

O mundo entrou em uma nova era marcada por limites cada vez mais evidentes na disponibilidade de água. Essa é a principal mensagem do relatório “Falência Global da Água: Vivendo Além de Nossos Recursos Hídricos na Era Pós-Crise”, publicado em 2026 pelo Instituto da Universidade das Nações Unidas para Água, Meio Ambiente e Saúde (UNU-INWEH). O documento apresenta um alerta contundente: em muitas regiões do planeta, a humanidade já utiliza a água além da capacidade de renovação dos sistemas hidrológicos, configurando um cenário que vai além de crises pontuais e se aproxima de um estado estrutural de falência.
O diagnóstico global de falência hídrica apresentado pela ONU não se aplica, neste momento, de forma direta à Bacia Hidrográfica do Rio Jacutinga. Ainda assim, a região já vivencia crises hídricas recorrentes, caracterizadas por episódios de estiagem, restrições temporárias no abastecimento e aumento das pressões sobre os usos da água. Esse contexto evidencia uma situação de vulnerabilidade que, embora não configure um estado estrutural de falência dos sistemas hídricos locais, reforça a necessidade de planejamento, gestão integrada e ações preventivas para evitar o agravamento do quadro no futuro.
O que é a “Falência Global da Água”?
O relatório da ONU introduz o conceito de falência hídrica global para descrever uma condição em que o uso contínuo da água supera, de forma crônica, os limites seguros de disponibilidade e regeneração dos sistemas naturais. Diferentemente de uma crise hídrica temporária — geralmente associada a eventos climáticos extremos — a falência hídrica caracteriza-se por danos acumulados e, muitas vezes, irreversíveis, como a degradação de aquíferos, a perda de ecossistemas aquáticos e a redução permanente da capacidade de oferta de água.
Segundo o estudo, episódios conhecidos como “Day Zero”, quando cidades se aproximam do colapso no abastecimento, não devem ser vistos como eventos isolados, mas como sintomas de sistemas hídricos que operam além de seus limites. Mesmo quando o colapso total é evitado, persistem racionamentos ocultos, fornecimento intermitente e desigualdades no acesso à água.
A realidade da Bacia do Rio Jacutinga
Na Bacia do Rio Jacutinga e bacias contíguas, os conceitos apresentados no relatório global encontram reflexo concreto na história recente. A estiagem severa de 2019–2020 marcou profundamente a região, levando diversos municípios a decretarem situação de emergência. Naquele período, a redução drástica das vazões comprometeu o abastecimento urbano e rural, exigindo o uso intensivo de caminhões-pipa para atender comunidades e propriedades rurais, especialmente para o consumo humano e a dessedentação animal.
Esse episódio evidenciou a vulnerabilidade hídrica da bacia e expôs um fenômeno cada vez mais presente: o risco hidrológico duplo. De um lado, a escassez quantitativa associada às secas prolongadas; de outro, a escassez operacional provocada por eventos extremos de chuva, que elevam a turbidez dos rios e dificultam ou inviabilizam temporariamente a captação e o tratamento da água. Ambos os cenários afetam diretamente a segurança hídrica da população.
A Bacia do Rio Jacutinga apresenta uma economia fortemente baseada na agropecuária e na agroindústria, com destaque para a suinocultura e avicultura intensivas, além do abastecimento público urbano e de atividades industriais. Esses usos múltiplos exercem pressão tanto sobre a quantidade quanto sobre a qualidade da água, exigindo uma gestão cada vez mais integrada e preventiva.
Governança da água como resposta preventiva
Diante desse cenário, o relatório da ONU destaca que não é mais suficiente buscar soluções que tentem simplesmente restaurar condições passadas. O enfrentamento da falência hídrica exige transformações estruturais na forma como a água é planejada, utilizada e governada.
Nesse contexto, o Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Jacutinga desempenha papel estratégico como espaço de governança participativa. Ao reunir representantes do poder público, usuários da água e sociedade civil, o Comitê atua na pactuação de soluções, na elaboração e atualização do Plano de Bacia, na promoção de ações de educação ambiental e na articulação de respostas a eventos críticos.
A experiência acumulada na gestão de crises hídricas, aliada ao planejamento de longo prazo, posiciona o Comitê como instância fundamental para antecipar riscos, reduzir vulnerabilidades e promover o uso sustentável da água na região.
Um alerta global, um compromisso local
O alerta global da ONU reforça a necessidade de ações locais concretas. Entre os caminhos possíveis para fortalecer a segurança hídrica na Bacia do Rio Jacutinga estão o planejamento integrado dos usos da água, a proteção de nascentes e matas ciliares, o uso racional e eficiente da água nos setores produtivos, o fortalecimento do saneamento básico e a ampliação da participação social na gestão dos recursos hídricos.
Mais do que enfrentar crises quando elas ocorrem, o desafio está em construir resiliência, reconhecendo os limites dos sistemas naturais e ajustando o desenvolvimento regional a esses limites.
A “Falência Global da Água”, conforme apresentada pela ONU, não é um conceito distante da realidade local. Ela se manifesta, em diferentes escalas, nas bacias hidrográficas que enfrentam escassez, eventos extremos e pressões crescentes sobre os recursos hídricos. Na Bacia do Rio Jacutinga, a experiência recente demonstra que a água deve ser tratada como eixo central do desenvolvimento regional.
O Comitê Jacutinga reafirma, assim, seu compromisso com a gestão participativa, sustentável e preventiva da água, alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030, em especial ao ODS 6 – Água Potável e Saneamento. Cuidar da água hoje é garantir qualidade de vida, desenvolvimento e segurança para as atuais e futuras gerações.
O Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Jacutinga inicia o ano de 2026 com uma agenda intensa de atividades, marcando o primeiro trimestre com ações estratégicas voltadas à mobilização regional, à educação ambiental e ao fortalecimento da gestão participativa dos recursos hídricos. Entre os destaques estão a preparação para o Tecnoeste 2026, a realização da 1ª Assembleia Geral Ordinária (AGO) do ano e o planejamento da Semana da Água 2026.
Reconhecido por seu papel articulador e educativo ao longo de mais de duas décadas de atuação, o Comitê Jacutinga reforça, neste início de ano, seu compromisso com a preservação da água e com a participação social na gestão das bacias hidrográficas.
Para a presidente do Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Jacutinga, Helga Dinnebier, iniciar as atividades de 2026 é também um convite à escuta e à corresponsabilidade: “A água fala todas as línguas. Ela está na casa de cada família, no alimento que chega à mesa, no trabalho do campo, na saúde e na vida das pessoas. Como mulher e como presidente do Comitê Jacutinga, acredito que cuidar da água é um compromisso coletivo, que precisa envolver crianças, jovens, adultos e idosos. Quando mais pessoas participam das decisões, com diferentes olhares e experiências, a gestão se torna mais justa, mais próxima da realidade e mais preparada para cuidar da bacia hoje e no futuro”, relata Helga.
Preparação para o Tecnoeste 2026
Uma das primeiras ações do Comitê em 2026 é a organização da participação no Tecnoeste – Show Tecnológico Rural do Oeste Catarinense, que chega à sua 18ª edição e será realizado entre os dias 10 e 12 de fevereiro, no Instituto Federal Catarinense (IFC), campus Concórdia.
A Tecnoeste é um dos maiores eventos do agronegócio do Sul do Brasil, reunindo produtores rurais, empresas, pesquisadores, estudantes e o público em geral. Inserido no espaço dedicado ao Meio Ambiente, o Comitê Jacutinga pretende utilizar o evento como uma oportunidade de aproximação com a comunidade, promovendo orientações sobre o uso responsável da água, a importância da preservação dos recursos hídricos e o papel da gestão integrada das bacias.
Samara Romani, a coordenadora do Espaço Meio Ambiente relata: “o Espaço Meio Ambiente na Tecnoeste caracteriza-se por ser um ambiente natural, inserido em meio a um bosque, onde entidades com atuação voltada à sustentabilidade e à preservação ambiental se reúnem para apresentar à comunidade do município e da região os trabalhos e ações desenvolvidos, fortalecendo o diálogo, a educação ambiental e a conscientização sobre os cuidados com os recursos naturais”.
A participação naTecnoeste reforça o caráter educativo e informativo do Comitê, ampliando o diálogo com a sociedade e fortalecendo a disseminação de boas práticas relacionadas à água e ao meio ambiente.
1ª Assembleia Geral Ordinária de 2026
Outra atividade central do primeiro trimestre será a realização da 1ª Assembleia Geral Ordinária (AGO) de 2026, marcada para o dia 17 de março. A AGO é um momento fundamental para o funcionamento do Comitê, reunindo representantes das organizações-membro que compõem o colegiado.
Durante a assembleia, serão debatidos temas estratégicos, deliberadas ações para o ano e alinhadas as prioridades da gestão hídrica da Bacia do Rio Jacutinga. A participação das entidades-membro é considerada essencial para fortalecer a governança da água e garantir decisões construídas de forma democrática e participativa.
Planejamento da Semana da Água 2026
O Comitê Jacutinga também inicia as tratativas para a Semana da Água 2026, evento tradicional que ocorre anualmente no mês de março e que, em 2026, chegará à sua 13ª edição. A Semana da Água é marcada por uma série de ações educativas, palestras, encontros e atividades desenvolvidas em parceria com municípios, instituições de ensino, entidades e organizações da sociedade civil.
A iniciativa tem como objetivo fomentar a reflexão sobre a importância da água, incentivar a adoção de práticas sustentáveis e ampliar o debate sobre a preservação dos recursos hídricos em toda a região de abrangência da bacia.
A programação da Semana da Água está diretamente ligada ao Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março. A data foi instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1992, durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, a Rio-92, e teve sua primeira celebração oficial em 1993.
Desde então, o Dia Mundial da Água tornou-se um marco global de conscientização, reflexão e mobilização, chamando a atenção da sociedade para os desafios relacionados ao acesso à água potável, ao saneamento básico e à gestão sustentável dos recursos hídricos.
Entre os principais objetivos da data estão a conscientização da população, a promoção do acesso universal à água e ao saneamento, o incentivo à gestão sustentável e o fortalecimento da participação social. Esses princípios estão alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU, com destaque para o ODS 6 – Água Potável e Saneamento.
A água também se conecta de forma transversal a outros ODS, como saúde, redução das desigualdades, cidades sustentáveis, ação climática e igualdade de gênero, reforçando seu papel estratégico para o desenvolvimento humano e regional.
Para 2026, a ONU definiu como tema do Dia Mundial da Água “Água e Igualdade de Gênero”, com o slogan “Where waterflows, equalitygrows”, que pode ser traduzido como “Onde a água flui, a igualdade cresce”.
O tema destaca que o acesso à água e ao saneamento vai além da infraestrutura, sendo também uma questão de equidade social e de direitos humanos. Em muitas regiões, mulheres e meninas são as mais afetadas pela falta de água segura, assumindo a responsabilidade pela coleta, pelo cuidado doméstico e enfrentando impactos na saúde, na segurança e na educação.
Ao mesmo tempo, a temática reforça a importância da participação feminina na gestão e na governança dos recursos hídricos, reconhecendo que soluções mais inclusivas tendem a ser mais eficazes e sustentáveis.
No contexto das bacias hidrográficas, o tema de 2026 dialoga diretamente com a atuação dos comitês de bacia, que têm a missão de promover uma gestão participativa, integrada e descentralizada da água. Para o Comitê Jacutinga, a discussão sobre igualdade, inclusão e participação social é parte essencial da construção de políticas hídricas mais justas e eficientes.
Ao iniciar suas atividades em 2026, o Comitê Jacutinga reafirma seu compromisso com a proteção da água como eixo do desenvolvimento regional, da qualidade de vida e da sustentabilidade. As ações previstas para o primeiro trimestre reforçam o papel do Comitê como espaço de diálogo, articulação e mobilização, contribuindo para que a água continue sendo cuidada de forma responsável pelas atuais e futuras gerações.
Canoinhas (SC) – O ano de 2026 será decisivo para a consolidação da gestão dos recursos hídricos na Bacia do Rio Canoinhas e Afluentes Catarinenses do Rio Negro. Em entrevista, a presidente do Comitê de Bacia Hidrográfica, Leoni Fuerst, destacou que as ações deste ano estarão fortemente orientadas à implementação efetiva do Plano de Recursos Hídricos da Bacia, entregue em 2023, além do fortalecimento institucional, da ampliação do engajamento social e do avanço em pesquisas estratégicas no âmbito do Programa SC Águas.
Segundo Leoni, transformar o planejamento em resultados concretos constitui a principal prioridade em 2026. A execução das ações previstas no Plano de Bacia é fundamental para que se avance na gestão integrada da água, com impactos reais no território. Nesse contexto, a gestão das águas subterrâneas ganha centralidade, especialmente após a apresentação dos estudos preliminares em 2024, que ampliaram a compreensão sobre a dinâmica hídrica da região.
Outro eixo estratégico para 2026 será a promoção de campanhas de conservação da água e do solo, com foco na sensibilização da comunidade sobre a interdependência desses recursos e a adoção de práticas sustentáveis. Para a presidente, esse trabalho educativo é essencial para fortalecer uma cultura de cuidado ambiental na bacia.
Fortalecimento institucional e governança
O fortalecimento da estrutura institucional do Comitê também figura entre as prioridades deste ano. A expectativa é que o novo modelo de Entidade Executiva, viabilizado pelo Programa SC Águas, em parceria com a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e a Secretaria de Meio Ambiente e Economia Verde (SEMAE), assegure suporte técnico-administrativo contínuo.
Entre as ações previstas estão a reorganização e ativação das Câmaras Técnicas, a intensificação das atividades de capacitação dos membros do Comitê e o fortalecimento da articulação regional e interestadual, com destaque para a participação em fóruns estaduais e para o avanço na criação do Comitê Interestadual do Rio Iguaçu.
A consolidação desse novo arranjo institucional é considerada fundamental para garantir a estabilidade administrativa e a continuidade das ações, superando fragilidades históricas relacionadas à desassistência técnica.
Desafios prioritários para a bacia
No campo dos desafios, a presidente aponta três grandes frentes que deverão demandar atenção prioritária em 2026: a escassez hídrica associada aos eventos climáticos extremos, a qualidade da água e o saneamento, e a consolidação da governança.
A intensificação de secas, enchentes e inundações exige o desenvolvimento de estratégias de mitigação e adaptação, articuladas aos estudos previstos no Plano Estadual de Recursos Hídricos. Já os problemas persistentes de qualidade da água demandam maior articulação com os municípios, especialmente no avanço dos planos de saneamento básico e no controle de fontes poluidoras.
Ampliação da participação social
A ampliação do engajamento dos diferentes segmentos da sociedade, incluindo usuários da água, poder público e sociedade civil, será outro pilar da atuação em 2026. As estratégias incluem comunicação institucional regular, realização de seminários, oficinas e encontros regionais, apoio a projetos de educação ambiental e maior articulação política local, por meio da apresentação das ações do Comitê nas câmaras municipais.
A participação social é entendida como elemento estruturante da gestão das águas, com foco na ampliação dos espaços de diálogo, na qualificação da participação e no fortalecimento da corresponsabilidade na tomada de decisões.
Expectativas com o Programa SC Águas
No âmbito do Programa SC Águas, as expectativas concentram-se no suporte técnico qualificado, no avanço em pesquisas aplicadas e na execução das metas prioritárias do Plano de Bacia. A presidente ressalta a importância dos estudos em águas subterrâneas e modelagem hídrica, fundamentais para subsidiar decisões baseadas em evidências científicas.
Com uma agenda estratégica e integrada, o Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Canoinhas e Afluentes Catarinenses do Rio Negro projeta 2026 como um ano de consolidação institucional, fortalecimento da governança e avanço concreto na gestão sustentável da água.
Nosso maior objetivo é garantir que o planejamento se traduza em ações efetivas no território, assegurando água em quantidade e qualidade para as atuais e futuras gerações, conclui Leoni Fuerst.
Na última semana (12/01), membros-representantes de entidades que compõem o Comitê de Gerenciamento das Bacias Hidrográficas do Rio Tijucas, do Rio Biguaçu e bacias contíguas realizaram uma visita técnica às instalações da SPAL - Indústria Brasileira de Bebidas S.A., em Antônio Carlos (SC). O objetivo da visita foi conhecer as práticas de gestão relacionadas ao uso dos recursos hídricos, incluindo o tratamento e disposição dos efluentes gerados após a atividade produtiva na unidade industrial. A SPAL é uma das entidades que integram o Comitê Tijucas e Biguaçu no segmento Usuários de Água.
A atividade foi organizada pela Câmara Técnica Consultiva (CTC) do Comitê Tijucas e Biguaçu, a convite dos membros do Comitê que representam a indústria no órgão colegiado. Estiveram presentes pelo Comitê o presidente Danilo Funke (CRBio-09), o vice-presidente Rubens Ribeiro dos Santos (AMME), e os membros Jurandir Pereira Filho (UNIVALI) e Gabriela Minho (Águas de Itapema), além de Ketilyn Prates e Bruno Batista, representantes da SPAL no Comitê. O grupo foi recebido pelo corpo técnico da SPAL, representado por Kauhany Costa Nunes e Gustavo Schmitt.
Conduzida de forma integrada, a visita técnica contou com a apresentação da estrutura institucional do complexo industrial, aliada a realização de um percurso pelas instalações e processos da empresa que produz refrigerantes. Na atividade, o grupo foi apresentado à Estação de Tratamento de Água (ETA) e à Estação de Tratamento de Efluentes Industriais (ETE), ocasião em que foi realizada uma explicação do funcionamento do reator anaeróbio IC e do sistema aeróbio. Os participantes também foram apresentados aos pilares ambientais da SPAL/ Coca-Cola FEMSA Brasil, com foco em gestão hídrica, eficiência no uso da água (WUR), neutralidade hídrica, tratamento de efluentes, energia renovável, gestão de resíduos e ações climáticas.
Na visita técnica, o Comitê teve acesso a dados que mostraram as ações desenvolvidas na unidade industrial para potencializar o reuso e gerar eficiência na utilização dos recursos hídricos. “Os dados apresentados na visita técnica, como a evolução do indicador WUR, a recuperação de mais de 15% da água utilizada nos processos, os projetos de reuso, o tratamento de efluentes com eficiência média de 96%, além dos estudos de disponibilidade hídrica e neutralidade hídrica, reforçam o compromisso da unidade com uma gestão responsável da água alinhada à realidade da bacia hidrográfica onde está inserida”, explica Ketilyn Prates.
O presidente do Comitê Tijucas e Biguaçu, Danilo Funke, destaca que a visita técnica contribuiu para ampliar o conhecimento prático das atividades que ocorrem na unidade industrial. “A atividade serviu para verificar uma série de sistemas, como os de captação, tratamento, uso, geração de efluente, disposição final de águas, podendo até servir como exemplo a ser replicado em outras situações, respeitadas suas especificidades. Realizar esse tipo de ação é uma estratégia de ampliação do conhecimento prático sobre a bacia como um todo, elemento fundamental para subsidiar o diálogo com os demais integrantes do Comitê e qualificar as tomadas de decisão, especialmente no que se refere à execução das ações previstas no Plano de bacia", completa Danilo Funke.
Para a representante da SPAL no Comitê e membro da CTC, Ketilyn Prates, a visita reforçou a articulação entre as práticas adotadas pela empresa e os debates realizados no âmbito da gestão dos recursos hídricos no órgão colegiado. “A avaliação da visita é extremamente positiva. As práticas apresentadas pela SPAL dialogam diretamente com os temas debatidos na CTC e nos comitês de bacia, especialmente no que se refere à segurança hídrica, uso eficiente da água, tratamento adequado de efluentes, conformidade legal e sustentabilidade operacional”, afirmou Ketilyn Prates.
Visitas técnicas potencializam a gestão participativa dos recursos hídricos em Santa Catarina
As visitas técnicas realizadas pelos Comitês de Bacias Hidrográficas têm se consolidado como prática relevante para o fortalecimento da gestão participativa e integrada dos recursos hídricos em Santa Catarina. A ação promove maior transparência sobre os processos adotados nas atividades em torno da bacia e aproxima os diferentes atores que atuam com recursos hídricos, como setor produtivo, poder público, academia e sociedade civil.
De acordo com o presidente do Comitê, Danilo Funke, as visitas técnicas proporcionam uma maior integração entre os atores da bacia. “Promover a integração e articulação entre os diferentes atores que atuam na bacia hidrográfica é uma atribuição básica dos comitês, e isto se aplica entre os integrantes do próprio Comitê, representantes do setor público, população da bacia e usuários de água. A Câmara Técnica Consultiva é uma parte deste grupo, que busca apontar prioridades e alternativas viáveis para a execução do Plano de Bacia dos rios Tijucas e Biguaçu”, conclui Danilo Funke.
Ao longo de 2025, o Comitê de Gerenciamento das Bacias Hidrográficas dos Rios Canoas e Pelotas teve participação ativa e estratégica nas instâncias estadual e nacional de governança das águas, por meio de sua atuação junto ao Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) e ao Fórum Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas (FNCBH). A agenda do ano foi marcada por debates institucionais relevantes, defesa do fortalecimento do Sistema Estadual de Recursos Hídricos e avanços na representação política dos Comitês.
Defesa da gestão de recursos hídricos em Santa Catarina
Desde março, o Comitê Canoas e Pelotas esteve representado nas reuniões do FCCBH que trataram de temas sensíveis à gestão das águas em Santa Catarina, com destaque para o Edital FAPESC nº 64/2024, que previa apoio a projetos ligados aos Comitês de Bacias. A partir das reuniões realizadas com a Secretaria de Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE) e com a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (CMA/ALESC), o FCCBH deliberou pelo envio de ofícios às instituições envolvidas, apontando entraves técnicos, o cancelamento do edital e a necessidade de maior clareza e previsibilidade no financiamento das ações de gerenciamento dos recursos hídricos.
O Comitê Canoas e Pelotas, representado principalmente por seu presidente Eduardo Martins, contribuiu ativamente nesses debates, defendendo a correção de falhas estruturais e a garantia de condições adequadas para a atuação dos Comitês no território catarinense.
Avanços institucionais e construção de propostas
Durante o primeiro semestre, o Comitê participou de Assembleias Gerais Extraordinárias do FCCBH e das atividades do Grupo de Trabalho sobre Assuntos Institucionais e Jurídicos (GTAIJ). Entre os principais temas discutidos estiveram:
Esses encontros resultaram na elaboração de documentos institucionais, cartas abertas e propostas técnicas, posteriormente consolidadas e aprovadas em Assembleia Geral Extraordinária do FCCBH, em agosto.
Articulação interestadual e nacional
Em julho, o Comitê Canoas e Pelotas também marcou presença na Assembleia Geral Extraordinária do Fórum Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas (FNCBH), que aprovou o novo regimento interno da entidade, reforçando a organização e a representatividade dos Comitês em nível nacional.
Além disso, houve intercâmbio com os Fóruns de Comitês do Rio Grande do Sul e do Paraná, permitindo o compartilhamento de experiências sobre instrumentos de custeio e modelos de gestão já implementados em outros estados, contribuindo para o amadurecimento das propostas catarinenses.
Liderança e reconhecimento institucional
Um dos marcos de 2025 foi a Assembleia Geral Ordinária do FCCBH, realizada em outubro, quando ocorreu o processo eleitoral do Fórum. Na ocasião, o presidente do Comitê Canoas e Pelotas, Sr. Eduardo Martins, foi eleito Coordenador Geral do Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas, para o biênio outubro de 2025 a outubro de 2027.
A eleição representa um reconhecimento ao trabalho desenvolvido pelo Comitê Canoas e Pelotas e fortalece sua posição como referência na articulação institucional e na defesa da gestão integrada e participativa dos recursos hídricos em Santa Catarina.
Encerramento do ano e perspectivas
Em novembro, o Comitê participou de reunião entre o FCCBH, a UDESC e a SEMAE, voltada ao esclarecimento de dúvidas e definição do cronograma para os trabalhosda nova equipe técnica que dará suporte aos Comitês. O encontro resultou em encaminhamentos práticos para o início das atividades e no agendamento de reuniões de apresentação dos assessores técnicos às diretorias dos Comitês.
Com uma agenda intensa, marcada por diálogo institucional, construção coletiva e fortalecimento da governança das águas, o ano de 2025 consolidou o papel do Comitê Canoas e Pelotas como ator estratégico no Sistema de Recursos Hídricos de Santa Catarina, projetando perspectivas positivas para os próximos anos.
Estão abertas as inscrições para organizações e entidades participarem do processo eletivo para compor o Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Itajaí e Bacias Contíguas. O edital de convocação foi publicado em dezembro (01/12/2025) e as inscrições seguem abertas até 6 de fevereiro de 2026. O mandato terá vigência no período de 2026 a 2030. As organizações serão eleitas em Assembleias Setoriais Públicas que vão ocorrer entre 3 e 5 de março de 2026.
As organizações, órgãos ou entidades interessadas em uma vaga no Comitê do Itajaí, deverão inscrever-se exclusivamente online, pelo e-mail
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, por meio de envio da documentação informada no edital. A divulgação da lista preliminar das entidades habilitadas à eleição será realizada no dia 13 de fevereiro no site do Comitê. Já a lista final de entidades habilitadas será publicada em 23 de fevereiro no mesmo website.
As entidades habilitadas a participar do processo eletivo deverão participar das Assembleias Setoriais Públicas (ASP), que ocorrerão de modo virtual por meio da plataforma Google Meet entre os dias 3 e 5 de março. As ASPs possuem a finalidade de eleger as organizações, entidades ou órgãos representantes dos três segmentos que compõem o Comitê do Itajaí. São eles: 1) Usuários da Água; 2) População da Bacia; e, 3) Órgãos da Administração Federal e Estadual.
No segmento “Usuários da Água” serão preenchidas 20 vagas de representação, abarcando os seguintes setores: a) abastecimento público; b) lançamento de efluentes urbanos; c) indústria, captação e lançamento de efluentes industriais; d) irrigação; e) criação animal; f) hidroeletricidade; g) mineração; e h) hidroviário, pesca, turismo, lazer e outros usos.
O segmento “População da bacia” terá direito a 20 vagas, compreendendo dois setores. O primeiro é o de municípios, com participação de, no máximo, 50% das vagas do segmento, sendo: a) poder executivo municipal; e b) poder legislativo municipal. O segundo é o de organizações civis de recursos hídricos, com participação de, no mínimo, 50% das vagas do segmento, abrangendo: a) consórcios e associações intermunicipais; b) associações regionais, locais ou setoriais de usuários de recursos hídricos; c) organizações técnicas, de ensino e/ou pesquisa com interesse na área de recursos hídricos; d) organizações não governamentais com objetivos de defesa de interesses difusos e coletivos da sociedade; e e) outras organizações reconhecidas pelo Conselho Estadual de Recursos Hídricos (CERH).
É garantido por lei (9.443/1997) e pela resolução do CERH, no mínimo, uma vaga às comunidades indígenas residentes ou com interesses na bacia hidrográfica, a qual será classificada como organização-membro do segmento População de bacia, reconhecida pelo Conselho Estadual de Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Itajaí e Bacias Contíguas.
Já o segmento “Órgãos da Administração Federal e Estadual” tem direito a 10 vagas e compreende os seguintes setores: I – Poder Executivo Federal; e II – Poder Executivo Estadual. As entidades devem ter atuação na bacia hidrográfica, com vínculo às temáticas de recursos hídricos, e ser indicadas por órgãos ou entidades da administração pública centralizada ou descentralizada que atuem na área de abrangência do Comitê Itajaí. De acordo com a Lei no 9.443 de 8 de janeiro de 1997 e a Resolução CERH de 19 de setembro de 2017, é garantida uma vaga à Fundação Nacional do Índio (FUNAI), a qual será classificada como organização-membro do Poder Executivo Federal.
O Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio Timbó relacionou suas prioridades e metas para 2026, reforçando o compromisso com a gestão eficiente e sustentável dos recursos hídricos da região. Entre as principais frentes de atuação, destacam-se a implementação de instrumentos de gestão previstos nas Políticas Nacional e Estadual, e o acompanhamento das ações do Plano de Recursos Hídricos da Bacia.
Segundo a diretoria do Comitê, outro ponto central será o apoio à regularização do uso da água, com atenção especial às outorgas de recursos hídricos superficiais e subterrâneos, além de projetos voltados à proteção de nascentes e análise das sub-bacias urbanas em parceria com as prefeituras. O planejamento estratégico também inclui a articulação para a criação do Comitê Interestadual do Rio Iguaçu.
Para fortalecer a atuação institucional, o Comitê pretende intensificar capacitações técnicas e institucionais, ampliando o papel das câmaras técnicas e grupos de trabalho. A interação com outros comitês de bacia e instituições do Sistema Estadual de Gerenciamento de Recursos Hídricos será ampliada, visando maior efetividade nas deliberações e decisões colegiadas.
Entre os desafios previstos para 2026, estão a manutenção da qualidade dos corpos hídricos diante das pressões urbanas e industriais, a gestão de conflitos pelo uso da água, a proteção das áreas de recarga e a implementação da cobrança pelo uso da água.
A participação da sociedade também será prioridade, com ações de comunicação e mobilização, eventos presenciais, atividades de educação ambiental e palestras direcionadas a usuários, poder público e demais segmentos da sociedade.
No âmbito do Programa SC Águas, o Comitê espera alcançar maior integração entre os atores do sistema de gestão, estabilidade operacional e suporte técnico e financeiro consistente para garantir o calendário de assembleias e reuniões das câmaras técnicas, consolidando assim uma gestão mais eficiente e participativa.
“Nosso objetivo é transformar planejamento em ação, garantindo que cada projeto e iniciativa reflita diretamente na preservação e uso consciente da água da bacia do Rio Timbó”, afirma a diretoria.
O Comitê Canoas e Pelotas, criado pelo Decreto nº 666, de 17 de junho de 2020, tem como missão:
“Planejar, gerenciar e deliberar ações que promovam o uso democrático dos recursos hídricos, em qualidade e quantidade, nas bacias hidrográficas dos rios Canoas e Pelotas.”
Sua visão é:
“Ser referência para a população da Bacia Hidrográfica dos Rios Canoas e Pelotas, pela atuação democrática em uma gestão de excelência dos recursos hídricos até 2029.”
2025: Um Ano Estratégico para a Gestão da Água
O ano de 2025 foi marcado por desafios e conquistas importantes para o Comitê Canoas e Pelotas. Mesmo diante da ausência de apoio da Entidade Executiva por oito meses, o Comitê manteve suas atividades essenciais, reafirmando seu compromisso com a gestão participativa e sustentável dos recursos hídricos.
Entre as principais ações realizadas destacam-se:
Fortalecimento da Governança e Planejamento Estratégico
A Câmara Técnica Institucional (CTI) teve papel fundamental no fortalecimento da governança das águas da bacia. Ao longo do ano, foram realizadas oito reuniões com pautas alinhadas ao Plano de Recursos Hídricos, garantindo decisões coerentes com o planejamento estratégico, sendo que como resultado o Comitê alcançou 75% de conclusão das ações previstas para a primeira meta do Plano, cujo foco é“Fortalecer a Gestão Integrada”. Esse avanço reforça o compromisso com uma gestão transparente e integrada, essencial para a sustentabilidade hídrica da região.
Desafios Superados e Prioridades
Mesmo diante de eventos climáticos extremos, como secas e cheias, e da falta de apoio técnico por parte da Entidade Executiva, o Comitê atuou de forma integrada com municípios, usuários da água e sociedade civil. As prioridades em 2025 foram:
A gestão dos recursos hídricos é fundamental para garantir a disponibilidade e qualidade da água para as gerações atuais e futuras e os Comitês de bacias hidrográficas desempenham papel estratégico no alcance
Em reunião realizada na última terça-feira (9/12), o Programa SC Águas (UDESC/Semae) apresentou ao Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) o desenho institucional da nova entidade executiva dos Comitês de Bacias Hidrográficas de Santa Catarina, as atribuições dos coordenadores, assessores técnicos e pesquisadores contemplados no Edital UDESC nº 001/2025 e as fases de execução do Programa. O encontro também serviu para promover o debate de pautas relevantes e integradas aos Comitês.
Para o coordenador-geral do FCCBH, Eduardo Marques Martins, a reunião foi fundamental para alinhar pontos importantes para a continuidade dos trabalhos junto à entidade executiva. "Acreditamos que foi uma boa reunião. Conseguimos conhecer a equipe de trabalho da UDESC e SEMAE, resolver dúvidas sobre o projeto e seu cronograma, especialmente em relação à reedição do edital para a contratação das vagas que ainda não foram preenchidas. Com o início deste novo modelo de Entidade Executiva, acreditamos que as atividades dos Comitês poderão retornar à normalidade, o que permitirá reorganizar e hierarquizar as demandas de forma adequada", pontuou o coordenador.
Na reunião, os coordenadores do Programa SC Águas apresentaram o arranjo institucional e a estrutura que vão sustentar o assessoramento técnico e o desenvolvimento de projetos junto aos Comitês de Bacia. O Programa é uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE). A estrutura é organizada por uma coordenação-geral que orienta e lidera as frentes de extensão e de pesquisa e inovação. Os professores da UDESC, João Marcos Bosi Mendonça de Moura e Rogério Simões realizam a atividade de coordenação geral. As ações da frente de extensão universitária consistem no apoio técnico-administrativo aos Comitês de bacia, organização de atividades, planejamento estratégico, elaboração de relatórios e capacitações. Já a frente de pesquisa e inovação é dedicada ao desenvolvimento de estudos previstos no plano estadual de recursos hídricos de Santa Catarina e nos planos de bacia.
As ações de extensão serão executadas em duas vertentes de Santa Catarina: litoral e interior, e conduzido por duas coordenações regionais. Camila Andréa Ramos é a coordenadora da vertente litoral e André Leão é o coordenador da vertente interior. O funcionamento administrativo é garantido pelo suporte técnico da UDESC, e a articulação institucional ocorre por meio do trabalho de pontos focais da Semae. A expectativa é que nesta primeira fase a entidade executiva priorize a realização de relatórios e organização documental referentes ao ano de 2025, planejamentos para 2026, além de estudos dos planos de bacia e elaboração de metodologias para os projetos previstos para 2026.
A coordenadora-adjunta do Fórum, a Prof.ª. Eliandra Gomes Marques, destaca a relevância do encontro para o fortalecimento da gestão integrada dos recursos hídricos. “A reunião foi importante para entendermos as ações preliminares da entidade executiva e SEMAE na retomada dos trabalhos dos Comitês de Bacia, após o hiato entre a última entidade, período que ficamos desassistidos gerando fragilidades na gestão das águas em Santa Catarina. A busca pela aproximação e pelo diálogo entre os Comitês e o SEMAE é relevante para o fortalecimento da gestão integrada das águas, promovendo o alinhamento institucional, a cooperação técnica e a construção de soluções conjuntas que qualifiquem a governança das águas", afirmou a Prof.ª. Eliandra.
O coordenador do SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, reforçou o papel estratégico do programa: “O Programa tem entre seus objetivos oferecer suporte técnico e administrativo aos Comitês e apoiar a execução dos instrumentos de gestão. Do ponto de vista da pesquisa e da inovação, as atividades consistem no desenvolvimento de estudos previstos no Plano Estadual de Recursos Hídricos, voltados às águas subterrâneas e à escassez hídrica. Nessa vertente, também serão atendidas as demandas vinculadas aos Planos de Bacia. Cada Comitê terá papel central no planejamento, acompanhamento e validação dos produtos desenvolvidos pela equipe técnica da entidade executiva", explicou o professor. No presente momento 26 bolsistas estão contratados para atuar no SC Águas e se espera que o Programa seja um marco para o aprimoramento da gestão de recursos hídricos de Santa Catarina.
Em reunião realizada na última terça-feira (9/12), o Programa SC Águas (UDESC/Semae) apresentou ao Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) o desenho institucional da nova entidade executiva dos Comitês de Bacias Hidrográficas de Santa Catarina, as atribuições dos coordenadores, assessores técnicos e pesquisadores contemplados no Edital UDESC nº 001/2025 e as fases de execução do Programa. O encontro também serviu para promover o debate de pautas relevantes e integradas aos Comitês.
Para o coordenador-geral do FCCBH, Eduardo Marques Martins, a reunião foi fundamental para alinhar pontos importantes para a continuidade dos trabalhos junto à entidade executiva. "Acreditamos que foi uma boa reunião. Conseguimos conhecer a equipe de trabalho da UDESC e SEMAE, resolver dúvidas sobre o projeto e seu cronograma, especialmente em relação à reedição do edital para a contratação das vagas que ainda não foram preenchidas. Com o início deste novo modelo de Entidade Executiva, acreditamos que as atividades dos Comitês poderão retornar à normalidade, o que permitirá reorganizar e hierarquizar as demandas de forma adequada", pontuou o coordenador.
Na reunião, os coordenadores do Programa SC Águas apresentaram o arranjo institucional e a estrutura que vão sustentar o assessoramento técnico e o desenvolvimento de projetos junto aos Comitês de Bacia. O Programa é uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE). A estrutura é organizada por uma coordenação-geral que orienta e lidera as frentes de extensão e de pesquisa e inovação. Os professores da UDESC, João Marcos Bosi Mendonça de Moura e Rogério Simões realizam a atividade de coordenação geral. As ações da frente de extensão universitária consistem no apoio técnico-administrativo aos Comitês de bacia, organização de atividades, planejamento estratégico, elaboração de relatórios e capacitações. Já a frente de pesquisa e inovação é dedicada ao desenvolvimento de estudos previstos no plano estadual de recursos hídricos de Santa Catarina e nos planos de bacia.
As ações de extensão serão executadas em duas vertentes de Santa Catarina: litoral e interior, e conduzido por duas coordenações regionais. Camila Andréa Ramos é a coordenadora da vertente litoral e André Leão é o coordenador da vertente interior. O funcionamento administrativo é garantido pelo suporte técnico da UDESC, e a articulação institucional ocorre por meio do trabalho de pontos focais da Semae. A expectativa é que nesta primeira fase a entidade executiva priorize a realização de relatórios e organização documental referentes ao ano de 2025, planejamentos para 2026, além de estudos dos planos de bacia e elaboração de metodologias para os projetos previstos para 2026.
A coordenadora-adjunta do Fórum, a Prof.ª. Eliandra Gomes Marques, destaca a relevância do encontro para o fortalecimento da gestão integrada dos recursos hídricos. “A reunião foi importante para entendermos as ações preliminares da entidade executiva e SEMAE na retomada dos trabalhos dos Comitês de Bacia, após o hiato entre a última entidade, período que ficamos desassistidos gerando fragilidades na gestão das águas em Santa Catarina. A busca pela aproximação e pelo diálogo entre os Comitês e o SEMAE é relevante para o fortalecimento da gestão integrada das águas, promovendo o alinhamento institucional, a cooperação técnica e a construção de soluções conjuntas que qualifiquem a governança das águas", afirmou a Prof.ª. Eliandra.
O coordenador do SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, reforçou o papel estratégico do programa: “O Programa tem entre seus objetivos oferecer suporte técnico e administrativo aos Comitês e apoiar a execução dos instrumentos de gestão. Do ponto de vista da pesquisa e da inovação, as atividades consistem no desenvolvimento de estudos previstos no Plano Estadual de Recursos Hídricos, voltados às águas subterrâneas e à escassez hídrica. Nessa vertente, também serão atendidas as demandas vinculadas aos Planos de Bacia. Cada Comitê terá papel central no planejamento, acompanhamento e validação dos produtos desenvolvidos pela equipe técnica da entidade executiva", explicou o professor. No presente momento 26 bolsistas estão contratados para atuar no SC Águas e se espera que o Programa seja um marco para o aprimoramento da gestão de recursos hídricos de Santa Catarina.
Em reunião realizada na última terça-feira (9/12), o Programa SC Águas (UDESC/Semae) apresentou ao Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) o desenho institucional da nova entidade executiva dos Comitês de Bacias Hidrográficas de Santa Catarina, as atribuições dos coordenadores, assessores técnicos e pesquisadores contemplados no Edital UDESC nº 001/2025 e as fases de execução do Programa. O encontro também serviu para promover o debate de pautas relevantes e integradas aos Comitês.
Para o coordenador-geral do FCCBH, Eduardo Marques Martins, a reunião foi fundamental para alinhar pontos importantes para a continuidade dos trabalhos junto à entidade executiva. "Acreditamos que foi uma boa reunião. Conseguimos conhecer a equipe de trabalho da UDESC e SEMAE, resolver dúvidas sobre o projeto e seu cronograma, especialmente em relação à reedição do edital para a contratação das vagas que ainda não foram preenchidas. Com o início deste novo modelo de Entidade Executiva, acreditamos que as atividades dos Comitês poderão retornar à normalidade, o que permitirá reorganizar e hierarquizar as demandas de forma adequada", pontuou o coordenador.
Na reunião, os coordenadores do Programa SC Águas apresentaram o arranjo institucional e a estrutura que vão sustentar o assessoramento técnico e o desenvolvimento de projetos junto aos Comitês de Bacia. O Programa é uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE). A estrutura é organizada por uma coordenação-geral que orienta e lidera as frentes de extensão e de pesquisa e inovação. Os professores da UDESC, João Marcos Bosi Mendonça de Moura e Rogério Simões realizam a atividade de coordenação geral. As ações da frente de extensão universitária consistem no apoio técnico-administrativo aos Comitês de bacia, organização de atividades, planejamento estratégico, elaboração de relatórios e capacitações. Já a frente de pesquisa e inovação é dedicada ao desenvolvimento de estudos previstos no plano estadual de recursos hídricos de Santa Catarina e nos planos de bacia.
As ações de extensão serão executadas em duas vertentes de Santa Catarina: litoral e interior, e conduzido por duas coordenações regionais. Camila Andréa Ramos é a coordenadora da vertente litoral e André Leão é o coordenador da vertente interior. O funcionamento administrativo é garantido pelo suporte técnico da UDESC, e a articulação institucional ocorre por meio do trabalho de pontos focais da Semae. A expectativa é que nesta primeira fase a entidade executiva priorize a realização de relatórios e organização documental referentes ao ano de 2025, planejamentos para 2026, além de estudos dos planos de bacia e elaboração de metodologias para os projetos previstos para 2026.
A coordenadora-adjunta do Fórum, a Prof.ª. Eliandra Gomes Marques, destaca a relevância do encontro para o fortalecimento da gestão integrada dos recursos hídricos. “A reunião foi importante para entendermos as ações preliminares da entidade executiva e SEMAE na retomada dos trabalhos dos Comitês de Bacia, após o hiato entre a última entidade, período que ficamos desassistidos gerando fragilidades na gestão das águas em Santa Catarina. A busca pela aproximação e pelo diálogo entre os Comitês e o SEMAE é relevante para o fortalecimento da gestão integrada das águas, promovendo o alinhamento institucional, a cooperação técnica e a construção de soluções conjuntas que qualifiquem a governança das águas", afirmou a Prof.ª. Eliandra.
O coordenador do SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, reforçou o papel estratégico do programa: “O Programa tem entre seus objetivos oferecer suporte técnico e administrativo aos Comitês e apoiar a execução dos instrumentos de gestão. Do ponto de vista da pesquisa e da inovação, as atividades consistem no desenvolvimento de estudos previstos no Plano Estadual de Recursos Hídricos, voltados às águas subterrâneas e à escassez hídrica. Nessa vertente, também serão atendidas as demandas vinculadas aos Planos de Bacia. Cada Comitê terá papel central no planejamento, acompanhamento e validação dos produtos desenvolvidos pela equipe técnica da entidade executiva", explicou o professor. No presente momento 26 bolsistas estão contratados para atuar no SC Águas e se espera que o Programa seja um marco para o aprimoramento da gestão de recursos hídricos de Santa Catarina.
Em reunião realizada na última terça-feira (9/12), o Programa SC Águas (UDESC/Semae) apresentou ao Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) o desenho institucional da nova entidade executiva dos Comitês de Bacias Hidrográficas de Santa Catarina, as atribuições dos coordenadores, assessores técnicos e pesquisadores contemplados no Edital UDESC nº 001/2025 e as fases de execução do Programa. O encontro também serviu para promover o debate de pautas relevantes e integradas aos Comitês.
Para o coordenador-geral do FCCBH, Eduardo Marques Martins, a reunião foi fundamental para alinhar pontos importantes para a continuidade dos trabalhos junto à entidade executiva. "Acreditamos que foi uma boa reunião. Conseguimos conhecer a equipe de trabalho da UDESC e SEMAE, resolver dúvidas sobre o projeto e seu cronograma, especialmente em relação à reedição do edital para a contratação das vagas que ainda não foram preenchidas. Com o início deste novo modelo de Entidade Executiva, acreditamos que as atividades dos Comitês poderão retornar à normalidade, o que permitirá reorganizar e hierarquizar as demandas de forma adequada", pontuou o coordenador.
Na reunião, os coordenadores do Programa SC Águas apresentaram o arranjo institucional e a estrutura que vão sustentar o assessoramento técnico e o desenvolvimento de projetos junto aos Comitês de Bacia. O Programa é uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE). A estrutura é organizada por uma coordenação-geral que orienta e lidera as frentes de extensão e de pesquisa e inovação. Os professores da UDESC, João Marcos Bosi Mendonça de Moura e Rogério Simões realizam a atividade de coordenação geral. As ações da frente de extensão universitária consistem no apoio técnico-administrativo aos Comitês de bacia, organização de atividades, planejamento estratégico, elaboração de relatórios e capacitações. Já a frente de pesquisa e inovação é dedicada ao desenvolvimento de estudos previstos no plano estadual de recursos hídricos de Santa Catarina e nos planos de bacia.
As ações de extensão serão executadas em duas vertentes de Santa Catarina: litoral e interior, e conduzido por duas coordenações regionais. Camila Andréa Ramos é a coordenadora da vertente litoral e André Leão é o coordenador da vertente interior. O funcionamento administrativo é garantido pelo suporte técnico da UDESC, e a articulação institucional ocorre por meio do trabalho de pontos focais da Semae. A expectativa é que nesta primeira fase a entidade executiva priorize a realização de relatórios e organização documental referentes ao ano de 2025, planejamentos para 2026, além de estudos dos planos de bacia e elaboração de metodologias para os projetos previstos para 2026.
A coordenadora-adjunta do Fórum, a Prof.ª. Eliandra Gomes Marques, destaca a relevância do encontro para o fortalecimento da gestão integrada dos recursos hídricos. “A reunião foi importante para entendermos as ações preliminares da entidade executiva e SEMAE na retomada dos trabalhos dos Comitês de Bacia, após o hiato entre a última entidade, período que ficamos desassistidos gerando fragilidades na gestão das águas em Santa Catarina. A busca pela aproximação e pelo diálogo entre os Comitês e o SEMAE é relevante para o fortalecimento da gestão integrada das águas, promovendo o alinhamento institucional, a cooperação técnica e a construção de soluções conjuntas que qualifiquem a governança das águas", afirmou a Prof.ª. Eliandra.
O coordenador do SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, reforçou o papel estratégico do programa: “O Programa tem entre seus objetivos oferecer suporte técnico e administrativo aos Comitês e apoiar a execução dos instrumentos de gestão. Do ponto de vista da pesquisa e da inovação, as atividades consistem no desenvolvimento de estudos previstos no Plano Estadual de Recursos Hídricos, voltados às águas subterrâneas e à escassez hídrica. Nessa vertente, também serão atendidas as demandas vinculadas aos Planos de Bacia. Cada Comitê terá papel central no planejamento, acompanhamento e validação dos produtos desenvolvidos pela equipe técnica da entidade executiva", explicou o professor. No presente momento 26 bolsistas estão contratados para atuar no SC Águas e se espera que o Programa seja um marco para o aprimoramento da gestão de recursos hídricos de Santa Catarina.
Em reunião realizada na última terça-feira (9/12), o Programa SC Águas (UDESC/Semae) apresentou ao Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) o desenho institucional da nova entidade executiva dos Comitês de Bacias Hidrográficas de Santa Catarina, as atribuições dos coordenadores, assessores técnicos e pesquisadores contemplados no Edital UDESC nº 001/2025 e as fases de execução do Programa. O encontro também serviu para promover o debate de pautas relevantes e integradas aos Comitês.
Para o coordenador-geral do FCCBH, Eduardo Marques Martins, a reunião foi fundamental para alinhar pontos importantes para a continuidade dos trabalhos junto à entidade executiva. "Acreditamos que foi uma boa reunião. Conseguimos conhecer a equipe de trabalho da UDESC e SEMAE, resolver dúvidas sobre o projeto e seu cronograma, especialmente em relação à reedição do edital para a contratação das vagas que ainda não foram preenchidas. Com o início deste novo modelo de Entidade Executiva, acreditamos que as atividades dos Comitês poderão retornar à normalidade, o que permitirá reorganizar e hierarquizar as demandas de forma adequada", pontuou o coordenador.
Na reunião, os coordenadores do Programa SC Águas apresentaram o arranjo institucional e a estrutura que vão sustentar o assessoramento técnico e o desenvolvimento de projetos junto aos Comitês de Bacia. O Programa é uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE). A estrutura é organizada por uma coordenação-geral que orienta e lidera as frentes de extensão e de pesquisa e inovação. Os professores da UDESC, João Marcos Bosi Mendonça de Moura e Rogério Simões realizam a atividade de coordenação geral. As ações da frente de extensão universitária consistem no apoio técnico-administrativo aos Comitês de bacia, organização de atividades, planejamento estratégico, elaboração de relatórios e capacitações. Já a frente de pesquisa e inovação é dedicada ao desenvolvimento de estudos previstos no plano estadual de recursos hídricos de Santa Catarina e nos planos de bacia.
As ações de extensão serão executadas em duas vertentes de Santa Catarina: litoral e interior, e conduzido por duas coordenações regionais. Camila Andréa Ramos é a coordenadora da vertente litoral e André Leão é o coordenador da vertente interior. O funcionamento administrativo é garantido pelo suporte técnico da UDESC, e a articulação institucional ocorre por meio do trabalho de pontos focais da Semae. A expectativa é que nesta primeira fase a entidade executiva priorize a realização de relatórios e organização documental referentes ao ano de 2025, planejamentos para 2026, além de estudos dos planos de bacia e elaboração de metodologias para os projetos previstos para 2026.
A coordenadora-adjunta do Fórum, a Prof.ª. Eliandra Gomes Marques, destaca a relevância do encontro para o fortalecimento da gestão integrada dos recursos hídricos. “A reunião foi importante para entendermos as ações preliminares da entidade executiva e SEMAE na retomada dos trabalhos dos Comitês de Bacia, após o hiato entre a última entidade, período que ficamos desassistidos gerando fragilidades na gestão das águas em Santa Catarina. A busca pela aproximação e pelo diálogo entre os Comitês e o SEMAE é relevante para o fortalecimento da gestão integrada das águas, promovendo o alinhamento institucional, a cooperação técnica e a construção de soluções conjuntas que qualifiquem a governança das águas", afirmou a Prof.ª. Eliandra.
O coordenador do SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, reforçou o papel estratégico do programa: “O Programa tem entre seus objetivos oferecer suporte técnico e administrativo aos Comitês e apoiar a execução dos instrumentos de gestão. Do ponto de vista da pesquisa e da inovação, as atividades consistem no desenvolvimento de estudos previstos no Plano Estadual de Recursos Hídricos, voltados às águas subterrâneas e à escassez hídrica. Nessa vertente, também serão atendidas as demandas vinculadas aos Planos de Bacia. Cada Comitê terá papel central no planejamento, acompanhamento e validação dos produtos desenvolvidos pela equipe técnica da entidade executiva", explicou o professor. No presente momento 26 bolsistas estão contratados para atuar no SC Águas e se espera que o Programa seja um marco para o aprimoramento da gestão de recursos hídricos de Santa Catarina.
Em reunião realizada na última terça-feira (9/12), o Programa SC Águas (UDESC/Semae) apresentou ao Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) o desenho institucional da nova entidade executiva dos Comitês de Bacias Hidrográficas de Santa Catarina, as atribuições dos coordenadores, assessores técnicos e pesquisadores contemplados no Edital UDESC nº 001/2025 e as fases de execução do Programa. O encontro também serviu para promover o debate de pautas relevantes e integradas aos Comitês.
Para o coordenador-geral do FCCBH, Eduardo Marques Martins, a reunião foi fundamental para alinhar pontos importantes para a continuidade dos trabalhos junto à entidade executiva. "Acreditamos que foi uma boa reunião. Conseguimos conhecer a equipe de trabalho da UDESC e SEMAE, resolver dúvidas sobre o projeto e seu cronograma, especialmente em relação à reedição do edital para a contratação das vagas que ainda não foram preenchidas. Com o início deste novo modelo de Entidade Executiva, acreditamos que as atividades dos Comitês poderão retornar à normalidade, o que permitirá reorganizar e hierarquizar as demandas de forma adequada", pontuou o coordenador.
Na reunião, os coordenadores do Programa SC Águas apresentaram o arranjo institucional e a estrutura que vão sustentar o assessoramento técnico e o desenvolvimento de projetos junto aos Comitês de Bacia. O Programa é uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE). A estrutura é organizada por uma coordenação-geral que orienta e lidera as frentes de extensão e de pesquisa e inovação. Os professores da UDESC, João Marcos Bosi Mendonça de Moura e Rogério Simões realizam a atividade de coordenação geral. As ações da frente de extensão universitária consistem no apoio técnico-administrativo aos Comitês de bacia, organização de atividades, planejamento estratégico, elaboração de relatórios e capacitações. Já a frente de pesquisa e inovação é dedicada ao desenvolvimento de estudos previstos no plano estadual de recursos hídricos de Santa Catarina e nos planos de bacia.
As ações de extensão serão executadas em duas vertentes de Santa Catarina: litoral e interior, e conduzido por duas coordenações regionais. Camila Andréa Ramos é a coordenadora da vertente litoral e André Leão é o coordenador da vertente interior. O funcionamento administrativo é garantido pelo suporte técnico da UDESC, e a articulação institucional ocorre por meio do trabalho de pontos focais da Semae. A expectativa é que nesta primeira fase a entidade executiva priorize a realização de relatórios e organização documental referentes ao ano de 2025, planejamentos para 2026, além de estudos dos planos de bacia e elaboração de metodologias para os projetos previstos para 2026.
A coordenadora-adjunta do Fórum, a Prof.ª. Eliandra Gomes Marques, destaca a relevância do encontro para o fortalecimento da gestão integrada dos recursos hídricos. “A reunião foi importante para entendermos as ações preliminares da entidade executiva e SEMAE na retomada dos trabalhos dos Comitês de Bacia, após o hiato entre a última entidade, período que ficamos desassistidos gerando fragilidades na gestão das águas em Santa Catarina. A busca pela aproximação e pelo diálogo entre os Comitês e o SEMAE é relevante para o fortalecimento da gestão integrada das águas, promovendo o alinhamento institucional, a cooperação técnica e a construção de soluções conjuntas que qualifiquem a governança das águas", afirmou a Prof.ª. Eliandra.
O coordenador do SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, reforçou o papel estratégico do programa: “O Programa tem entre seus objetivos oferecer suporte técnico e administrativo aos Comitês e apoiar a execução dos instrumentos de gestão. Do ponto de vista da pesquisa e da inovação, as atividades consistem no desenvolvimento de estudos previstos no Plano Estadual de Recursos Hídricos, voltados às águas subterrâneas e à escassez hídrica. Nessa vertente, também serão atendidas as demandas vinculadas aos Planos de Bacia. Cada Comitê terá papel central no planejamento, acompanhamento e validação dos produtos desenvolvidos pela equipe técnica da entidade executiva", explicou o professor. No presente momento 26 bolsistas estão contratados para atuar no SC Águas e se espera que o Programa seja um marco para o aprimoramento da gestão de recursos hídricos de Santa Catarina.
Em reunião realizada na última terça-feira (9/12), o Programa SC Águas (UDESC/Semae) apresentou ao Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) o desenho institucional da nova entidade executiva dos Comitês de Bacias Hidrográficas de Santa Catarina, as atribuições dos coordenadores, assessores técnicos e pesquisadores contemplados no Edital UDESC nº 001/2025 e as fases de execução do Programa. O encontro também serviu para promover o debate de pautas relevantes e integradas aos Comitês.
Para o coordenador-geral do FCCBH, Eduardo Marques Martins, a reunião foi fundamental para alinhar pontos importantes para a continuidade dos trabalhos junto à entidade executiva. "Acreditamos que foi uma boa reunião. Conseguimos conhecer a equipe de trabalho da UDESC e SEMAE, resolver dúvidas sobre o projeto e seu cronograma, especialmente em relação à reedição do edital para a contratação das vagas que ainda não foram preenchidas. Com o início deste novo modelo de Entidade Executiva, acreditamos que as atividades dos Comitês poderão retornar à normalidade, o que permitirá reorganizar e hierarquizar as demandas de forma adequada", pontuou o coordenador.
Na reunião, os coordenadores do Programa SC Águas apresentaram o arranjo institucional e a estrutura que vão sustentar o assessoramento técnico e o desenvolvimento de projetos junto aos Comitês de Bacia. O Programa é uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE). A estrutura é organizada por uma coordenação-geral que orienta e lidera as frentes de extensão e de pesquisa e inovação. Os professores da UDESC, João Marcos Bosi Mendonça de Moura e Rogério Simões realizam a atividade de coordenação geral. As ações da frente de extensão universitária consistem no apoio técnico-administrativo aos Comitês de bacia, organização de atividades, planejamento estratégico, elaboração de relatórios e capacitações. Já a frente de pesquisa e inovação é dedicada ao desenvolvimento de estudos previstos no plano estadual de recursos hídricos de Santa Catarina e nos planos de bacia.
As ações de extensão serão executadas em duas vertentes de Santa Catarina: litoral e interior, e conduzido por duas coordenações regionais. Camila Andréa Ramos é a coordenadora da vertente litoral e André Leão é o coordenador da vertente interior. O funcionamento administrativo é garantido pelo suporte técnico da UDESC, e a articulação institucional ocorre por meio do trabalho de pontos focais da Semae. A expectativa é que nesta primeira fase a entidade executiva priorize a realização de relatórios e organização documental referentes ao ano de 2025, planejamentos para 2026, além de estudos dos planos de bacia e elaboração de metodologias para os projetos previstos para 2026.
A coordenadora-adjunta do Fórum, a Prof.ª. Eliandra Gomes Marques, destaca a relevância do encontro para o fortalecimento da gestão integrada dos recursos hídricos. “A reunião foi importante para entendermos as ações preliminares da entidade executiva e SEMAE na retomada dos trabalhos dos Comitês de Bacia, após o hiato entre a última entidade, período que ficamos desassistidos gerando fragilidades na gestão das águas em Santa Catarina. A busca pela aproximação e pelo diálogo entre os Comitês e o SEMAE é relevante para o fortalecimento da gestão integrada das águas, promovendo o alinhamento institucional, a cooperação técnica e a construção de soluções conjuntas que qualifiquem a governança das águas", afirmou a Prof.ª. Eliandra.
O coordenador do SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, reforçou o papel estratégico do programa: “O Programa tem entre seus objetivos oferecer suporte técnico e administrativo aos Comitês e apoiar a execução dos instrumentos de gestão. Do ponto de vista da pesquisa e da inovação, as atividades consistem no desenvolvimento de estudos previstos no Plano Estadual de Recursos Hídricos, voltados às águas subterrâneas e à escassez hídrica. Nessa vertente, também serão atendidas as demandas vinculadas aos Planos de Bacia. Cada Comitê terá papel central no planejamento, acompanhamento e validação dos produtos desenvolvidos pela equipe técnica da entidade executiva", explicou o professor. No presente momento 26 bolsistas estão contratados para atuar no SC Águas e se espera que o Programa seja um marco para o aprimoramento da gestão de recursos hídricos de Santa Catarina.
Em reunião realizada na última terça-feira (9/12), o Programa SC Águas (UDESC/Semae) apresentou ao Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) o desenho institucional da nova entidade executiva dos Comitês de Bacias Hidrográficas de Santa Catarina, as atribuições dos coordenadores, assessores técnicos e pesquisadores contemplados no Edital UDESC nº 001/2025 e as fases de execução do Programa. O encontro também serviu para promover o debate de pautas relevantes e integradas aos Comitês.
Para o coordenador-geral do FCCBH, Eduardo Marques Martins, a reunião foi fundamental para alinhar pontos importantes para a continuidade dos trabalhos junto à entidade executiva. "Acreditamos que foi uma boa reunião. Conseguimos conhecer a equipe de trabalho da UDESC e SEMAE, resolver dúvidas sobre o projeto e seu cronograma, especialmente em relação à reedição do edital para a contratação das vagas que ainda não foram preenchidas. Com o início deste novo modelo de Entidade Executiva, acreditamos que as atividades dos Comitês poderão retornar à normalidade, o que permitirá reorganizar e hierarquizar as demandas de forma adequada", pontuou o coordenador.
Na reunião, os coordenadores do Programa SC Águas apresentaram o arranjo institucional e a estrutura que vão sustentar o assessoramento técnico e o desenvolvimento de projetos junto aos Comitês de Bacia. O Programa é uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE). A estrutura é organizada por uma coordenação-geral que orienta e lidera as frentes de extensão e de pesquisa e inovação. Os professores da UDESC, João Marcos Bosi Mendonça de Moura e Rogério Simões realizam a atividade de coordenação geral. As ações da frente de extensão universitária consistem no apoio técnico-administrativo aos Comitês de bacia, organização de atividades, planejamento estratégico, elaboração de relatórios e capacitações. Já a frente de pesquisa e inovação é dedicada ao desenvolvimento de estudos previstos no plano estadual de recursos hídricos de Santa Catarina e nos planos de bacia.
As ações de extensão serão executadas em duas vertentes de Santa Catarina: litoral e interior, e conduzido por duas coordenações regionais. Camila Andréa Ramos é a coordenadora da vertente litoral e André Leão é o coordenador da vertente interior. O funcionamento administrativo é garantido pelo suporte técnico da UDESC, e a articulação institucional ocorre por meio do trabalho de pontos focais da Semae. A expectativa é que nesta primeira fase a entidade executiva priorize a realização de relatórios e organização documental referentes ao ano de 2025, planejamentos para 2026, além de estudos dos planos de bacia e elaboração de metodologias para os projetos previstos para 2026.
A coordenadora-adjunta do Fórum, a Prof.ª. Eliandra Gomes Marques, destaca a relevância do encontro para o fortalecimento da gestão integrada dos recursos hídricos. “A reunião foi importante para entendermos as ações preliminares da entidade executiva e SEMAE na retomada dos trabalhos dos Comitês de Bacia, após o hiato entre a última entidade, período que ficamos desassistidos gerando fragilidades na gestão das águas em Santa Catarina. A busca pela aproximação e pelo diálogo entre os Comitês e o SEMAE é relevante para o fortalecimento da gestão integrada das águas, promovendo o alinhamento institucional, a cooperação técnica e a construção de soluções conjuntas que qualifiquem a governança das águas", afirmou a Prof.ª. Eliandra.
O coordenador do SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, reforçou o papel estratégico do programa: “O Programa tem entre seus objetivos oferecer suporte técnico e administrativo aos Comitês e apoiar a execução dos instrumentos de gestão. Do ponto de vista da pesquisa e da inovação, as atividades consistem no desenvolvimento de estudos previstos no Plano Estadual de Recursos Hídricos, voltados às águas subterrâneas e à escassez hídrica. Nessa vertente, também serão atendidas as demandas vinculadas aos Planos de Bacia. Cada Comitê terá papel central no planejamento, acompanhamento e validação dos produtos desenvolvidos pela equipe técnica da entidade executiva", explicou o professor. No presente momento 26 bolsistas estão contratados para atuar no SC Águas e se espera que o Programa seja um marco para o aprimoramento da gestão de recursos hídricos de Santa Catarina.
Em reunião realizada na última terça-feira (9/12), o Programa SC Águas (UDESC/Semae) apresentou ao Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) o desenho institucional da nova entidade executiva dos Comitês de Bacias Hidrográficas de Santa Catarina, as atribuições dos coordenadores, assessores técnicos e pesquisadores contemplados no Edital UDESC nº 001/2025 e as fases de execução do Programa. O encontro também serviu para promover o debate de pautas relevantes e integradas aos Comitês.
Para o coordenador-geral do FCCBH, Eduardo Marques Martins, a reunião foi fundamental para alinhar pontos importantes para a continuidade dos trabalhos junto à entidade executiva. "Acreditamos que foi uma boa reunião. Conseguimos conhecer a equipe de trabalho da UDESC e SEMAE, resolver dúvidas sobre o projeto e seu cronograma, especialmente em relação à reedição do edital para a contratação das vagas que ainda não foram preenchidas. Com o início deste novo modelo de Entidade Executiva, acreditamos que as atividades dos Comitês poderão retornar à normalidade, o que permitirá reorganizar e hierarquizar as demandas de forma adequada", pontuou o coordenador.
Na reunião, os coordenadores do Programa SC Águas apresentaram o arranjo institucional e a estrutura que vão sustentar o assessoramento técnico e o desenvolvimento de projetos junto aos Comitês de Bacia. O Programa é uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE). A estrutura é organizada por uma coordenação-geral que orienta e lidera as frentes de extensão e de pesquisa e inovação. Os professores da UDESC, João Marcos Bosi Mendonça de Moura e Rogério Simões realizam a atividade de coordenação geral. As ações da frente de extensão universitária consistem no apoio técnico-administrativo aos Comitês de bacia, organização de atividades, planejamento estratégico, elaboração de relatórios e capacitações. Já a frente de pesquisa e inovação é dedicada ao desenvolvimento de estudos previstos no plano estadual de recursos hídricos de Santa Catarina e nos planos de bacia.
As ações de extensão serão executadas em duas vertentes de Santa Catarina: litoral e interior, e conduzido por duas coordenações regionais. Camila Andréa Ramos é a coordenadora da vertente litoral e André Leão é o coordenador da vertente interior. O funcionamento administrativo é garantido pelo suporte técnico da UDESC, e a articulação institucional ocorre por meio do trabalho de pontos focais da Semae. A expectativa é que nesta primeira fase a entidade executiva priorize a realização de relatórios e organização documental referentes ao ano de 2025, planejamentos para 2026, além de estudos dos planos de bacia e elaboração de metodologias para os projetos previstos para 2026.
A coordenadora-adjunta do Fórum, a Prof.ª. Eliandra Gomes Marques, destaca a relevância do encontro para o fortalecimento da gestão integrada dos recursos hídricos. “A reunião foi importante para entendermos as ações preliminares da entidade executiva e SEMAE na retomada dos trabalhos dos Comitês de Bacia, após o hiato entre a última entidade, período que ficamos desassistidos gerando fragilidades na gestão das águas em Santa Catarina. A busca pela aproximação e pelo diálogo entre os Comitês e o SEMAE é relevante para o fortalecimento da gestão integrada das águas, promovendo o alinhamento institucional, a cooperação técnica e a construção de soluções conjuntas que qualifiquem a governança das águas", afirmou a Prof.ª. Eliandra.
O coordenador do SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, reforçou o papel estratégico do programa: “O Programa tem entre seus objetivos oferecer suporte técnico e administrativo aos Comitês e apoiar a execução dos instrumentos de gestão. Do ponto de vista da pesquisa e da inovação, as atividades consistem no desenvolvimento de estudos previstos no Plano Estadual de Recursos Hídricos, voltados às águas subterrâneas e à escassez hídrica. Nessa vertente, também serão atendidas as demandas vinculadas aos Planos de Bacia. Cada Comitê terá papel central no planejamento, acompanhamento e validação dos produtos desenvolvidos pela equipe técnica da entidade executiva", explicou o professor. No presente momento 26 bolsistas estão contratados para atuar no SC Águas e se espera que o Programa seja um marco para o aprimoramento da gestão de recursos hídricos de Santa Catarina.
Em reunião realizada na última terça-feira (9/12), o Programa SC Águas (UDESC/Semae) apresentou ao Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) o desenho institucional da nova entidade executiva dos Comitês de Bacias Hidrográficas de Santa Catarina, as atribuições dos coordenadores, assessores técnicos e pesquisadores contemplados no Edital UDESC nº 001/2025 e as fases de execução do Programa. O encontro também serviu para promover o debate de pautas relevantes e integradas aos Comitês.
Para o coordenador-geral do FCCBH, Eduardo Marques Martins, a reunião foi fundamental para alinhar pontos importantes para a continuidade dos trabalhos junto à entidade executiva. "Acreditamos que foi uma boa reunião. Conseguimos conhecer a equipe de trabalho da UDESC e SEMAE, resolver dúvidas sobre o projeto e seu cronograma, especialmente em relação à reedição do edital para a contratação das vagas que ainda não foram preenchidas. Com o início deste novo modelo de Entidade Executiva, acreditamos que as atividades dos Comitês poderão retornar à normalidade, o que permitirá reorganizar e hierarquizar as demandas de forma adequada", pontuou o coordenador.
Na reunião, os coordenadores do Programa SC Águas apresentaram o arranjo institucional e a estrutura que vão sustentar o assessoramento técnico e o desenvolvimento de projetos junto aos Comitês de Bacia. O Programa é uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE). A estrutura é organizada por uma coordenação-geral que orienta e lidera as frentes de extensão e de pesquisa e inovação. Os professores da UDESC, João Marcos Bosi Mendonça de Moura e Rogério Simões realizam a atividade de coordenação geral. As ações da frente de extensão universitária consistem no apoio técnico-administrativo aos Comitês de bacia, organização de atividades, planejamento estratégico, elaboração de relatórios e capacitações. Já a frente de pesquisa e inovação é dedicada ao desenvolvimento de estudos previstos no plano estadual de recursos hídricos de Santa Catarina e nos planos de bacia.
As ações de extensão serão executadas em duas vertentes de Santa Catarina: litoral e interior, e conduzido por duas coordenações regionais. Camila Andréa Ramos é a coordenadora da vertente litoral e André Leão é o coordenador da vertente interior. O funcionamento administrativo é garantido pelo suporte técnico da UDESC, e a articulação institucional ocorre por meio do trabalho de pontos focais da Semae. A expectativa é que nesta primeira fase a entidade executiva priorize a realização de relatórios e organização documental referentes ao ano de 2025, planejamentos para 2026, além de estudos dos planos de bacia e elaboração de metodologias para os projetos previstos para 2026.
A coordenadora-adjunta do Fórum, a Prof.ª. Eliandra Gomes Marques, destaca a relevância do encontro para o fortalecimento da gestão integrada dos recursos hídricos. “A reunião foi importante para entendermos as ações preliminares da entidade executiva e SEMAE na retomada dos trabalhos dos Comitês de Bacia, após o hiato entre a última entidade, período que ficamos desassistidos gerando fragilidades na gestão das águas em Santa Catarina. A busca pela aproximação e pelo diálogo entre os Comitês e o SEMAE é relevante para o fortalecimento da gestão integrada das águas, promovendo o alinhamento institucional, a cooperação técnica e a construção de soluções conjuntas que qualifiquem a governança das águas", afirmou a Prof.ª. Eliandra.
O coordenador do SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, reforçou o papel estratégico do programa: “O Programa tem entre seus objetivos oferecer suporte técnico e administrativo aos Comitês e apoiar a execução dos instrumentos de gestão. Do ponto de vista da pesquisa e da inovação, as atividades consistem no desenvolvimento de estudos previstos no Plano Estadual de Recursos Hídricos, voltados às águas subterrâneas e à escassez hídrica. Nessa vertente, também serão atendidas as demandas vinculadas aos Planos de Bacia. Cada Comitê terá papel central no planejamento, acompanhamento e validação dos produtos desenvolvidos pela equipe técnica da entidade executiva", explicou o professor. No presente momento 26 bolsistas estão contratados para atuar no SC Águas e se espera que o Programa seja um marco para o aprimoramento da gestão de recursos hídricos de Santa Catarina.
Em reunião realizada na última terça-feira (9/12), o Programa SC Águas (UDESC/Semae) apresentou ao Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) o desenho institucional da nova entidade executiva dos Comitês de Bacias Hidrográficas de Santa Catarina, as atribuições dos coordenadores, assessores técnicos e pesquisadores contemplados no Edital UDESC nº 001/2025 e as fases de execução do Programa. O encontro também serviu para promover o debate de pautas relevantes e integradas aos Comitês.
Para o coordenador-geral do FCCBH, Eduardo Marques Martins, a reunião foi fundamental para alinhar pontos importantes para a continuidade dos trabalhos junto à entidade executiva. "Acreditamos que foi uma boa reunião. Conseguimos conhecer a equipe de trabalho da UDESC e SEMAE, resolver dúvidas sobre o projeto e seu cronograma, especialmente em relação à reedição do edital para a contratação das vagas que ainda não foram preenchidas. Com o início deste novo modelo de Entidade Executiva, acreditamos que as atividades dos Comitês poderão retornar à normalidade, o que permitirá reorganizar e hierarquizar as demandas de forma adequada", pontuou o coordenador.
Na reunião, os coordenadores do Programa SC Águas apresentaram o arranjo institucional e a estrutura que vão sustentar o assessoramento técnico e o desenvolvimento de projetos junto aos Comitês de Bacia. O Programa é uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE). A estrutura é organizada por uma coordenação-geral que orienta e lidera as frentes de extensão e de pesquisa e inovação. Os professores da UDESC, João Marcos Bosi Mendonça de Moura e Rogério Simões realizam a atividade de coordenação geral. As ações da frente de extensão universitária consistem no apoio técnico-administrativo aos Comitês de bacia, organização de atividades, planejamento estratégico, elaboração de relatórios e capacitações. Já a frente de pesquisa e inovação é dedicada ao desenvolvimento de estudos previstos no plano estadual de recursos hídricos de Santa Catarina e nos planos de bacia.
As ações de extensão serão executadas em duas vertentes de Santa Catarina: litoral e interior, e conduzido por duas coordenações regionais. Camila Andréa Ramos é a coordenadora da vertente litoral e André Leão é o coordenador da vertente interior. O funcionamento administrativo é garantido pelo suporte técnico da UDESC, e a articulação institucional ocorre por meio do trabalho de pontos focais da Semae. A expectativa é que nesta primeira fase a entidade executiva priorize a realização de relatórios e organização documental referentes ao ano de 2025, planejamentos para 2026, além de estudos dos planos de bacia e elaboração de metodologias para os projetos previstos para 2026.
A coordenadora-adjunta do Fórum, a Prof.ª. Eliandra Gomes Marques, destaca a relevância do encontro para o fortalecimento da gestão integrada dos recursos hídricos. “A reunião foi importante para entendermos as ações preliminares da entidade executiva e SEMAE na retomada dos trabalhos dos Comitês de Bacia, após o hiato entre a última entidade, período que ficamos desassistidos gerando fragilidades na gestão das águas em Santa Catarina. A busca pela aproximação e pelo diálogo entre os Comitês e o SEMAE é relevante para o fortalecimento da gestão integrada das águas, promovendo o alinhamento institucional, a cooperação técnica e a construção de soluções conjuntas que qualifiquem a governança das águas", afirmou a Prof.ª. Eliandra.
O coordenador do SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, reforçou o papel estratégico do programa: “O Programa tem entre seus objetivos oferecer suporte técnico e administrativo aos Comitês e apoiar a execução dos instrumentos de gestão. Do ponto de vista da pesquisa e da inovação, as atividades consistem no desenvolvimento de estudos previstos no Plano Estadual de Recursos Hídricos, voltados às águas subterrâneas e à escassez hídrica. Nessa vertente, também serão atendidas as demandas vinculadas aos Planos de Bacia. Cada Comitê terá papel central no planejamento, acompanhamento e validação dos produtos desenvolvidos pela equipe técnica da entidade executiva", explicou o professor. No presente momento 26 bolsistas estão contratados para atuar no SC Águas e se espera que o Programa seja um marco para o aprimoramento da gestão de recursos hídricos de Santa Catarina.
Em reunião realizada na última terça-feira (9/12), o Programa SC Águas (UDESC/Semae) apresentou ao Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) o desenho institucional da nova entidade executiva dos Comitês de Bacias Hidrográficas de Santa Catarina, as atribuições dos coordenadores, assessores técnicos e pesquisadores contemplados no Edital UDESC nº 001/2025 e as fases de execução do Programa. O encontro também serviu para promover o debate de pautas relevantes e integradas aos Comitês.
Para o coordenador-geral do FCCBH, Eduardo Marques Martins, a reunião foi fundamental para alinhar pontos importantes para a continuidade dos trabalhos junto à entidade executiva. "Acreditamos que foi uma boa reunião. Conseguimos conhecer a equipe de trabalho da UDESC e SEMAE, resolver dúvidas sobre o projeto e seu cronograma, especialmente em relação à reedição do edital para a contratação das vagas que ainda não foram preenchidas. Com o início deste novo modelo de Entidade Executiva, acreditamos que as atividades dos Comitês poderão retornar à normalidade, o que permitirá reorganizar e hierarquizar as demandas de forma adequada", pontuou o coordenador.
Na reunião, os coordenadores do Programa SC Águas apresentaram o arranjo institucional e a estrutura que vão sustentar o assessoramento técnico e o desenvolvimento de projetos junto aos Comitês de Bacia. O Programa é uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE). A estrutura é organizada por uma coordenação-geral que orienta e lidera as frentes de extensão e de pesquisa e inovação. Os professores da UDESC, João Marcos Bosi Mendonça de Moura e Rogério Simões realizam a atividade de coordenação geral. As ações da frente de extensão universitária consistem no apoio técnico-administrativo aos Comitês de bacia, organização de atividades, planejamento estratégico, elaboração de relatórios e capacitações. Já a frente de pesquisa e inovação é dedicada ao desenvolvimento de estudos previstos no plano estadual de recursos hídricos de Santa Catarina e nos planos de bacia.
As ações de extensão serão executadas em duas vertentes de Santa Catarina: litoral e interior, e conduzido por duas coordenações regionais. Camila Andréa Ramos é a coordenadora da vertente litoral e André Leão é o coordenador da vertente interior. O funcionamento administrativo é garantido pelo suporte técnico da UDESC, e a articulação institucional ocorre por meio do trabalho de pontos focais da Semae. A expectativa é que nesta primeira fase a entidade executiva priorize a realização de relatórios e organização documental referentes ao ano de 2025, planejamentos para 2026, além de estudos dos planos de bacia e elaboração de metodologias para os projetos previstos para 2026.
A coordenadora-adjunta do Fórum, a Prof.ª. Eliandra Gomes Marques, destaca a relevância do encontro para o fortalecimento da gestão integrada dos recursos hídricos. “A reunião foi importante para entendermos as ações preliminares da entidade executiva e SEMAE na retomada dos trabalhos dos Comitês de Bacia, após o hiato entre a última entidade, período que ficamos desassistidos gerando fragilidades na gestão das águas em Santa Catarina. A busca pela aproximação e pelo diálogo entre os Comitês e o SEMAE é relevante para o fortalecimento da gestão integrada das águas, promovendo o alinhamento institucional, a cooperação técnica e a construção de soluções conjuntas que qualifiquem a governança das águas", afirmou a Prof.ª. Eliandra.
O coordenador do SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, reforçou o papel estratégico do programa: “O Programa tem entre seus objetivos oferecer suporte técnico e administrativo aos Comitês e apoiar a execução dos instrumentos de gestão. Do ponto de vista da pesquisa e da inovação, as atividades consistem no desenvolvimento de estudos previstos no Plano Estadual de Recursos Hídricos, voltados às águas subterrâneas e à escassez hídrica. Nessa vertente, também serão atendidas as demandas vinculadas aos Planos de Bacia. Cada Comitê terá papel central no planejamento, acompanhamento e validação dos produtos desenvolvidos pela equipe técnica da entidade executiva", explicou o professor. No presente momento 26 bolsistas estão contratados para atuar no SC Águas e se espera que o Programa seja um marco para o aprimoramento da gestão de recursos hídricos de Santa Catarina.
Em reunião realizada na última terça-feira (9/12), o Programa SC Águas (UDESC/Semae) apresentou ao Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) o desenho institucional da nova entidade executiva dos Comitês de Bacias Hidrográficas de Santa Catarina, as atribuições dos coordenadores, assessores técnicos e pesquisadores contemplados no Edital UDESC nº 001/2025 e as fases de execução do Programa. O encontro também serviu para promover o debate de pautas relevantes e integradas aos Comitês.
Para o coordenador-geral do FCCBH, Eduardo Marques Martins, a reunião foi fundamental para alinhar pontos importantes para a continuidade dos trabalhos junto à entidade executiva. "Acreditamos que foi uma boa reunião. Conseguimos conhecer a equipe de trabalho da UDESC e SEMAE, resolver dúvidas sobre o projeto e seu cronograma, especialmente em relação à reedição do edital para a contratação das vagas que ainda não foram preenchidas. Com o início deste novo modelo de Entidade Executiva, acreditamos que as atividades dos Comitês poderão retornar à normalidade, o que permitirá reorganizar e hierarquizar as demandas de forma adequada", pontuou o coordenador.
Na reunião, os coordenadores do Programa SC Águas apresentaram o arranjo institucional e a estrutura que vão sustentar o assessoramento técnico e o desenvolvimento de projetos junto aos Comitês de Bacia. O Programa é uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE). A estrutura é organizada por uma coordenação-geral que orienta e lidera as frentes de extensão e de pesquisa e inovação. Os professores da UDESC, João Marcos Bosi Mendonça de Moura e Rogério Simões realizam a atividade de coordenação geral. As ações da frente de extensão universitária consistem no apoio técnico-administrativo aos Comitês de bacia, organização de atividades, planejamento estratégico, elaboração de relatórios e capacitações. Já a frente de pesquisa e inovação é dedicada ao desenvolvimento de estudos previstos no plano estadual de recursos hídricos de Santa Catarina e nos planos de bacia.
As ações de extensão serão executadas em duas vertentes de Santa Catarina: litoral e interior, e conduzido por duas coordenações regionais. Camila Andréa Ramos é a coordenadora da vertente litoral e André Leão é o coordenador da vertente interior. O funcionamento administrativo é garantido pelo suporte técnico da UDESC, e a articulação institucional ocorre por meio do trabalho de pontos focais da Semae. A expectativa é que nesta primeira fase a entidade executiva priorize a realização de relatórios e organização documental referentes ao ano de 2025, planejamentos para 2026, além de estudos dos planos de bacia e elaboração de metodologias para os projetos previstos para 2026.
A coordenadora-adjunta do Fórum, a Prof.ª. Eliandra Gomes Marques, destaca a relevância do encontro para o fortalecimento da gestão integrada dos recursos hídricos. “A reunião foi importante para entendermos as ações preliminares da entidade executiva e SEMAE na retomada dos trabalhos dos Comitês de Bacia, após o hiato entre a última entidade, período que ficamos desassistidos gerando fragilidades na gestão das águas em Santa Catarina. A busca pela aproximação e pelo diálogo entre os Comitês e o SEMAE é relevante para o fortalecimento da gestão integrada das águas, promovendo o alinhamento institucional, a cooperação técnica e a construção de soluções conjuntas que qualifiquem a governança das águas", afirmou a Prof.ª. Eliandra.
O coordenador do SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, reforçou o papel estratégico do programa: “O Programa tem entre seus objetivos oferecer suporte técnico e administrativo aos Comitês e apoiar a execução dos instrumentos de gestão. Do ponto de vista da pesquisa e da inovação, as atividades consistem no desenvolvimento de estudos previstos no Plano Estadual de Recursos Hídricos, voltados às águas subterrâneas e à escassez hídrica. Nessa vertente, também serão atendidas as demandas vinculadas aos Planos de Bacia. Cada Comitê terá papel central no planejamento, acompanhamento e validação dos produtos desenvolvidos pela equipe técnica da entidade executiva", explicou o professor. No presente momento 26 bolsistas estão contratados para atuar no SC Águas e se espera que o Programa seja um marco para o aprimoramento da gestão de recursos hídricos de Santa Catarina.
Em reunião realizada na última terça-feira (9/12), o Programa SC Águas (UDESC/Semae) apresentou ao Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) o desenho institucional da nova entidade executiva dos Comitês de Bacias Hidrográficas de Santa Catarina, as atribuições dos coordenadores, assessores técnicos e pesquisadores contemplados no Edital UDESC nº 001/2025 e as fases de execução do Programa. O encontro também serviu para promover o debate de pautas relevantes e integradas aos Comitês.
Para o coordenador-geral do FCCBH, Eduardo Marques Martins, a reunião foi fundamental para alinhar pontos importantes para a continuidade dos trabalhos junto à entidade executiva. "Acreditamos que foi uma boa reunião. Conseguimos conhecer a equipe de trabalho da UDESC e SEMAE, resolver dúvidas sobre o projeto e seu cronograma, especialmente em relação à reedição do edital para a contratação das vagas que ainda não foram preenchidas. Com o início deste novo modelo de Entidade Executiva, acreditamos que as atividades dos Comitês poderão retornar à normalidade, o que permitirá reorganizar e hierarquizar as demandas de forma adequada", pontuou o coordenador.
Na reunião, os coordenadores do Programa SC Águas apresentaram o arranjo institucional e a estrutura que vão sustentar o assessoramento técnico e o desenvolvimento de projetos junto aos Comitês de Bacia. O Programa é uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE). A estrutura é organizada por uma coordenação-geral que orienta e lidera as frentes de extensão e de pesquisa e inovação. Os professores da UDESC, João Marcos Bosi Mendonça de Moura e Rogério Simões realizam a atividade de coordenação geral. As ações da frente de extensão universitária consistem no apoio técnico-administrativo aos Comitês de bacia, organização de atividades, planejamento estratégico, elaboração de relatórios e capacitações. Já a frente de pesquisa e inovação é dedicada ao desenvolvimento de estudos previstos no plano estadual de recursos hídricos de Santa Catarina e nos planos de bacia.
As ações de extensão serão executadas em duas vertentes de Santa Catarina: litoral e interior, e conduzido por duas coordenações regionais. Camila Andréa Ramos é a coordenadora da vertente litoral e André Leão é o coordenador da vertente interior. O funcionamento administrativo é garantido pelo suporte técnico da UDESC, e a articulação institucional ocorre por meio do trabalho de pontos focais da Semae. A expectativa é que nesta primeira fase a entidade executiva priorize a realização de relatórios e organização documental referentes ao ano de 2025, planejamentos para 2026, além de estudos dos planos de bacia e elaboração de metodologias para os projetos previstos para 2026.
A coordenadora-adjunta do Fórum, a Prof.ª. Eliandra Gomes Marques, destaca a relevância do encontro para o fortalecimento da gestão integrada dos recursos hídricos. “A reunião foi importante para entendermos as ações preliminares da entidade executiva e SEMAE na retomada dos trabalhos dos Comitês de Bacia, após o hiato entre a última entidade, período que ficamos desassistidos gerando fragilidades na gestão das águas em Santa Catarina. A busca pela aproximação e pelo diálogo entre os Comitês e o SEMAE é relevante para o fortalecimento da gestão integrada das águas, promovendo o alinhamento institucional, a cooperação técnica e a construção de soluções conjuntas que qualifiquem a governança das águas", afirmou a Prof.ª. Eliandra.
O coordenador do SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, reforçou o papel estratégico do programa: “O Programa tem entre seus objetivos oferecer suporte técnico e administrativo aos Comitês e apoiar a execução dos instrumentos de gestão. Do ponto de vista da pesquisa e da inovação, as atividades consistem no desenvolvimento de estudos previstos no Plano Estadual de Recursos Hídricos, voltados às águas subterrâneas e à escassez hídrica. Nessa vertente, também serão atendidas as demandas vinculadas aos Planos de Bacia. Cada Comitê terá papel central no planejamento, acompanhamento e validação dos produtos desenvolvidos pela equipe técnica da entidade executiva", explicou o professor. No presente momento 26 bolsistas estão contratados para atuar no SC Águas e se espera que o Programa seja um marco para o aprimoramento da gestão de recursos hídricos de Santa Catarina.
Em reunião realizada na última terça-feira (9/12), o Programa SC Águas (UDESC/Semae) apresentou ao Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) o desenho institucional da nova entidade executiva dos Comitês de Bacias Hidrográficas de Santa Catarina, as atribuições dos coordenadores, assessores técnicos e pesquisadores contemplados no Edital UDESC nº 001/2025 e as fases de execução do Programa. O encontro também serviu para promover o debate de pautas relevantes e integradas aos Comitês.
Para o coordenador-geral do FCCBH, Eduardo Marques Martins, a reunião foi fundamental para alinhar pontos importantes para a continuidade dos trabalhos junto à entidade executiva. "Acreditamos que foi uma boa reunião. Conseguimos conhecer a equipe de trabalho da UDESC e SEMAE, resolver dúvidas sobre o projeto e seu cronograma, especialmente em relação à reedição do edital para a contratação das vagas que ainda não foram preenchidas. Com o início deste novo modelo de Entidade Executiva, acreditamos que as atividades dos Comitês poderão retornar à normalidade, o que permitirá reorganizar e hierarquizar as demandas de forma adequada", pontuou o coordenador.
Na reunião, os coordenadores do Programa SC Águas apresentaram o arranjo institucional e a estrutura que vão sustentar o assessoramento técnico e o desenvolvimento de projetos junto aos Comitês de Bacia. O Programa é uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE). A estrutura é organizada por uma coordenação-geral que orienta e lidera as frentes de extensão e de pesquisa e inovação. Os professores da UDESC, João Marcos Bosi Mendonça de Moura e Rogério Simões realizam a atividade de coordenação geral. As ações da frente de extensão universitária consistem no apoio técnico-administrativo aos Comitês de bacia, organização de atividades, planejamento estratégico, elaboração de relatórios e capacitações. Já a frente de pesquisa e inovação é dedicada ao desenvolvimento de estudos previstos no plano estadual de recursos hídricos de Santa Catarina e nos planos de bacia.
As ações de extensão serão executadas em duas vertentes de Santa Catarina: litoral e interior, e conduzido por duas coordenações regionais. Camila Andréa Ramos é a coordenadora da vertente litoral e André Leão é o coordenador da vertente interior. O funcionamento administrativo é garantido pelo suporte técnico da UDESC, e a articulação institucional ocorre por meio do trabalho de pontos focais da Semae. A expectativa é que nesta primeira fase a entidade executiva priorize a realização de relatórios e organização documental referentes ao ano de 2025, planejamentos para 2026, além de estudos dos planos de bacia e elaboração de metodologias para os projetos previstos para 2026.
A coordenadora-adjunta do Fórum, a Prof.ª. Eliandra Gomes Marques, destaca a relevância do encontro para o fortalecimento da gestão integrada dos recursos hídricos. “A reunião foi importante para entendermos as ações preliminares da entidade executiva e SEMAE na retomada dos trabalhos dos Comitês de Bacia, após o hiato entre a última entidade, período que ficamos desassistidos gerando fragilidades na gestão das águas em Santa Catarina. A busca pela aproximação e pelo diálogo entre os Comitês e o SEMAE é relevante para o fortalecimento da gestão integrada das águas, promovendo o alinhamento institucional, a cooperação técnica e a construção de soluções conjuntas que qualifiquem a governança das águas", afirmou a Prof.ª. Eliandra.
O coordenador do SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, reforçou o papel estratégico do programa: “O Programa tem entre seus objetivos oferecer suporte técnico e administrativo aos Comitês e apoiar a execução dos instrumentos de gestão. Do ponto de vista da pesquisa e da inovação, as atividades consistem no desenvolvimento de estudos previstos no Plano Estadual de Recursos Hídricos, voltados às águas subterrâneas e à escassez hídrica. Nessa vertente, também serão atendidas as demandas vinculadas aos Planos de Bacia. Cada Comitê terá papel central no planejamento, acompanhamento e validação dos produtos desenvolvidos pela equipe técnica da entidade executiva", explicou o professor. No presente momento 26 bolsistas estão contratados para atuar no SC Águas e se espera que o Programa seja um marco para o aprimoramento da gestão de recursos hídricos de Santa Catarina.
Em reunião realizada na última terça-feira (9/12), o Programa SC Águas (UDESC/Semae) apresentou ao Fórum Catarinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FCCBH) o desenho institucional da nova entidade executiva dos Comitês de Bacias Hidrográficas de Santa Catarina, as atribuições dos coordenadores, assessores técnicos e pesquisadores contemplados no Edital UDESC nº 001/2025 e as fases de execução do Programa. O encontro também serviu para promover o debate de pautas relevantes e integradas aos Comitês.
Para o coordenador-geral do FCCBH, Eduardo Marques Martins, a reunião foi fundamental para alinhar pontos importantes para a continuidade dos trabalhos junto à entidade executiva. "Acreditamos que foi uma boa reunião. Conseguimos conhecer a equipe de trabalho da UDESC e SEMAE, resolver dúvidas sobre o projeto e seu cronograma, especialmente em relação à reedição do edital para a contratação das vagas que ainda não foram preenchidas. Com o início deste novo modelo de Entidade Executiva, acreditamos que as atividades dos Comitês poderão retornar à normalidade, o que permitirá reorganizar e hierarquizar as demandas de forma adequada", pontuou o coordenador.
Na reunião, os coordenadores do Programa SC Águas apresentaram o arranjo institucional e a estrutura que vão sustentar o assessoramento técnico e o desenvolvimento de projetos junto aos Comitês de Bacia. O Programa é uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE). A estrutura é organizada por uma coordenação-geral que orienta e lidera as frentes de extensão e de pesquisa e inovação. Os professores da UDESC, João Marcos Bosi Mendonça de Moura e Rogério Simões realizam a atividade de coordenação geral. As ações da frente de extensão universitária consistem no apoio técnico-administrativo aos Comitês de bacia, organização de atividades, planejamento estratégico, elaboração de relatórios e capacitações. Já a frente de pesquisa e inovação é dedicada ao desenvolvimento de estudos previstos no plano estadual de recursos hídricos de Santa Catarina e nos planos de bacia.
As ações de extensão serão executadas em duas vertentes de Santa Catarina: litoral e interior, e conduzido por duas coordenações regionais. Camila Andréa Ramos é a coordenadora da vertente litoral e André Leão é o coordenador da vertente interior. O funcionamento administrativo é garantido pelo suporte técnico da UDESC, e a articulação institucional ocorre por meio do trabalho de pontos focais da Semae. A expectativa é que nesta primeira fase a entidade executiva priorize a realização de relatórios e organização documental referentes ao ano de 2025, planejamentos para 2026, além de estudos dos planos de bacia e elaboração de metodologias para os projetos previstos para 2026.
A coordenadora-adjunta do Fórum, a Prof.ª. Eliandra Gomes Marques, destaca a relevância do encontro para o fortalecimento da gestão integrada dos recursos hídricos. “A reunião foi importante para entendermos as ações preliminares da entidade executiva e SEMAE na retomada dos trabalhos dos Comitês de Bacia, após o hiato entre a última entidade, período que ficamos desassistidos gerando fragilidades na gestão das águas em Santa Catarina. A busca pela aproximação e pelo diálogo entre os Comitês e o SEMAE é relevante para o fortalecimento da gestão integrada das águas, promovendo o alinhamento institucional, a cooperação técnica e a construção de soluções conjuntas que qualifiquem a governança das águas", afirmou a Prof.ª. Eliandra.
O coordenador do SC Águas, João Marcos Bosi Mendonça de Moura, reforçou o papel estratégico do programa: “O Programa tem entre seus objetivos oferecer suporte técnico e administrativo aos Comitês e apoiar a execução dos instrumentos de gestão. Do ponto de vista da pesquisa e da inovação, as atividades consistem no desenvolvimento de estudos previstos no Plano Estadual de Recursos Hídricos, voltados às águas subterrâneas e à escassez hídrica. Nessa vertente, também serão atendidas as demandas vinculadas aos Planos de Bacia. Cada Comitê terá papel central no planejamento, acompanhamento e validação dos produtos desenvolvidos pela equipe técnica da entidade executiva", explicou o professor. No presente momento 26 bolsistas estão contratados para atuar no SC Águas e se espera que o Programa seja um marco para o aprimoramento da gestão de recursos hídricos de Santa Catarina.
O Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Timbó e Bacias Contíguas realizou, no dia 27 de novembro de 2025, sua Assembleia Geral Ordinária (AGO), convocada conforme o Edital nº 002/2025. O encontro foi realizado por videoconferência e reuniu membros titulares, suplentes e convidados, garantindo ampla participação dos segmentos que compõem o colegiado.
A sessão foi aberta pela presidente Jamile Iara Sekula, que agradeceu o engajamento dos representantes e destacou a relevância da última AGO do ano para o alinhamento institucional e para o fortalecimento da governança da água na região. A condução da reunião seguiu as diretrizes estabelecidas pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Economia Verde (SEMAE) e pelo Conselho Estadual de Recursos Hídricos (CERH), observando as normativas que regem o funcionamento dos Comitês de Bacia em Santa Catarina.
Entre os principais pontos de pauta, destacou-se a discussão acerca do Plano de Trabalho para 2026. O documento será apresentado para deliberação na primeira Assembleia do próximo ano, orientando as atividades técnicas, administrativas e de mobilização social do Comitê. Também foi debatido e aprovado o Calendário de Reuniões de 2026, assegurando previsibilidade e organização às atividades colegiadas. O Calendário ficou estabelecido com as seguintes datas: I – 09 de março de 2026;II – 17 de novembro de 2026.
Outro destaque da reunião foi a apresentação sobre o novo ciclo das Entidades Executivas no âmbito dos Comitês, conduzida a partir do Edital UDESC nº 001/2025, referente ao Programa SC Águas. A iniciativa, desenvolvida pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) em parceria com a SEMAE, tem como objetivo promover pesquisas aplicadas, ações de extensão e inovação voltadas ao fortalecimento da gestão de recursos hídricos no Estado, oferecendo suporte técnico e administrativo contínuo aos Comitês.
Representando a Vertente Interior do Programa, o Coordenador de Extensão, André Leão, apresentou o novo cronograma operacional, os produtos previstos para o próximo ciclo e a estrutura da Equipe Técnica de Apoio, que atuará diretamente junto ao Comitê Timbó. Também foi anunciada a renovação do assessor técnico Pedro Rey, responsável pela articulação entre o Programa SC Águas e o colegiado.
A Assembleia encerrou reforçando o compromisso do Comitê Timbó com o planejamento participativo, a transparência e a gestão integrada dos recursos hídricos, pilares fundamentais para o fortalecimento da governança ambiental e para a promoção do uso sustentável das águas na região.
Encontro marcou a estreia da nova diretoria e o planejamento das ações para o próximo ano
No dia 18 de novembro de 2025, o Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Jacutinga e Bacias Contíguas realizou sua Assembleia Geral Ordinária (AGO), em reunião presencial no município de Concórdia. Esta foi a primeira plenária conduzida pela diretoria eleita em julho, formada por Helga Cristina FuhrmannDinnebier (Concórdia Saneamento), como presidente; Ivete Dahmer Albiero (Prefeitura de Concórdia), vice-presidente; e Deise Karin Morche (Prefeitura de Arabutã), secretária executiva.
Entre as principais deliberações, destacou-se a aprovação do calendário de Assembleias para 2026, com encontros marcados para 17 de março e 17 de novembro. A definição das datas garante organização e alinhamento das ações do Comitê ao longo do próximo ciclo anual.
A Assembleia também tratou do Projeto de Cobrança pelo Uso dos Recursos Hídricos, conduzido pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Economia Verde (SEMAE). A iniciativa encontra-se em fase de estudos técnicos e articulação com os comitês de bacia. Considerando que havia muitos desencontros de informação sobre o andamento do projeto, a reunião foi importante para apresentar dados atualizados e abrir espaço para debates e esclarecimentos, já que o tema envolve questionamentos e diferentes posicionamentos entre os segmentos representados. O instrumento da cobrança está previsto na Política Nacional de Recursos Hídricos (Lei Federal nº 9.433/1997) e na Política Estadual de Recursos Hídricos de Santa Catarina (Lei Estadual nº 9.748/1994), que estabelecem a cobrança como um dos mecanismos de gestão, com objetivo de reconhecer a água como bem econômico e incentivar o uso racional. O acompanhamento das próximas etapas será realizado pelo Comitê, garantindo transparência, diálogo e participação efetiva de todos os membros e segmentos nas discussões e deliberações, conforme os princípios da gestão descentralizada e participativa previstos em lei.
Outro ponto importante foi a apresentação da nova entidade executiva do Comitê, agora sob responsabilidade da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), por meio do Programa SC Águas, em parceria com a SEMAE. A entidade já iniciou suas atividades com a contratação de um assessor técnico para apoiar os trabalhos administrativos e operacionais.
A plenária contou com quórum qualificado e representantes dos três segmentos que compõem o Comitê: poder público, usuários de água e população da bacia. Além da aprovação do calendário, foram compartilhados informes institucionais e discutidas estratégias para fortalecer a atuação do Comitê em 2026, incluindo participação em eventos estaduais e nacionais sobre gestão de recursos hídricos.
Representantes de órgãos estaduais, federais, comitês de bacias e instituições de ensino participaram, em 10 de dezembro, de uma reunião na sede da Associação dos Municípios do Planalto Norte (AMPLANorte), em Mafra (SC), para discutir avanços na criação do Comitê Interestadual da Bacia Hidrográfica do Rio Iguaçu.
O encontro foi convocado pelo Instituto Água e Terra do Paraná (IAT/PR) e pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Economia Verde de Santa Catarina (SEMAE/SC), com o objetivo de fortalecer a cooperação entre os estados e estruturar o futuro comitê de nível federal. A Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) apresentou o papel institucional no processo, destacando a importância da articulação integrada na gestão da bacia.
A atividade contou com a presença de representantes do IAT, Semae, ANA, AMPLANorte, além de membros dos comitês catarinenses e paranaenses vinculados ao Rio Iguaçu. Participaram também universidades e entidades do setor, como UDESC, UFPR, UTFPR, UNICENTRO, UNESPAR, ABES-PR, IMA, CODEPLAN/SC, SANEPAR e organizações da sociedade civil. Os Comitês Canoinhas e Timbó, de Santa Catarina, destacaram em suas apresentações o histórico de atuação e as atividades desenvolvidas ao longo dos últimos anos, contribuindo com informações essenciais para a consolidação do processo de criação do comitê interestadual.
O Programa SC Águas esteve representado pelo seu coordenador-geral, Professor Dr. João Marcos Bosi Mendonça de Moura (UDESC), reforçando o compromisso da universidade e do Programa com o fortalecimento da governança hídrica interestadual. As contribuições dos comitês e instituições presentes auxiliaram na consolidação de encaminhamentos para a futura estrutura organizacional do comitê interestadual.
O encontro marcou mais um passo na integração entre Santa Catarina e Paraná para a gestão compartilhada dos recursos hídricos do Rio Iguaçu, em consonância com a Política Nacional de Recursos Hídricos.
Representantes de órgãos estaduais, federais, comitês de bacias e instituições de ensino participaram, em 10 de dezembro, de uma reunião na sede da Associação dos Municípios do Planalto Norte (AMPLANorte), em Mafra (SC), para discutir avanços na criação do Comitê Interestadual da Bacia Hidrográfica do Rio Iguaçu.
O encontro foi convocado pelo Instituto Água e Terra do Paraná (IAT/PR) e pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Economia Verde de Santa Catarina (SEMAE/SC), com o objetivo de fortalecer a cooperação entre os estados e estruturar o futuro comitê de nível federal. A Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) apresentou o papel institucional no processo, destacando a importância da articulação integrada na gestão da bacia.
A atividade contou com a presença de representantes do IAT, Semae, ANA, AMPLANorte, além de membros dos comitês catarinenses e paranaenses vinculados ao Rio Iguaçu. Participaram também universidades e entidades do setor, como UDESC, UFPR, UTFPR, UNICENTRO, UNESPAR, ABES-PR, IMA, CODEPLAN/SC, SANEPAR e organizações da sociedade civil. Os Comitês Canoinhas e Timbó, de Santa Catarina, destacaram em suas apresentações o histórico de atuação e as atividades desenvolvidas ao longo dos últimos anos, contribuindo com informações essenciais para a consolidação do processo de criação do comitê interestadual.
O Programa SC Águas esteve representado pelo seu coordenador-geral, Professor Dr. João Marcos Bosi Mendonça de Moura (UDESC), reforçando o compromisso da universidade e do Programa com o fortalecimento da governança hídrica interestadual. As contribuições dos comitês e instituições presentes auxiliaram na consolidação de encaminhamentos para a futura estrutura organizacional do comitê interestadual.
O encontro marcou mais um passo na integração entre Santa Catarina e Paraná para a gestão compartilhada dos recursos hídricos do Rio Iguaçu, em consonância com a Política Nacional de Recursos Hídricos.
No dia 02 de dezembro, foi realizada a reunião de encerramento das atividades da Câmara Técnica Institucional (CTI) do Comitê Canoas e Pelotas. O encontro teve como pauta central a apresentação da retrospectiva das ações desenvolvidas ao longo de 2025, bem como a organização das primeiras atividades previstas para o ano de 2026.
Participaram da reunião representantes de cinco instituições, entre elas a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), o Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA), a Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (CASAN) – unidade de Curitibanos, a Polícia Militar Ambiental e a Associação dos Municípios da Região Serrana (AMURES). Também estiveram presentes o Coordenador de Extensão, Comunicação e Comunidade e a assessora técnica da nova Entidade Executiva, que passará a apoiar o Comitê Canoas e Pelotas nos próximos anos.
Mesmo diante de um período de aproximadamente um ano sem assessoria técnica, a Câmara Técnica Institucional conseguiu avançar de forma significativa nas atividades planejadas. Conforme apresentado na reunião, foi alcançado um índice de 85% de execução das ações previstas na primeira meta do Plano de Recursos Hídricos, intitulada “Fortalecer a Gestão Integrada”, evidenciando o comprometimento institucional dos seus membros.
Além do balanço das atividades realizadas, os integrantes da CTI debateram as ações estratégicas previstas para 2026, com destaque para a necessidade de alinhamento inicial das atividades junto à nova Entidade Executiva. Nesse contexto, ficou agendada a primeira reunião do próximo ano para o dia 23 de março de 2026, com o objetivo de planejar e organizar o cronograma de ações da Câmara Técnica.
Ao final do encontro, o Coordenador de Extensão, Comunicação e Comunidade da Vertente Interior do Programa SC Águas, Me. André Leão, e a assessora técnica do Comitê Canoas e Pelotas, Dra. Cíntia Hoffer apresentaram um breve relato sobre o Programa SC Águas, as perspectivas e avanços esperados. A Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) estará neste ciclo como Entidade Executiva, reforçando as perspectivas de fortalecimento institucional e continuidade das ações de gestão integrada dos recursos hídricos na região.
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