. Os professores da UDESC, João Marcos Bosi Mendonça de Moura e Rogério Simões realizam a atividade de coordenação geral. As ações da frente de extensão universitária consistem no apoio técnico-administrativo aos Comitês de bacia, organização de atividades, planejamento estratégico, elaboração de relatórios e capacitações. Já a frente de pesquisa e inovação é dedicada ao desenvolvimento de estudos previstos no plano estadual de recursos hídricos de Santa Catarina e nos planos de bacia.
As ações de extensão serão executadas em duas vertentes de Santa Catarina: litoral e interior, e conduzido por duas coordenações regionais. Camila Andréa Ramos é a coordenadora da vertente litoral e André Leão é o coordenador da vertente interior. O funcionamento administrativo é garantido pelo suporte técnico da UDESC, e a articulação institucional ocorre por meio do trabalho de pontos focais da Semae. A expectativa é que nesta primeira fase a entidade executiva priorize a realização de relatórios e organização documental referentes ao ano de 2025, planejamentos para 2026, além de estudos dos planos de bacia e elaboração de metodologias para os projetos previstos para 2026.
A coordenadora-adjunta do Fórum, a Prof.ª. Eliandra Gomes Marques, destaca a relevância do encontro para o fortalecimento da gestão integrada dos recursos hídricos. “A reunião foi importante para entendermos as ações preliminares da entidade executiva e SEMAE na retomada dos trabalhos dos Comitês de Bacia, após o hiato entre a última entidade, período que ficamos desassistidos gerando fragilidades na gestão das águas em Santa Catarina. A busca pela aproximação e pelo diálogo entre os Comitês e o SEMAE é relevante para o fortalecimento da gestão integrada das águas, promovendo o alinhamento institucional, a cooperação técnica e a construção de soluções conjuntas que qualifiquem a governança das águas", afirmou a Prof.ª. Eliandra.
O coordenador do SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, reforçou o papel estratégico do programa: “O Programa tem entre seus objetivos oferecer suporte técnico e administrativo aos Comitês e apoiar a execução dos instrumentos de gestão. Do ponto de vista da pesquisa e da inovação, as atividades consistem no desenvolvimento de estudos previstos no Plano Estadual de Recursos Hídricos, voltados às águas subterrâneas e à escassez hídrica. Nessa vertente, também serão atendidas as demandas vinculadas aos Planos de Bacia. Cada Comitê terá papel central no planejamento, acompanhamento e validação dos produtos desenvolvidos pela equipe técnica da entidade executiva", explicou o professor. No presente momento 26 bolsistas estão contratados para atuar no SC Águas e se espera que o Programa seja um marco para o aprimoramento da gestão de recursos hídricos de Santa Catarina.
Em reunião realizada na última terça-feira (9/12), o Programa SC Águas (UDESC/Semae) apresentou ao Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) o desenho institucional da nova entidade executiva dos Comitês de Bacias Hidrográficas de Santa Catarina, as atribuições dos coordenadores, assessores técnicos e pesquisadores contemplados no Edital UDESC nº 001/2025 e as fases de execução do Programa. O encontro também serviu para promover o debate de pautas relevantes e integradas aos Comitês.
Para o coordenador-geral do FCCBH, Eduardo Marques Martins, a reunião foi fundamental para alinhar pontos importantes para a continuidade dos trabalhos junto à entidade executiva. "Acreditamos que foi uma boa reunião. Conseguimos conhecer a equipe de trabalho da UDESC e SEMAE, resolver dúvidas sobre o projeto e seu cronograma, especialmente em relação à reedição do edital para a contratação das vagas que ainda não foram preenchidas. Com o início deste novo modelo de Entidade Executiva, acreditamos que as atividades dos Comitês poderão retornar à normalidade, o que permitirá reorganizar e hierarquizar as demandas de forma adequada", pontuou o coordenador.
Na reunião, os coordenadores do Programa SC Águas apresentaram o arranjo institucional e a estrutura que vão sustentar o assessoramento técnico e o desenvolvimento de projetos junto aos Comitês de Bacia. O Programa é uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE). A estrutura é organizada por uma coordenação-geral que orienta e lidera as frentes de extensão e de pesquisa e inovação. Os professores da UDESC, João Marcos Bosi Mendonça de Moura e Rogério Simões realizam a atividade de coordenação geral. As ações da frente de extensão universitária consistem no apoio técnico-administrativo aos Comitês de bacia, organização de atividades, planejamento estratégico, elaboração de relatórios e capacitações. Já a frente de pesquisa e inovação é dedicada ao desenvolvimento de estudos previstos no plano estadual de recursos hídricos de Santa Catarina e nos planos de bacia.
As ações de extensão serão executadas em duas vertentes de Santa Catarina: litoral e interior, e conduzido por duas coordenações regionais. Camila Andréa Ramos é a coordenadora da vertente litoral e André Leão é o coordenador da vertente interior. O funcionamento administrativo é garantido pelo suporte técnico da UDESC, e a articulação institucional ocorre por meio do trabalho de pontos focais da Semae. A expectativa é que nesta primeira fase a entidade executiva priorize a realização de relatórios e organização documental referentes ao ano de 2025, planejamentos para 2026, além de estudos dos planos de bacia e elaboração de metodologias para os projetos previstos para 2026.
A coordenadora-adjunta do Fórum, a Prof.ª. Eliandra Gomes Marques, destaca a relevância do encontro para o fortalecimento da gestão integrada dos recursos hídricos. “A reunião foi importante para entendermos as ações preliminares da entidade executiva e SEMAE na retomada dos trabalhos dos Comitês de Bacia, após o hiato entre a última entidade, período que ficamos desassistidos gerando fragilidades na gestão das águas em Santa Catarina. A busca pela aproximação e pelo diálogo entre os Comitês e o SEMAE é relevante para o fortalecimento da gestão integrada das águas, promovendo o alinhamento institucional, a cooperação técnica e a construção de soluções conjuntas que qualifiquem a governança das águas", afirmou a Prof.ª. Eliandra.
O coordenador do SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, reforçou o papel estratégico do programa: “O Programa tem entre seus objetivos oferecer suporte técnico e administrativo aos Comitês e apoiar a execução dos instrumentos de gestão. Do ponto de vista da pesquisa e da inovação, as atividades consistem no desenvolvimento de estudos previstos no Plano Estadual de Recursos Hídricos, voltados às águas subterrâneas e à escassez hídrica. Nessa vertente, também serão atendidas as demandas vinculadas aos Planos de Bacia. Cada Comitê terá papel central no planejamento, acompanhamento e validação dos produtos desenvolvidos pela equipe técnica da entidade executiva", explicou o professor. No presente momento 26 bolsistas estão contratados para atuar no SC Águas e se espera que o Programa seja um marco para o aprimoramento da gestão de recursos hídricos de Santa Catarina.
Em reunião realizada na última terça-feira (9/12), o Programa SC Águas (UDESC/Semae) apresentou ao Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) o desenho institucional da nova entidade executiva dos Comitês de Bacias Hidrográficas de Santa Catarina, as atribuições dos coordenadores, assessores técnicos e pesquisadores contemplados no Edital UDESC nº 001/2025 e as fases de execução do Programa. O encontro também serviu para promover o debate de pautas relevantes e integradas aos Comitês.
Para o coordenador-geral do FCCBH, Eduardo Marques Martins, a reunião foi fundamental para alinhar pontos importantes para a continuidade dos trabalhos junto à entidade executiva. "Acreditamos que foi uma boa reunião. Conseguimos conhecer a equipe de trabalho da UDESC e SEMAE, resolver dúvidas sobre o projeto e seu cronograma, especialmente em relação à reedição do edital para a contratação das vagas que ainda não foram preenchidas. Com o início deste novo modelo de Entidade Executiva, acreditamos que as atividades dos Comitês poderão retornar à normalidade, o que permitirá reorganizar e hierarquizar as demandas de forma adequada", pontuou o coordenador.
Na reunião, os coordenadores do Programa SC Águas apresentaram o arranjo institucional e a estrutura que vão sustentar o assessoramento técnico e o desenvolvimento de projetos junto aos Comitês de Bacia. O Programa é uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE). A estrutura é organizada por uma coordenação-geral que orienta e lidera as frentes de extensão e de pesquisa e inovação. Os professores da UDESC, João Marcos Bosi Mendonça de Moura e Rogério Simões realizam a atividade de coordenação geral. As ações da frente de extensão universitária consistem no apoio técnico-administrativo aos Comitês de bacia, organização de atividades, planejamento estratégico, elaboração de relatórios e capacitações. Já a frente de pesquisa e inovação é dedicada ao desenvolvimento de estudos previstos no plano estadual de recursos hídricos de Santa Catarina e nos planos de bacia.
As ações de extensão serão executadas em duas vertentes de Santa Catarina: litoral e interior, e conduzido por duas coordenações regionais. Camila Andréa Ramos é a coordenadora da vertente litoral e André Leão é o coordenador da vertente interior. O funcionamento administrativo é garantido pelo suporte técnico da UDESC, e a articulação institucional ocorre por meio do trabalho de pontos focais da Semae. A expectativa é que nesta primeira fase a entidade executiva priorize a realização de relatórios e organização documental referentes ao ano de 2025, planejamentos para 2026, além de estudos dos planos de bacia e elaboração de metodologias para os projetos previstos para 2026.
A coordenadora-adjunta do Fórum, a Prof.ª. Eliandra Gomes Marques, destaca a relevância do encontro para o fortalecimento da gestão integrada dos recursos hídricos. “A reunião foi importante para entendermos as ações preliminares da entidade executiva e SEMAE na retomada dos trabalhos dos Comitês de Bacia, após o hiato entre a última entidade, período que ficamos desassistidos gerando fragilidades na gestão das águas em Santa Catarina. A busca pela aproximação e pelo diálogo entre os Comitês e o SEMAE é relevante para o fortalecimento da gestão integrada das águas, promovendo o alinhamento institucional, a cooperação técnica e a construção de soluções conjuntas que qualifiquem a governança das águas", afirmou a Prof.ª. Eliandra.
O coordenador do SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, reforçou o papel estratégico do programa: “O Programa tem entre seus objetivos oferecer suporte técnico e administrativo aos Comitês e apoiar a execução dos instrumentos de gestão. Do ponto de vista da pesquisa e da inovação, as atividades consistem no desenvolvimento de estudos previstos no Plano Estadual de Recursos Hídricos, voltados às águas subterrâneas e à escassez hídrica. Nessa vertente, também serão atendidas as demandas vinculadas aos Planos de Bacia. Cada Comitê terá papel central no planejamento, acompanhamento e validação dos produtos desenvolvidos pela equipe técnica da entidade executiva", explicou o professor. No presente momento 26 bolsistas estão contratados para atuar no SC Águas e se espera que o Programa seja um marco para o aprimoramento da gestão de recursos hídricos de Santa Catarina.
Em reunião realizada na última terça-feira (9/12), o Programa SC Águas (UDESC/Semae) apresentou ao Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) o desenho institucional da nova entidade executiva dos Comitês de Bacias Hidrográficas de Santa Catarina, as atribuições dos coordenadores, assessores técnicos e pesquisadores contemplados no Edital UDESC nº 001/2025 e as fases de execução do Programa. O encontro também serviu para promover o debate de pautas relevantes e integradas aos Comitês.
Para o coordenador-geral do FCCBH, Eduardo Marques Martins, a reunião foi fundamental para alinhar pontos importantes para a continuidade dos trabalhos junto à entidade executiva. "Acreditamos que foi uma boa reunião. Conseguimos conhecer a equipe de trabalho da UDESC e SEMAE, resolver dúvidas sobre o projeto e seu cronograma, especialmente em relação à reedição do edital para a contratação das vagas que ainda não foram preenchidas. Com o início deste novo modelo de Entidade Executiva, acreditamos que as atividades dos Comitês poderão retornar à normalidade, o que permitirá reorganizar e hierarquizar as demandas de forma adequada", pontuou o coordenador.
Na reunião, os coordenadores do Programa SC Águas apresentaram o arranjo institucional e a estrutura que vão sustentar o assessoramento técnico e o desenvolvimento de projetos junto aos Comitês de Bacia. O Programa é uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE). A estrutura é organizada por uma coordenação-geral que orienta e lidera as frentes de extensão e de pesquisa e inovação. Os professores da UDESC, João Marcos Bosi Mendonça de Moura e Rogério Simões realizam a atividade de coordenação geral. As ações da frente de extensão universitária consistem no apoio técnico-administrativo aos Comitês de bacia, organização de atividades, planejamento estratégico, elaboração de relatórios e capacitações. Já a frente de pesquisa e inovação é dedicada ao desenvolvimento de estudos previstos no plano estadual de recursos hídricos de Santa Catarina e nos planos de bacia.
As ações de extensão serão executadas em duas vertentes de Santa Catarina: litoral e interior, e conduzido por duas coordenações regionais. Camila Andréa Ramos é a coordenadora da vertente litoral e André Leão é o coordenador da vertente interior. O funcionamento administrativo é garantido pelo suporte técnico da UDESC, e a articulação institucional ocorre por meio do trabalho de pontos focais da Semae. A expectativa é que nesta primeira fase a entidade executiva priorize a realização de relatórios e organização documental referentes ao ano de 2025, planejamentos para 2026, além de estudos dos planos de bacia e elaboração de metodologias para os projetos previstos para 2026.
A coordenadora-adjunta do Fórum, a Prof.ª. Eliandra Gomes Marques, destaca a relevância do encontro para o fortalecimento da gestão integrada dos recursos hídricos. “A reunião foi importante para entendermos as ações preliminares da entidade executiva e SEMAE na retomada dos trabalhos dos Comitês de Bacia, após o hiato entre a última entidade, período que ficamos desassistidos gerando fragilidades na gestão das águas em Santa Catarina. A busca pela aproximação e pelo diálogo entre os Comitês e o SEMAE é relevante para o fortalecimento da gestão integrada das águas, promovendo o alinhamento institucional, a cooperação técnica e a construção de soluções conjuntas que qualifiquem a governança das águas", afirmou a Prof.ª. Eliandra.
O coordenador do SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, reforçou o papel estratégico do programa: “O Programa tem entre seus objetivos oferecer suporte técnico e administrativo aos Comitês e apoiar a execução dos instrumentos de gestão. Do ponto de vista da pesquisa e da inovação, as atividades consistem no desenvolvimento de estudos previstos no Plano Estadual de Recursos Hídricos, voltados às águas subterrâneas e à escassez hídrica. Nessa vertente, também serão atendidas as demandas vinculadas aos Planos de Bacia. Cada Comitê terá papel central no planejamento, acompanhamento e validação dos produtos desenvolvidos pela equipe técnica da entidade executiva", explicou o professor. No presente momento 26 bolsistas estão contratados para atuar no SC Águas e se espera que o Programa seja um marco para o aprimoramento da gestão de recursos hídricos de Santa Catarina.
Em reunião realizada na última terça-feira (9/12), o Programa SC Águas (UDESC/Semae) apresentou ao Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) o desenho institucional da nova entidade executiva dos Comitês de Bacias Hidrográficas de Santa Catarina, as atribuições dos coordenadores, assessores técnicos e pesquisadores contemplados no Edital UDESC nº 001/2025 e as fases de execução do Programa. O encontro também serviu para promover o debate de pautas relevantes e integradas aos Comitês.
Para o coordenador-geral do FCCBH, Eduardo Marques Martins, a reunião foi fundamental para alinhar pontos importantes para a continuidade dos trabalhos junto à entidade executiva. "Acreditamos que foi uma boa reunião. Conseguimos conhecer a equipe de trabalho da UDESC e SEMAE, resolver dúvidas sobre o projeto e seu cronograma, especialmente em relação à reedição do edital para a contratação das vagas que ainda não foram preenchidas. Com o início deste novo modelo de Entidade Executiva, acreditamos que as atividades dos Comitês poderão retornar à normalidade, o que permitirá reorganizar e hierarquizar as demandas de forma adequada", pontuou o coordenador.
Na reunião, os coordenadores do Programa SC Águas apresentaram o arranjo institucional e a estrutura que vão sustentar o assessoramento técnico e o desenvolvimento de projetos junto aos Comitês de Bacia. O Programa é uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE). A estrutura é organizada por uma coordenação-geral que orienta e lidera as frentes de extensão e de pesquisa e inovação. Os professores da UDESC, João Marcos Bosi Mendonça de Moura e Rogério Simões realizam a atividade de coordenação geral. As ações da frente de extensão universitária consistem no apoio técnico-administrativo aos Comitês de bacia, organização de atividades, planejamento estratégico, elaboração de relatórios e capacitações. Já a frente de pesquisa e inovação é dedicada ao desenvolvimento de estudos previstos no plano estadual de recursos hídricos de Santa Catarina e nos planos de bacia.
As ações de extensão serão executadas em duas vertentes de Santa Catarina: litoral e interior, e conduzido por duas coordenações regionais. Camila Andréa Ramos é a coordenadora da vertente litoral e André Leão é o coordenador da vertente interior. O funcionamento administrativo é garantido pelo suporte técnico da UDESC, e a articulação institucional ocorre por meio do trabalho de pontos focais da Semae. A expectativa é que nesta primeira fase a entidade executiva priorize a realização de relatórios e organização documental referentes ao ano de 2025, planejamentos para 2026, além de estudos dos planos de bacia e elaboração de metodologias para os projetos previstos para 2026.
A coordenadora-adjunta do Fórum, a Prof.ª. Eliandra Gomes Marques, destaca a relevância do encontro para o fortalecimento da gestão integrada dos recursos hídricos. “A reunião foi importante para entendermos as ações preliminares da entidade executiva e SEMAE na retomada dos trabalhos dos Comitês de Bacia, após o hiato entre a última entidade, período que ficamos desassistidos gerando fragilidades na gestão das águas em Santa Catarina. A busca pela aproximação e pelo diálogo entre os Comitês e o SEMAE é relevante para o fortalecimento da gestão integrada das águas, promovendo o alinhamento institucional, a cooperação técnica e a construção de soluções conjuntas que qualifiquem a governança das águas", afirmou a Prof.ª. Eliandra.
O coordenador do SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, reforçou o papel estratégico do programa: “O Programa tem entre seus objetivos oferecer suporte técnico e administrativo aos Comitês e apoiar a execução dos instrumentos de gestão. Do ponto de vista da pesquisa e da inovação, as atividades consistem no desenvolvimento de estudos previstos no Plano Estadual de Recursos Hídricos, voltados às águas subterrâneas e à escassez hídrica. Nessa vertente, também serão atendidas as demandas vinculadas aos Planos de Bacia. Cada Comitê terá papel central no planejamento, acompanhamento e validação dos produtos desenvolvidos pela equipe técnica da entidade executiva", explicou o professor. No presente momento 26 bolsistas estão contratados para atuar no SC Águas e se espera que o Programa seja um marco para o aprimoramento da gestão de recursos hídricos de Santa Catarina.
Em reunião realizada na última terça-feira (9/12), o Programa SC Águas (UDESC/Semae) apresentou ao Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) o desenho institucional da nova entidade executiva dos Comitês de Bacias Hidrográficas de Santa Catarina, as atribuições dos coordenadores, assessores técnicos e pesquisadores contemplados no Edital UDESC nº 001/2025 e as fases de execução do Programa. O encontro também serviu para promover o debate de pautas relevantes e integradas aos Comitês.
Para o coordenador-geral do FCCBH, Eduardo Marques Martins, a reunião foi fundamental para alinhar pontos importantes para a continuidade dos trabalhos junto à entidade executiva. "Acreditamos que foi uma boa reunião. Conseguimos conhecer a equipe de trabalho da UDESC e SEMAE, resolver dúvidas sobre o projeto e seu cronograma, especialmente em relação à reedição do edital para a contratação das vagas que ainda não foram preenchidas. Com o início deste novo modelo de Entidade Executiva, acreditamos que as atividades dos Comitês poderão retornar à normalidade, o que permitirá reorganizar e hierarquizar as demandas de forma adequada", pontuou o coordenador.
Na reunião, os coordenadores do Programa SC Águas apresentaram o arranjo institucional e a estrutura que vão sustentar o assessoramento técnico e o desenvolvimento de projetos junto aos Comitês de Bacia. O Programa é uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE). A estrutura é organizada por uma coordenação-geral que orienta e lidera as frentes de extensão e de pesquisa e inovação. Os professores da UDESC, João Marcos Bosi Mendonça de Moura e Rogério Simões realizam a atividade de coordenação geral. As ações da frente de extensão universitária consistem no apoio técnico-administrativo aos Comitês de bacia, organização de atividades, planejamento estratégico, elaboração de relatórios e capacitações. Já a frente de pesquisa e inovação é dedicada ao desenvolvimento de estudos previstos no plano estadual de recursos hídricos de Santa Catarina e nos planos de bacia.
As ações de extensão serão executadas em duas vertentes de Santa Catarina: litoral e interior, e conduzido por duas coordenações regionais. Camila Andréa Ramos é a coordenadora da vertente litoral e André Leão é o coordenador da vertente interior. O funcionamento administrativo é garantido pelo suporte técnico da UDESC, e a articulação institucional ocorre por meio do trabalho de pontos focais da Semae. A expectativa é que nesta primeira fase a entidade executiva priorize a realização de relatórios e organização documental referentes ao ano de 2025, planejamentos para 2026, além de estudos dos planos de bacia e elaboração de metodologias para os projetos previstos para 2026.
A coordenadora-adjunta do Fórum, a Prof.ª. Eliandra Gomes Marques, destaca a relevância do encontro para o fortalecimento da gestão integrada dos recursos hídricos. “A reunião foi importante para entendermos as ações preliminares da entidade executiva e SEMAE na retomada dos trabalhos dos Comitês de Bacia, após o hiato entre a última entidade, período que ficamos desassistidos gerando fragilidades na gestão das águas em Santa Catarina. A busca pela aproximação e pelo diálogo entre os Comitês e o SEMAE é relevante para o fortalecimento da gestão integrada das águas, promovendo o alinhamento institucional, a cooperação técnica e a construção de soluções conjuntas que qualifiquem a governança das águas", afirmou a Prof.ª. Eliandra.
O coordenador do SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, reforçou o papel estratégico do programa: “O Programa tem entre seus objetivos oferecer suporte técnico e administrativo aos Comitês e apoiar a execução dos instrumentos de gestão. Do ponto de vista da pesquisa e da inovação, as atividades consistem no desenvolvimento de estudos previstos no Plano Estadual de Recursos Hídricos, voltados às águas subterrâneas e à escassez hídrica. Nessa vertente, também serão atendidas as demandas vinculadas aos Planos de Bacia. Cada Comitê terá papel central no planejamento, acompanhamento e validação dos produtos desenvolvidos pela equipe técnica da entidade executiva", explicou o professor. No presente momento 26 bolsistas estão contratados para atuar no SC Águas e se espera que o Programa seja um marco para o aprimoramento da gestão de recursos hídricos de Santa Catarina.
Em reunião realizada na última terça-feira (9/12), o Programa SC Águas (UDESC/Semae) apresentou ao Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) o desenho institucional da nova entidade executiva dos Comitês de Bacias Hidrográficas de Santa Catarina, as atribuições dos coordenadores, assessores técnicos e pesquisadores contemplados no Edital UDESC nº 001/2025 e as fases de execução do Programa. O encontro também serviu para promover o debate de pautas relevantes e integradas aos Comitês.
Para o coordenador-geral do FCCBH, Eduardo Marques Martins, a reunião foi fundamental para alinhar pontos importantes para a continuidade dos trabalhos junto à entidade executiva. "Acreditamos que foi uma boa reunião. Conseguimos conhecer a equipe de trabalho da UDESC e SEMAE, resolver dúvidas sobre o projeto e seu cronograma, especialmente em relação à reedição do edital para a contratação das vagas que ainda não foram preenchidas. Com o início deste novo modelo de Entidade Executiva, acreditamos que as atividades dos Comitês poderão retornar à normalidade, o que permitirá reorganizar e hierarquizar as demandas de forma adequada", pontuou o coordenador.
Na reunião, os coordenadores do Programa SC Águas apresentaram o arranjo institucional e a estrutura que vão sustentar o assessoramento técnico e o desenvolvimento de projetos junto aos Comitês de Bacia. O Programa é uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE). A estrutura é organizada por uma coordenação-geral que orienta e lidera as frentes de extensão e de pesquisa e inovação. Os professores da UDESC, João Marcos Bosi Mendonça de Moura e Rogério Simões realizam a atividade de coordenação geral. As ações da frente de extensão universitária consistem no apoio técnico-administrativo aos Comitês de bacia, organização de atividades, planejamento estratégico, elaboração de relatórios e capacitações. Já a frente de pesquisa e inovação é dedicada ao desenvolvimento de estudos previstos no plano estadual de recursos hídricos de Santa Catarina e nos planos de bacia.
As ações de extensão serão executadas em duas vertentes de Santa Catarina: litoral e interior, e conduzido por duas coordenações regionais. Camila Andréa Ramos é a coordenadora da vertente litoral e André Leão é o coordenador da vertente interior. O funcionamento administrativo é garantido pelo suporte técnico da UDESC, e a articulação institucional ocorre por meio do trabalho de pontos focais da Semae. A expectativa é que nesta primeira fase a entidade executiva priorize a realização de relatórios e organização documental referentes ao ano de 2025, planejamentos para 2026, além de estudos dos planos de bacia e elaboração de metodologias para os projetos previstos para 2026.
A coordenadora-adjunta do Fórum, a Prof.ª. Eliandra Gomes Marques, destaca a relevância do encontro para o fortalecimento da gestão integrada dos recursos hídricos. “A reunião foi importante para entendermos as ações preliminares da entidade executiva e SEMAE na retomada dos trabalhos dos Comitês de Bacia, após o hiato entre a última entidade, período que ficamos desassistidos gerando fragilidades na gestão das águas em Santa Catarina. A busca pela aproximação e pelo diálogo entre os Comitês e o SEMAE é relevante para o fortalecimento da gestão integrada das águas, promovendo o alinhamento institucional, a cooperação técnica e a construção de soluções conjuntas que qualifiquem a governança das águas", afirmou a Prof.ª. Eliandra.
O coordenador do SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, reforçou o papel estratégico do programa: “O Programa tem entre seus objetivos oferecer suporte técnico e administrativo aos Comitês e apoiar a execução dos instrumentos de gestão. Do ponto de vista da pesquisa e da inovação, as atividades consistem no desenvolvimento de estudos previstos no Plano Estadual de Recursos Hídricos, voltados às águas subterrâneas e à escassez hídrica. Nessa vertente, também serão atendidas as demandas vinculadas aos Planos de Bacia. Cada Comitê terá papel central no planejamento, acompanhamento e validação dos produtos desenvolvidos pela equipe técnica da entidade executiva", explicou o professor. No presente momento 26 bolsistas estão contratados para atuar no SC Águas e se espera que o Programa seja um marco para o aprimoramento da gestão de recursos hídricos de Santa Catarina.
Em reunião realizada na última terça-feira (9/12), o Programa SC Águas (UDESC/Semae) apresentou ao Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) o desenho institucional da nova entidade executiva dos Comitês de Bacias Hidrográficas de Santa Catarina, as atribuições dos coordenadores, assessores técnicos e pesquisadores contemplados no Edital UDESC nº 001/2025 e as fases de execução do Programa. O encontro também serviu para promover o debate de pautas relevantes e integradas aos Comitês.
Para o coordenador-geral do FCCBH, Eduardo Marques Martins, a reunião foi fundamental para alinhar pontos importantes para a continuidade dos trabalhos junto à entidade executiva. "Acreditamos que foi uma boa reunião. Conseguimos conhecer a equipe de trabalho da UDESC e SEMAE, resolver dúvidas sobre o projeto e seu cronograma, especialmente em relação à reedição do edital para a contratação das vagas que ainda não foram preenchidas. Com o início deste novo modelo de Entidade Executiva, acreditamos que as atividades dos Comitês poderão retornar à normalidade, o que permitirá reorganizar e hierarquizar as demandas de forma adequada", pontuou o coordenador.
Na reunião, os coordenadores do Programa SC Águas apresentaram o arranjo institucional e a estrutura que vão sustentar o assessoramento técnico e o desenvolvimento de projetos junto aos Comitês de Bacia. O Programa é uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE). A estrutura é organizada por uma coordenação-geral que orienta e lidera as frentes de extensão e de pesquisa e inovação. Os professores da UDESC, João Marcos Bosi Mendonça de Moura e Rogério Simões realizam a atividade de coordenação geral. As ações da frente de extensão universitária consistem no apoio técnico-administrativo aos Comitês de bacia, organização de atividades, planejamento estratégico, elaboração de relatórios e capacitações. Já a frente de pesquisa e inovação é dedicada ao desenvolvimento de estudos previstos no plano estadual de recursos hídricos de Santa Catarina e nos planos de bacia.
As ações de extensão serão executadas em duas vertentes de Santa Catarina: litoral e interior, e conduzido por duas coordenações regionais. Camila Andréa Ramos é a coordenadora da vertente litoral e André Leão é o coordenador da vertente interior. O funcionamento administrativo é garantido pelo suporte técnico da UDESC, e a articulação institucional ocorre por meio do trabalho de pontos focais da Semae. A expectativa é que nesta primeira fase a entidade executiva priorize a realização de relatórios e organização documental referentes ao ano de 2025, planejamentos para 2026, além de estudos dos planos de bacia e elaboração de metodologias para os projetos previstos para 2026.
A coordenadora-adjunta do Fórum, a Prof.ª. Eliandra Gomes Marques, destaca a relevância do encontro para o fortalecimento da gestão integrada dos recursos hídricos. “A reunião foi importante para entendermos as ações preliminares da entidade executiva e SEMAE na retomada dos trabalhos dos Comitês de Bacia, após o hiato entre a última entidade, período que ficamos desassistidos gerando fragilidades na gestão das águas em Santa Catarina. A busca pela aproximação e pelo diálogo entre os Comitês e o SEMAE é relevante para o fortalecimento da gestão integrada das águas, promovendo o alinhamento institucional, a cooperação técnica e a construção de soluções conjuntas que qualifiquem a governança das águas", afirmou a Prof.ª. Eliandra.
O coordenador do SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, reforçou o papel estratégico do programa: “O Programa tem entre seus objetivos oferecer suporte técnico e administrativo aos Comitês e apoiar a execução dos instrumentos de gestão. Do ponto de vista da pesquisa e da inovação, as atividades consistem no desenvolvimento de estudos previstos no Plano Estadual de Recursos Hídricos, voltados às águas subterrâneas e à escassez hídrica. Nessa vertente, também serão atendidas as demandas vinculadas aos Planos de Bacia. Cada Comitê terá papel central no planejamento, acompanhamento e validação dos produtos desenvolvidos pela equipe técnica da entidade executiva", explicou o professor. No presente momento 26 bolsistas estão contratados para atuar no SC Águas e se espera que o Programa seja um marco para o aprimoramento da gestão de recursos hídricos de Santa Catarina.
O Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Timbó e Bacias Contíguas realizou, no dia 27 de novembro de 2025, sua Assembleia Geral Ordinária (AGO), convocada conforme o Edital nº 002/2025. O encontro foi realizado por videoconferência e reuniu membros titulares, suplentes e convidados, garantindo ampla participação dos segmentos que compõem o colegiado.
A sessão foi aberta pela presidente Jamile Iara Sekula, que agradeceu o engajamento dos representantes e destacou a relevância da última AGO do ano para o alinhamento institucional e para o fortalecimento da governança da água na região. A condução da reunião seguiu as diretrizes estabelecidas pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Economia Verde (SEMAE) e pelo Conselho Estadual de Recursos Hídricos (CERH), observando as normativas que regem o funcionamento dos Comitês de Bacia em Santa Catarina.
Entre os principais pontos de pauta, destacou-se a discussão acerca do Plano de Trabalho para 2026. O documento será apresentado para deliberação na primeira Assembleia do próximo ano, orientando as atividades técnicas, administrativas e de mobilização social do Comitê. Também foi debatido e aprovado o Calendário de Reuniões de 2026, assegurando previsibilidade e organização às atividades colegiadas. O Calendário ficou estabelecido com as seguintes datas: I – 09 de março de 2026;II – 17 de novembro de 2026.
Outro destaque da reunião foi a apresentação sobre o novo ciclo das Entidades Executivas no âmbito dos Comitês, conduzida a partir do Edital UDESC nº 001/2025, referente ao Programa SC Águas. A iniciativa, desenvolvida pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) em parceria com a SEMAE, tem como objetivo promover pesquisas aplicadas, ações de extensão e inovação voltadas ao fortalecimento da gestão de recursos hídricos no Estado, oferecendo suporte técnico e administrativo contínuo aos Comitês.
Representando a Vertente Interior do Programa, o Coordenador de Extensão, André Leão, apresentou o novo cronograma operacional, os produtos previstos para o próximo ciclo e a estrutura da Equipe Técnica de Apoio, que atuará diretamente junto ao Comitê Timbó. Também foi anunciada a renovação do assessor técnico Pedro Rey, responsável pela articulação entre o Programa SC Águas e o colegiado.
A Assembleia encerrou reforçando o compromisso do Comitê Timbó com o planejamento participativo, a transparência e a gestão integrada dos recursos hídricos, pilares fundamentais para o fortalecimento da governança ambiental e para a promoção do uso sustentável das águas na região.
Encontro marcou a estreia da nova diretoria e o planejamento das ações para o próximo ano
No dia 18 de novembro de 2025, o Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Jacutinga e Bacias Contíguas realizou sua Assembleia Geral Ordinária (AGO), em reunião presencial no município de Concórdia. Esta foi a primeira plenária conduzida pela diretoria eleita em julho, formada por Helga Cristina FuhrmannDinnebier (Concórdia Saneamento), como presidente; Ivete Dahmer Albiero (Prefeitura de Concórdia), vice-presidente; e Deise Karin Morche (Prefeitura de Arabutã), secretária executiva.
Entre as principais deliberações, destacou-se a aprovação do calendário de Assembleias para 2026, com encontros marcados para 17 de março e 17 de novembro. A definição das datas garante organização e alinhamento das ações do Comitê ao longo do próximo ciclo anual.
A Assembleia também tratou do Projeto de Cobrança pelo Uso dos Recursos Hídricos, conduzido pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Economia Verde (SEMAE). A iniciativa encontra-se em fase de estudos técnicos e articulação com os comitês de bacia. Considerando que havia muitos desencontros de informação sobre o andamento do projeto, a reunião foi importante para apresentar dados atualizados e abrir espaço para debates e esclarecimentos, já que o tema envolve questionamentos e diferentes posicionamentos entre os segmentos representados. O instrumento da cobrança está previsto na Política Nacional de Recursos Hídricos (Lei Federal nº 9.433/1997) e na Política Estadual de Recursos Hídricos de Santa Catarina (Lei Estadual nº 9.748/1994), que estabelecem a cobrança como um dos mecanismos de gestão, com objetivo de reconhecer a água como bem econômico e incentivar o uso racional. O acompanhamento das próximas etapas será realizado pelo Comitê, garantindo transparência, diálogo e participação efetiva de todos os membros e segmentos nas discussões e deliberações, conforme os princípios da gestão descentralizada e participativa previstos em lei.
Outro ponto importante foi a apresentação da nova entidade executiva do Comitê, agora sob responsabilidade da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), por meio do Programa SC Águas, em parceria com a SEMAE. A entidade já iniciou suas atividades com a contratação de um assessor técnico para apoiar os trabalhos administrativos e operacionais.
A plenária contou com quórum qualificado e representantes dos três segmentos que compõem o Comitê: poder público, usuários de água e população da bacia. Além da aprovação do calendário, foram compartilhados informes institucionais e discutidas estratégias para fortalecer a atuação do Comitê em 2026, incluindo participação em eventos estaduais e nacionais sobre gestão de recursos hídricos.
Representantes de órgãos estaduais, federais, comitês de bacias e instituições de ensino participaram, em 10 de dezembro, de uma reunião na sede da Associação dos Municípios do Planalto Norte (AMPLANorte), em Mafra (SC), para discutir avanços na criação do Comitê Interestadual da Bacia Hidrográfica do Rio Iguaçu.
O encontro foi convocado pelo Instituto Água e Terra do Paraná (IAT/PR) e pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Economia Verde de Santa Catarina (SEMAE/SC), com o objetivo de fortalecer a cooperação entre os estados e estruturar o futuro comitê de nível federal. A Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) apresentou o papel institucional no processo, destacando a importância da articulação integrada na gestão da bacia.
A atividade contou com a presença de representantes do IAT, Semae, ANA, AMPLANorte, além de membros dos comitês catarinenses e paranaenses vinculados ao Rio Iguaçu. Participaram também universidades e entidades do setor, como UDESC, UFPR, UTFPR, UNICENTRO, UNESPAR, ABES-PR, IMA, CODEPLAN/SC, SANEPAR e organizações da sociedade civil. Os Comitês Canoinhas e Timbó, de Santa Catarina, destacaram em suas apresentações o histórico de atuação e as atividades desenvolvidas ao longo dos últimos anos, contribuindo com informações essenciais para a consolidação do processo de criação do comitê interestadual.
O Programa SC Águas esteve representado pelo seu coordenador-geral, Professor Dr. João Marcos Bosi Mendonça de Moura (UDESC), reforçando o compromisso da universidade e do Programa com o fortalecimento da governança hídrica interestadual. As contribuições dos comitês e instituições presentes auxiliaram na consolidação de encaminhamentos para a futura estrutura organizacional do comitê interestadual.
O encontro marcou mais um passo na integração entre Santa Catarina e Paraná para a gestão compartilhada dos recursos hídricos do Rio Iguaçu, em consonância com a Política Nacional de Recursos Hídricos.
Representantes de órgãos estaduais, federais, comitês de bacias e instituições de ensino participaram, em 10 de dezembro, de uma reunião na sede da Associação dos Municípios do Planalto Norte (AMPLANorte), em Mafra (SC), para discutir avanços na criação do Comitê Interestadual da Bacia Hidrográfica do Rio Iguaçu.
O encontro foi convocado pelo Instituto Água e Terra do Paraná (IAT/PR) e pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Economia Verde de Santa Catarina (SEMAE/SC), com o objetivo de fortalecer a cooperação entre os estados e estruturar o futuro comitê de nível federal. A Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) apresentou o papel institucional no processo, destacando a importância da articulação integrada na gestão da bacia.
A atividade contou com a presença de representantes do IAT, Semae, ANA, AMPLANorte, além de membros dos comitês catarinenses e paranaenses vinculados ao Rio Iguaçu. Participaram também universidades e entidades do setor, como UDESC, UFPR, UTFPR, UNICENTRO, UNESPAR, ABES-PR, IMA, CODEPLAN/SC, SANEPAR e organizações da sociedade civil. Os Comitês Canoinhas e Timbó, de Santa Catarina, destacaram em suas apresentações o histórico de atuação e as atividades desenvolvidas ao longo dos últimos anos, contribuindo com informações essenciais para a consolidação do processo de criação do comitê interestadual.
O Programa SC Águas esteve representado pelo seu coordenador-geral, Professor Dr. João Marcos Bosi Mendonça de Moura (UDESC), reforçando o compromisso da universidade e do Programa com o fortalecimento da governança hídrica interestadual. As contribuições dos comitês e instituições presentes auxiliaram na consolidação de encaminhamentos para a futura estrutura organizacional do comitê interestadual.
O encontro marcou mais um passo na integração entre Santa Catarina e Paraná para a gestão compartilhada dos recursos hídricos do Rio Iguaçu, em consonância com a Política Nacional de Recursos Hídricos.
No dia 02 de dezembro, foi realizada a reunião de encerramento das atividades da Câmara Técnica Institucional (CTI) do Comitê Canoas e Pelotas. O encontro teve como pauta central a apresentação da retrospectiva das ações desenvolvidas ao longo de 2025, bem como a organização das primeiras atividades previstas para o ano de 2026.
Participaram da reunião representantes de cinco instituições, entre elas a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), o Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA), a Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (CASAN) – unidade de Curitibanos, a Polícia Militar Ambiental e a Associação dos Municípios da Região Serrana (AMURES). Também estiveram presentes o Coordenador de Extensão, Comunicação e Comunidade e a assessora técnica da nova Entidade Executiva, que passará a apoiar o Comitê Canoas e Pelotas nos próximos anos.
Mesmo diante de um período de aproximadamente um ano sem assessoria técnica, a Câmara Técnica Institucional conseguiu avançar de forma significativa nas atividades planejadas. Conforme apresentado na reunião, foi alcançado um índice de 85% de execução das ações previstas na primeira meta do Plano de Recursos Hídricos, intitulada “Fortalecer a Gestão Integrada”, evidenciando o comprometimento institucional dos seus membros.
Além do balanço das atividades realizadas, os integrantes da CTI debateram as ações estratégicas previstas para 2026, com destaque para a necessidade de alinhamento inicial das atividades junto à nova Entidade Executiva. Nesse contexto, ficou agendada a primeira reunião do próximo ano para o dia 23 de março de 2026, com o objetivo de planejar e organizar o cronograma de ações da Câmara Técnica.
Ao final do encontro, o Coordenador de Extensão, Comunicação e Comunidade da Vertente Interior do Programa SC Águas, Me. André Leão, e a assessora técnica do Comitê Canoas e Pelotas, Dra. Cíntia Hoffer apresentaram um breve relato sobre o Programa SC Águas, as perspectivas e avanços esperados. A Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) estará neste ciclo como Entidade Executiva, reforçando as perspectivas de fortalecimento institucional e continuidade das ações de gestão integrada dos recursos hídricos na região.
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